Navio de Socorro Submarino ‘Guillobel’ recebe nova pintura e indicativo visual
O novo Navio de Socorro Submarino (NSS) “Guillobel”, recebeu a nova pintura vermelha no casco e o indicativo visual K120. O navio, ex-DSV “Adams Challenge”, atracou na Base Naval Almirante Castro e Silva (BACS), em Niterói-RJ, no dia 19 de dezembro de 2019.
O contrato de aquisição do DSV “Adams Challenge” foi formalizado em outubro do ano passado, visando a substituição do NSS “Felinto Perry” que está em sua fase final do ciclo de vida.
O NSS Guillobel tem 85 metros de comprimento, 18 de boca e 8 de calado.
Conta com um heliponto (helideck) na proa, acima do passadiço – capaz de receber aeronaves do porte de um Eurocopter AS332L Super Puma, de 9 toneladas (carregado para a decolagem) –, e dispõe de área livre à ré do convés principal, de, aproximadamente, 540 m² (junto a uma guincho com capacidade para até 100 toneladas).
Em termos técnicos, trata-se de uma embarcação de apoio offshore multifuncional com posicionamento dinâmico e elétrico, concebida para suportar uma ampla variedade de atividades de suporte offshore, incluindo o apoio ao mergulho e o gerenciamento de ROV (Remotely Operated Vehicle).
FOTOS: Grupo do NSS Guillobel no Facebook
Essa foi uma grande aquisição para a nossa marinha! Quando vai estar operacional?
Concordo com o senhor, mas é uma pena a MB não conseguir manter o Felinto Perry fazendo outras funções de apoio na Força
Felinto que vá virar alvo.
Sim.
05/05/2020 – terça-feira, btarde, A Galante, por que da mudança da pintura ja que o k11, era padrão MB, e este tem o costado todo vermelho; por acaso são normas internacionais???
Vovozão este navio vai ter multifunção daí a sua cor fora do padrão marinha e sim ártico, ou seja, não será dedicado ao apoio aos submarinos. Isso não é bom pois não vai atender nem uma coisa e nem outra, lembrando que seu casco não é quebra gelo. A marinha deveria implementa lo melhor com a utilização de rovers por exemplo e deixa lo dedicado ao socorro de Subs embora, os nossos estão em PMGs sem definição de quando retornar.
Alexandre, acho que ele fica restrito ao suporte durante o verão apenas. Pelo que chequei na notação de classe, ele não tem/tinha Ice Class.
Não tem nada a ver.
what???
Em termos de resgate submarino trata-se de mais do mesmo. Estão trocando 6 por meia dúzia. Uma marinha que almeja ter um sub nuclear e/ou uma moderna frota de subs convencionais precisa se atualizar em relação aos equipamentos de resgate submarinos.
O Navio como plataforma é moderno. Os meios pra efetuar o resgate podem ser adquiridos separadamente e lançados para acoplar a um submarino.
Resgate eficiente e moderno é isso :
https://www.naval.com.br/blog/2018/12/16/marinha-indiana-introduz-sistema-de-resgate-submarino-com-dsrv/
Mas a marinha já está analisando a compra de dois DSRV’s que inclusive podem ser transportados pelo Guillobel. Se a embarcação não existir, como você acha que este equipamento alcança o ponto de resgate?
Amigão, e como o DSRV vai chegar até o local e operar? Existe a necessidade do Guillobel para a função.
Esse dispositivo pode ser adaptado para operar em navios de apoio offshore. Os 3 NApOc que a MB comprou por exemplo, poderiam ser utilizados como receptores.
Os 3 NApOc não possuem Câmaras Hiperbáricas, Guincho, Guindaste com compensação de Heave, Posicionamento Dinâmico, Sistemas de referência para o DSRV entre outras coisas. A Marinha neste caso fez a aquisição correta por um preço competitivo. Adquiriu um Navio praticamente novo e super capaz.
Merlin e Bezerra, bom dia.
O Bardini já respondeu.
Não precisa ter um navio novo para isso.
O sistema DSRV tem como principal característica a fácil portabilidade.
Ter um navio com sino de resgate é coisa do passado.
Abs.
Durante as tentativas de resgate do ARA San Juan, por exemplo, enquanto o Felinto Perry se deslocava até o local do sinistro, os americanos enviaram por avião um DSRV que ao chegar no porto mais próximo foi embarcado num navio off Shore que já estava em prontidão.
Bardini e Galvão. Ambos estão certos.
Inclusive temos estaleiros capacitados que dariam de produzir um específico caso necessário.
O próprio Oceana, que irá produzir as Tamandarés, já lançou navios de apoio.
Sem dúvida poderiam ter adotado uma solução nacional. Uma pena.
Merlin,
X2.
Abs.
MMerlin,
Um Navio do tipo DSV com Câmaras Hiperbáricas, Guindaste, heliponto, Sino e etc não saíria por menos de USD 150 milhões. No Exterior este custo é de USD 100 milhões no mínimo.
Este Navio foi comprado a um preço depreciado de mercado e está muito novo.
Isso é um acessório que é adquirido e instalado no Navio.
O certo seria termos mais de um destes. Pelo tamanho do nosso litoral, tem espaço para mais de 3 acredito eu…
Além de facilitar as diversas operações off shore que eles podem fazer, em caso de emergência, os mesmos estariam em distâncias menores do fato, visto que são navios de velocidade baixa.
Quanto aos equipamentos modernos para busca e salvamento, estes precisariam sim ser adquiridos.
Quando necessário, são dispostos em contêineres e levados rapidamente onde se fazem necessário.
Realmente, um para cada submarino…
A marinha do Brasil agregou uma capacidade para servicos de socorro de submarinos sem igual em toda a america latina. Parabéns pela nova embarcação..
Parabéns a MB, pois mereceu!
Não vou ficar tecendo 1000 linhas pois não necessita.
Foi bola dentro da MB e com gol aos 45 min.
Muito boa compra.
MB fica de olho em ótimas oportunidades pelo mundo, e, é claro, cabe ao blog nos brindar com estas notícias.
Uma pergunta: a marinha tem mergulhadores treinados para mergulho saturado? Esse navio era um DSV da área de petróleo e gás offshore, e possui toda estrutura para isso, podendo levar os mergulhadores até 300m através das gaiolas e câmaras hiperbáricas.
Vão colocar nessa função, mas como é um navio de socorro não creio que seria bom mandar ele para a Antártica e deixar a lacuna no serviço, se tivéssemos dois aí sim um poderia ir enquanto o outro ficaria por aqui!
Rapaz… a gente tem algum submarino operacional?
Oque não entendo como uma embarcação com 2 azimutais na popa 2 truster e 1 azimutal retrátil precisa de rebocador para atracar.
What?
?
“O certo seria termos mais de um destes. Pelo tamanho do nosso litoral, tem espaço para mais de 3 acredito eu”…
[willhorv].
O certo seria,mas duvido muito que isso se concretize,a MB geralmente só conta com uma galinha para encher vários cestos de ovos…
Mais importante do que ter 2 desses aí, seria ter pelo menos 2 submarinos operacionais… será que temos?
Num primeiro momento, não. A Marinha conta com dois navios polares, o NPO Almirante Maximiano e o NApOc Ary Rongel. O “TIO MAX”, como é chamado, possui características semelhantes ao Guillobel, quanto ao posicionamento estático, equipamentos de varredura do solo submarino antártico; já o Ary, o “GIGANTE VERMELHO”, serve como apoio logístico para a EACF, pois possui um porão de carga realmente grande. Além disso, esses dois navios contam com vários laboratórios e espaços dedicados esxclusivamente para pesquisa. O NSS Guillobel, apesar de todos os equipamentos disponíveis para o mergulho profundo, não tem os requisitos mínimos para uma Operantar. Quando… Read more »
Numa navegação rumo ao Atlântico Sul (PROANTAR), deverá sofrer grande resistência dos ventos, devido ao convôo de proa
Estes navios operam normalmente no Mar do Norte sob condições de mar desafiadoras…
Mas o bicho é estranho e bonito ao mesmo tempo. Diferente, com esse convoo Acoplado na frente permite operar com aeronaves maiores. É alto pra K7…
Parabéns, com esta adquisição, a MB se permite dar continuidade à doutrina assimilada em matéria de resgate submarino permanecendo como líder na LATAM nesse segmento.
Caro Glaquis7, esse arranjo do deck de convoo decorre de vários fatores, entre os quais estao liberar o setor da popa para manobra do guindaste orgânico do navio e a necessidade de distribuir massas para garantir uma operação segura seja da aeronave seja da embarcação. O vetusto Felinto Perry já possuía essa configuração, mas como pode ser visto, temos aqui no Brasil várias outras embarcações similares operando na exploração de petróleo em plataformas off-shore.
Sim,já tinha visto estes navios operando unto a plataformas. Sobre a locação doconvoo, se bem óbvio o motivo. Mesmo assim, é um navio impressionante
Curiosidade de um leigo: o valor de uma pintura como a realizada no navio da MB seria alto e a tinta específica? Outra pergunta: a cor vermelha e preto nos cascos das embarcações é algum padrão normativo?
Não sei sobre o custo da pintura, mas, a cor vermelha torna a localização do navio mais fácil para helicópteros principalmente durante nevascas e assim foi adotado gradualmente já que o uso da pintura apenas branca era vista como uma camuflagem e os acordos para exploração e pesquisa das regiões ártica e antártica pedia também maior visibilidade dos navios envolvidos.
Muito obrigado Dalton.
A compra é boa, isso é um fato, mas eu gostaria de ver 2 desses na marinha (ou um outro método de resgate), um ficando no nordeste e outro no RJ. nosso litoral é muito grande e se uma embarcação dessas está no sul do pais e um submarino sofre um sinistro no nordeste é melhor enviar os caixões…
“ah mais temos submarinos operacionais?”
Mesmo que não tivéssemos, uma nova classe ta indo ai e é sábio se preparar para ela e não ficar esperando a desgra#$% acontecer para correr atras do prejuízo.
Não acho que a MB precise de dois nesse momento, ela tem outras prioridades para o pouco dinheiro que vai sobrar depois dessa pandemia, mas caso ela tenha um dinheiro sobrando e ela ache que precise de outro navio desse tipo, pode ter certeza que ela encontrara vários encostados em alguns portos pelo mundo e a preços de bananas. A maioria das compahias de apoio a plataformas de petróleo que usam esses navios estão desesperadas para se manterem vivas e qualquer dinheiro que entrar no bolso é um alívio, a primeira coisa que elas vão fazer para salvar o caixa… Read more »
Já que o Fernando tratou de MB buscando oportunidades pelo mundo, a exemplo do Guillobel, foi noticiada venda de mais um caça-minas Classe Hunt do Reino Unido para a Lituânia. É o terceiro vendido para lá. Esse último (HMS Quorn) foi vendido por um milhão de libras. Seriam os Hunt de interesse da MB, para melhorar o esquadrão de Aratu (ou de Itaguaí, em segundo momento)??
O mais novo em atividade tem 35 anos de serviço. Acho que não rola kkkk
A ação dos ventos nas obras mortas deste navio deve ser expressiva. Na antártica seria temerário o seu emprego, a não ser emergências, para resgate.
Floriano….
Esse tipo de embarcação é utilizado há décadas no Mar do Norte, em apoio as plataformas de petróleo.
O problema que vejo é ele ser utilizado na Antártida, porque não possui casco feito para suportar gelo.
Luiz Galvão
Bem observado. Pensei que era de apoio a plataformas de petróleo em mar calmo.Como nas baias da GB. Vamos ver. Só não me peçam para ficar no heli ponto na hora do vento. Abraço.
Floriano,
Kkkkk.
Abs.
Compra de oportunidade é a única saída no curto tempo até o inicio de uma base de construção naval sólida para repor os navios que deram baixa na esquadra Brasileira.
Se ele vai pertencer a marinha, por que não deixaram ele cinza, cor padrão da força? Só de curioso mesmo… ?
Pedro….
A Marinha possui basicamente 3 tipos de pinturas .
O cinza (navios de guerra e patrulha em geral ), o branco (navios hidrográficos) e o vermelho (para navios que podem vir a operar no ambiente antártico).
Abs.
Será que a MB desistiu dos navios de minagem que a Suécia ofereceu? Poderíamos incluir nos ofset do negócio do Gripen. Poderiam auxiliar na patrulha.É muita grana.
Floriano, boa tarde.
Até onde sei esses navios já estão bastante surrados.
Talvez não compense incluir no offset, mas cabe uma opinião de alguém mais integrado do assunto.
Abs.
Galante, a MB pretende substituir o Ary Rongel também ?
Só te especialista em palpite… Eu estava na chegada do Perry e muitos outros…
Fico muito Bonito
O fato de não ser quebra gelo não o impede de fazer missões na Antártida.
As piruadas dos ESPONES são as melhores partes das reportagens publicadas no site…..
Bom dia.
Por que a MB alterou o indicativo visual para a classe das centenas? Ja temos o Amazonas, o Apa, o Atlântico e agora o Guillobel.