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Diferenças entre o submarino Scorpène e o S-BR brasileiro

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Os quatro submarinos de propulsão convencional S-BR do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) serão maiores que os modelos Scorpene adquiridos pelas Marinhas do Chile, Malásia e Índia.

A versão brasileira deslocará cerca de 2.200 toneladas em imersão e terá um comprimento de 71,6 metros, com boca de 6,2m.

O Riachuelo (S40), primeiro submarino S-BR, será lançado no dia 14 de dezembro e será seguido pelos submarinos Humaitá (S41), Tonelero (S42) e Angostura (S43).

Os demais submarinos convencionais S-BR têm previsão de serem entregues em 2020 (S-BR2), 2021 (S-BR3) e 2022 (S-BR4).

Serão armados com seis tubos lança-torpedos de 21 polegadas para até 18 torpedos F21 e/ou mísseis SM39 SubExocet e minas submarinas. Também será equipada com dois periscópios, um deles tradicional e outro do tipo optrônico, capaz de enviar imagens diretamente para os MFCC.

Os S-BR também terão dois lançadores de contramedidas Contralto-S para despistadores de torpedos CANTO.

A classe Scorpène foi desenvolvida conjuntamente pela DCNS francesa (que no início do projeto ainda era denominada DCN) e pela Navantia espanhola, sendo agora responsabilidade única do Naval Group (ex-DCNS).

É um submarino de ataque diesel-elétrico que pode ser equipado adicionalmente com o sistema de propulsão independente da atmosfera (AIP – Air Independent Propulsion) francês MESMA (Module d’Energie Sous-Marine Autonome), que emprega etanol e oxigênio para mover uma turbina a vapor.

O Brasil preferiu não instalar o MESMA e, na seção adicional que este ocuparia, aumentou o espaço para combustível, alimentos e beliches adicionais (ver corte secional no final do post).

O Scorpène tem um casco hidrodinâmico construído com aço HLES 80, derivado do que é usado nos atuais submarinos nucleares franceses, porém mais compacto. Algumas tecnologias usadas nas classes “Amethyste” e “Le Triomphant” (nucleares), como o sistema SUBTICS, também são empregadas no Scorpène.

O primeiro comprador foi o Chile, que no final dos anos 1990 encomendou duas unidades para substituir seus dois submarinos classe “Oberon”.

Depois foi a vez da Malásia, que adquiriu duas unidades, incorporadas em 2009.

A Índia foi o terceiro comprador, assinando em 2005 um contrato para seis unidades, que estão sendo construídas localmente com transferência de tecnologia.

Submarino General O'Higgins (SS-23) da Armada do Chile
Submarino General O’Higgins (SS-23) classe Scorpene da Armada do Chile
Submarino Tunku Abdul Rahman classe Scorpène da Malásia
INS Kalvari, primeiro Scorpène indiano
Submarino Riachuelo - S40
Submarino Riachuelo – S40
O Brasil está construindo atualmente quatro submarinos S-BR dentro do Programa Prosub
Corte seccional do submarino S-BR brasileiro (clique na imagem para ampliar)
Perfil do submarino Riachuelo S40. Desenho: José da Silva

Características gerais do S-BR

Deslocamento 1.870 toneladas na superfície/2.200 toneladas submerso
Comprimento 71,6 m, diametro 6,2 m
Calado 5,5 m
Propulsão Motores a Diesel – 4 x  MTU 16V 396 SE84 (2990cv/hp), 1 x Motor elétrico Jeumont Schneider (2.8MW)
Velocidade 20 nós (máxima)
Autonomia 70 dias no mar, 13.000 milhas a 8 nós; pode navegar 400 milhas a 4 nós sem usar o snorkel
Profundidade 300 metros (máxima)
Armamento 18 torpedos de 533 mm; 6 tubos lançadores
8 mísseis Exocet SM 39
Tripulação 35

 

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88 COMMENTS

  1. Não sei vocês, claro que é necessário o Brasil ter o Nuclear, mas eu preferia ter pego todo dinheiro gasto no Nuclear e comprar o que desse dessa classe ai acima!

    • Douglas, infelizmente por mais capaz que o S-BR seja, ele ainda é lento em relação aos navios de superfície e precisa usar o esnorquel periodicamente para recarregar as baterias. O uso do esnorquel o torna vulnerável à detecção por radar, infravermelho e visual.

      O SN-BR será mais veloz, poderá caçar seus alvos ao invés de esperar por eles e será praticamente indetectável. Vale o preço.

        • Caro Marcos. Os “Tupis” da MB completarão 30 anos e será necessário substitui-los nos próximos dez anos. Para inciar a construção do SN10, será necessário completar o reator em escala real para testa-lo antes de instala-lo em um submarino operacional, depois disso a MB irá operar o SN10 por um período para testar suas qualidades e defeitos antes de iniciar uma segunda classe de submarinos nucleares. Isso vai levar uns 20 anos. Portanto, os SBR cumprirão 2 funções. A primeira será substituir os “Tupis” e a segunda qualificar a equipe de engenheiros e técnicos navais. Algumas vezes dá para queimar etapas. Outras não.

    • Caro Douglas, sugiro ler o link abaixo contendo a estratégia nacional de defesa do brasil, págs. 19-21. Nele informa-se que o setor nuclear é um dos três macrosetores estratégicos para o Brasil.

      https://www.defesa.gov.br/arquivos/2012/mes07/end.pdf

      Estes três setores são fundamentais pois: 1- São setores onde o intercâmbio tecnológico é praticamente nulo; 2- Setores onde há inúmeras barreiras à entrada para novos detentores de tais tecnologias; 3- Setores onde há as maiores potencialidades de uso militar E CIVIL. Portanto, por uma questão de diminuição de dependência externa e maior soberania sobre si, o desenvolvimento tecnológico nuclear interno é fundamental.

      Sobre sua afirmação e baseado no disposto acima… Sim, por uma questão das necessidades de defesa de curto prazo, os SBR são urgentes e serão muito eficientes. Mas no longo prazo, em questão de legado para a defesa nacional das próximas gerações, o SNBR será “o cara”.

  2. Eu li por ai que a França, após romper com a Espanha (Navantia), continuou aperfeiçoando o projeto. Estamos recebendo uma versão com melhorias, assim como os Indianos.

    A versão chilena foi uma espécie de “protótipo”. Tanto é que houve boatos de uma cláusula especial no contrato para que o Chile recebesse royalties da Naval Group (não sei se são 3 milhões por cada submarino scorpéne vendido)

  3. Uma outra diferença do S-BR em relação aos outros Scorpene: medidas anti-torpedo Canto.
    Ou os chilenos, malaios e indianos também compraram??

    • Não, apenas França, Brasil e Egito pelo que consta no site da Naval Group.

      Existe outra diferença também

      O sonar de casco do scorpéne chileno é o TSM 2233 Mk 2. O sonar de casco do S-BR é o S-Cube, uma evolução do TSM 2233 Mk 3

    • Existe muitas diferenças medidas e deslocamento entre essas versões,

      mas tenho duvida tambem sobre essas medidas porque e divulgado que o comprimem total sera 75 metros em alguns lugares em outros de 73,8m ou 71,6m entao sera medidas corretas depois pronto

    • São 100 horas de navegação submersa ou quatro dias. Mas normalmente o submarino usa o esnorquel com mais frequência, para manter alta a carga das baterias.

        • A utilização do snorquel é para captar ar atmosférico, e a partir daí, ligar os motores diesel (que geram energia) para recarregar as baterias.

          (Sou meio leigo, mas acho que de forma geral é isso)

        • O AIP amplia o intervalo do uso do snorkel. Com AIP, um submarino convencional pode ficar cerca de duas semanas sem precisar recarregar as baterias navegando em baixa velocidade.

  4. Penso que a MB poderia finalizar os S40 e S 41, por estarem mais adiantados, e focar na conclusão do Nuclear até 2025. Depois de lançar o nuclear volta a carga e constrói os S 42 e S43; precisamos de mais foco no nuclear….

    • Pelo que tenho visto, o problema do cronograma do SN-BR não é apenas foco ou falta de recursos, há limitações técnicas e tecnológicas que não há como superar em pouco tempo.
      Exemplo: o protótipo do reator não está funcionando ainda, e vai demorar bastante, ainda faltam muitas peças e partes que não se consegue adquirir no mercado internacional. Antes de funcionar o reator protótipo, não há como terminar o projeto do SN-BR, muito menos iniciar a construção.
      Entendo que é melhor continuar com os convencionais, cuja tecnologia já está ao alcance. Paralisá-los para focar no nuclear leva ao risco de não conseguir nem um nem outro até 2025, além do que não haveria motivos técnicos para postergação dos prazos contratuais (o que existe no caso do nuclear).

  5. Uma dúvida: motores elétricos, especialmente os de corrente contínua, costumam esquentar muito rápido. Como fazem para evitar o superaquecimento, especialmente em um ambiente confinado de um navio desses?

  6. Faltou lembrar do Scorpene leak, um manual pras marinhas mundo afora que ainda não o tinham saberem tudo sobre nosso submarino antes dele ir pra água.

  7. Não sei se isso já foi respondido por aqui, mas ao se acrescentar mais uma seção ao casco aumentando o seu peso, como ficará a relação peso/potência dos motores? Afetará sua velocidade/manobrabilidade? Pergunto em relação aos demais scorpenes menores.

    • Provavelmente sim para os dois uma vez que agora tem mais peso e arrasto sendo que a potência e tamanho das pás continua a mesma.

      Mas, como esse tipo de submarino é mais para patrulhar a costa ao invés de ir para o oceano profundo, talvez seja por isso que o MB decidiu perder um pouco de velocidade pra ganhar em tempo de missão.

      Mas estou falando da boca para fora. Não tenho nenhuma informação quanto a isso.

      • Olá Guacamole. A pergunta seria se o sistema de propulsão do SBR e dos outros Scorpenes será o mesmo. Caso o SBR tenha um sistema de maior potência, a relação poderá se a mesma ou até melhor. Se eu conseguir as especificações dos dois sistemas, tentarei postar aqui.

      • Olá Guacamole. Encontrei um post antigo do PN que compara o Scorpene com o U214 alemão. Lá você poderá encontrar que os Scorpenes chilenos usam um motor Jeumont-Schneider de 3,8 kshp enquanto que os submarinos da Malasia e da India usam um moter de 4,7 kshp. (Scorpene versus U214: o duelo técnico de 02 dez 2008). Encontrei noticias que mencionavam o motor de 3,8 kshp para o SBR.

      • Submarinos convencionais, desde que silenciosos sempre foram reconhecidos, também, como meios de ataque, o ofensivo não é exclusivo do nuclear.

  8. A tecnologia das baterias poderá se atualizar com o amadurecimento de novas baterias que estão em testes nas marinhas avançadas. Além das de Lition Ion, já se projetam as de Grafeno, como mais compactas e de maior poder de carga. A “parada” do projeto do SubNuc poderá ensejar, na retomada, uma maior qualidade de projeto. Reatores PWR já estão saindo do cenário. Nas pranchetas dos submarinos já se cogita de reatores MSR (Molten Salt Reactors/Reatores de Sais Fundidos) que são mais compactos e mais seguros de operar e de manter.

    • Poderia nos mostrar de onde tirou essa informação? pois nunca vi nada semelhante com relação ao futuro. Sou um entusiasta com relação a energia nuclear e a tecnologia dos MSR ainda está florescendo, mesmo para uso comercial para amadurecer a tecnologia e depois miniaturiza-la para uso nos submarinos, que é o que tem ocorrido com relação aos reatores nucleares.

  9. Exelente o investimento nos submarinos e, pelo que se nota em relação a vendas o Naval Group com os seus modelos de Scòrpene tem ganhado concorrencias, não sera a toa. A única observação que faço e talvez seja pelo meu desconhecimento é que poderiamos ter instalado o AIP apesar de ter manutenção e seu uso é caro (o MESMA não é o melhor AIP mas é o que o Naval Group dispõe).
    Tenho uma dúvida…um submarino com AIP não poderia te-lo instalado e testado sem utiliza-lo, ativando-o apenas em caso de conflito?

    • Porque não vale a pena operar o AIP no nosso litoral. A hora funcionamento do AIP é muito cara, só compensando utilizá-lo durante as missões de patrulha a baixa velocidade pois quanto maior for a velocidade maior é o consumo de combustível. Como o nosso litoral é muito grande a velocidade é fundamental e, por conta disso, compensa usar a propulsão diesel elétrica. O ideal para nossa marinha é a propulsão nuclear.

    • A hora funcionamento do AIP é muito cara, só compensando utiliza-lo durante as missões de patrulha a baixa velocidade. Como o nosso litoral é muito grande a velocidade é fundamental e, para isso compensa usar a propulsão diesel elétrica. O AIP ideal para nossa marinha é o nuclear.

      Dê uma olhada nos futuros submarinos australianos. Serão uma espécie de híbrido AIP/diesel elétrico. É um conceito novo e só o futuro dirá se os australianos acertaram ou não ao escolhê-lo.
      https://www.naval.com.br/blog/2016/04/26/australia-seleciona-submarino-da-dcns-para-o-programa-sea-1000/

      • Mas amigo, os submarinos a AIP por norma também são são diesel ou elétricos… O AIP traz as suas vantagens quando somado aoutras formas de propulsão, exemplo dos u214.

          • Como o colega Fawcett destacou, a operação do AIP é cara. O AIP se justifica para marinhas que tenham orçamentos generosos ou que estejam impedidas por motivos políticos de operar subnucs. Nenhuma das duas situações se aplica à MB. Nossa marinha tem um orçamento restrito, mas nada a impede de operar subnus.
            Os brasileiros parecem ter uma compulsão à imitação, só isso explica a ânsia que se observa nos blogs de defesa para que nossas Forças Armadas adotem absolutamente tudo o que há em outros países, desde caças F-35 ou SU-30 até os sistemas AIPs. Não é à toa que nos chamam de “macaquitos”. Mas temos militares extremamente profissionais, que sabem exatamente o tipo de equipamento que atende nossas necessidades estratégicas. Então, se a MB optou por não utilizar AIP em nossos submarinos, é porque estudos detalhados foram realizados e a melhor decisão técnica foi tomada

  10. As Classes Tupi/Tikuna, apesar de ainda terem muito o que dar, parecem brinquedos dos anos 60 perto do Riachuelo.

    Que orgulho. Que orgulho. Sem palavras. O Brasil é o soberano inconteste das profundezas do hemisfério sul.

    Que venha os demais e finalmente o SNBR!!!

  11. Na foto que mostra o Riachuelo sendo transportado, o que seria aquela protuberância lateral no casco abaixo da vela ? Seria a região responsável por encher e esvaziar os tanques de lastro ?

  12. Terá sido uma decisão sábia não incorporar o sistema AIP numa altura em que o mesmo é tão bem reconhecido internacionalmente? Dá uma grande vantagem a qualquer submarino convencional.

    • Pelo que li, o AIP exigiria a criação de novas estruturas de apoio, novas doutrinas, alem do que o risco de lidar com gases explosivos nas instalações de apoio e no proprio submarino seriam um risco desnecessário, alem do aumento consideravel dos custos de construção e manutenção. A vantagem do AIP será substituida , no futuro, pelos submarinos nucleares SNBRs.

    • Caro Pedro. Sobre os AIP serem inapropriados para a MB, recomendo a dissertação do Eneas, cujo link foi disponibilizado por ele. Acho que a partir do texto dele, essa questão do AIP deveria ser encerrada.

  13. Pergunta de um desconhecedor de projetos de submarinos, lembro de ter lido que o projeto francês, mesmo sendo de um submarino com propulsão convencional, seria de um casco capaz de abrigar no futuro propulsão nuclear.
    Também que para isso seria necessário um diâmetro de 7,0 metros. Estou vendo que o S-BR tem 6,20 m.
    A informação inicial estava errada ou a solução para propulsão nuclear foi compactada?

  14. Eu acredito que o novo comando terá mais recursos disponíveis e quem sabe seja possível ate anunciar um 2º lote de submarinos SBR antes do planejado.
    Com relação submarinos nucleares achoque 02 seriam o ideal e com isso teríamos 10 submarinos novos na ativa

  15. Que maravilha! O Brasil deve investir em submarinos mesmo. No convencional e nuclear. Deve-se ter o domínio de sua construção o mais nacional possível. Gosto mais do nuclear. Deve-se encher nossos mares com eles para negar o mar a qualquer país do mundo. Também deveria ser adicionados misseis balísticos no nuclear. “Ah mais o Brasil não pode pela constituição!”. Constituição se muda!

  16. “Nelson Luiz Carlini 8 de dezembro de 2018 at 7:16
    …o projeto francês, mesmo sendo de um submarino com propulsão convencional, seria de um casco capaz de abrigar no futuro propulsão nuclear. Também que para isso seria necessário um diâmetro de 7,0 metros. Estou vendo que o S-BR tem 6,20 m. A informação inicial estava errada ou a solução para propulsão nuclear foi compactada?”
    .
    Olá, Nelson. O projeto do SN-BR será inédito, não é uma cópia do S-BR. Está sendo feito por uma equipe brasileira com treinamento e suporte pelos franceses. O SN-BR tem previsão de 9 metros de diâmetro. Não tem como colocar o reator num casco de 6,2 m de diâmetro, veja nas matérias abaixo.

    https://www.naval.com.br/blog/2017/04/12/projeto-preliminar-do-submarino-nuclear-brasileiro-e-concluido-com-sucesso/
    https://www.naval.com.br/blog/2018/05/17/submarino-nuclear-terrestre-ficara-pronto-em-3-anos-diz-marinha/
    https://www.naval.com.br/blog/2018/06/20/prosub-comparativo-tupi-s-br-e-sn-br/

        • Caro Nilson : entendo que algumas medidas relativamente simples podem eventualmente ter sido adotadas pela equipe de projeto, ajustando-se alguns parametros. Por exemplo, os propulsores do S-BR podem ter sido extrapolados mantendo-se a homotetia com a base mas com diametro um pouco maior, resultando em aumento da potencia e empuxo util compensando o arrasto adicional. O ponto que me parece mais dissonante é que a relaçao comprimento dividido pela boca seria maior no modelo brasileiro. Hidrodinamicamente faz muita diferença, influindo em parametros tais como frequencia de arfagem , raio de curvatura, esforćos nos lemes e assim sucessivamente. Isso nao quer dizer que seja pior ou melhor…a ver! Agora, a assinatura sônica é diferente! Bom para nos pois os outros devem ter sido mapeados ao extremo e nossos eventuais inimigos terão que refazer totalmente seu banco de dados!

          • Isso é uma coisa muito relevante. Não podemos esquecer do vazamento ocorrido na Índia dos planos do Scorpene com dados sigilosos. Aparentemente estaremos inunes a isso.

  17. Veremos, prova de mar e o tempo serão os balizadores desse Sub.

    Concordo com o Maurício E

    O AIP Sueco é dez, corroborado até pelos USA.

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