‘Sagres’ e ‘Cisne Branco’ em Boston

vinheta-clipping-navalO verão ainda não deu o melhor ar de sua graça, mas brindou a quinta-feira, 9, com um belo sol capaz de recepcionar aproximadamente 40 veleiros, incluindo o navio escola da Marinha do Brasil Cisne Branco, que atracaram em Boston para o Sail Boston 2009 Tall Ships festival. Uma mostra do que há de mais belo na categoria nas marinhas mundiais.

A exposição fica aberta ao público até o dia 13, das 10 às 18 horas. O Cisne Branco está ancorado no pier Fish, em South Boston, próximo à embarcação portuguesa, Sagres. Outros navios estão abertos para visitação no Seaport World Trade Center, Battery Wharf, Rowes Wharf, the Boston Harbor Shipyard and Marina em East Boston, Moakley Courthouse Dock no Fan Pier e no Outer Harbor do Cottage Park em Winthrop.

O Cisne Branco é similar a uma réplica das galeras do século XIX, com sua silhueta inspirada nos Clippers. O navio foi construído pelo estaleiro holandês Damen e foi lançado ao mar pela primeira vez em 4 de agosto de 1999, na cidade de Amsterdã, na Holanda.

Foi incorporado a Marinha do Brasil, as margens do Rio Tejo, em Portugal, na cerimônia oficial de largada da Regata Internacional Comemorativa aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil.

A tripulação do Cisne Branco em Boston conta com 41 homens, sendo 10 oficiais, mais 30 alunos. Poucos dias antes de chegar a Massachusetts, os tripulantes brasileiros foram acionados por rádio a ajudar náufragos de uma pequena embarcação que estava a deriva próximo à Carolina do Norte.

O Cisne Branco volta para o Rio de Janeiro na segunda-feira, 13.

FONTE: OJB

NOTA DO BLOG: “Ancorado no pier” não, por favor!

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COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

Se comentários » to “‘Sagres’ e ‘Cisne Branco’ em Boston”

  1. LM disse:

    Galante ou Poggio, como faço para colocar o post que escrevi.

  2. Marcelo Ostra disse:

    Ancorado no cais eh ph … devia estar amarrado por cordas … heheehehehehehe

    Quando que os leigos vão ter uma noção de como são essas coisas?

    Sem contar que esqueceram da guarnição do navio, so tem oficial e aluno, cade os MR´s ???

    Só faltou a famosa palavrinha de quem “manja muito”, o famoso “Estibordo” …

    Ahhhh claro, sem contar que obviamente “APENAS” estão há o CB e o Sagres neh, não deve ter nenhum outro grande veleiro … eita ….

    Abs
    Mod MO

  3. Julio Leme disse:

    O termo ATRACAR já trás implícito que é encostar o navio a um cais ou a outro navio. Atracar no cais TAL ( definido ) seria bem aceito e correto se definido o local.
    Acho interessante sempre ver estas correções, ninguém está livre dos erros, mas é bom comentar sobre o que não é correto.
    Neste caso, interpretei que a tripulação do Cisne Branco jogou o ferro encima do pier, fazendo-o unhar em algum objeto, o que deixaria a embarcação bem atracada, mas como esse entendimento pretende um absurdo, abstive-me dele, e reparei a nota de correção do site.
    Vale mais a pena fazer a imaginação voar no espetáculo de embarcações em Boston, quando da presença do “Cisne Branco”, aliás o Brasil representou-se muito bem com o navio.
    Quanto a tripulação, como especificada, é exatamente como dito, 10 Oficiais e mais 30 alunos, como descrito pelo NGB, devendo a quantidade total de 41 homens aludir também ao Sr. Comandante.
    O termo Estibordo é aceito pela norma gramatical brasileira, mas nunca na nomenclatura de nossa Arte Naval, a que se refere tão somente a Boreste, sendo Bombordo o bordo oposto. A Marinha de Portugal consagra na sua Arte Naval o termo Estibordo.

  4. Julio Leme disse:

    Faço um outro comentário, que também o termo ANCORAR não é previsto pela nossa Arte Naval. Quando um navio se dá a manobra de jogar âncora, a nomenclatura para isto é FUNDEAR, largar o ferro ( âncora ) num local determinado.
    Este jargão é próprio dos profissionais do assunto, então acredito bem fácil que algum redator que não é especializado em assunto naval, cometa estes enganos, e é bem providencial sempre consultar alguém com algum conhecimento um pouco mais profundo da causa.
    Um outro erro bastante comum são as hélices, e os hélices. Quem iria normalmente atribuir ao termo aeronáutico hélice como sendo feminino, e ao naval, como sendo masculino?
    Acho então que o maior erro de categorias profissionais é não se valer de assessorias.
    Deixo um grande abraço a todos, entendam por bem todas as minhas colocações.
    Julio Leme

  5. [...] de passar por Bermudas e Nova York, o navio-escola português Sagres chegou a Boston no dia 8 para completar uma das etapas do Tall Ships Atlantic Challenge 2009. Durante cinco dias, a [...]

  6. Leda disse:

    Quanto à tripulação, não constam apenas 10 oficiais e 30 alunos. Meu esposo está a bordo do Cisne Branco, é 2 Sgto, não é oficial, nem aluno. Atua na área de comunicação e é o supervisor da rede.

  7. Marcelo Ostra disse:

    Ola Leda

    É o que e falei la ewm cima … onavio não te apena oficais e alunos, e a guarnição?????

    Mas …. sabe cume neh … opinioes …

    Abs
    Mod MO

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