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PHM Atlântico já está em águas brasileiras

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No dia 17 de agosto, o Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico” realizou o primeiro Cerimonial à Bandeira após a entrada em Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), estando a 150 milhas náuticas (aproximadamente 240 km) a sudoeste do arquipélago de São Pedro e São Paulo.

O momento foi repleto de emoção e grande significado para todos os tripulantes, uma vez que simboliza o início das atividades do futuro Capitânia da Esquadra na proteção das riquezas e dos interesses marítimos do País.

O Cerimonial à Bandeira é um conjunto de tradições, honras e sinais de respeito em uso nas Marinhas de Guerra, que remonta aos primórdios das navegações, quando os marinheiros levavam a bordo e deixavam em locais especiais as imagens das divindades que invocavam para os protegerem, quando se faziam ao mar.

Com o passar do tempo, as imagens foram substituídas pelos símbolos do poder e, mais tarde, pelos pavilhões nacionais, que perduram até́ os dias de hoje.

FONTE: Marinha do Brasil

83 COMMENTS

  1. E ainda não foi atacado mesmo estando desarmado.

    Pois é.

    Mas poderia ter trazido um Lynx modernizado, poderiam ter ajustado isso quando estavam negociando.

  2. Espetacular, temos um nau capitania de respeito, já que estamos sem.escoltas a MB tem que armar o Atlântico muito bem, mesmo Brasil pacífico, mas vai que surge um maluco, antes prevenir, depois não tem jeito.

  3. Agora só falta uma ala aérea de respeito, tipo aquisição pela MB de todas as células de Super Cobras, quem sabe umas 4 unidades de Sea Stallion, somados aos helicópteros que já possuímos.
    Mas o mais importante seria uma completa suite de armas nacionais para esses helicópteros, tais como versão ar/solo do MSS 1.2, Foguetes guiados semelhantes ao LCPK, TORC-30mm versão aérea, nacionalização do Unkontho Sul Africano etc.
    Aí sim, teremos uma excelente capacidade de projeção de poder sobre terra em caráter extra regional.
    Seria interessante também a transferência do Bahia para força naval do nordeste (segunda esquadra) e redirecionar algumas unidades destes helicópteros descritos por mim para operação no mesmo (Bahia).

  4. A verdade se impõe a qualquer devaneio quando os sonhos a bordo ingressam nas águas jurisdicionais da realidade, com isso, a chegada do Atlântico, a definição do short list do Programa Tamandaré, e o lançamento do Riachuelo, darão um semestre à linha de batalha da MB muito distante do seu plano surreal, longe do que lhe seria ideal, mais distante do que lhe seria fatal e mais próximo de seu futuro real.

  5. Aguardo impaciente a possibilidade de visitar esse lindo navio, excepcional aquisição, realista e pragmática, se encaixa perfeitamente com a realidade do nosso país.

    • Valmir.
      Eu quero que a esquerda se dane.
      Os outros que estiveram no poder depois da “democratização” do país não fizeram nada pelo reaparelhamento das nossas forças armadas. Basta olhar nas datas dos contratos dos programas de reaparelhamento e seus resultados. Os caças para a FAB e os submarinos.
      Sempre rotular disso ou daquilo é ruim.

    • FHC ficou 8 anos no governo; 8 anos sem reajuste do soldo e ainda criou o Ministério da Defesa, extinguindo os Ministérios Militares. Toma aí a sua direita pra vc. Só fala bobagem…..

      • “M-mas-mas… O FHC é de esquerda, é social-democrata!!!”

        Daqui a pouco já aparece a desculpa acima.

        Não adianta pegar e rotular governo X ou governo Y. O próprio povo brasileiro, que deveria ser o maior interessado nisso, não dá a mínima para as Forças Armadas. Basta pegar e perguntar para as primeiras cinco pessoas aleatórias que cada um de vocês verem por aí, vão saber de cor a letra do mais novo hit de sertanejo universitário ou de funk, mas não fazem ideia do que é um porta-helicópteros e muito menos que a Marinha acabou de comprar um. O presidente é só o líder eleito por esse povo aí.

        Por isso esses sites são tão necessários inclusive. “Desenvolver uma Mentalidade de Defesa no Brasil” é o primeiro objetivo da Trilogia, e uma necessidade urgente se quisermos ver a nossa Defesa sair dessa penúria histórica.

  6. Prevejo que passarei novamente horas na fila quando finalmente puder visitar o navio…a última visita que fiz a um navio, fragata “União” foi um pouco decepcionante, depois de 4 horas na fila, porque esperava que liberassem à área dianteira onde encontra-se o canhão principal… então basicamente circulei por onde já havia circulado em outra fragata…da popa até metade do navio.
    .
    O “Atlântico” sendo um navio muito maior oferecerá muito mais para ser visto aos visitantes…
    quem sabe até um passeio de elevador.

    • Caro Dalton: me fez lembrar uma oportunidade na qual o meu pai levou a criançada a uma visita ao NA Minas Gerais. Ja que o Atlantico nao pode vir a cidade de Sao Paulo, pelo menos em Santos ele podeia vir. Que tal? .abs

      • Olá Rommelqe. Anos atrás, quando o A12 esteve em Santos (pela última vez) aberto para visitação foi bem legal também. Viajei até Santos para visita-lo. Depois jantamos um peixão antes de voltar para o interior. Não pude ver o G40, mas espero visitar o A140.

    • Deve caber bem mais gente num porta helicópteros que é todo praticamente convés…
      Poderia era ficar no mar e levar os visitantes de helicópteros.
      Acho estranho muita gente visitando esses navios já que se diz que a população não valoriza as forças armadas ou equipamentos militares.
      Há 40 anos ver um avião de caça era o máximo.
      Hoje em dia, todo mundo voa de avião que deixou de gerar tanto encanto quanto gerava.

  7. Por que não?!?!
    Se os japoneses transformaram o Izumo em porta aviões com o F-35 , poderíamos também uai!!
    Compramos uns 12 F-35 e teríamos um esquadrão no A-140 Atlântico !
    Lógico é só um sonho!!

    • De novo isso. Esse assunto é pior que a pintura dos aviões da fab; O Ocean não pode operar aviões, mesmo se pudesse, o Brasil nunca compraria o f35, seja por veto americano, seja pela desgraça operacional que ele representaria.

      • Caro Helio. Imagino que o convés do A140 teria condições de receber um pouco vertical de F35B mas não teria condições para que eles decolassem (ao menos carregados). Também concordo que os F35B apresentem custos muito elevados para justificar a sua aquisição para a MB, principalmente porque a MB não possui um meio adequado para operá-los (Imagino que a MB teria que adquirir um novo navio projetado para operar o F35B). Contudo, não é possível afirmar que a MB teria um veto dos EUA. Isso já é especulação. Creio que os problemas técnicos seja suficientes para descartar a operação de F35B pela MB sem a necessidade de alegar questões geopolíticas que desconhecemos.

    • Os japoneses não fizeram nada ainda…nem modificaram o navio nem encomendaram o F-35B…por enquanto apenas o F-35A para à Força Aérea. E o “Izumo” é um navio diferente, maior e mais veloz, com mais “jeitão” de NAe que o “Atlântico”.
      .
      Por enquanto a única experiência que se tem de F-35B operando a bordo de navios
      é por conta dos grandes navios de assalto anfíbio da US Navy …um destacamento de 6 aeronaves…mais podem ser embarcados em detrimento de outras aeronaves, mas, ainda não foi feito e mesmo o NAe “Queen Elizabeth” deslocando 3 x mais que o “Atlântico” normalmente embarcará apenas 12 F-35B.

        • Ao menos inicialmente Mercenário se terá 2 esquadrões de linha de frente cerca de 24 aeronaves “embarcáveis” e outras 20 e tantas para treinamento, reposição ou que estarão em manutenção então é pouco provável que os dois únicos esquadrões de linha de frente sejam embarcados de forma regular.
          .
          Haverá também necessidade de prover aeronaves para o segundo NAe o futuro HMS Prince Of Wales…espera-se que quando um estiver em manutenção/treinamento outro ocupe o lugar e há poucas aeronaves para tudo…então pelo que li…um esquadrão é mais factível…um segundo poderá ser embarcado em caso de necessidade…depois disso…só contando com aeronaves adicionais dos fuzileiros navais dos EUA ou que mais aeronaves sejam adquiridas.
          .
          abs

  8. Realmente é um previlegio poder participar de um cerimonial a nossa bandeira navegando. Temos que resgata o respeito a nossa bandeira que esses comunistas vermelhos estão tentando acabar, mais não vão conseguir somos Brasileiros massa bandeira e verde e amarelo.

    • Olá Valmir. Sua premissa que comunistas não são nacionalistas está equivocada. A opção ideológica tem pouco a ver com o patriotismo, sendo comum encontrar um discurso capitalista (contrário ao comunista) antipatriótico.

      • Camargoer, você não entendeu o que o Valmir quis dizer. Vá na Russia e verás que Eles respeitam e veneram o “Azul, Vermelho e Branco”… por aqui tem um presidiários que teimam em usar vermelho… só isso, o respeito começa por cada um de nós, Pátria, Símbolos, Cores, Orgulho!!

        • Caro Ricardo. Pelo seu raciocínio, os norte-americanos veneram o azul, branco e vermelho. Os franceses também. O problema não são as cores da bandeira mas misturar ideologia com sentimentos nacionalistas. São coisas distintas. Sobre as facções criminosas, o PCC usava as cores preto e branco (e os números 15.3.3) no seu início.

  9. Tá muito perto hein!
    Não vejo a hora de ver esse convés de repleto de helicópteros!
    Por falar nisso, que dia está prevista a chegada no Rio do A-140 PHM Atlântico mesmo Hein?

  10. Até agora não entendi porque que os americanos não liberaram o phalanx ciws que equipava o HMS Ocean para PHM A-140 Atlântico do Brasil? Mas para comprar a EMBRAER, alugar a Base de Alcântara o Brasil serve né. Tá faltando gente de pulso forte nesse país!

    • Karl Bonfim,

      Faça um favor a todos da trilogia e não espalhe informações falsas. Os americanos NÃO vetaram o Phalanx para o Atlântico, pela milésima vez. Simplesmente a Royal Navy preferiu reutilizar os Phalanx que estavam a bordo do OCEAN em outros de seus navios, e, além do mais, a própria MB considera a operação deste CIWS proibitiva financeiramente. Por fim, o que raios a Embraer e a Base de Alcântara têm a ver com o PHM Atlântico?

    • Karl Bonfim, pelo amor de Deus!
      Você só pode estar de brincadeira né?! O que os americanos tem a ver com isso? Vá você mesmo ler as notícias sobre esse assunto e verá que não tem o que não entender.

    • Karl Bonfim 19 de agosto de 2018 at 19:25
      Vou assumir que você está mal informado, os malditos e diabólicos gringos NÃO bloquearam a venda do Phalanx, simplesmente a Royal Navy não colocou os mesmos no processo de venda do Ocean para o Brasil. Só isto. Por que? Alguns dizem que a RN vai utilizar as mesmas em outros navios, de repente o motivo é mais simples, a MB não teve grana para comprar o navio com todas as armas.
      No mais, o império nem está ai com os Phalanx para o Brasil, se tivesse a mínima preocupação, teriam retirado o mesmo do Mattoso Maia. Não acredita em mim? Beleza, mas dá uma olhada na quarta foto de um artigo daqui mesmo. Tá lá, bonito e formoso, não funciona mais, mas se a MB tivesse necessidade e dim dim, com certeza estaria operacional.

      https://www.naval.com.br/blog/2017/08/17/comecam-os-testes-da-propulsao-do-ndcc-mattoso-maia/

      Sim, precisamos de gente com pulso mais forte.. concordo 100%, mas no fundo, se os Americanos Malvados não quiserem vender o Phalanx, estão no direito deles, não adianta ter pulso firme não.
      Os americanos não são bonzinhos, mas longe de serem malvados como se aprende nas faculdades.

  11. Na torcida para a MB comprar alguns helicópteros de ataque dos EUA, eu já ficaria feliz com 12 super cobras.
    Portões abertos hoje na AFA e eu trabalhando em minas…triste alguém foi ?

  12. Nunão, você sabe porque CCT exige a capacidade de operar helicóptero do tamanho até o Seahawk (10 ton) e não o H225M (11 ton), sendo que a diferença é de apenas 1 ton. Operar o AH-15B com Exocet aumentaria muito a capacidade do navio.

  13. Orgulho do pavilhão nacional..!! qual.. o que representa o golpe..republicano de 1889..que trouxe esse.. república de bananas que vivemos.. ou o verdadeiro.. do nascimento de nossa nação.. do nascimento da Armada Imperial do Brazil…. que tremulou na maior vitória de nossa armada..
    na guerra do Paraguai.. aquela.. mesma.. que foi elevada e salva em meio a batalha.. aquela.. mesma.. que quando na noite de 15 novembro 1889 .. não disparou seus canhões sobre o quartel dos revoltosos.. por ordem de sua majestade D PEDRO II,, que preferiu perder o trono que ver ..sangue de brasileiros correr.. e aguardar o julgamento da história.. qual bandeira.. pergunto que me representa.. certamente não é essa..que de ordem .. não tem nada e de progresso menos ainda..

    • Quem te conhece não esquece meu Brasil é com “S”. Inclusive, as notas de dinheiro na época tinham escrito “Império do Brasil”.

  14. Penso que o Poder Naval deveria deixar um post sobre a chegada e a cerimônia até dia 25. E o pessoal dos F35, B1, S500, Phalanx, ideologias, bandeiras e descontentes em geral, podia dar uma voltinha.

  15. Se em algum tempo no futuro distante, nossos políticos tiverem culhões, bom caráter e vestirem a camisa dos nossos melhores ideais, que são os mesmos de qualquer grande nação, e pararem de querer vender tudo que é nosso para fazer dinheiro fácil em vez disso investir no seu povo, esse país poderia deixar seu casulo de colônia e irromper numa verdadeira Nação Democrática e viril, então teremos muitas coisas que o Mundo valoriza lá fora, entre elas cidadãos esclarecidos e patriotas inflexíveis e um Poder Militar que imponha respeito. Ozawa, você está de parabéns, já esse Valmir está sobrando.

  16. Ótima aquisição a altura de um país de grande dimensão continental, riquezas minerais e biodiversidade. Mas, sem um sistema de defesa anti-aérea eficaz seria alvo fácil num cenário de guerra. PHM Atlântico merece um sistema a altura da sua importância estratégica.

    • Tiraram as Phalanxs e o sistema de defesa contra torpedos, deixaram o navio totalmente indefeso. Talvez, no fundo, os britânicos temam que o navio possa ser usado contra eles.

  17. chegou nossa grande e nova Balsa desuazoura,só falta comprar helicópteros de ataque,se não vai ser só a mais bandejão bem caro,assim como NAE-SP,que marinha abra olho com isso,e governo abra cofres,compre logo os helicópteros de ataque!

  18. Prezados, a MB não teve recursos para modernizar a pequena frota de A-4, então por que vocês acham que a MB vai comprar F-35B? Esqueçam a médio prazo caças embarcados na MB, NÃO existe dinheiro para isto.
    Quanto aos Helicópteros, obviamente posso estar errado, mas não acredito que a MB vá adquirir outros helicópteros especificamente para o Atlântico, muito menos de ataque como os cobras ou muito menos o Apache. Nem o Royal Marines possui esta dotação, o que existe é um grande intercambio com o Exercito Inglês.

  19. O povo acha mesmo que a venezuela vai atacar o Atlântico , putz kkkkkkk, outra estamos fazendo um favor de receber 500 venezuelanos por dia em nosso país, não temos disputas com a venezuela, porque a venezuela vai nos atacar, quero uma explicação lógica?Vamos lá o próprio EUA convidou o Brasil a participar do projeto do F35 logo não existe impedimento de venda, mas todo mundo sabe que o Atlântico não pode operar, sobre o Phanlax nem vou comentar já tá ficando chato

  20. Agora só falta ter esquadra de defensa para o Atlântico e logo os P.A com seus gripen tambêm com a sua escolta.espero ver isso antes de morrer.

  21. Não sei se a pergunta tem lógica e esse assunto já foi discutido muitas vezes mas vamos lá, o sistema Phanlax do Matoso Maia poderia ir de algum modo parar no Atlântico?

    • Já foi comentado aqui que o Phalanx no Mattoso não foi utilizado pela MB, e se não me engano que o mesmo já veio fora de funcionamento quando o navio foi disponibilizado para o Brasil
      Bom, se isto é verdade, em tese, o Phalanx não teve qualquer manutenção mais rigorosa e muito menos modernização ou seja, teria que gastar um bocado de dinheiro para fazer o mesmo funcionar e depois uma grana maior ainda para moderniza-lo. De repente comprar um novo, apesar de algo mais caro, seja a melhor solução.
      No mais, se existe uma grita tão grande na ausência do Phalanx no Atlantico, imagine tirar do Mattoso, particularmente eu acredito que o mesmo seria mais último no último, pois em tese estaria mais exposto a ataques. Em tese, o Phalanx jamais deveria ser utilizada, pois as camadas de proteção de outros navios, deveriam neutralizar qualquer ataque.

      • Isso se o “Mattoso Maia” retornar Humberto…pessoal da marinha com quem conversei
        quando visitei a “União” e mesmo alguns que participam aqui do blog já comentaram que talvez ele não retorne e se retornar, aquele “Phalanx” continuará como enfeite
        desde 1994 quando veio para o Brasil já que não houve interesse e/ou verbas para
        mante-lo funcionando.

        • Pois é.. tem isto também, caso retorne, particularmente tenho uma grande simpatia pelo Mattoso, acho um navio imponente.
          Uma dúvida, não tiraram o Phalanx devido a alguma cláusula quando os Americanos cederam o Mattoso para o Brasil? Não acredito muito na tese do ficou porque acabou ficando.

          • Os americanos não queriam o “Phalanx”…eles estavam desmobilizando tantos navios naquele oba-oba pós guerra fria que simplesmente não sabiam o que fazer com tanto equipamento e navios e 1994 não foi o pior ano não…ainda levou dez anos para o número da chamada “Força de Batalha” cair para menos de 300 unidades !
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            E talvez houvesse ao menos no início planos da marinha brasileira para se investir no “Phalanx”…teria sido possível, apenas, não aconteceu.
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            De fato o “Mattoso Maia” impressiona…mesmo assim os americanos “mataram” o conceito de “LST”…ao menos para eles
            o o custo x benefício não compensava e esse tipo deixou de existir para eles justamente a classe “Newport” da qual o “Mattoso Maia”
            é um dos últimos representantes ainda comissionado em marinhas estrangeiras.

      • Valeu Humberto e Dalton, eu tinha essa dúvida. Mas concordo com vcs, o custo para se colocar o Phalanx em operação e atualizado dependendo do estado em que está, talves não se justifique em comparação a um sistema novo. E mesmo que houvesse um interesse renovado motivado pela aquisição do Atlântico, o custo deve ser algo de se tirar o sono. Mas obrigado pelas respostas. Valeu.

    • Olá Ney. A sua sugestão parece muito boa. Lembro que a MB chegou a cogitar transformar o A11 em porta-helicópteros antes da aquisição do A12. Contudo, acho que o problema não era apenas as catapultas, mas o sistema de propulsão. A reforma do A12 previa a substituição dos sistema de vapor por motores diesel, além do problema com o eixo de um dos hélices. Mas falo isso de memória.

    • Ney…
      .
      como escreveu o Camargoer…o “São Paulo” não navega mais e mesmo que navegasse
      ele precisaria ser adaptado e mesmo assim seria muito mais caro de operar e manter do que um navio especificamente projetado para às missões que o “Atlântico” é capaz de realizar.

    • Um dos propulsores do SP simplesmente tá torto, o eixo aliás, daí fica caro reparar. Além de outros problemas que juntando inviabiliza tê lo.

  22. Alguma disposição aqui no Poder Naval para comparecermos e, nos conhecermos pessoalmente, quando da chegada (ou primeira visita liberada) do PHM Atlântico, ainda que informalmente? Eis aí uma oportunidade para conhecermos o novo flagship da Marinha e a alguns de nós mesmos. Sei que, em tese, fica mais fácil para quem mora ao redor da poça (Guanabara Bay).

  23. Guilherme santos 20 de agosto de 2018 at 14:53
    Blablabla sea stallion…

    Blá blá blá não tenho nada para pensar muito menos para falar foi o que quis dizer caro Guilherme ??

  24. Esse barco é muito mais coerente com a nossa realidade econômica e atuação marítima do que um porta-aviões que não servia para absolutamente nada.

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