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Turquia e Grécia de olho nas fragatas OHP da Austrália

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HMAS Melbourne (FFG 05), da classe Adelaide

Turquia e Grécia continuam a procurar por navios de guerra de segunda mão.

A Grécia quer comprar as duas últimas fragatas FFG-7 (Oliver Hazard Perry – OHP) australianas da classe “Adelaide”, HMAS Melbourne e HMAS Newcastle, equipadas com avançados sistemas de mísseis antiaéreos SM-2 e ESSM.

A Grécia pode solicitar um certificado de usuário “end-to-end” dos EUA.

A Turquia já opera oito fragatas OHP e modernizou os sistemas dos navios com tecnologia nacional.

A Grécia opera fragatas de projeto alemão Meko-200HN e holandês classe “Kortenaer”.

Os detalhes de modernização das fragatas australianas estão no gráfico abaixo.

Fragata Newcastle FFG 06 lançando míssil SM-2

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Alex Nogueira
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Alex Nogueira

O mercado de usados está muito escasso, é o que tem para hoje, se bobear fica sem, né MB?!

Paulo Costa
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Paulo Costa

A Marinha do Brasil tem que investir na compra de mais corvetas da classe tamandaré ao inves de comprar coisas velhas.

O dinheiro tem no governo e so questão de tempo e vontade politica, porque as corvetas da classe tamandaré alem de gerar empregos e renda, geram dividendos tecnológicos para a industria brasileira

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

A Ucrânia não estava interessadas em umas OHP’s tambem?

Mario
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Mario

Não, eles queriam nos empurrar aquele cruzador inacabado, antigo e enferrujado.

Roberto luiz
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Roberto luiz

Para juntar as carcaças flutuantes que já temos

Vovozao
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Vovozao

25/01/19 – sexta-feira; bdia, mas uma vez chamo atencao; cada vez mais dificil para o Brasil adquirir navios de oportunidades; todos querem vai ser um leilão quem paga mais. Temos que pegar as OHP americanas; baratas como estão serviram a nossa MB por pelo menos 15 anos; ate lá as coisas podem melhorar; espero que o MD decida logo; senão nem essas.

Giovane
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Giovane

Não adianta nada comprar casco que só flutua( próprio EUA falou que nada está operando do sistema de combate é pra recuperar todo o sistema da pra comprar uma Tamandaré zero), desse nível prefiro as nossas, e investir o dinheiro nas Tamandaré

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

“prefiro as nossas”
Não tem nossas, por mais que a Tamandaré seja interessante ela não é pastel e nem miojo, um hiato de escoltas não é aceitável, temos que pegar TODAS as OHP!

Pedro nine-nine
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Pedro nine-nine

Carlos, como elas estão, as dos EUA digo, não passam de patrulhas com casco de guerra. Será que a Marinha do Brasil está disposta a modernisar os navios? E a nível operacional, as OHP coincidem com o “modus operandi” da esquadra brasileira? Pensemos bem, se for para serem só patrulhas, mais vale mesmo é comprar patrulhas novos ou pelo menos mais novos. E depois temos a questão operacional, sabendo nós que o ocean veio sem o Phalanx CIWS porque era caro de operar, manter e não coincidia ao que a Marinha está habituada, comprar um navio americano pode ser contraprocedente.… Read more »

ALEXANDRE
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ALEXANDRE

Cara,esse pessoal dica querendo comprar velharia que daqui 1 decada ja cai ter que gastar dinheiro de novo…pessoal acha que é liberado grana a qualquer momento pra ffaa…prefiro que dobrem ou tripliquem as tamandares do que pegar esse casco

Elcimar
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Elcimar

Se não me engano,a Royal navy tinha pressa em desativar e despachar logo o oceano,pois precisava urgente da tripulação para o novo porta aviões.e segundo vi em uma matéria no canal arte da guerra,para a Marinha obter o phalanx demoraria uma eternidade do governo americano liberar,e o governo inglês tinha pressa.a marinha então desistiu de obter,por enquanto. Muita gente aqui fala que no Matoso Maya tem um,sim tem, servi lá e nunca vi atirando, manutenção cara,só seria feita pelo americano,e não passariam os detalhes do seu sistema,que na época era aínda sofisticado pra MB, munição cara também. Deixaram lá,mas nunca… Read more »

Peter nine-nine
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Peter nine-nine

Elcimar, montes de Marinhas operam o Phalanx sem problema, na minha opinião não é caro, só disse que o era porque de facto é o que se tem declarado.
Conheço o sistema da Marinha Portuguesa, que no caso vai inclusive substituir os Goalkeeper das fragatas tipo M pelos Phalanx que as tipo Meko já operam. Os portugueses não só acham que faz mais sentido operacional como também acham que o sistema americano é mais eficiente.

Top Gan Sea
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Top Gan Sea

Vovosão boa tarde! Penso que as OHPs que de fato valha a pena seria essas australianas. As OHPs americanas se realmente valesse a pena a própria US Navy já teria reformado os cacos bem como modernizado elas, lembrando que a US Navy está querendo implementar navios mercantes como navios de guerra no desespero somente para somar um número maior na frota para fazer frente a frota chinesa que cresce rapidamente a cada ano. Não acha isso estranho! Isso quer dizer que elas estão no osso e depenadas, se não serve para a US Navy não serve para a MB também,… Read more »

Vovozao
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Vovozao

25/01/19 – sexta-feira; btarde; top Gan; concordo plenamente com sua visão; entretanto estamos com um problema muito maior; nossas escoltas não existem mais (são só sucatas), temos/devemos trazer entre 4/5 para ontem; não temos din din, não temos condições de entrar em um leilão; sei se não me engano que estas fragatas australianas estavam disponiveis para uma nação européia, eles desistiram causa do preço. As OHP americanas viriam via FMS; não sei em que condições ( doação/financiamento), sem armamentos/sistemas; se for doação será muito bem vindo. Quanto sistemas e armas temos muita coisa estocados e que serão retirados das FCN/FCG;… Read more »

Airacobra
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Airacobra

Concordo com você Vovozao, 4 OHPs vindo doadas pelos USA, somente armadas com o canhão de 3″, os lancadores de torpedos e o phalanx ja estaria de bom tamanho, desde que viessem revisadas em plenas condições de navegação e com os sistemas funcionando, principalmente pela capacidade ASW e por poder operar 2 seahawk. aqui poderiam ser instalados nela lancadores de Exocet MM40 ou ManSup a meia nau e lançadores Albatroz do aspide na proa, esses sistemas sendo retirados das 3 Niteroi que irão dar baixa. com isso teriamos 4 escoltas razoaveis para ao menos mais 15 anos quando se resolveria… Read more »

Dalton
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Dalton

Não é bem assim…as “OHPs” na US navy já estavam sendo utilizadas em missões secundárias…exemplos…combate ao narcotráfico, servir como navio inimigo durante treinamentos, ajuda humanitária e “mostrar a bandeira”, ou seja, presença e isso é feito até por navios menores. . Como os “LCSs” ainda não existem em quantidade suficiente devido a atrasos na entrega por conta de problemas técnicos, mudança de doutrina e simples falta de dinheiro, essas funções secundárias que eles também exercerão, precisa ser feita daí o valor de uma “OHP”, só que investir para reativar as “OHPs” comprometeria a revitalização de “Arleigh Burkes” mais antigos o… Read more »

Burgos
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Burgos

Sou contra a aquisição dessa classe, mas não tem tu , vai tu mesmo !!!
5 OHP , colocando uma inativa (baixa) para ”escrapear” peças para as outras 4, e só mais nada.
Rezar pra ver se consegue empurrar água por mais uns 10 ou 12 anos.
Isso as Norte Americanas !!!

Airacobra
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Airacobra

Burgos, ainda poderiam ser transferidos alguns sistemas das Niteroi que derem baixa para as essas OHPs, como os Exocet e os Aspide por exemplo.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Não entendo mais nada, pela manhã o “Erdogan” é o maior inimigo dos EUA, na parte da tarde a Turquia a negociar mais equipamentos norte-americanos, são nesses momentos que se percebe que as relações internacionais de vez em quando são muito mais complexas do que imaginamos (ou torcemos).

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Haverá veto americano?

Dalton
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Dalton

Não dá para afirmar com certeza, mas, por enquanto a Turquia segue no programa F-35 e deverá receber mais duas unidades em março próximo.

Nilson
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Nilson

Relações diplomáticas contêm a arte de tirar as meias sem descalçar o sapato. Bate daqui, assopra dali, abre um pouco, fecha um pouco, num jogo de pesos e contrapesos, mantendo o clima sem inviabilizar as relações mas sem deixar o outro ficar por cima. É uma arte, a palavra “inimigo” só é utilizada em situações extremas. Nada de relação simples…

Claudio Luiz
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Claudio Luiz

Definição aprendida nos cursos de RI.

DOUGLASTARGINO
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DOUGLASTARGINO

Eu acho essa fragata em termos de armamentos tão “fraca”! Ela só tem aquele míssil ali na frente?

Adriano Luchiari
Visitante

Não, o míssil no lançador é apenas o pronto para disparo. O lançador dispõe de um magazine com mísseis sob o convés e seu recarregamento é muito rápido. As OHP são bem armadas.

Luiz Floriano Alves
Visitante

Pela nota do secretário de defesa americano estas OHP estão desarmadas. Servem para colocar algum armamento reutilizado de outros meios (Inhaumas?)e ir tocando na função de patrulha e escolta secundária. Instalar misseis? Só Mansup, se já existir a disponibilidade deste vetor.

Marujo
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Marujo

Essas deveriam ser às únicas OHP que deveriam interessar a MB, que, como sempre, não se mexe.

Tomcat
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Tomcat
Tomcat4.0
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Tomcat4.0

Aiaiai outro Tomcat, ao menos o meu tem idade.rs
Cheguei primeiro hein,anos à frente.rs
Bem vindo xara.

Tomcat5.0
Visitante
Tomcat5.0

Há controvérsias! Hahhahahahahaha

Top Gan Sea
Visitante
Top Gan Sea

Vixi! Acho que você clonado! Rsrs.

Tomcat
Visitante
Tomcat

Putz, foi mal… Hehehe. Usei Tomcat por muitos anos, o meu gravatar é ele, depois mudei pra AL, mas esse novo sistema aqui não me deixa usar ele, acho que tem de usar mais de 3 letras, não sei o limite mínimo. Mas tb já sou 4.0 kkkkk. Vou pensar num novo nick. Abraço.

Vitor
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Vitor

Os relatórios indicam que o upgrade dessas OHP foram muito complicados e custosos (Cerca de A$ 350 milhões) por unidade. Armamentos completamente diferentes dos nossos e custo operacional altíssimo. Acho que a MB deve focar em Qualidade e não quantidade no momento e buscar seguir adiante o mais rápido possível com as Tamandaré além de reativar o programa de construção das NAPoc 500 em estaleiro nacional pra manter capacidade de Patrulha. O Governo Federal em conjunto com a Marinha poderia também buscar um acordo Governo – Governo junto a frança ou Italia para fazer aquisição de 2x FREMM como fez… Read more »

José Neto
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José Neto

Temos sim que adquirir as 10 unidades , além dos tanques , helicópteros, aviões , tanques e tudo muito mais que eles estão a nos oferecerem em condição de uso . Hoje como as coisas estão no Brasil todos os estaleiros praticamente quebrados e sem pessoal qualificado para execução do empreendimento no Brasil necessitando uma modernização que exige tempo, apesar da boa intenção do novo governo. Com a licitação e execução dos navios vai demorar uns 10 anos para que o primeiro navio da classe Tamandaré esteja em construção, esses navios americanos se faz uma revisão de atualização de meia… Read more »

Top Gan Sea
Visitante
Top Gan Sea

Há muitas controvérsias caro colega! A começar que o acordo entre as duas companhias não envolve a área militar. [….]

Jagderband#44
Visitante
Jagderband#44

Colocando um MK41 ainda dá um caldo essa FF.

TeoB
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TeoB

Olha, pensando bem nessa questão de escolta pra MB e em como vão as coisas, se é pra ficar fazendo compra de oportunidade, e ficar nisso a vida inteira então, aumenta em 2 Tamandaré, podendo ser fabricadas la fora, que se faça uma contra de prateleira de duas fraguearas novas, faz uma encomenda com o mesmo estaleiro que vencer as Tamandaré, tudo meio basicão ou com armamento semelhante ao das corvetas, teríamos meios novos, que vão durar muito, compra de prateleira sem transferência de tecnologia e tudo mais que encarece pra fazer aqui… se encomendar (sem novela tipo gostei dessa… Read more »

Larri Gonçalves
Visitante
Larri Gonçalves

Eu, já havia comentado sobre a aquisição das OHP Australianas, já modernizadas, pois as OHP Americanas, necessitam uma boa manutenção e modernização, principalmente a modernização, sendo que as Australianas já passaram pelo processo de modernização no início dos anos 2000, portanto praticamente prontas para uso, é lógico que mais caras para a MB. O Brasil tem que achar alguma forma de financiar a aquisição das OHP Australianas (03 Fragatas), sendo que a mais velha pode servir de reposição para as duas mais novas, e ainda pode botar na lista, lógico havendo recursos disponíveis ou financiamento externo, as Lafayette Francesas (02)… Read more »

Luiz Floriano Alves
Visitante

Essa de comprar meios para retirar peças é recurso para situações extremas, de guerra. Quem conhece manutenção de maquinas pesadas sabe como é que se faz. As usinas de energia termoelétrica operam dezenas de anos, com manutenções periódicas. Peças que não são mais se fabricam, se adaptam de material existente. Isso é outra furada neste ramo, pior do que as “transferências de tecnologia”. A manutenção tem que ser encarada com seriedade e investir para que os navios não fiquem afundando no cais, no mais completo abandono. As frotas da Naftalina dos americanos, recebem, nos maquinários, proteção com recobrimentos especiais. Tipo… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Não necessariamente…vários navios da US Navy, de cabeça lembro o ex-USS Shereveport da classe “Austin” e a ex-USS Hawes da classe “OHP” depois de descomissionados passaram a ser canibalizados para manter os demais navios da classe em serviço.

Top Gan Sea
Visitante
Top Gan Sea

Seria muito bom se OHPs australianas viessem mas tem pelo menos duas marinhas que já tem o know how de operá-la s na nossa frente. Agora as Lafayetes Francesas vale a pena brigar muito por elas em todos os sentidos…

Rennany Gomes
Visitante
Rennany Gomes

Eu particularmente gosto de compras de oportunidades, elas se bem feitas e de maneira pontual cobrem buracos e mantém o bom funcionamento de marinhas do tamanho da nossa. Então jugo que a comunhão de compras de oportunidade e projetos próprios Vide (Tamandaré, prosub etc.) são o ideal pra nossa MB. Agora quanto as OHPs principalmente as americanas não me atraem, são navios de 30 anos de uso que estão parados desde 2014/15 que não tem muito mais tempo de água pra empurrar de manutenção cara e que vão gastar uma grana pra voltarem ao serviço ativo, as OHPs australianas estão… Read more »

Elton
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Elton

Uma compra de oportunidade depende do antigo operador ,quando e barato demais das duas uma :estão muito desgastadas ou o operador está precisando apertar o cinto e conter gastos.a MB está no mesmo dilema de um chefe de família que ganha um salário médio que em teoria daria para pagar as prestações de um carro novo mas sua renda está comprometida com uma família grande e prescisa de um carro para o trabalho:ou compromete a renda numa aventura de financiamento de longo prazo em um carro novo ou usa o 13° e Pis para compra um carro bem usado mas… Read more »

ALEXANDRE
Visitante
ALEXANDRE

Galera uma duvida aqui sobre as tamandares…por exemplo se escolher uma que o porto é la no Nordeste…depois da transferencia de trcnologia pode ser feito em qualquer estaleiro ne?

Airacobra
Visitante
Airacobra

Boa tarde Alexandre, no caso não tem nada a ver com porto, tudo depende do consorcio vencedor, pois cada empresa concorrente tem um estaleiro brasileiro participante do seu consórcio que é onde seriam fabricados os navios, por exemplo, Damen-Saab oferecem as Sigma que seriam construidas no estaleiro Wilson Sons no Guarujá-SP, Fincantieri oferece corvetas basedas no projeto do CPN da MB, que seriam construidas no estaleiro Vard Promar em Suape- PE e etc, finalizadas os navios todos terão como porto sede a Base Naval do Rio de Janeiro, sede da esquadra Brasileira.

Airacobra
Visitante
Airacobra

Perdão Alexandre, creio que entendi mal sua pergunta, no caso, creio que a transferência de tecnologia se dará somente entre o estaleiro internacional e as empresas e o estaleiro nacional participantes do consórcio vencedor, e a MB claro

Adriano Madureira
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Adriano Madureira

Parabéns para eles…
Os gregos estão quebrados não tem outra opção há não ser comprar OHP usada mesmo…
Os Turcos são inteligentes, comprarão a maquina e botarão recheio nacional, pena que não temos condição de comprar um grande nave, tipo uma type chinesa ou uma Admiral Gorshkov e ocidentalizar.

Adriano Madureira
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Adriano Madureira

Acho que seria mais vantajoso correr atrás das duas Lafayettes francesas…

Mahan
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Mahan

Peguem as duas.

Roosevelt
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Roosevelt

Eu vejo assim, as OHP no final faziam apenas serviços de patrulha principalmente para coibir o narcotráfico, aqui seriam empregadas na proteção do nosso litoral por conta do pré-sal e da pesca ilegal, então qual é a dúvida? Será mesmo que as Tamandarés quando estiverem operacionais (se é que um dia vão sair) fariam frente a algum Arleigh Burke caso a geopolítica virasse a casaca? A situação é urgente e se perdermos essa oportunidade ficaremos desdentados por décadas não?

Delfim
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Delfim

Fragatas OHP, OPVs bem armadas, submarinos com AIP… quantas Marinhas ignorantes… 🙂
.
Turquia e Grécia se estranhando. Nada de anormal
.
Melhor OHP na mão agora que Tipe 23 sabe-se lá quando.

Foxtrot
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Foxtrot

Enquanto isso a MB vive uma ilusão aguardando navios que não deram baixa ainda.
Temos que correr e comprar esses navios o quanto antes.

Alexandre Assemany
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Alexandre Assemany

Caros colegas, existe uma informação não oficial, de que a MB, já estaria fazendo inspeções nas mesmas nos USA. Vamos ficar atentos.

Adm
Visitante

Olha na minha opinião o Brasil já deveria a muito tempo construir seus próprios equipamentos de defesa.
Creio que daqui para frente muita coisa vai mudar.
Porque um país que não tem uma defesa bem estratégica corre grandes riscos.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Também partilho de sua ótica. O ideal serial a construção do projeto original das CCT,s feito pelo CPN. E o início imediato de novo projeto de fragata na ordem dos 5.000/ 6.000t. Esse projeto seria baseado nos conhecimentos da construção das CCT,s e estudos nos cascos das Greenhalg e Niterois. Mas ai nossos super estrategistas militares resolveram incluir na licitação essa conversa fiada de Naipp, dando oportunidade para os concorrentes incluírem seus projetos e nossa MB pagar royalties pelos mesmo. No projeto CCT, a MB pretende até substituir seu sistema de controle Siconta por um estrangeiro, ou seja, lerdeza ao… Read more »

Kemen
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Kemen

São fragatas com meios eletronicos superados, o armamento ainda poderia servir, todavia como situação intermediaria até poderia ser interesante, mas se a Marinha se decidir por elas, temos o risco de não ter fragatas novas por muitos anos…
Também considero que as fragatas dadas de baixa na U.S. Navy ou na Australia, precisariam de uma boa manutenção/revisão, pois quando uma Marinha se desfaz delas é porque foram muito usadas.

Dalton
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Dalton

Nem sempre Kemen…muitas vezes uma marinha se obriga a diminuir o número de navios por conta de corte de orçamentos e a necessidade de continuar recebendo navios “novos” para manter o parque industrial aquecido, foi o que aconteceu com a Royal Navy quando deu baixa em navios que poderiam ter serventia ainda por muitos anos, como no caso do “Ocean”. . Combinado a isso pode ser quem um determinado navio não sirva mais para os propósitos de uma marinha…as fragatas da classe “Oliver Perry” na US Navy foram relegadas a funções secundárias ainda quando havia muitas delas no inventário…porém, para… Read more »

Airacobra
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Airacobra

Permita-me discordar prezado Kemen, o radar e sonar das OHPs são ainda melhores que qualquer coisa que temos aqui no Brasil, com exceção ao radar 3d do Atlântico, no geral são bons sistamas ainda válidos para nosso Teatro de Operações. Principalmente no caso das OHPs Australianas, falando agora das OHPs da reserva da US Navy ainda são meios total.ente válidos, são o ideal pra MB? Não, mas é o que tem pra hoje, é OHP ou ficar com 3 Niteróis, a Barroso e a Julio de Noronha até a entrada em serviço das Tamandarés, quando ai só a Barroso aguentará… Read more »

Dalton
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Dalton

Infelizmente é a realidade…reativar “OHPs” da reserva seria uma medida de desespero, mas, uma “OHP” seria capaz de render pelo menos outros 10 anos de serviço, como prova a fragata paquistanesa, adquirida depois de 30 anos de uso e que continua prestando bons serviços até hoje…já a “Niterói” de 42 anos por tudo o que sabemos dela, não será capaz e não é a única. . Quanto a estarem “desdentadas” pela falta do lançador MK-13 que além do míssil SM-1 também lançava mísseis anti navio, os paquistaneses simplesmente pediram que duas baterias quádruplas de mísseis “Harpoon” fossem colocadas atrás de… Read more »

jose
Visitante
jose

corrida armamentista no mundo,brasil com anestesia chamado bolsonaro,programas de reaparelhamento bem atrasados com cronograma varias vezes remarcados e caminhando passos de tartaruga,o que importa pros militares não é equipamento moderno,não minha gente,são soldos maiores,aposentadorias vitacilicias,essa senssação nunca,mais nunca brasil vai entrar guerra,nós não temos inimigos?segundo nossas forças somos país mãezinha que se da bem com todo mundo,anestesia só vai passar quando tiver ir pra guerra de verdade com esse equipamentos daí vão ver pq a marinhas outras forças tem ter equipamento moderno,antes disso não!

JACUBÃO
Visitante
JACUBÃO

Vejo toda essa discussão sobre compras de oportunidade.
Daí o povo que está na esquadra servindo nos navios velhos pensa o seguinte:
Oportunidade? Oportunidade de quê???
Servir a bordo de outro navio velho?
Senhores pela caridade…..
Precisamos de navios novos, com sistemas de combate operacionais.
Senhores garanto a vocês que até a primeira Tamandaré ficar pronta, os atuais escoltas estarão totalmente consumidos pela ferrugem…………

Leo Rezende
Visitante
Leo Rezende

Luxo para uns,lixo para outros. Talvez a MB se interesse pelas australianas,mas já perguntaram os australianos se eles querem vender para nós e não para algum dos outros interessados? Quero dizer que parece tão simples para alguns,quase como um drive thru. Entra,escolhe,paga,leva pra casa. Isso talvez funcione com italianos,franceses ou qualquer outro país com indústria naval para tal,já que existe sempre o interesse de manter os estaleiros produzindo,gerando empregos e moedas fortes. Já os aussies não tem essa capacidade industrial,ou tem? Também aproveitando o conhecimento de todos os que frequentam o espaço,gostaria de saber a opinião de vocês (menos a… Read more »

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Na minha opinião respondendo suas perguntas : As fragatas OHP, sejam americanas ou australianas nao servem para a Marinha pelo tempo de uso. As fragatas FREMM da Fincantiere seriam um sonho realizado e um mix de 08 tamandares e 04 Fremm ou um mix de 12 tamandares e 06 Fremm, seria o máximo em termos de investimentos. Apesar do PAEMB da Marinha ser mais ambicioso, mas levando em conta que nao sei os custos corretos de compra, manutenção e operação desses navios, acredito serem os números que sugeri mais razoáveis ja que seguindo sua linha de raciocínio teríamos em breve… Read more »

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

Faz mais sentido a turquia comprar essas 02 fragatas OHP, e talvez o interesse grego seja mais politico do que naval, ja que esses 02 países estão se provocando ha tempos.

F.alves
Visitante
F.alves

Antigamente, a MB tinha sete Almirantes e um almirante de Esquadra , hoje tem mais almirantes do que navios,, mais diretorias e cargos. Acredito o que falta são lideres, coisa que não estamos vendo a muito tempo. Usar uniforme é lindo mais temos que ter atitude e luta para melhora a nossa MB. Foram poucos que fizeram isso . A MB tem que sofre uma reformulação ,hoje não somos mais operativos se tornamos , uma força burocrata, todo ano tem concurso e hoje se tornou um emprego. o militar passar pouco tempo no navio, muitos nem embarcaram e do jeito… Read more »

Kaliban de Greyhawk
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Kaliban de Greyhawk

muito bem colocado, F. Alves. A situaçao é grave e vergonhosa Temos um dos 10 maiores orçamentos militares do planeta e DINHEIRO NAO FALTA. O único problema é que tudo é desperdiçado em pessoal e previdencia, assim como em desvio e corrupçao. Temos o “maior exercito da America Latina” mas nossos meios blindados sao totalmente insuficientes e obsoletos. A FAB voa caças com mais de 40 anos de uso e a marinha tem fragatas inoperantes atracadas anos a fio no RJ. Antes de qualquer outra coisa deveria haver um forte choque de gestao e corte brutal de efetivos. Que se… Read more »

Luiz Floriano Alves
Visitante

As OHP ganham destaque no atual cenário, eis que existe uma corrida armamentista e navios tem prazos de fabricação bem longos. Navio bem caro é aquele que não temos na hora H. Estas OHP dariam bons patrulhas atracadas nas bases situadas fora do Rio de Janeiro. O Rio é nossa Pearl Harbour caipira. Ta tudo amontoado por lá. De vez em quando uma unidade vai a pique por ferrugem no casco e absoluta falta de conservação.