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Japão vai remodelar porta-helicópteros ‘Izumo’ como porta-aviões

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Concepção do Izumo operando com F-35B

O Japão planeja efetivamente atualizar um de seus porta-helicópteros para transportar e lançar aviões de combate, mostrou o último esboço de suas diretrizes de defesa em 11.12, em um esforço aparente para reduzir a assertividade marítima da China em águas próximas.

Os partidos do governo aprovaram o esboço das diretrizes apresentadas pelo governo, que disse que o país “permitirá que os aviões de combate sejam operados a partir de navios de guerra existentes, se necessário, para melhorar a flexibilidade de suas operações”.

Especificamente, o governo está procurando atualizar o Izumo DDH-183, para melhorar suas capacidades de defesa aérea no Oceano Pacífico.

No entanto, a remodelação da embarcação da Força Marítima de Autodefesa do Japão em um porta-aviões poderia ser criticada, pois poderia ser vista como uma mudança da política estritamente voltada para a defesa do país.

O governo manteve que não pode possuir “porta-aviões de ataque” sob a Constituição pacifista, pois tais embarcações podem ser consideradas armas ofensivas e exceder o que é necessário para a autodefesa.

O governante Partido Liberal Democrático e seu parceiro de coalizão, Komeito, concordaram na terça-feira em redigir uma declaração para garantir que o Izumo modificado caia dentro do escopo da Constituição que renuncia à guerra.

O governo também indicou que os caças furtivos avançados F-35B não serão permanentemente baseados no Izumo remodelado. Os caças, que o ministério planeja comprar nos próximos cinco anos, são capazes de decolagens curtas e aterrissagens verticais.

Destróier porta-helicópteros Izumo DDH-183

“O Izumo foi originalmente projetado como um navio de escolta polivalente, por isso não representaria qualquer ameaça para outros países se os jatos de combate fossem embarcados nele”, disse o ministro da Defesa, Takeshi Iwaya, a repórteres no início do dia. Ele acrescentou que o Izumo atualizado não seria um “porta-aviões de ataque”.

Os porta-helicópteros de 19.500 toneladas da classe Izumo, que também inclui o Kaga, têm 248 metros de comprimento e podem transportar até 14 helicópteros. Eles são as maiores belonaves pós-guerra do Japão.

O gabinete do primeiro-ministro Shinzo Abe pretende endossar em 18 de dezembro a versão revisada das Diretrizes do Programa Nacional de Defesa, que estabelecem metas de capacidade de defesa em um período de cerca de 10 anos, segundo fontes do governo.

As diretrizes existentes foram atualizadas em 2013, mas Abe ordenou uma revisão da política em face dos programas de desenvolvimento de mísseis e nucleares que avançam rapidamente na Coreia do Norte.

O esboço também apela para reforçar a capacidade de defesa cibernética, incluindo uma operação para impedir que o oponente use o ciberespaço.

Junto com as diretrizes, o Gabinete está definido para adotar o Programa de Defesa Intermediária, que especifica um plano de gastos e aquisições de cinco anos para a defesa.

Miniatura de um hipotético navio da classe Izumo modificado com ski-jump para operar jatos F-35

FONTE: Agência de notícias Kyodo

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andrepoa2002
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andrepoa2002

O Japão, com toda a razão, desenvolve um consistente projeto de melhoria das capacidades militares. É bom.

Bardini
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Bardini

“Miniatura de um hipotético navio da classe Izumo modificado com ski-jump para operar jatos F-35”
.
Então, eu também tinha visto isso e achava que essa miniatura era Izumo, mas é referente ao Manga “Kubo Ibuki”, que retrata a história fictícia do primeiro Porta Aviões da Marinha Japonesa, o “Ibuki”.
.
Vai ter até Live Action…
https://www.animexis.com.br/2018/11/18/kubo-ibuki-revelados-22-membros-ao-elenco-do-filme-live-action/

Dalton
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Dalton

O Japão quase chegou a ter um NAe chamado “Ibuki” … durante a guerra um cruzador pesado que estava em construção e já lançado ao mar foi tomado para conversão em um NAe leve, mas, ainda faltava muito para completa-lo quando a guerra terminou.

abrahamyamato
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abrahamyamato

ae que delicia de porta aviões

Gustavo
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Gustavo

Quantos F-35B ele conseguiria levar? entre 6 a 8?

Sincero Brasileiro da Silva
Visitante
Sincero Brasileiro da Silva

Rapaz, nos últimos 18 anos a China comissionou nada mais que 24 destróieres, fora os que já tinha e os que estão em construção…

Luís Henrique
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18 anos?

Rapaz, somente esse ano eles incorporaram 6.
5 type 052D e 1 type 055 (Que é chamado de Destroyers mas é na verdade um Cruzador).

Em 2019 serão incorporados mais 5.
2 type 052D e 3 (TRÊS) Type 055.

Dodo
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Dodo

Off topic, segundo o marinetraffic, temos movimentação da frota, inclusive com o ndm Bahia onde será que eles vão? Alguém sabe de algum possível exercício?

Dalton
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Dalton

Pode ser apena uma saída rotineira como fazem todos os navios de todas as marinhas…alguns poucos dias de mar e já retornam.

Jagderband#44
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Jagderband#44

Foram caçar pesqueiro chinês.

Wilson França
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Wilson França

Claro, claro. O ndm Bahia é apropriado para isso.

Vovozao
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Vovozao

11/12 – quarta-feira, boa noite, devem estar indo para Itaguaí; em homenagem lançamento sub na sexta feira, hoje passei mocangue tudo vazio. Aproveitando agradecer Galante, matei minha curiosidade visitei o A140, da orgulho, como se diz ”que bichão bonito” da orgulho. Obrigado a vcs pela informação fui o primeiro cheguei 12:00 h.

pm
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pm

Essa opção do Japão muda a função do navio de estritamente ASW para defesa aérea e projeção de força. Num conflito com a China, a única utilidade que vejo é como defesa aérea de forças-tarefa e ataque antinavio em missoes de controle de área marítima mas ainda assim a capacidade de sobrevivencia de navio desses sem cobertura aérea de terra ou de NAe dos EUA é pequena.

A verdade é que o Japão leva muito a sério a ameaça chinesa. Vivendo na America do Sul é dificil para nós entender como é viver sob o perigo constante de guerra.

RODRIGO
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Apesar de alguns treineiros de futebol no Brasil não concordarem, a melhor defesa é o ataque! 🙂

Se esta remodelação for plenamente aprovada, será como aquele ditado: “onde passa um boi, passa uma boiada”
Logo, veremos um ou até mais porta-avioes “puro-sangue” japoneses, principalmente se a China näo reduzir os avanços de sua marinha de guerra ( e nao ha um indicio sequer que isto vá acontecer, muito pelo contrário)

Gustavo
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Gustavo

aguardando:
Será que o Atlântico pode…
hahaha

Penske
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Penske

Ééé Gustavo sabia que esse pensamento passou pela minha cabeça ? Afinal o PHM Atlântico tem um hangar bem espaçoso embaixo. Ficaria bem mais barato uma adaptação dessas tipo nele, que reformar o NAe São Paulo.

Luís Henrique
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Fazendo as contas, os 6 Naes chineses vão operar entre 21 e 25 esquadrões de caças.

Ou seja entre 252 a 300 caças.

Mais 3 type 075 com possivelmente 20 a 24 caças cada. Totalizando mais 60 a 72 caças embarcados.

Dalton
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Dalton

Se a US Navy não tem e nunca teve mesmo durante a guerra fria esquadrões suficientes para todos os NAes…porque com a China será diferente ? Sempre haverá NAes em manutenção prolongada portanto não há necessidade de se ter tantas aeronaves, pilotos, pessoal de manutenção, munição, etc…a US Navy tem 11 NAes e 9 Alas Aéreas…é meio cedo para prever quantas aeronaves/esquadrões os chineses terão. . O “América” e mesmo os mais antigos LHDs segundo se diz poderão eventualmente operar com 20 F-35Bs…a vantagem do “América” é levar muito mais combustível para aeronaves e ter um hangar que permita melhor… Read more »

Luís Henrique
Visitante

Pela tonelagem ele parece ter capacidades próximas às dos navios classe America.
Disseram que os Izumo podem operar com até 20 F-35 B.
Mas você tem razão, acho difícil operar dessa forma.

Os Izumo deslocam 27.000 toneladas.
Os type 075 deslocam 40.000 toneladas.
E os classe América deslocam 45.000 toneladas.

Já sobre os Naes grandes, eu não exagerei.
Terão Naes com capacidade para 70 a 100 aeronaves e eu considerei 48 caças.

Dalton
Visitante
Dalton

Teremos que aguardar…de concreto sabe-se que o próximo NAe chinês será “convencional”…não se sabe ainda se terá catapultas , sejam a vapor ou eletromagnéticas … se os chineses já a partir do quinto NAe conseguirem algo similar ao “Gerald Ford”, ou até maior, conforme você escreveu…100 aeronaves…que foi um dia a capacidade dos NAes da US Navy quando operaram muitas aeronaves “pequenas”, como o A-4, aí sim, será algo do “outro mundo”. . Quanto ao “Tipo 75” não se engane quanto a ser “maior” que o “Izumo”, ele terá uma doca para embarcações de desembarque não muito conveniente quando se… Read more »

Paulo Costa
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Paulo Costa

Mas, sem querer estragar a festa …

A China quer construir e manter 05 porta-aviões em operação, então só o Izumo sozinho nao vai conseguir muita coisa.

Se bem que a China morre de medo do Japão, afinal eles sabem que o povo japonês e superior a eles em tudo, mais inteligentes, mais avançados tecnologicamente e mais capacitados para lutar uma guerra.

Resumindo, os chineses sao complexados, talvez por que os chineses ja terem sidos invadidos e/ou dominados algumas vezes no passado.

Entao, se alem do Izumo o Japao modificar o outro, vai ser o pior pesadelo da china.

Camillo Abinader
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Camillo Abinader

Só no Brasil pra surgir um comentário desse… Japão tb já foi invadido, pelos EUA na segunda guerra, foram derrotados , ocupados e até hj bases militares americanas em território japonês, oque gera forte ressentimento da população local, no Brasil infelizmente existe este tipo de complexo forte na sociedade, só no Brasil mesmo pq nos nossos vizinhos isso não ocorre, vai ver por isso estão há tempos crescendo muito mais do que nós, chineses são pragmáticos, não é um vento ou uma turbulência que eles saem querendo desistir e achar que tudo está acabado, no caso do Japão mais cedo… Read more »

Daglian
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Daglian

Cuidado ao citar forte ressentimento da população local. Tem certeza disso? Ao que sei, os japoneses não são muito favoráveis às bases americanas pois hoje em dia têm verve mais pacífica, mas esse sentimento não se deve a um suposto ódio ou ressentimento aos americanos pela derrota que eles impuseram aos japoneses na segunda guerra. O mais cômico é sempre ler no Brasil, por exemplo, pessoas execrando os americanos pelo uso das bombas atômicas no Japão quando os próprios japoneses não tem ódio dos americanos quanto a isso, já que entendem que por mais abominável que o ato tenha sido,… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Há sim ressentimento em Okinawa…mas…pelo que conhecidos meus que estiveram no Japão disseram, não há a mesma coisa em outras bases…reclamações de barulho e excesso de gente…bom…até cidades americanas próximas à bases aéreas reclamam e muito ! . O Japão foi derrotado e ocupado…mas…com o passar do tempo tornou-se a segunda maior economia do mundo…compare com o que ocorreu com à Alemanha Oriental sob jugo soviético… e teve sua segurança garantida pelos EUA em uma região onde os japoneses não eram muito bem vistos até por conta do militarismo e excessos cometidos contra populações civis. . E ao contrario da… Read more »

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Não conta para ninguém… o Japão não esta sozinho nessa “parada”.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Bonitão, sem superioridade aérea nada pode boiar com tranquilidade.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

99% dos debates neste tópico de ótimo nível, parabéns aos 99% de foristas.

Ufa….

jodreski
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jodreski

Quem será finalizado primeiro?
– As modificações no Izumo ouuuu a entrega do primeiro combatente de sup da classe Tamandaré?

Luiz Floriano Alves
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Essa classe de porta aviões se enquadra em nossas necessidades. Não temos por que manter um NAe gigante e de custos astronômicos. Precisamos de cobertura aérea para as operações da MB. Barcos desta tonelagem podem ser fabricados nos nossos estaleiros. Um novo Minas, atualizado é o que nos falta.

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

Não precisa de Ski-jump (ou ski-ramp) pra operar o F-35B. Sempre achei o convôo espaçoso demais pra meras asas rotativas e os Seahawks pareciam insignificantes (na maquete, os landing spots estão muito mais próximos, talvez até demais – um espaçamento mínimo seria de 80 pés). O F35-B tem ~10,5 m de envergadura – será que o elevador de vante tem a largura necessária?… Bom, o stealth do JSF já não é vantagem frente a radar quântico (ao contrário das suas capacidades eletrônicas) e, ali, à queima roupa, ainda permanecem as ameaças formidáveis dos DF-21D e submarinos convencionais que a China… Read more »

Bruno Vinícius Campestrini
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O radar quântico chines tem apenas 100 km de alcance, uma aeronave de quarta geração é detectada a 400 km por radares convencionais poderosos. Além disso, os chineses ainda não colocaram esse radar em uma aeronave AEW, ou seja, dado que as leis da física são iguais aqui e na China, se o F-35 alterar o seu padrão de voo para altitudes extremamente baixas, o alcance de detecção do radar quântico fica limitado a, aproximadamente, 40 km (por causa do horizonte radar). Isso tudo, presumindo que os chineses façam um uso difundido do novo radar e que eles realmente tenham… Read more »

Marcelo-SP
Visitante
Marcelo-SP

Superioridade aérea é tudo. Naquela região dos mares, a combinação de F-35, F-18, F-15 e F-16 americanos, coreanos, taiwaneses e japoneses, embarcados ou em bases terrestres, determinaria quem controlaria as águas. Apesar das quantidades alinhadas, a China não tem meios, ainda, para enfrentar os EUA e seus aliados no ar. Mesmo com os futuros porta-aviões.

paulo souza
Visitante
paulo souza

já devia ter uns 6 PA e uns 20 submarinos nucleares. tá perdendo tempo confiando só nos EUA. tem de ter perna própria. a 2a guerra já acabou há séculos.

Dalton
Visitante
Dalton

O Japão simplesmente não tem recursos para tanto…falta até pessoal…se os japoneses tivessem investido em submarinos de propulsão nuclear que custam mais do que o dobro de um “Soryu”, isso comparando com os novos submarinos franceses em construção de tamanho “médio”, sua força de submarinos convencional que se está aumentando com sacrifício agora para 20 unidades, teria que ser muito reduzida ou extinta e o número de combatentes de superfície também teria que ser reduzido. . O Japão não precisa de submarinos de propulsão nuclear…suas áreas de patrulha são contiguas às suas bases…diferente dos EUA que precisam enviar seus submarinos… Read more »

Leo Barreiro
Visitante
Leo Barreiro

Pessoal

Por favor, não seria mais fácil fazer, ou comprar um cavor? Pesquisando no histórico do blog, vi que a diferença é de quase 8k toneladas entre eles. Sendo o comprimento um pouco menor para o cavour, coisa pouca.
https://www.naval.com.br/blog/2008/07/10/cavour-o-novo-capitania-da-marina-militare/

Ai fico pensando… qual dos dois seria mais eficaz na função de NAE? Eles se parecem em muito, levando em consideração a modificação que o IZUMO irá receber. E com relação ao sobre peso do Cavour isso se dá por qual motivo? Esse sobre peso ajudaria em algo?

Dalton
Visitante
Dalton

O Japão já possui 2 navios da classe “Izumo” então nada melhor que modificar um ou mesmo os dois do que iniciar a construção de um novo para o qual ainda nem existem recursos. . Quanto ao “Cavour” você está dando atenção apenas ao comprimento…ele é mais “largo” tem a boca maior e também maior calado…isso explica a diferença na tonelagem. . O Japão não tem os recursos para adquirir muitos F-35Bs…e conforme declarações do governo e nós temos que nos basear em algo concreto, o “Izumo” necessariamente não embarcará sempre o F-35B…ou poderá operar apenas um “destacamento” como os… Read more »

Leo Barreiro
Visitante
Leo Barreiro

Dalton

Muito obrigado pela atenção!

Valter Sales
Visitante
Valter Sales

Os jaas estão vacilando com essa história de constituição pacifista. E depois tem que refletir sobre uma coisa. Será que com o DF 21D Operacional tem como dar validade para um grupo de porta-aviões de batalha ?

Dalton
Visitante
Dalton

Os chineses que já copiaram muita coisa, podem muito bem copiar a forma como os americanos utilizam seus próprios NAes…então…essa ideia de manter todos os 5 ou 6 que eles pretendem ter…necessariamente não significará todos eles operando ao mesmo tempo e no mesmo lugar, concentrados esperando pelos terríveis americanos e seus asseclas japoneses e australianos ! . Os próprios chineses tem dado indicação que pretendem enviar NAes para outras regiões onde quer tenham interesses…então…porque não imaginar o seguinte: . Um NAe em águas chinesas de prontidão, devidamente municiado e certificado, colaborando no treinamento de pilotos até de NAes em manutenção…como… Read more »

Joao Moita Jr
Visitante

Faltou essa parte no titulo…
E vão o classificar como “corveta leve desarmada de reconhecimento”. Rsrs

Luiz Floriano Alves
Visitante

O Izumo tem menor tonelagem q o Cavour devido a propulsão. No Izumo são 4 turbinas GE 2500. Os Japoneses já aprenderam que a propulsão a turbina é a mais favorável sob todos os aspectos. Vapor, nunca mais. Ainda tem subdesenvolvidos que acham que a turbina consome muito combustível e é anti econômica. Economia em navio de guerra? O necessário é eficiência e eficácia. Até os cruzeiros de turismo tem propulsão total de turbinas. Mas vencer certas tradições é muito difícil. Tem çabio ainda querendo a volta dos encouraçados a vapor.

Luís Henrique
Visitante

O interesse do Japão nos F-35B não é somente por causa dos Izumo.
Eles possuem ilhas pequenas com pistas para decolar e pousar PEQUENAS.

Os F-35B além de operar nos 2 Izumo, podem operar nessas ilhas. Coisa que caças ‘normais’ não conseguem, devido ao comprimento das pistas.

andrepoa2002
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andrepoa2002

O Japão tem de atualizar a sua constituição o quanto antes! É nobre ser pacifista mas não cercado de lobos.

tassios
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tassios

Muda o nome para “porta-aviões de defesa” que ta tudo certo