Home Indústria Naval Sem dinheiro para submarinos novos, Armada Chilena anuncia a revitalização dos seus...

Sem dinheiro para submarinos novos, Armada Chilena anuncia a revitalização dos seus IKL-209

8716
137
Submarino Thomson, IKL-209
Submarino Thomson, IKL-209

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Sem dinheiro para financiar a encomenda de submarinos novos – conforme planejava até o ano passado – e com sua indústria naval militar qualificada somente a construir unidades de superfície até o porte de 1.500 toneladas, a Armada do Chile desistiu, temporariamente, de lançar de forma oficial uma concorrência para a aquisição de dois submarinos novos, e formalizou apenas um plano de “atualização” dos seus dois navios de origem alemã do modelo IKL-209/1400 – o Simpson e o Thomson –, que já têm 34 anos de construídos.

O anúncio da revitalização dos IKL foi feito pelo comandante en jefe de la Fuerza de Submarinos, contra-almirante Carlos Schnaidt Mecklenburg (um filho e neto de submarinistas chilenos que frequentou o curso de Comandante de Submarinos da Marinha do Brasil), durante entrevista ao jornal El Mercurio que foi publicada na quarta-feira da semana passada (04.07).

O oficial, de 52 anos, declarou que as embarcações assim remodeladas poderão se manter em atividade por mais uns 15 anos, o que, ao menos em tese, permitirá ao governo local preparar-se, economicamente, para licitar a aquisição de dois submarinos convencionais – diesel-elétricos – de última geração.

Nos últimos três anos, tanto o grupo alemão ThyssenKrupp Marine Systems, fornecedor do IKL, quanto o francês Naval Group, fabricante do submarino classe Scorpène, que também integra a frota chilena, vêm oferecendo seus navios aos militares do Chile. Mas também a indústria sueca SAAB prometia disputar a preferência do cliente sul-americano, oferecendo o seu modelo A26, de 1.900 toneladas (ligeiramente mais leve que o Scorpène).

Submarino General O'Higgins (SS-23) da Armada do Chile
Submarino General O’Higgins (SS-23) da Armada do Chile, classe Scorpène

ICN – De acordo com uma fonte do Ministério das Relações Exteriores do Brasil familiarizada com a questão dos submarinos chilenos, o adiamento da compra pelos chilenos, permitirá que eles observem melhor a recente qualificação da empresa brasileira Itaguaí Construções Navais (ICN) – associação da Odebrecht com o Naval Group – para a produção de submarinos da Classe Scorpène.

Em tese, acompanhar a construção de submarinos de alto desempenho no estado do Rio de Janeiro seria, para os chefes navais do Chile uma operação muito mais simples e imensamente mais barata do que fazer o mesmo na Europa.

Além disso, a Marinha do Brasil (MB) vem contatando as marinhas amigas no sentido de avisá-las sobre sua intenção de manter a carga de trabalho da ICN, tão logo a companhia entregue os quatro Scorpènes que constrói para o Comando da Força de Submarinos sediado na Ilha de Mocanguê, em Niterói (RJ).

Na entrevista Schnaidt também admitiu que o novo período de manutenção planejado para os IKL chilenos incluirá uma revisão dos procedimentos de segurança – consequência direta do desaparecimento do submarino argentino ARA San Juan (causado por uma explosão em uma das praças de baterias do navio, aparentemente em decorrência do ingresso indesejável de água no navio pelo tubo do snorkel). Tenemos procedimientos que realizamos con acuciosidad y siempre revisamos nuestros protocolos, ressaltou o comandante chileno.

Com dois submarinos tipo IKL-209 e dois Scorpènes – o O’Higgins e o Carrera – a Força de Submarinos chilena é, por ora, a mais moderna e importante da América do Sul, condição que deve perder para a sua congênere brasileira já no ano de 2020, quando o Riachuelo, primeiro Scorpène brasileiro (de um modelo bem mais moderno que os barcos chilenos), estiver sendo entregue ao setor operativo da MB.

Submarino Riachuelo no Complexo Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro
Submarino Riachuelo no Complexo Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro

Classe H – Na terça-feira 3 de julho a Força de Submarinos do Chile completou o seu 101º aniversário, data comemorada na Base Naval de Talcahuano, em uma solenidade presidida pelo Comandante da Marinha chilena, almirante Julio Leiva Molina.

Hoje, além dos navios, essa Força dispõe da Escuela de Submarinos “Almirante Allard” (fundada em 1920), e de uma Escuela de Armas Antisubmarinas – instituições que, nos últimos 30 anos, já receberam alunos submarinistas de Argentina, Brasil, Equador, África do Sul, México e Coreia do Sul.

A cerimônia do 3 de julho lembrou a incorporação, em 1917, nos Estados Unidos,  dos primeiros seis submarinos chilenos, todos da Classe H – Guacolda, Tegualda, Rucumilla, Quidora, Fresia e Guale –, navios de 434 toneladas de deslocamento (em imersão), 4 tubos lança-torpedos e 22 tripulantes.

Reportagem a bordo do submarino O’Higgins classe Scorpene da Armada Chilena

137 COMMENTS

  1. O Chile, que é o CHILE, admite que não tem dinheiro para novos submarinos convencionais, e a Argentina, que é a ARGENTINA, dizendo que vai operar submarino nuclear… O que dizer?

    • Quando eu li isso até postei aqui que os argentinos devem estar utilizando produtos ilícitos, ai levei um puxão de orelha dos administradores do blog. Hehehe

      • exacto!! – aún no se define ningún reemplazo. Los 209 ya estàn estandarizados con los Scorpene en algunos sistemas.

        • En realidad si, sistema de gestion de combate subtics Operan Misiles SM-39, torpedos Black Shark con sonares Thales.

          Esto va todo con calma, la Armada de Chile no compra sistemas a lo loco, si no que mejor lo ofrecan todavia quedan 7 años y a los U-209 ahi que darle un Refit, para en un futuro ponerlos a la venta.

    • Caro Julio. Os orçamentos militares da Argentina e do Chile são similares (da ordem de US$6 bilhões por ano). Outro detalhe é que a proposta é de um submarino diesel-elétrico equipado com um pequeno reator, que daria um desempenho similar ao de um AIP. Em outro post, levantei alguns dados financeiros que encontrei em vários posts. A conclusão do Santa Fé necessitara de US 60 milhões, enquanto que um submarino novo custaria cerca de US$ 500 milhões, similar ao custo de modificar o Santa Fé para instalar um reator de baixa potência. É preciso lembrar que os argentinos possuem um grande conhecimento sobre reatores nucleares, mas pouco sobre AIP. De qualquer modo, a perda do San Juan colocou a Argentina em uma situação crítica. Por outro lado, o Chile possui 2 Scorpenes modernos, portanto estão em uma situação confortável, podendo adiar a substituição de seus IKL. São situações muito diferentes. Talvez a Argentina decida concluir o Santa Fé sem modificações por uma questão de prazo e incluir a modernização do Santa Cruz.

      • Camargoer, me desculpe, mas a realidade das FFAA Argentinas está aí pra todo mundo ver. Sobre o orçamento semelhante, vale lembrar que a argentina tem por volta de 20 mil militares a mais que o Chile no serviço ativo. Acho que é uma diferença bem significativa. Some-se a isto, o fato de o governo argentino impor seguidos cortes ao montante nominal do orçamento argentino, fato que, no Chile, não é tão corriqueiro.
        A Argentina, atualmente, tem penado para pagar os T-6 que comprou – já barato – dos EUA…
        Se o valor nominal dos orçamentos representasse igualdade de meios, a Argentina, hoje, teria 50 F-16 (ou equivalente), 4 Submarinos, etc… etc… etc… o que, como sabemos, não é o caso.

        • Caro Julio. Você tem razão sobre as diferenças entre a Argentina e o Chile, inclusive sobre as prioridades de cada governo. Considero seu comentário bastante pertinente. Contudo, parece-me que os problemas na balança de pagamento da Argentina são causados por razões que pouco tem a ver com o gastos militares. No post sobre a modificação do Santa Fé há uma discussão sobre a instalação de um reator de baixa potência, o que é bem diferente de transforma-lo em um submarino nuclear. Acho importante essa distinção para não criarmos uma falsa discussão aqui no blog. Acredito que os problemas econômicos da Argentina não alteram a condição precária de sua frota de submarinos e a necessidade de encontrar soluções apropriadas o mais rápido possível.

    • acontece que as forças armadas do Chile vê todas as possibilidades e prioridades do seu equipamento militar, ou seja, existem despesas mais urgentes para mudar submarinos que dão para um outro modernização da extensão da vida, também no Chile econômica se destaca por ser muito responsável pelo equilíbrio fiscal e geralmente chile é talvez o mais pragmático da América Latina, nesse sentido, o país e é conhecido por muitos foristas graves que as forças armadas do Chile se caracteriza por altamente organizados em aquisições militares e eles fazem as suas compras assim que o dinheiro está lá e é algo seguro, sem dar expectativas que não podem se materializar, ou fazer planos de aquisições que estão no meio do caminho. Na verdade Chile é o primeiro sistemas navais de defesa operador de mísseis como é Ceptor com o Reino Unido e Nova Zelândia fragatas tipo 23, o Chile é o único operador no sistema IIIC Exocet versão mais recente, que só a França vai operações em seus navios, ou o único país do operador TASS, sistemas TACTASS em suas fragatas da classe M e tipo 23 com thales som 2087 da marinha real britânica, na verdade, eu comentei que quando o Chile tornou pública a modernização completa do seu tipo 23 para mantê-los em serviço por 15 a 20 anos, o processo de licitação internacional foi aprendido apenas um ano antes, a marinha chilena tornada pública a sua escolha de 1 semana após Lockheed Martin fez pública e os montantes envolvidos recentemente soube-se que a modernização de seus 3 navios é de 600 milhões de dólares, com tudo isso eu lhes digo que o Chile quase sempre não dá notícias de suas aquisições militares, no caso do exocet era conhecido graças a que os membros do fórum tomou fotografias do sistema instalado no dique, mas a Marinha do Chile não fez pública, quando o sistema de sonar rebocado sua embarcação não foi adquirido tornado público, era um forista que percebeu o fato e tiraram fotografias e há Ele sabia da aquisição chilena e, muito provavelmente, os fundos não estão disponíveis porque o dinheiro mais urgente é substituir outros meios dos quais é conhecido no momento da aquisição, é o modo de agir do Chile em sua defesa, conhecer as suas aquisições quando é uma coisa certa e às vezes surpreendente, provavelmente Chile está considerando a substituição de seus submarinos e os fundos são liberados quando para eles é a prioridade número 1, o mesmo acontece com sua F 5, 2015 fez-lhes um extensa renovação da vida útil, uma vez que a prioridade da Força Aérea do Chile é modernizar seu bloco F16 50 e melhorar sua F 16 MLU para atualizá-los até 2030, quando o fach já estiver preparado para o tuição das forças armadas, você tem que entender a lógica do Chile sobre estas questões, sempre foi, é responsável processos, a longo prazo de um país e pensamento a longo prazo e mantendo sempre que a sanidade fiscal austera econômica.

    • Cara, são 3 forças armadas, cada uma com suas necessidades. É preciso fazer escolhas. Escolher modernizar IKL, não significa necessariamente comprar/ou não F-35.
      .
      Chile é um país sério. Não se compara em nada com o Brasil.

    • na verdade ofereceram o F-35 para o Chile, a LM já procura algumas vendas para suprir os possíveis cancelamentos da Itália e Turquia. o Chile não tem intenção de comprar o F-35.

  2. Que legal se permanecer os IKL´s e Scorpenes da América Latina sendo dados todas as manutenções aqui no Brasil.

      • Armada do Chile visita Complexo Naval de Itaguaí

        No dia 04 de julho, a comitiva da Armada do Chile, realizou uma visita técnica às instalações do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), localizado no Município de Itaguaí (RJ).

        Durante a visita, a comitiva assistiu uma apresentação ministrada pelo Gerente do Empreendimento Modular de Obtenção dos Submarinos, Contra Almirante (EN) Koga, sobre os desafios do Programa, andamento das obras, prazos previstos para prontificação e ressaltou, também, as possibilidades de parcerias com o Chile.

        Na sequência, as autoridades visitaram a Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM) e a Área Sul do empreendimento, onde funcionarão os Estaleiros de Construção e Manutenção dos submarinos, a Base Naval e o Complexo de Manutenção Especializada.

  3. Imagino que os militares do Chile estejam temerosos em firmar compromissos de altíssimo valor e longo prazo, devido à ventilada revogação da Lei do Cobre, que destina 10% do valor exportado à aquisição de meios militares.
    De qualquer forma, a revitalização de seus 2 IKL pode servir como estímulo à revitalização dos nossos 3 que estão na fila.

  4. Que pena, gostaria muito em ver a marinha do chile, argentina, peruana com pelo menos 3 subs novos cada!

  5. Como disse o colega Ecosta no seu post aí acima, seria muito bom e importante que o Brasil pudesse passar a ser o centro de manutenção dos IKL’s e Scorpenes que operam na AL.

    Preservar a capacidade e o investimento feitos para construção de novos Scorpenes é fundamental, especialmente para que a MB possa gerar receita própria.

    Com relação a construir novos IKL’s para exportação tenho minhas dúvidas, não sei se temos ainda o ferramental necessário.

    • Embora o Chile não construa submarinos, aeronaves ou navios, suas forças armadas e seu comando logístico são muito bem pensados, isso significa que eles mantêm e modernizam seus próprios equipamentos militares sem enviar seus navios, submarinos ou aviões para o exterior (F 16). quando o Chile adquire seu material de combate, geralmente compra toda sua logística, para ser mais exato, em 2016, o Chile tornou-se o primeiro país do mundo a fazer o corte do escarpeno, reforma extensiva e modernização, não para o Chile interessante construir ou não construir, mas eles estão claros que devem ter apoio em casa, vejo que é improvável que o Chile mantenha e modernize o seu escortápio para o Brasil, se eles pudessem encomendar sua construção fora do Chile, mas geralmente eles fazem isso com o fabricante e nas instalações do fabricante.

  6. E os nossos IKLs?

    Acho que vale a pena mantê-los atualizados e modernos.

    Quanto custaria isso? Seria feito em qual estaleiro?

    Ou não vale a pena?

  7. A coincidência é tanta que esta matéria até parece uma reposta àquela de ontem do F-35, onde alguns comentaristas diziam que o Chile dava “banho” no Brasil em matéria de defesa. Nada de novo, visto que até a compra dos pequenos submarinos type 206 usados da Colômbia já foi vista como um “banho” sobre o Brasil e o Prosub.

    Sobre a marinha chilena, me parece que inevitavelmente eles passarão pelo mesmo problema da MB: envelhecimento da frota de superfície e consequentemente a diminuição do número de meios. Todos seus principais navios de superfície possuem aproximadamente a mesma idade (+/- 30 anos de uso), o que significa que eles atingirão o fim de sua vida útil quase ao mesmo tempo (daqui uns 12 ou 15 anos), e isso demandará um programa de aquisição relativamente grande para a substituição de suas fragatas que aparentemente eles não tem como pagar. Se colocarmos na conta os dois submarinos da matéria que deverão ser substituídos aproximadamente dentro do mesmo prazo, a coisa vai ficar ainda mais apertada. Restará o mercado de usados, certamente muito menos atrativo do que aquele do passado recente.

    • o que acontece é que muitos tendem a confundir o orçamento sujeito ao que realmente é interessante, chile recentemente modernização meia-vida de suas fragatas tipo 23 600 milhões para começou três fragatas, que vai deixá-los com sistemas mais avançado na América Latina em navios e infinitamente superior ao que actualmente tem o Brasil em navios, que vai dar trégua ao Chile para se concentrar sobre a substituição em 5 anos seu anti fragatas aéreas é a primeira prioridade dos submarinos da marinha chilena Este momento não é sua prioridade, porque eles recebem uma solução razoável dentro de seus ciclos de vida, o Chile em questões de manutenção de suas unidades é cuidadoso e eles são feitos de acordo com o que os fabricantes indicam e obtendo o máximo deles e no vezes, é algo que muitos países da América Latina não entendem, se o Chile quisesse fazer grandes gastos, o Chile o faria, mas é um país muito ordenado em seu gás Em suas prioridades e prioridades, os planos e programas do Chile são geralmente de longo prazo e são geralmente conhecidos quando o processo de licitação internacional está em andamento, é muito razoável para o Chile prolongar a vida operacional de seus submarinos. mesmo com seus submarinos da mesma idade até o projeto S 80 ver frutos … e sim, agora parece loucura que o Chile consiga o F 35, mas acho que é assim que o fach está estudando para substituir quando é devido ao F 16 MLU em cerca de 15 anos, outra questão que você não sabe é que o Chile é um credor dos Estados Unidos, o que significa que se o Chile quiser, e se o Chile considerar necessário, pode usar suas “compensações” para adquirir sua F 35, assim como ele fez com seu atual bloco F 16, 50 no ano 2000 …

    • A situação nossa é muito pior. Ali eles tem uma Type 22 que passou por modernização (muito superior as nossas) e as Type 23.
      .
      A urgencia nossa é muito maior.
      .
      E ele dão uma surra no Brasil sim. Sempre estão um passo a frente, com um orçamento que é 1/6 do nosso.

      • Ouvi dizer que estão trabalhando num torpedo pesado e num míssil anti navio de fabricação nacionais, comparáveis ao MK48 e ao Harpoon.

      • Eles fabricam o que em termos de material de defesa?
        Me parece que foram eles que compraram o HMS Ocean, com pelo menos três tipos de helicópteros diferentes para emprego em combate naval, além do mais, com um míssil anti navio de fabricação nacional transportado pelo EC-225M naval.
        Fabricam pelo menos a chapa de aço do Scorpene deles?? não né, nem isso, não tem tecnologia para tanto.

        • Se formos à realidade, o Chile é a única marinha com capacidade AAW.ASW na região.

          Para a modernização que seus fragatas digitam 23 estão passando,
          é novo Radares AESA, Camm Missiles, novo sistema de combate CMS-330, Assim como a modernização do sonar Casco S-2150 e a integração sonar do Arrastre Captas 4 de Thales
          Eles são as melhores fragatas ASW.

          • E os Sea Hawk e Super Linx da Marinha do Brasil, equipados com sensores e torpedos anti submarinos, servem para que?? que história é essa de única com capacidade ASW… por favor… não viaja… nem sei se tem algum Sea Hawk.
            Espero que o sobre dure um bons anos ainda de extração.

          • Silvano Acaso Chile no tiene helicópteros ASW Y ASUW? eso no significa que no se modernicen las Fragatas, Hoy Chile es la Unica armada con reales capacidades ASW en la region la unica armada con Fragatas ASW con TASS incluido mas de tener helicópteros embarcados ASW Y ASUW por favor seamos serios.

            Sin hablar la unica Armada tambien con Fragatas AAW en la región

          • Silvano:
            “com um míssil anti navio de fabricação nacional transportado pelo EC-225M naval” você se referia a qual míssil? Eu deduzi que seria o Mansup, que não ainda não existe na versão ar-mar (e nem na mar-mar está pronto).
            Hoje a Armada do Chile está melhor armada do que a MB. Para mim isso é claro e inequívoco. Com o orçamento deles, melhor comprar algo bom do que tentar desenvolver um monte de coisas e não conseguir (muito do que o Brasil tenta desenvolver fica no caminho, sendo perda de dinheiro e de tempo).

          • Ele deve ter se confundido com o acordo de que a motorização dos AM-39 Block II destinados aos helicópteros H225M contemplou motorização nacional (Avibras) dos mísseis.

        • Silvano,
          Nem o MANSUP mar-mar está pronto, quanto mais o MANSUP ar-mar (se é que um dia ficará).
          As Forças Armadas Chilenas tem algumas vantagens e algumas desvantagens sobre a brasileira. Hoje e até os primeiros anos da década de 20, a Armada Chilena estará a frente da MB. Isso é um fato, mesmo com a compra do Ocean e com a maior quantidade e qualidade dos nossos helicópteros navais. Por ora, eles possuem fragatas e subs mais modernos e melhor equipados.

          • O Sea Hawk e Super Linx são equipados com torpedos anti submarino, não tem nada a ver com o Mansup, algo inatingível para um país como o Chile, diga-se.
            Em termos de poder militar na América Latina, segundo todos os sites especializados, o Brasil é o primeiro de longe, e o Chile é apenas o sétimo, e isso também é um fato.
            Olha a diferença entre ir na França comprar dois Scorpenes, e ir na França e comprar o direito e a capacidade de fabricar este mesmo submarino, em maiores dimensões, com capacidade de 70 dias de operação, contra 45 dias do modelo chileno, são cinco deles contra dois, um deles nuclear.
            Capacidade ASW até a Armada Argentina tem em seus navios, podem não ser modernos, mas algo eles tem.
            O Brasil tem até um sonar de busca sendo testado… outra coisa que eu acho que o Chile nem tenta fazer.
            Anos luz amigo…
            Minha restrição ao modelo de defesa chileno é essa, se limitam a comprar tudo pronto, é contra producente.

          • Algo imposible para Chile? Por favor Chile opera Helicopteros Cougar con capacidades ASW Y ASUW armados con misiles AM-39 como torpedos MK-46 MODO 2 sonares profundidad, embarcados en sus Fragatas Typo 23 que estan pasando por una modernización… Oye enchufate no puedes comparar los buques Argentinos con las Fragatas Typo 23 son Fragatas ASW construidas para ese fin, el unico pais con capacidades de sonares de arrastre en la region es solo Chile como tambien sistemas VLS es Chile, se le estan metiendo mas de 200 millones a cada unidad para dajarlas aun mas capaces.

            Jajajaja Ahora comparas cantidad vs Calidad y te pones guiarte por un Ranking donde solo ven cantidad nimporta, por fabor jajaja

            jajaja eres futuristas todavia Brasil tiene ningun Scorpene en servicio hombre, y piensas que Chile se va quedar con 2 Scorpene ? por favor.

      • Oi?

        Cara , o Chile melhor do que nós?? Onde??? Estamos com vários projetos em andamento nas 3 FFAA, pode ser que nossa Marinha esteja com mais urgência mas olha o tamanho do TO marítimo e fluvial que nós temos!. Vamos acabar com esse Complexo de Vira-latas!! Nosso parque industrial engole o Chile 3 vezes!! O que falta aqui é vontade política. O Chile só produz, frutas, alho, cobre e vinho, aliás, muito bons, por sinal!!!

        • Salmão, no Carrefour e Wall Mart só tem Salmão do Chile… nisso eles são bons.
          Eu acho também que eles imaginam que seus F5 foram modernizados por eles mesmos, e não pelo pessoal da Northrop Grumman, vindo dos EUA só pra isso.
          Nossos F5M foram modernizados pela Embraer, segundo um Brigadeiro da FAB, a Embraer entende e conhece mais do F5 do que o fabricante Northrop Grumman, já que este caça foi totalmente desmontado e minuciosamente estudado no Brasil, que ao final, teve que revelar todas as informações coletadas durante a modernização a Grumman, por questões contratuais.
          A história é que a Embraer necessitava de informações sobre a estrutura do avião para instalar os mísseis, para os quais ele não foi projetado, um pedido de informação foi feito e nunca respondido pela Grumman, foi daí que surgiu a necessidade de estudar o avião, antes de modernizar.
          O Chile sempre faz o mais fácil, chama quem sabe, nem esquenta a cabeça de buscar algo próprio.
          Neste ponto, Peru e Colômbia estão mais espertos.

          AVISO DOS EDITORES: ESSA DISCUSSÃO JÁ PASSOU DO PONTO HÁ BASTANTE TEMPO, VIROU FLA-FLU E NÃO VAI LEVAR A LUGAR ALGUM. FOQUEM NO TEMA FA MATÉRIA E NÃO EM DISPUTAS PESSOAIS DE QUEM É O MELHOR OU ACHA QUE ESTÁ COM MAIS RAZÃO QUE O OUTRO.

          • _____________
            _____________

            “Eu acho também que eles imaginam que seus F5 foram modernizados por eles mesmos, e não pelo pessoal da Northrop Grumman, vindo dos EUA só pra isso.”

            Os F5 Chilenos foram modernizados em 1993 por IAI, Israel Aircraft Industriesl e por ENAER. Em 1997 ENAER incorporou a sonda REVO. Em Março de 2010 foram incorporados ao grupo 12 em Punta Arenas e em 2016 se iniciaram os trabalhos de troca da “pele” das asas feita por uma associação entre ENAER y Kellstromdeixando estes vetores em condições e voar até 2030. A Nortrop Gruman jamais participou de modernização alguma nos F 5 FACh.

            Todos os trabalhos contratados pelo Chile para as suas FFAA tem a participação das empresas dependentes das três ramas das FFAA, ENAER, ASMAE e FAMAE. Com isso, se adquire conhecimento e knowhau para dar manutenção sua frota de forma independente. Assim tem experticie e presta serviços a outras FFAA da região como as FFAA da Argentina, Uruguai, Equador e Colômbia.

            Querer menosprezar sem saber sobre o tema só traz uma imagem negativa sobre o senhor.

            COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO.

          • Silvano,

            Grande parte das guerras que irromperam nas últimas décadas duraram meses. Nesse cenário, você tem que estar pronto. Produzir suas armas em casa pode não fazer tanta diferença assim.

      • Zorann

        Não mencionei que nossa situação era melhor. Na verdade, de forma bem clara, afirmei que em um futuro próximo eles passarão pelos mesmos problemas que MB enfrenta hoje, visto que sua marinha está envelhecendo e, como basicamente suas compras militares mais caras dependem de material de segunda mão, eles ficarão com poucas opções que caibam no orçamento.

        No mais, discordo que eles estejam um passo na nossa frente. Temos 36 Gripens zero km encomendados, com radar AESA, Irts, e mais uma série de coisas que deixarão a FAB bem a frente deles. Temos 5 AWACS, já em modernização, enquanto eles tem apenas um. Estamos desenvolvendo o primeiro míssil de cruzeiro de origem sul-americana. Nosso submarino nuclear (parece que agora vai!) será o meio naval mais avançado tecnologicamente e de maior poder dissuasório da América do Sul. O mansup, embora não seja o suprassumo da tecnologia bélica, está prestes a ser testado e garantirá à MB uma independência que os chilenos não possuem, fora A-Darter, MAR-1, SMKB, radares saber e OTH, KC-390, e mais uma série de projetos que, se estivessem sendo desenvolvidos por eles e não por nós, faria muito forista de blogs de defesa ter espasmos de inveja (não estou dizendo que é seu caso).

    • No mienta Señor, Chile opera los Fragatas mas modernas de la región, ya se esta en planes de reemplazar las unicas Fragatas AAW de la region el 2025, a las Fragatas Typo 23 cada una se le esta modernizando por un costo de 220 millones de dolares total de 660 millones de dolares son las unicas Fragatas con capacidad ASW en la region de cierto con Sonar de arrastre incluido S-2087 Thales como Radares AESA entreo otros sistemas.

      Nuestra Fragatas Clase M ya fueron modernizadas, le metieron Exocet MM-40 Block 3C como CMS.

      Nuestros submarinos Scorpene fueron modernizados, son los unicos con sistemas de desipador de Calor en la región.

      El Refit a nuestro U-209 viene planeado del 2017, y su baja es el 2025 pero esto no quiere decir que no se les hara nada, estos pueden pasar a la venta a futuro para un pais como Ecuador y la idea que esten las mejores condiciones. Estamos hablando de Chile la Armada.

      • O Chile não fabrica absolutamente nada, compra tudo pronto de fora, deveriam refletir na extrema dependência externa a que estão submetidos. Uma hora, na hora da verdade, isso pode cobrar o seu preço, e um alto preço.

        • No Fabrica nada? a ti quien te conto esa ? porque Fabricamos nuestros OPV Patrulleras buques Anfibios como Rompehielos… lo que no Fabricamos son Submarinos Y Fragatas pero si tenemos la capacidad de modernizarlas y dejarlas con sistemas punta que Brasil no tiene, porque ningun Buque Brasileño opera algo comparado a unas typo 23 sin hablar que nuestros submarinos Scorpene son los unicos con disipador de Calor en esta Clase y trabajos hechos en Chile.

          Sin contar que nuestra Fragata typo 22 es Batch 2 vs Brasilena que son Batch 1.

        • Acho que voce precisa se informar melhor antes de escrever essa bobagens… vamo lá, se informe e depois opine… esse negocio que só o Brasil fabrica… é conversa de moleque, sério. Só em material naval eles construitam um navio oceanografico, uma OPV para a Islandia, e 4 OPV pra marinha deles e agora estao construindo um Quebra-gelos… isso tudo depois do Tsunami de 2010… e o Brasil fez oque neste tempo todo? Cara, opiniao e c* todo mundo tem… mas imformacao… ai a coisa pega

        • O Chile produz muito do próprio armamento. Desde treinadores aéreos básicos há Jatos CAS. Também produz seus próprios Blindados, quase uma dúzia de Fuzis, sub fuzis e Sub metralhadoras, VANT, Misseis Ar Terra, Misseis Terra Ar de curto e médio alcance, Sistemas controle e tiro, Navios de combate de até 1700 Ton, etc. Não acredite naqueles que postam que só o Brasil constrói. O Brasil é sim o maior construtor na região mais a maior parte da sua indústria bélica está no setor privado e corre o risco de ocorrer o que acontece na atualidade om a EMBRAER em que pese a ser uma grande empresa, corre os riscos de mercado os que o setor privado incorre.

      • Muito bonito o seu texto.

        Do jeito que você fala, até a US Navy teria dificuldades em enfrentar a marinha do Chile.

        Hahahaha.

      • Andresksk.

        Ninguém questiona a qualidade dos navios da marinha chilena. A questão (que eu comentei acima e que iniciou esta discussão) é que a marinha chilena está envelhecendo, e como a idade de seus principais navios de superfície é bem próxima, a frota atingirá o fim da sua vida útil e deverá ser substituída basicamente ao mesmo tempo. Dito isto,basta analisarmos a história: qual foi a última fragata nova adquirida pelo Chile? Considerando que o Chile tem dependido quase que exclusivamente do mercado de usados para equipar sua marinha na últimas décadas, e que esse mercado está se fechando para aquisições realmente boas, como o Chile vai substituir 8 fragatas por navios novos em um prazo não maior que 15 anos? A conta não fecha.

      • Se Seja mais educado também, colega Chileno.

        É a segunda vez que vc chama quem debate contigo de mentiroso.

  8. Ué? Ontem disseram que até 2023 o Chile estaria com F-35, enquanto o Brasil ia de Gripen NG que não é melhor que um F-16 Block 50/52

  9. Lidar com defesa não é pra qualquer um, é tecnologia de ponta e isso exige grandes investimentos e verbas. Torço pelas FFAAs da América Latina pois temos sim ameaças que se dizem nossos amigos mas são lobos em pele de cordeiro.

  10. Acredito q Marinha do Chile passa pelo mesmo q nós.
    O fim da Guerra Fria diminuiu a produção de MEM no 1º Mundo e alongou a vida dos MEM já produzidos e empregados por países daquela aliança.
    Resultado: Diminuiu a disponibilidade de meios usados e o preço destes e dos novos.

  11. A Armada de Chile havia selecionado a fragata Meko A200, mas desistiu quando os ingleses ofereceram as Tipo 23 e a Tipo 22 e os holandeses, depois de oferecerem fragatas ao Brasil e este recusado, ofereceram ao Chile.

    Dessa maneira o Chile comprou 8 navios relativamente novos pelo preço que pagariam por 2 Meko A200, sendo que o programa chileno previam 4 Meko.

    Caiu do céu essas propostas para eles. Se não fosse, estariam com a Armada composta por 4 Meko A200 e só .

    Nunca entendi porque o Brasil recusou 4 fragatas M e as 2 fragatas L da Holanda. Também não entendi porque recusou as 4 Tipo 22 B3, as 4 OHP e os 2 Spruance. Imagina se a Marinha tivesse aceito esses 16 navios.

    Já as Tipo 23 não foram oferecidas ao Brasil, somente ao Chile.

    • O Chile aproveitou-se de uma situação que talvez nunca mais venha a ser repetida que foi a retirada de serviço precocemente de 3 excelentes T-23s e das T-22 Batch
      2, uma das quais adquirida pelo Chile e todas as 4 dentro da mesma década e de
      acordo com as necessidades da marinha chilena. O mercado de usados está muito ruim nos dias de hoje e até a US Navy que extrair 40 anos ou mais de seus combatentes de superfície.
      .
      .A marinha brasileira havia adquirido na década anterior, 1990, as 4 T-22s Batch I com em média apenas uns 15 anos de uso , havia iniciado a modernização das fragatas classe “Niterói” além de se estar construindo a corveta “Barroso” então
      não havia necessidade, nem recursos para se adquirir mais navios usados, ou
      seja naquela ocasião, fim da década de 1990 a marinha brasileira esteve melhor que à marinha chilena em matéria de navios melhores.
      .

    • Obrigado Dalton.

      Acho que as 4 fragatas classe M (2 compradas pelo Chile e 2 por Portugal) e as 2 fragatas L, oferecidas primeiro ao Brasil, deveriam ter sido adquiridas.

      Concordo, o Chile teve sorte. Não se repetirá.

  12. Longe de querer o pior do Chile, o cantinho que provê o meu Salmão cru aqui nessa terra tupiniquim. Mas, eles também estavam interessados em furar o olho do Brasil naquela possível aquisição dos Super Cobra americanos, certo? Seria o Chile uma Argentina melhorada? O Chile faz o que pode coitado, pode até sonhar alto, mas esses países que se baseiam em commodities precisam ter uma viabilidade econômica alem de Cobre, Pétroleo, Soja,…

    • como o Brasil… por exemplo, onde 89% das exportacoes sao comodities… ferro, soja, carnes bovinas, acucar, café…

    • Você está enganado. Os Cobra ofertados são 20 unidades, 12 pro Chile e 8 pro Brasil. Nada de querer furar um o olho do outro, apenas negócios. O Chile procura helos de ataque faz algum tempo e chegaram a ser oferecidos alguns Apaches mas, esses sim seria um over killer para a região.

      Só um recado, mais da metade de América Latina vive de comodities. O Brasil não foge à regra e não há nada de errado nisso.

    • Eu não disse que o BR ta fora dessa. Até a Russia se baseia de commodities ué kkkk. É que no Brasil as commodities são um pouco mais variadas.

  13. Se formos à realidade, o Chile é a única marinha com capacidade AAW.ASW na região.

    Para a modernização que seus fragatas digitam 23 estão passando,
    é novo Radares AESA, Camm Missiles, novo sistema de combate CMS-330, Assim como a modernização do sonar Casco S-2150 e a integração sonar do Arrastre Captas 4 de Thales
    Eles são as melhores fragatas ASW.

    • Dariam um ótimo exercício naval aos submarinos peruanos, mas não creio que possam vencê-los, o Brasil tem o Sea Hawk e o Super Linx nessa função, creio que seja melhor, só se for muito dos seus safos de baixo dágua para não cair naqueles radares de radome..
      O Tikuna é letal, e seus MK48 não estão para brincadeira, só a US Navy, Austrália e Brasil o operam.
      É claro que um F21 a bordo dos futuros Scorpenes fabricados no Brasil nos colocaria um pouco a frente deles.
      Belo programa de modernização, sem dinheiro ou capacidade tecnológica para ter algo como Itagaui e Nuclep, é o mais sensato a ser feito, partir para reparar os antigos.

      • Pois é, é isso que eu venho falando, creio que um helicóptero é muito, mais muito mais eficiente na guerra naval anti submarina e anti navio, que um meio de superfície como uma fragata.
        O melhor é despachar meios aéreos, não podem ser atingidos por um submarino, e varrem uma área muito maior, e possuem capacidade anti superfície também.
        Só mito e muito exagero.
        ______________
        SeaHawk? H225M? Super Lynx?……. quase nada, ou seja, não temos meios de combate ASW. É cada um.

    • Meus deus a compra das 8 fragatas usadas transformaram a marinha do Chile na US Navy só faltou os porta-aviões…rsrsrsrsrsrs
      De fato o Brasil só poderá se dedicar a navios de superfície após a conclusão dos 4 scorpenes e do submarino nuclear.

    • Não é a única em ASW, talvez possa ser uma das melhores se contarem só com os sistemas embarcados em navios isso é claro se a marinha sem considerá a Marinha do Peru (não sei o estado dela). mas não adianta tem a tudo e não ter a capacidade de produção…Pergunte aos Argentinos se eles não queriam ter capacidade de repor meios e mísseis no conflitos das Falkland/Malvinas…….

      • A marinha do Peru está bem mais ou menos… muita coisa velha e agora um multi proposito novo de tamanhao médio (BAP Pisco) fabricado lá mesmo com pessoal coreano dando suporte e só…

  14. A estratégia do Chile é ter forças pequenas (comparadas com as do Brasil), mas muito bem equipadas. O limite para eles não é a aquisição de meios (para isso eles têm a lei do cobre, apesar de estar balançando), mas o custeio das forças, que tem que sair do orçamento normal. Por isso chegam naquela situação citada outro dia, não ter pilotos para todos os F-16. Já o Brasil, devido à extensão territorial, demanda uma quantidade de pessoal muito maior, motivo pelo qual sobra proporcionalmente pouco dinheiro para aquisição de meios.
    São realidades distintas, mas uma coisa é certa: enquanto existir a lei do cobre, os meios principais do Chile tenderão a ser mais modernos do que os meios principais do Brasil, com alguns momentos em que o Brasil superará (por exemplo, quando receber os Grippen ou os Scorpene).
    No tocante à Esquadra, parece-me que com a aquisição do Atlântico o Brasil deu um passo para empatar a situação, pois a capacidade ASW e ASuW dos helis tende a contrabalançar e talvez superar as capacidades das fragatas chilenas. A diferença maior fica mesmo na capacidade AAW, diferença que pode ser reduzida com a chegada das Tamandaré.

    • Vocês colocam os seus helis como um fator de superioridade ante as capacidade ASW e ASuW mas se esquecem que a ARCh conta também com uma frota de AS 532 Cougar armados com AM39 Exocet e MK-46 e está transformando 8 AS 365 Dauphin pra ASW e ASuW ficando com 13 helos anti sub / anti navio. Tem também 3 Persuaders C 295 ASW e ASuW e 4 P3 Orion com as mesmas capacidades mas com Harpoon pra ataque a superfície.

  15. Quais as linhas de produção ou “montagem” ativas no Chile?

    Além dos 4 submarinos que eles estão construindo, do míssil naval com testes para outubro, míssil de cruzeiro para 2020, licitação para quatro corvetas novas, projeto de um submarino nuclear, com 36 caças novos, com 28 cargueiros novos, com linha de produção de blindados 6×6, com sistema de saturação astros 2020, com atgm nacional

    Além da compra de um porta-helocópteros… sem esquecer de 8 AEW&Cs que o Chile dispõe

    Quais foram as últimas compras do Brasil? 6 BlackHawk da Polônia e 6 Super Tucanos do Chile?

    • O Chile, guardadas as devidas diferenças, (Brasil 210 milhões, Chile 17 milhões) tem pra sim, uma boa indústria bélica local. Na verdade que na atualidade a indústria bélica do Chile é a segunda maior na América Latina perdendo apenas pro Brasil.
      Devido ao Chile ser um país pobre em recursos (Não tem energia, nem produz gás, nem petróleo, sofre com um quinto do seu território desértico, o mais árido do mundo, com um quinto do seu território coberto por neve mais de 4 meses por ano, um terço do seu território é montanhoso, sofre com vulcões, mais de 2000 no seu território, incêndios, Tsunamis, Nevascas, Terremotos, os maiores da história) limita a sua produção a um mercado local pequeno. Devido a isso, a sua indústria constrói, principalmente partes e/ou peças ais do que produtos acabados. A sua economia obriga ao Chile manter uma margem de segurança e se dedicar em boa parte à manutenção de serviços mas, é um bom investidor em países da região. Temos o Exemplo da LATAM, LAN Peru, Lan Argentina, entre outros.
      Nos últimos 20 anos o Chile comprou 8 Fragatas, todas elas sendo na atualidade as mais modernas, capazes e melhor equipadas da região, assim como os seus submarinos, sendo 2 Scorpenes. também comprou uma frota de 10 F 16 Block 50 e uma frota de 36 F 16 MLU. Comprou um estoque de Misseis Harpoond pra sua marinha sendo RGM-84D Block IC, AGM-84L Block II e RGM-84L Block II. Comprou também uma quantidade de misseis Exocet e acaba de se tronar o primeiro usuário do MM40 Block 3C de última geração. Comprou 8 aeronaves Vulcan pra patrulha aérea. Está modernizando 4 P 3 Orión e 3 C 295, Construiu um Navio Oceanográfico preparado pra resgate submarino e está construindo um Rompe gelos. Construiu 4 NaPOc de 1700 Ton. Comprou um Navio de Clase Foudruee comprou um Navio tanque de 42000 ton (o maior da América Latina) Comprou Tanques Leopard 2 A 4 e Marders. Comprou Baterias Antiaéreas Avenger, Migale e NASAM II, comprou mais de 100 Misseis AIM 120 AMRAAM C5 e mais 100 C7…Em fim, o Chile tem feito algumas coisas além daquilo que você mencionou.

      Isso

  16. Mais importante que a “Lei do Cobre” é o fato do Chile ter o Peru como vizinho…um país que
    tem quase o dobro de população e com o qual há problemas de fronteira, então é um incentivo e tanto para manter boas forças armadas, é a chamada “percepção de ameaça” que é maior no Chile que no Brasil, mesmo que ligeiramente maior, pois não acredito que Chile e Peru chegarão novamente às vias de fato, mas, nada melhor que ter uma boa capacidade de dissuasão.

    • Sim, o principal fator são as ameaças externas, as motivações para aprovarem e manterem por lá a Lei do Cobre certamente foram as querelas com Bolívia, Peru e Argentina.
      Tais querelas devem estar gerando menos ameaça, tanto que estão com proposta de trocar a Lei do Cobre por um “orçamento garantido” para a Defesa.

        • Verdade… principalmente porque o Brasil tem muita coisa mais velha.. e o Chile pouca coisa mais nova… entao ficam brigando à toa… o que ninguem lembra é que o Chile é, provavelmente, o maior aliado do Brasil… e de longe!

    • Caro Bardini.
      “Curintia e Parmera”. E quem é de São paulo pensa o quê ? A mim não interessa estas comparações infantis.
      Veja o tamanho da economia deste estado e o seu parque industrial. Aqui perguntamos o que este estado não produz. A coisa deveria ficar na informação técnica.
      Realmente este debate ficou chato. Tem muito brasileiro que não conhece o Brasil.

  17. Cada força armada tem suas distinções com os paises é o mesmo .mas o fator ameaça externa conta muito se tivéssemos uma China se apropriando de nossa zona econômica exclusiva estaríamos assim?claro q nao.Os chilenos não se dão bem com o Peru, Argentina e Bolívia.por isso parece q FFAA lá são prioridade é aqui não é claro temos muito o q melhorar mais somos equilibrados com eles em algumas áreas superiores em outras e inferiores e outras.

  18. Alguém saberia me dizer quais são as principais diferenças tecnológicas entre os Scorpéne chilenos e os que estamos construindo? Acho que um comparativo daria uma ótima matéria! Agradeço pela atenção.

  19. De novo essa discussao sobre o Chile. O Chile nao tem nem industria automotiva…onde nascem as necessidades de todas as maquinas pesadas para a industria moderna juntamente com a industria naval; e ainda o basico de treinamento industrial e processos para qualquer outro tipo de industria e bla bla bla…
    Tudo e’ bonitinho dentro da casinha, o dia que nao chegar 1 navio aos portos Chilenos acaba toda essa “organizacao” e visao arrojada do futuro.

  20. Os IKL são excelentes embarcações. Se mantidas e atualizadas darão muitos anos de bons serviços. Não esqueçam que foram fabricadas/projetados no pais que mais usou submarinos, a Alemanha.

  21. “Na minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá,
    As aves que aqui gorgeiam não gorgeiam como lá”

    O fato é que a sociedade chilena está avançando bem mais rápido do que a brasileira para dar a seus cidadãos melhores condições de vida.

    • Bom dia Glasquis.

      Li a matéria original no link que você postou e de fato, não há nenhuma menção a falta de dinheiro. O que entendi é que simplesmente a Armada chilena vai iniciar um processo de atualização dos seus 209, como seria normalmente de se esperar em navios na faixa de 30 a 35 anos de idade. Se não me engano, o Thompson está nos EUA participando de mais um DESI, certo ?

      O que vejo aqui no Blog de uma maneira em geral é que sempre que é postada uma matéria sobre algum país vizinho, automaticamente começa um processo de desqualificação do mesmo por parte da maioria dos comentaristas. Seja a Argentina, o Chile, Colômbia, etc….

      Pode-se e deve-se fazer comparações sim, mas de forma adulta e desapaixonada. Da forma que fazem atualmente fica uma coisa meio que de criança, como bem disse outro forista mais acima, fica aquela coisa de que “o meu é maior que o seu”.

      Sou brasileiro, amo meu país e o defendo, mas há de se reconhecer as capacidades e a tecnologia que a Armada chilena possui. Hoje são sem dúvida a marinha mais bem equipada da AL.

      Qual é problema em reconhecer isso ?

      Estamos trabalhando e nos capacitando aqui no Brasil para nos modernizarmos e conseguir montar uma marinha moderna, apesar de todos os problemas já fartamente discutidos aqui, mas isso toma tempo.

      • Imaturidade e dificuldades de interpretação de texto explicam 90% das divergências (tem outras causas também, mas não quero generalizar nem ofender ninguém)

  22. Aprendi um novo ditado: “Nao ha fera mais feroz que chileno ferido no seu orgulho!”
    Quem pode com um povo assim no caso de uma guerra?
    Ainda bem que nao temos fronteiras… Obrigado Senhor pela Cordilheira também.

    • Só pra corroborar a sua afirmação, o Chile e o único povo da América Espanhola que resistiu a duas invasões, Uma do Imperio Inca (Os incas tentaram cruzar o Maule e levaram uma surra que os fez perder toda vontade de conquistar as terras de Arauco) e a outra o Imperio espanhol, nesta última, deu-se uma guerra de quase 300 anos que acabou com a declaração de Independência do Chile. Depois disso, em duas guerras enfrentou uma coalisão Peru Boliviana e em ambas venceu, ficando com territórios de ambos países. depois disso, nem bolivianos nel peruanos tem se animado a tentar outra guerra contra o Chjile. Isso já faz quase 140 anos.

  23. Apesar de opiniões contrárias, entendo que a comparação com outras forças sul-americanas é importante, inclusive para agregar novos conhecimentos e para justificar solicitações de verbas ao Governo, partindo do princípio de que o Brasil deveria ter forças navais e aéreas no mínimo equivalentes às do seu vizinho mais poderoso, que inevitavelmente terá uma economia menor. Pode ser um fator esclarecedor para parte da opinião pública também, junto à qual estarmos defasados pode ser um argumento para justificar gastos com defesa. Parece-me que tais comparações enquadram-se perfeitamente no objetivo do blog, “a ponto de influenciar positivamente as políticas governamentais no futuro” (aspas de transcrição, não de ironia).
    Lógico que é melhor evitar excessos no sentido de menosprezar a capacidade do vizinho levando para o lado nacionalista, econômico, geográfico e outros, inclusive falta de informação.

    • Pelo nível das comparações a conclusão será sempre de que não precisamos investir, já que nossos vizinhos aqui sempre são considerados “despezíveis”. Comparações são normais, o que não é normal é a falta de noção e o desrespeito

      • Caro Nilson. Concordo com você. É possível comparar, discordar, propor, com inteligência, respeito e educação. Talvez isso seja difícil para alguns, já que muitos assuntos aqui no blog são complexos e demandam mais conhecimento e experiência do que opinião.

    • Caro Nilson. O desenvolvimento de tecnologia militar e a produção de material para as forças armadas é uma grande vantagem econômica para uma economia industrial em tempos de paz. Este setor tem um efeito multiplicador. No caso brasileiro, é mais importante criar e manter uma base industrial de defesa (de alta e baixa tecnologia) que seja capaz de abastecer as forças armadas (com uniformes, munições, comunicação, armamento leve e pesado além de serviços de IT e IA) do que manter forças equipadas com material importado, mesmo que estes equipamentos sejam os mas avançados. Ao contrário dos países produtores de petróleo, por exemplo, que têm balanças comerciais superavitárias e são obrigados a adquirir equipamento militar em excesso e de alta tecnologia para equilibrar seus balanços de pagamento, a economia brasileira não tem como sustentar a sua população em um nível mínimo de renda apenas como exportadora de commodities e proteína animal.

      • “a economia brasileira não tem como sustentar a sua população em um nível mínimo de renda apenas como exportadora de commodities e proteína animal.”

        Perfeito.

        “muitos assuntos aqui no blog são complexos e demandam mais conhecimento e experiência do que opinião.”

        Também concordo.

        Prezados Camargoer, Nilson e JT8D, somando-se os seus comentários acho que temos um bom quadro esclarecedor desta questão.

        Ocorre que a Trilogia, pela qualidade das matérias publicadas cresceu muito, o que é excelente e justo com o trabalho de seus editores, porém este sucesso atraiu diversos novos foristas , e dentre eles (e alguns outros mais antigos) há uma minoria que detém conhecimento e experiência nos temas tratados, e inevitavelmente há também aqueles que não entendem de nada, imaturos, mas que possuem uma opinião sobre tudo o que se publica aqui.

  24. Ótima intervenção, Camargo. Traz outra linha de argumentação importante para incentivo ao gasto em defesa. Não creio que se excluem, ao contrário, se complementam. Olhando do ponto de vista de quem busca recursos num processo duríssimo de negociação, é sempre bom ter argumentos que alcancem todo o espectro de destinatários a serem convencidos. Conforme o processo decisório, algum ou alguns dos argumentos podem ser acatados e transformado em orçamento, privilegiando determinada linha de atuação, se possível num plano de longo prazo.
    Infelizmente, o que vemos hoje é que não transparece um norte, uma estratégia.
    Por exemplo, se na END fosse adotado o entendimento que vc defende, não iríamos ficar discutindo comparar e igualar forças de um vizinho, mas sim definir as linhas de investimento prioritárias para o suprimento básico e nacionalizado. Se alguém viesse com esse papo de comparar, teria uma resposta pronta: isso não está na END, que priorizou x e y.
    Por outro lado, se ela tivesse foco em ameaças, o planejamento poderia ser igualar ou superar as forças ameaçadoras em determinado tempo, aí provavelmente parte teria que ser importada.
    Mas a END atual quer tudo de tudo ao mesmo tempo, o que significa que é grande a possibilidade de se obter nada o tempo todo.

    • Como a maioria da legislação brasileira, a END é uma declaração de intenções que não se preocupa com o contexto econômico e nem com os recursos necessários à sua execução

      • Concordo, é uma mera acomodação de interesses e ideias as mais diversas, quando se sabe que um plano, para ter sucesso, precisa definir e priorizar detalhadamente seus objetivos, deixando de lado alguns interesses e ideias. Me lembra de um comentário em alguma matéria anterior, tipo assim: o governo pediu para colocarmos no PAEMB o que a Marinha precisa, e isso é o que foi feito.
        Ora, as necessidades são sempre superiores às possibilidades, simplesmente listar as necessidades não costuma levar ao sucesso. Lógico que muita coisa está em andamento (ProSub, Gripen, Guarani, KC390, H-BR, p. ex), outras estão em preparação (Tamandaré, p. ex). Mas perto do que está no plano (ProSuper, ProNae, Sisgaaz, Patrulhas, etc), a tendência é obter um percentual pequeno de realização (mesmo levando em conta um cronograma até 2035 ou até 2040).

        • Amigo, não me parece que a END seja apenas uma declaração de intenções, muito menos que não se preocupa com um contexto econômico ou recursos necessários a sua execução, pelo contrário, nem sempre se atinge 100%, mas não é algo feito ao sabor dos ventos ou de forma irresponsável, como sua declaração parece denotar.
          Quanto a obter um “percentual pequeno de realização”, trata-se de outra afirmação que não encontra o menor sentido de realidade nos fatos, é simples, de tudo o que seu comentário lista, fazendo parecer crer que nada será atingindo ou pior, está abandonado, a realidade mostra que os programas estão todos em andamento, e seu avanço ouso dizer que está dentro de um cronograma, para mais ou para menos, absolutamente aceitável, principalmente levando em conta, os solavancos políticos e econômicos que o país atravessa, poucos países da América do Sul resistiriam a essa crise, e estamos saindo dela, graças as nossas instituições.
          Nada foi paralisado e muito menos abandonado, não podemos esquecer, que tinha um jornalista chileno dedicado a assuntos de defesa, que sua principal ocupação era afirmar o abandono do Prosub, os Scorpenes nunca seriam construídos, segundo ele, o estaleiro e base de Itaguai estavam em situação de abandono, praticamente não se via movimento, ora, o casco é feito em outro local, Itaguai os integra apenas.
          Gripen, KC-390, Scorpenes, sendo um nuclear, Guarani, os 50 EC-225M, vários outros programas de defesa, incluindo armas, mísseis, as coisas estão acontecendo, as Corvetas estão a caminho, uma coisa que nunca vou cansar de dizer:
          Nenhum país da América Latina, absolutamente nenhum deles tem a capacidade para encarar qualquer programa desses, e não é por falta de dinheiro – se bem que não é tão fácil para algumas economias, arrumar 8 bilhões de euros para um Prosub – mas principalmente pela absoluta e completa falta de capacidade tecnológica.

          • “Silvano Conti”

            “não podemos esquecer, que tinha um jornalista chileno dedicado a assuntos de defesa, que sua principal ocupação era afirmar o abandono do Prosub, os Scorpenes nunca seriam construídos, segundo ele, o estaleiro e base de Itaguai estavam em situação de abandono, praticamente não se via movimento,”

            Por gentileza, diga o nome e mostre a matéria que comprove a sua afirmação, do contrário, só será mais uma ___________das que o senhor vem postando.

            COMENTÁRIO EDITADO. NÃO ESCREVA EM MAIÚSCULAS.

          • JT8D 12 de julho de 2018 at 10:06
            A END funciona, foi criada pelo ministro Nelson Jobim, e já foi motivo de elogios do comandante do Exército.
            A questão do dinheiro pesa, como a gente nota neste caso específico da modernização desses submarinos em questão.
            Veja o caso dos nosso amigos argentinos, eles estão no programa do KC-390, e buscam conseguir se posicionar no programa do Gripen, mas a questão financeira realmente pesa, espero que consigam, seria importante ter os argentinos envolvidos no programa do Gripen, lhes falta um bom avião de caça, e já demonstraram que são pilotos valentes e capazes em combate.
            Infelizmente nem no médio prazo os vejo comprando algo importante, de qualquer maneira o Brasil deve estar atento a este problema, simplesmente não convém a nós tal situação.
            Com o dinheiro do BNDES, será que não daria para colocá-los no programa Tamandaré, pagando a perder de vista?

          • Prezado Silvano Conti 12 de julho de 2018 at 11:20, agradeço pelas suas considerações, respeito sua opinião, em que pese discordar em alguns aspectos. Em síntese, o que tenho tentado dizer em algumas intervenções é que se o planejamento tivesse sido mais realista, muito mais se poderia ter feito com os mesmos (e escassos) recursos. E que isso é uma lição a ser aproveitada. Também não falei em planejamento irresponsável, falei em planejamento descolado da realidade econômica e orçamentária. São coisas bem diferentes. Já argumentei também que na atual END/PAEMB os militares foram iludidos por promessas do governo. Possivelmente em algum tópico mais específico (revisão do PAEMB??) poderemos debater mais a respeito.

    • Vão ter que esperar um bocado, creio que seu orçamento nem de longe alcança uma compra como essa, e o pior seria manter essas máquinas voando, U$ 55 mil dólares a hora de voo, pouco provável que embarquem em tamanha insanidade.
      Sobre a modernização desses submarinos, me parece o mais racional a ser feito, dado a situação orçamentária que atravessam, como se depreende da matéria.
      O modelo do Chile é esse mesmo, difícil dizer se estão agindo corretamente ou não, mas compram sempre tudo pronto, não se preocupam em investigar em desenvolvimento e pesquisa.
      Mas eu acho correto partirem para a modernização, algo mais realista, eu diria.
      Devem ficar nestes dois Scorpenes, e nos mais antigos que conseguirem modernizar com o fabricante.

  25. Silvano Conti
    ” uma coisa que nunca vou cansar de dizer:
    Nenhum país da América Latina, absolutamente nenhum deles tem a capacidade para encarar qualquer programa desses, e não é por falta de dinheiro – se bem que não é tão fácil para algumas economias, arrumar 8 bilhões de euros para um Prosub – mas principalmente pela absoluta e completa falta de capacidade tecnológica”

    O Peru, o Chile e a Colômbia constroem navios militares que o Brasil, atualmente, não consegue construir.

    O Brasil é o país que mais investe em tecnologia na região. Qual tipo de tecnologia? O senhor deveria especificar pois não é assim em todos os campos tecnológicos e tecnologia é um campo muito basto.

    “Brasil ocupa penúltimo lugar entre países que mais investem em tecnologia para saúde”
    https://www.itforum365.com.br/mercado/brasil-ocupa-penultimo-lugar-entre-paises-que-mais-investem-em-tecnologia-para-saude/

    AVISO DOS EDITORES: ESSA DISCUSSÃO VIROU APENAS UMA DISPUTA PESSOAL E JÁ PASSOU DO PONTO, NÃO VAI LEVAR A LUGAR ALGUM. FOQUEM NO TEMA DA MATÉRIA. ÚLTIMO AVISO A AMBOS.

    • Pessoal, só para não deixar informação em contexto inexato gravada no blog, esclareço sobre a matéria trazida pelo Glasquiz:
      “Baixo preparo e qualificação posicionam o País no penúltimo lugar entre os 13 países do ranking Future Health Index (FHI), levantamento realizado pela Philips com intuito de avaliar o status da preparação dos mercados para cuidado com a saúde.”
      “Para a pesquisa, foram analisados 13 países globalmente. O Brasil é o único da América Latina participante do estudo.”
      Ou seja, na citada pesquisa, o Brasil é o penúltimo entre apenas 13 países. No contexto de nossos debates, parece que ter sido o único país da América Latina a constar no tal ranking é uma honra, apesar do tom de crítica da manchete.

    • Alguém segura esse chileno

      Brasil não consegue construir?

      G23
      Niterói
      Barroso
      Macaé
      Grajau
      E nos próximos anos as Tamandarés

      4 submarinos não ta bom pra vc?

      __________
      __________

      O que o chile constrói? OPV 80? Rompe Gelo?

      Quais das fragatas chilenas foram construidas no chile? corvetas?

      COMENTÁRIO EDITADO. OS EDITORES JÁ AVISARAM QUE ESSA DISPUTA SEM SENTIDO NOS COMENTÁRIOS NÃO VAI LEVAR A NADA DE ÚTIL.

  26. Sem dinheiro, me parece a atitude mais correta a adotar, trabalhar com o que tem, e tentar mantê-los em mínimas condições de utilização.

  27. Cada país com suas necessidades e peculiaridades, não vejo essa necessidade de fla-flu com o Chile, eles tem questões fronteiriças muito fortes e necessitam de prontidão , nós não temos tanta urgência, espero que dentro de um futuro possamos ter um acordo comercial importante envolvendo submarinos, eles operam nossos A-29 e pelo visto lhes tem sido úteis, tomara que possamos ajudar com sua marinha. Esse complexo de vira-latas de alguns aqui é uma vergonha, temos problemas, todos tem, mas também temos nossos méritos, é preciso ensinar a valorizar nossas conquistas.

  28. Marcos
    “Alguém segura esse chileno
    Brasil não consegue construir?”

    Leia o comentário:

    “O Peru, o Chile e a Colômbia constroem navios militares que o Brasil, atualmente, não consegue construir.”

    Não há nada falso no comentário. Atualmente os estaleiros da Marinha só conseguiriam construir navios de até 500 Ton. Esse comentário se refere apenas às condições não às capacidades. Sabemos que tecnicamente o Brasil tem capacidade de construir fragatas mas as condições atuais dos estaleiros da Marinha não permitem ir além de navios de 500 ton.

  29. Glasquis7 e Walfrido,

    Compramos um Citroen/Pegeout um reforno minha Mercedez ?

    Dúvida cruel, rsrsrs.

Comments are closed.