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Segundo fontes ligadas ao Ministério da Defesa russo, mais navios da Frota do Mar Negro da Marinha russa se juntará à força-tarefa do Mediterrâneo nos próximos dias. A declaração foi feita ontem (04) à Ria Novosti

Atualmente, a frça-tarefa é composta por navios das frotas do Pacífico, do Norte, do Báltico e do Mar Negro – o contratorpedeiro Admiral Panteleyev, os navios de assalto anfíbio Admiral Nevelsky e Alexander Shabalin. a fragata Neustrashimy e diversas embarcações de apoio.

De acordo com o ministério da Defesa, os novos integrantes do grupo incluem os LPDs Novocherkassk e Minsk, o navio de reconhecimento Priazovye, que serão incorporados ao efetivo no Mediterrâneo após a passagem pelos estreitos de Bósforo e Dardanelos, que deve acontecer nesta quinta ou na sexta-feira.

Segundo fonte ligada ao Estado-Maior russo, o cruzador Moskva, atualmente de passagem pelo Atlântico, deve chegar ao Mediterrâneo por volta do dia 17 de setembro e assumirá o comando operacional da força-tarefa. Duas corvetas, Shtil e Ivanovets, devem chegar à região por volta do dia 29. Outros dois navios da Frota do Mar Negro também devem passar pela área, a fragata Smetlivy e o navio de assalto anfíbio Nikolai Filchenkov.

Também segundo declarações de fontes militares e diplomáticas em Moscou à RIA Novosti, as forças navais russas no Mediterrâneo não estão aumentando por conta das tensões na região. As flotilhas estariam passando por um processo rotineiro de revezamento que estava programado desde o começo deste ano.

FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

61 Responses to “Navios da Marinha Russa se concentram no Mediterrâneo” Subscribe

  1. MO 5 de setembro de 2013 at 15:43 #

    CT´s de verdade – Udaloy e AB´s naviozisitcamente o lance ta bao por la eim !!!

  2. MO 5 de setembro de 2013 at 15:45 #

    Outra coisa = Ropucha é lindo !!!

  3. Ivan 5 de setembro de 2013 at 18:11 #

    http://sp.rian.ru/Defensa/20120518/153783466.html

    MO,

    Também acho o Ropucha uma bela nave e parece que o projeto era equilibrado. Mas para os russos tinha um probleminha, sua produção era em Gdansk, na Polônia, ainda sob o Pacto de Varsóvia.

    Agora estão com uma nova e interessante classe de LST, o primeiro foi o Ivan Gren, meu xará. Curiosamente o estaleiro é em Kaliningrado, bem pertinho de Gdansk, no Mar Báltico.
    http://sp.rian.ru/Defensa/20120518/153783466.html

    Abç.,
    Ivan Ivanovich. :)

  4. Ivan 5 de setembro de 2013 at 18:13 #

    Este Ivan, o navio, já está no NAVAL faz um tempinho (2012):

    http://www.naval.com.br/blog/2012/05/24/lancado-ao-mar-o-bdk-ivan-gren-mais-recente-navio-anfibio-da-russia/#axzz2e3TRmI7c

    Abç.,
    Ivan.

  5. MO 5 de setembro de 2013 at 18:44 #

    Ivanovich, dos Aflitos (o Estadio), particularmente acho Que sorte que a Ropucha é projeto e construção polonesa, pois os mesmo ja dominavam a construção naval a época do projeto, acho que se fosse feito la, seria mil tretas (Penso eu)

  6. Oganza 5 de setembro de 2013 at 21:05 #

    Essa atenção toda a novos meios navais me parece que tem um nome: Rota do Norte, e com esse degelo todo, acho que a Rússia terá a maior ZEE navegável, ao menos no verão rs, do mundo.

    E em um mundo de comércio internacional, a tal Teoria do Neo-eurasianismo passa a se fortalecer, mas não pelos motivos da Eurasiana original, permitindo a Rússia a REIVINDICAR E DEFENDER seus interesses a partir de solo pátrio.

    Esse papo ainda vai acelerar o tal derretimento do Ártico rsrsrs

    Sds.

  7. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 12:29 #

    Prezados,

    Eu não saco nada de navios de guerra, o pouco que sei aprendi aqui. Mas aproveitando que o tema é a Rússia, gostaria de compartilhar uma descoberta que fiz e perguntar também aos amigos:

    Dia desses chegou a minha mão um livro sobre navios de guerra da antiga URSS. Coisa bem feita, com boas ilustrações. Página vai, página vem e eis que vejo um monstro, um tal de cruzador nuclear classe Kirov!

    Fiquei doido com o bicho. Ele tem mais arma embarcada do que muita força armada (inclusive a nossa) juntas. O que é aquilo? Vocês que entendem de marinha e, principalmente, de equipamento russo, sabem me dizer se isso ainda funciona? Procurei na Wikipedia mas não achei nada de novo. Diz que 1 está ativo e outros 3 na reserva (se estragando? espero que não). Mas será que está ativo mesmo?
    Nunca vi nada assim. E pra fechar o danado ainda tem um reator nuclear?
    Existe algo ocidental do mesmo naipe? Ticonderoga talvez?
    Um daquele no Mediterrâneo + escoltas e submarinos é pra colocar medo até num Carrier Strike Group!

    Desculpe a possível ingenuidade do meu post mas é que eu não sabia que isto existia até agora.

    Saudações!

  8. Oganza 6 de setembro de 2013 at 13:42 #

    Prezado Corsario137,

    esse bicho ai impões respeito, rsrsrs o mais conhecido deles é o Pedro, O Grande – http://www.naval.com.br/blog/2013/07/30/frota-do-norte-russa-explora-novas-areas-de-navegacao-no-artico/#axzz2e8AXDHdW

    esse link daki do Naval tem uma foto muito bonita dele.

    E ele é o maior cruzador de batalha já construido e é o maior navio de guerra a navegar nos oceanos atualmente, só ficando atrás dos NAs.

    Aliás, ele é maior que muito NA, com seus 250 e poucos metros.

    Ele foi construido dessa maneira superlativa para ser “auto escoltável” e ser um destruidor de NAs americanos, mas tiveram diversos problemas com os reatores nucleares, inclusive com um incêndio em um deles no início de sua carreira (ou foi nas turbinas à vapor?) elevando assim em muito os seus custos de operação e para piorar, a URSS caiu, veio a crise mas ainda bem que eles conseguiram mantê-lo.

    Hj se eu não me engano, existem 4 em operação, com um docado para modernização e um na reserva, acho que vão modernizar ao menos 3 deles.

    Naviozaço esse. Mas tem colegas que podem lhe dizer mais coisas, isso que falei ai foi de cabeça e deve ter muitos erros rsrsrs.

    Grande abraço.

  9. daltonl 6 de setembro de 2013 at 14:01 #

    Corsário…

    o nome Kirov já foi substituído há tempos por “Admiral Ushakov” e é um dos três que a Russia planeja devolver ao serviço, mas, com certeza mesmo, apenas outro de nome Admiral Nakhimov , lentamente está sendo trazido à uma sobrevida e espera-se que ele retorne ao serviço em 2018.

    O navio em serviço cujo nome atual é Pyotr Velikiy ou Pedro o Grande,
    teve a construção iniciada nos anos 80 mas devido à queda da União Soviética só em 1998 ele foi comissionado.

    Estes navios que compreendiam a classe Kirov, foram o mais importante motivo para os EUA trazerem de volta ao serviço os muito maiores encouraçados da classe Iowa construídos durante a II Guerra, mas, que
    encontravam-se em ótimas condições e foram modernizados inclusive
    com misseis tomahawks e harpoons.

    Com o fim da guerra fria os Iowas foram retirados do serviço mesmo tendo servido poucos anos e ainda capazes de operar por pelo menos outros dez anos, assim como o número de Naes também foi reduzido.

    Os russos carecem de grandes navios de superfície, e estes estão envelhecendo rapidamente, então nada mais lógico que manter esse
    único “Kirov”, mesmo de manutenção cara e tentar trazer os demais ao serviço, pois no momento, os russos não estão construindo nenhum combatente de superfície de mais de 5000 toneladas.

    Não há nada semelhante aos “kirovs” no ocidente, mesmo os futuros
    Zumwalts deslocarão no máximo 15000 toneladas enquanto os “Kirovs”
    deslocam quase o dobro e o motivo é que os ocidentais não têm uso
    para um navio assim e os russos além do mais precisam de grandes navios até como uma vitrina.

    Um CSG ainda é bem mais capaz e apesar de ser um navio imponente, apenas um está em serviço e arrisca-se de quando o segundo e talvez o terceiro vier a ser recomissionado outros “grandes” navios já estarem sendo retirados, daí a necessidade dos russos darem início a construção dos tais novos “destroyers” de 10000 + toneladas.

    abraços

  10. daltonl 6 de setembro de 2013 at 14:05 #

    Oganza…

    além dos NAes ele perde em “tamanho” também para os grandes anfibios de convoo corrido, como os LHDs/LHAs da US Navy.

    abs

  11. MO 6 de setembro de 2013 at 14:10 #

    quem é Pedro o Grande ??

  12. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 14:24 #

    Oganza e Daltonl,

    Muito obrigado pelas informações, principalmente sobre a classe Iowa.

    Uma foto que muito me impressionou foi essa: http://en.m.wikipedia.org/wiki/File:ARKR_Kalinin_flight_deck_with_Ka-25_and_Ka-27.jpg

    1. Os Ka (enormes) ficam pequenos perto da enorme plataforma de pouso.
    2. É isso mesmo? Tem um deck subterrâneo para abrigar o heli?
    3. Aquele enorme canhão de polpa (se é que é assim que se chama).

    Magnífico esse navio.

  13. Guizmo 6 de setembro de 2013 at 14:37 #

    Corsário,
    Esse navio era tema de discussões entre eu e meus amigos, nos anos 80. Falávamos que o Kirov sozinho conquistaria o Brasil! e eles ainda tinham o Frunze e o Kalinin……Muito animal, estilo russo mesmo, rsrs.

  14. Guizmo 6 de setembro de 2013 at 14:38 #

    Esse canhão, os especialistas aqui que me corrijam, é um canhão de 100mm, duplo, mas a grande sacada é a cadência de tiro, tipo canhão-revólver

  15. daltonl 6 de setembro de 2013 at 14:46 #

    O hangar fica de fato abaixo do convés Corsário e o canhão não está na “polpa”, sei que quis escrever popa, mas, o nome correto em inglês do local é”quarterdeck”, me escapou agora o termo em português.

    MO…

    O Pedrão foi um Czar, Primeiro Imperador da Russia.

  16. daltonl 6 de setembro de 2013 at 14:49 #

    Guizmo…

    o canhão da foto é um duplo de 130 mm, lembro bem pois dependendo do navio havia uma bateria dupla de 130 mm ou duas simples de 100 mm.

  17. Guizmo 6 de setembro de 2013 at 14:49 #

    Pedro, o Grande, foi o Czar que se tornou célebre por ter construído a cidade de São Petesburgo (sobre ossos) e quem fomentou a construção naval na cidade recém-inaugurada. É considerado o patriarca da Marinha Russa.

  18. Guizmo 6 de setembro de 2013 at 14:51 #

    é isso mesmo Dalton…….e o papo da cadência de tiro procede né? Me lembro que falavam disso, que o bicho cuspia fogo igual a uma pistola automática

  19. MO 6 de setembro de 2013 at 14:54 #

    Nein, o cara sei quem eh, digo navio, quem é este peddro, o grande ?

    Melhor ainda pq vcs chamam de pedro o grande, por um acaso no portalo da Defensora esta F Female Defender F 41 ou NAe St. Paul A 12 ?? (se é qeue me entenderam, pois nome de navio nao se traduz)

    Afinal nos EUA ele seria Peter, the Big ?: (kkk)

  20. Ivan 6 de setembro de 2013 at 14:55 #

    Amigos,

    A classe “Ex-Kirov” é uma versão “missilística” dos Couraçados rápidos ou dos Cruzadores de Batalha da primeira metade do século XX, entretanto seria menor que o HMS Hood (45.000 ton. de deslocamento e 262 metros de comprimento) que afundou em combate contra o Bismark.

    Na nomeclatura americana seria um CGN, ou Cruzador lança mísseis Guiados, com propulsão Nuclear.

    Era o Projeto 1144 – ex-Classe “Kirov” – e os russos mudaram os nomes da época soviética para outros relacionados com outros aspectos da sua história.

    Foram construídos 4 (quatro) navios:
    - “Piotr Welikij” (Pedro O Grande e ex-“Juri Andropov”) que é o navio de comando da frota do Mar do Norte, a mais operacional;
    - “Admiral Nachimov” (ex-“Kalinin”);
    - “Admiral Lazarev” (ex-“Frunse”);
    - “Admiral Uschakov” (ex-“Kirov”)

    Sua principal missão seria “caçar” porta-aviões.

    São navios construídos em torno do seu sistema de armas principal, basicamente lançadores de mísseis mar-mar de longo alcance, mas de porte adequado apenas contra grandes navios.

    Entretanto, pelo seu porte, termina se tornando um alvo tão importante quanto aqueles que pretende atingir. De ‘caçador’ vira ‘caça’, sendo que iria medir forças contra os esquadrões embarcados inimigos.

    Sua poderosa defesa anti-aérea, em que pese já defasada, seria um rival tremendo para as forças de ataque aeronavais, mas possivelmente vulnerável contra as novas aeronaves e armas furtivas, como o F-35C Lightning II.

    A questão era, e continuará sendo se for reformado, se esta belonave conseguiria resistir aos ataques aéreos de uma Carrier Task Force até chegar a uma posição de lançamento dos seus mísseis. Em mares fechados, como o Mediterrâneo ou Mar do Norte pode ser possível, mas em oceanos aberto é improvável.

    No mais é um navio caro e complexo de manter, com pouca flexibilidade de missões. Mas é uma boa alternativa para a Rússia mostrar sua bandeira pelo mundo, particularmente se souber posicioná-los sempre em pontos de estrangulamento náutico, como o Mediterrâneo oriental, na costa da Síria (onde tem uma base naval), saída do Golfo de Akaba, do Golfo Pérsico, próximo das ilhas Sakalinas ou Kurilas (Mar do Japão e saídas para o Pacífico), e agora com a possibilidade de uma futura rota pelo Ártico russo, entre Atlântico e Pacífico.

    Isto me lembra (mas posso estar enganado) a última grande utilização de couraçados em combates navio contra navio, no Golfo de Leyte e Estreito de Surigao, nas Filipinas, no final da Segunda Grande Guerra, onde a Marinha do Japão tentou desesperadamente atacar as forças americanas de desembarque apoiadas por porta-aviões e velhos couraçados.

    DADOS BÁSICOS:

    Tripulação: 610 a 760 (dependendo da fonte)
    Primeira unidade comissionada em: 1980 (projeto década de 70)
    Deslocamento: 24500 Toneladas (possivelmente vazio pois já encontrei referências de até 38.000 toneladas totalmente carregado)
    Comprimento: 252 mts.
    Calado: 9.1 mts.
    Boca: 28.5 mts.
    Propulsão: Mista com 4 reatores nucleares e 2 caldeiras a óleo (aparentemente não havia reatores navais na URSS de grande porte), que alimentam 4 turbinas a vapor, cada uma com potência de 28.000 HP, que giram duas hélices de 5 pás.
    Velocidade máxima: em torno de 30 nós
    Alcance: 28.000 Km.
    Sensores: Radar de busca aérea Top Pair; Radar de busca de superfície e aérea: Top Steer; Radar de controle de fogo Top Dome.
    Armamento: (por partes…)
    SSM: 20 SS-N 19 Shipwreck, em lançadores verticais de carga única;
    SAM: 12 lançadores S-300F com até 96 mísseis para recarga (observem que os 12 lançadores verticais têm espaço lateral para os mecanismos de recarga), 2 lançadores duplos SA-N-4 Gecko, 2 lançadores de 8 células verticais para mísseis SA-N-9 Gauntlet, 6 sistemas Kashtam com 2 lançadores de mísseis SA-N-19 Grison e 2 canhões de 6 canos rotativos de 30 mm, 8 canhões AK 130 de 30 mm e 6 canos rotativos (mas na última foto da matéria não aparece os 4 AK130 da popa).
    Geral: Um canhão duplo de 130 mm de uso geral.
    ASW: 10 tubos de torpedos de 533 mm type 53, que aparentemente pode dispara 10 mísseis SS-N-16 Stallion anti-submarino e antinavio. 1 lança morteiro RBU 1000, 1 Lança morteiro RBU 2000 e 2 lança morteiro RBU 6000.
    Aeronaves embarcadas: 3 (três) helicópteros Kamov, que pode ser da versão ASW ou para designar alvos para os SSM.

    Sds.,
    Ivan, o antigo.

  21. MO 6 de setembro de 2013 at 14:59 #

    Yuri Andropov, muitos tradutores rusilicos trocam o Y por J
    Admiral Nakhimov e Frunze o S em russo tem som de C (no casco OPYH3E) o F nao deu pra fazer no tecrado, vai o O sem o trquinho no meio mesmoEIO

    MO, o Chatão

  22. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 15:05 #

    Missiles:
    • 20 × P-700 Granit (SS-N-19 Shipwreck) AShM
    • 14 × SS-N-14 Silex ASW cruise missiles (Ushakov only)
    • 96 S-300F Fort SA-N-6 Grumble surface-to-air missiles (Ushakov, Lazarev, Nakhimov)[citation needed]
    • 48 S-300F Fort and 46 S-300FM Fort-M (SA-N-20 Gargoyle) long-range SAM (Pyotr Velikhy)[2]
    • 128 9K95 Tor (SA-N-9 Gauntlet) point defense SAM[2]
    • 44 OSA-MA (SA-N-4 Gecko) PD SAM

    Guns:
    • 1 × twin AK-130 130 mm/L70 dual purpose gun (2 × AK-100 100 mm/L60 DP guns in Ushakov)
    • 8 ×AK-630 six-barreled Gatling 30 mm/L60 PD guns (Ushakov, Lazarev)
    • 6 × CADS-N-1 Kashtan gun/missile system (Nakhimov, Pyotr Velikiy[2])

    Torpedoes and others:
    • 1 × 10 RBU-1000 305 mm ASW rocket launchers
    • 2 × 6 RBU-12000 (Udav-1) 254 mm ASW rocket launchers
    • 10 × 533 mm ASW/ASuW torpedo tubes, Type 53 torpedo or RPK-2 Viyuga (SS-N-15) ASW missile

    Armour: 76 mm plating around reactor compartment, light splinter protection

  23. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 15:09 #

    Ops, meu post saiu cortado ;( – Desculpem!

    O Ivan já colocou a ficha.

  24. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 15:15 #

    Almirante Dalton,

    kkkkkkkk…. obrigado pela explicação. Eu bem disse que não entendia nada de navio. Pra mim era “polpa”, igual a polpa da fruta! kkkkkkk…

    E olha que passei a adolescência inteira pescando num barco na Baía de Guanabara. Só aprendi de peixe e de mar, de barco ficou um lapso.

    Outro erro foi o do “hangar subterrâneo”, subterrâneo no mar fica puxado!

    De qualquer forma obrigado a todos pelas informações. Não sabia que a Rússia tinha um monstro desses em sua frota.

  25. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 15:18 #

    Guizmo,

    Animal mesmo. Daqui a pouco a Índia compra um! kkkk..

    A Índia é a nova Rússia.

    Sds.

  26. CVN76 6 de setembro de 2013 at 15:26 #

    MO

    Falando sobre os “Kirov”; não teve um amigo nosso que nos fins dos anos 80 falou que o CGN soviético “Kirov” iria visitar Santos??

  27. Oganza 6 de setembro de 2013 at 15:27 #

    Vlw daltonl

  28. CVN76 6 de setembro de 2013 at 15:32 #

    Como Dalton falou, o “Admiral Nakhimov” talvêz voltará ao serviço ativo.

    Quanto ao “Admiral Ushakov” não existe a menor chance…..tanto que até existe um contratorpedeiro da classe “Sovremmeny” com o mesmo nome…o “Admiral Ushavov” 434 na Frota do Norte….

  29. Guizmo 6 de setembro de 2013 at 15:41 #

    Sim Corsário, hahaha. As forças armadas indianas são uma colcha de retalhos…..

  30. Jackal975 6 de setembro de 2013 at 16:14 #

    Corsario137 e demais amigos:
    Apenas por curiosidade, para quem quiser ler algo bom e ainda poder imaginar como seria esse monstro dos mares em ação, sugiro a leitura da obra-prima (na minha opinião) de Tom Clancy, “Tempestade Vermelha”.
    Nesse livro, entre outras preciosidades da literatura da Guerra Fria, há um capítulo em que o autor descreve como seria um ataque de submarinos ocidentais ao grupo de batalha capitaneado pelo então “Kirov”. Bem interessante.
    Eu tenho esse livro em português, já devo ter lido umas dezoito vezes rsrsrsrsrs
    Achei um link com ele em inglês, se quiserem ler o capítulo que mencionei, começa lá pela página 189 e vai pelas próximas 30 páginas: http://www.airgroup2000.com/gallery/albums/userpics/32335/Tom_Clancy_-_Red_Storm_Rising.pdf
    Boa leitura.

  31. MO 6 de setembro de 2013 at 16:18 #

    ex Besstrashiniy, o qual tenho uma belissima 1/200 dele, o melhor da minha coleção .. pqp @#@$%¨*¨% pq justo o meu ???

  32. MO 6 de setembro de 2013 at 16:19 #

    Não lembro Franz, isso seria um sonho, tipo dia de princesa, mas nao me lembro deste coment nao, nao seria um delirio do Paulo Osso naum ?

  33. Guizmo 6 de setembro de 2013 at 16:55 #

    Jackal975,

    Esse livro do Tom Clancy é espetacular. Outros dele também são: A Soma de Todos os Medos, Perigo Real e Imediato e o clássico dos clássicos: A caçada ao Outubro Vermelho.

    Esses livros são de pirar o cabeção! E a parte que a força combinada de bombardeiros soviéticos Bear e Backfire faz um ataque de saturação na força tarefa americana, afundando o Nimitz? (acho eu), PQP……demais! kkkkkk

  34. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 17:10 #

    MO,

    Você é curioso. Eu não entendo nada que você escreve. Veja bem, não é uma crítica, é só uma constatação.

    Sds,

  35. MO 6 de setembro de 2013 at 17:26 #

    simples corsario, conhecimentos basicos de navio e algum racicinio logico .. facil .. rsss ahh interpretação da ironia obvia, claro tbm ajuda

    ahh por favor nao eh nenhuma indireta nao, eh apenas nao tenho saco pro be-a-ba de navios,, e como falo, nao sou de escrever mto, mas como falo quem me entende sabe do que eu falo, … rssss
    no caso do besstrachine ele eh o ex sovremeniy que virou o Admiral Uhakov, no caso do Pyotr Velekiy, nao existe este papo de pedro o grande, nao se traduz nome de navio e detalhizinhos bestas que so avacalham o naval o caso da defensora e do sao paulo foi ironia pura aos tradutores de nome de navio e bla bla bla

  36. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 17:29 #

    Prezados,

    Vídeo que achei no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=VoKCSKIra88

    Mostra inclusive o tal carregamento do canhão.

  37. MO 6 de setembro de 2013 at 17:34 #

    ah esqueci de uma coisa, se eventualmente vc ficar curioso em que explique algo nao compreensivel que escrever, so perguntar, nao ha treta

  38. daltonl 6 de setembro de 2013 at 19:08 #

    “Afinal nos EUA ele seria Peter, the Big ”

    Não MO, seria Peter The Great !!! Mas dá um desconto para nós
    né… :)

  39. MO 6 de setembro de 2013 at 19:25 #

    e u sei Dalton, o big fazia parte do sarro … kkkkk

  40. Jackal975 6 de setembro de 2013 at 19:35 #

    Guizmo disse:
    6 de setembro de 2013 às 16:55

    Sim, sem dúvida, mr. Clancy é o mestre!
    Esse trecho que mencionaste é bem legal também. Enfim, o livro é ótimo. E concordo sobre os outros também, “Caçada…” é bem legal e rendeu um bom filme. Abç.

  41. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 19:59 #

    MO,

    Nesse caso, do Peter “the big” kkkk entendi. Justamente por isso que eu postei, raramente entendo. Mas muito obrigado.

    Jackal,

    Eu tenho os dois filmes que foram inspirados no Clancy: A Soma e o Caçada.

  42. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 20:01 #

    Outra coisa russa que eu piro é nos submarinos classe “Typhoon”. Aquilo é descomunalmente grande.

  43. Corsario137 6 de setembro de 2013 at 20:09 #

    Gente,

    É isso mesmo? Os caras tem salão de jogos, de ginástica, sauna, banheira e até passarinhos dentro do sub?

  44. MO 6 de setembro de 2013 at 20:38 #

    blz 137, tamos ai !

    em tempo = M/T Freja mMersk atracado na ala 3 =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/09/mt-freja-maersk-ozfg2-atracado-na.html

  45. Fernando "Nunão" De Martini 6 de setembro de 2013 at 20:45 #

    MO,

    Se no futuro um novo CVN homenageasse o John McCain, ele seria o “Mac, the big”?

  46. daltonl 6 de setembro de 2013 at 20:50 #

    Verdade Corsário, mas, caso vc não saiba, apenas um permanece em
    serviço, Dmitriy Donskoy usado para testar o novo missil Bulava, para os quais apenas 2 dos 20 silos foram convertidos e o míssil original para ele nem existe mais então o que se diz é que ele em breve também será retirado.

    Os maiores submarino já construídos, mas, tiveram vida muito curta, seria bom se ao menos o Donskoy fiosse preservado.

  47. MO 6 de setembro de 2013 at 20:58 #

    Nein no portal e aqui no blog seria Joao, the Mc Abel brother … rssss

  48. Fernando "Nunão" De Martini 6 de setembro de 2013 at 21:16 #

    Então fica melhor ainda, MO:

    Seria o “Brother, the big”…

  49. Oganza 6 de setembro de 2013 at 22:00 #

    Corsario137,

    os Typhoons eram superlativos em tudo, além da piscina e sala de ginástica, possuía dois cascos, não estou me referindo a cascos duplos não, na verdade eram 2 cilindros construídos lado à lado dentro do casco externo com cada um contendo 1 reator. Esses 2 reatores eram isolados e em caso de falha, toda a tripulação poderia fugir para o outro casco aumentando assim suas chances de sobrevivência.

    no link abaixo, tem algumas fotos da construção de um deles, e da para ver claramente os cascos duplos lado à lado.

    http://www.skitzone.com/2010/photos-of-russian-typhoon-class-nuclear-submarine-construction-process/

  50. Wagner 6 de setembro de 2013 at 22:45 #

    Parabéns a todos pelos comentários, muito bom ver pessoas falando sobre a Rússia sem aquele preconceito, risadinhas hipócritas, ARROGÂNCIA e ódio enrustido que alguns, felizmente não presentes até agora aqui, insistem em colocar no blog…

  51. Guilherme Poggio 6 de setembro de 2013 at 23:51 #

    MO

    Quer dizer que não devemos escrever mais USS George Bush e sim USS George “Arbusto”?

    Outros que também cairiam mal seriam o USS Nova Iorque e o USS Os Sullivans (só para fica em dois exemplos).

    Interessante que eu nunca vi o pessoal tentar traduzir nome de navio japonês.

  52. Corsario137 7 de setembro de 2013 at 0:41 #

    Oganza e Dalton,
    Realmente impressionante. A era dos grandes navios está terminando. Tirando os Naes, grandes por natureza, não veremos mais navios do porte do Typhoon ou do Kirov. Coisas que só foram possíveis pela Guerra Fria.
    Agora fazem essas coisas horrorosas, ditas furtivas.

  53. MO 7 de setembro de 2013 at 0:43 #

    imagina a desgraça que seria DDC, BNS Spirit Saint D 38 …. ja vi varis vezes tradução de nome de navio dar bode, incruzivel gente perder navio por causa disto …

  54. MO 7 de setembro de 2013 at 1:09 #

    Se bem que os LHD, AOE/R , os T-AKE e os T-AO (HJK) + os DDH japonelicos (não os Haruna e os Shirane, aquelas coisasnovas horrivius sao bem grandes tbm, salvo estar se referindo a navio de combate mesmo

  55. Corsario137 7 de setembro de 2013 at 1:09 #

    Wagner,
    Eu nao tenho nada contra material bélico, seja de onde for. Quanto aos russos, acredito então que eles estiveram na dianteira da corrida armamentista em vários quesitos em meados dos anos 80, logo antes do colapso. No entanto, justiça seja feita, os russos perderam muito da sua força, principalmente por dois motivos:
    1. Quase 20 anos de falta de investimentos pesados em P&D devido ao colapso econômico. Enquanto isso o ocidente avançou, principalmente as nações européias com seus programas conjuntos, a India e principalmente a China deram um enorme salto. Em especial no caso chinês eles praticamente deram continuidade ao programa russo em quase todos os aspectos.

    2. A Rússia, ao contrario dos EUA saíram do teatro internacional. Desde o fim da URSS os EUA já lutaram 2 guerras do golfo, 1 no Afeganistão, Kosovo, além de inúmeros outros conflitos de menor intensidade. Isso fez com que os EUA mantivessem ainda muito elevados seus investimentos.

    Também nao podemos desconsiderar a ainda latente incapacidade da Rússia, país que só incorporou as novas ciências ligadas ao capitalismo como o marketing, apenas no final do séc. XX. Os russos não sabem vender, não conseguem entregar e o pós venda é sofrível. Nos dois primeiros itens eles ate melhoraram muito.

  56. Corsario137 7 de setembro de 2013 at 1:13 #

    MO,

    São grandes mas não fazem a gente abrir a boca igual. Dois cascos montados lado a lado? Navio de combate com 30 mil tons? Isso é muito loko!

  57. Mauricio R. 7 de setembro de 2013 at 13:28 #

    Provável desastre ecológico, em gestação no Mediterrâneo!!!

    Vejam o mapa:

    (http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2013/09/med-fleet-deployment-graphic-via.html)

    Se é que russos e americanos possam realmente ir as vias de fato, pela Síria, poderemos ter mto combustível de míssil apodrecendo e poluindo o Mediterrâneo.
    Além é lógico, dos cascos dos respectivos navios.

  58. Jackal975 7 de setembro de 2013 at 22:12 #

    Corsario137 disse:
    6 de setembro de 2013 às 19:59

    O “Caçada…” eu devo ter assistido umas 15 vezes já, Sean Connery estava demais no papel do capitão soviético. De fato, os “Typhoon”, na minha opinião, foram o ápice na categoria de SSBN.
    Curiosidade: o “Tempestade Vermelha” nunca virou filme (acho que nem teria como, dada a complexidade da estória) mas chegou a virar jogo de computador. E mais curioso ainda, isso ocorreu nos anos 80, o jogo rodava em DOS! Uma façanha, eu diria, rsrsrsrs. Abç.

  59. Ivan 8 de setembro de 2013 at 10:43 #

    Notícia importante para da Marinha Russa (RIANOVOST):

    “Russia Puts Submarine Trials on Hold After Bulava Failure”
    http://en.rian.ru/military_news/20130907/183236775.html

    MOSCOW, September 7 (RIA Novosti) – Russia has put trials of two nuclear subs on hold following an unsuccessful launch of a Bulava submarine-launched ballistic missile (SLBM) on Friday, a Russian defense ministry spokesman said on Saturday.

    “The day before, a Bulava SLBM was fired toward the Kura test site in Kamchatka [in Far East] during state trials of the Alexander Nevsky nuclear-powered submarine in the White Sea,” the spokesman told journalists, adding that the rocket experienced a malfunction in one of its systems on the second minute of the flight.

    Saudações,
    Ivan Ivanovich.

  60. daltonl 8 de setembro de 2013 at 11:35 #

    Como os próprios russos admitem, não há alternativa ao Bulava, pois
    os Sinevas embarcados nos velhos SSBNs Deltas não cabem nos silos dos
    novos SSBNs Boreis, então, de uma forma ou outra o problema será solucionado, mas, irá durar um pouco mais para os longamente esperados novos Boreis serem certificados para patrulhas estratégicas.

  61. Wagner 9 de setembro de 2013 at 16:33 #

    OS BULAVA estão dando certo, por algum motivo isolado esse aí não funcionou, mas os testes no Yuri Dolgoruki ano passado deram certo.

    Como o Dalton disse, eles vão solucionar o problema.

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