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N/T ‘Marcílio Dias’ – Entregue o 6o suezmax classe João Candido

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Marcílio Dias, marcilio-dias-trials-set-2015

Em cerimônia rerservada e abafada em parca divulgaçao , o estaleiro Atlântico Sul, em Suape/PE,  entregou no dia 24/09/2015, ao armador Petrobras Transporte SA (Transpetro) – Fronape, Rio de Janeiro, o 6o navio tanque classe João Candido (Classe 56), casco EAS-C-006,, N/T ‘Marcílio Dias‘ (IMO 9453848), de 156.648 dwt,  a 12ª embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

A embarcação teve sua construção iniciada na China e foi transportado para o Brasil pelo Heavy Loader ‘Zhen Hua 29‘, (o terceiro a ser iníciado na China).

marcilio-dias-thiago-vidal

O navio suspenderá com destino a Bacia de Campos, sob o Comando do CLC Pedro ,  aonde realizará  sua  viagem inaugural, onde realizará sua primeira operação de carregamento.

Estranhamos a falta de divulgação desta cerimônia, tão importante como o primeiro navio do Programa de renovação de frota, sendo tão importante como todos os previamente ocorridos.

Sua Oficialidade de recebimento foi:

  • Comandante: CLC Pedro Fabiano Alves Moura
  • Imediato: CCB Lelis
  • Primeiro Piloto: 1ON Olga
  • Segundo Pioto: 2ON Moacir
  • Segundo Piloto: 2ON Wellington
  • Chefe de Máquinas: OSM Paulo Brito
  • 1OM Iraldo
  • 2OM Sandro
  • 2OM Cardoso
  • 2OM Guilherme

Bons mares e viagens tranquilas ao Comandante, Oficiais e Guarnição do N/T Marcílio Dias !!

Fotos: Transpetro e Thiago Vidal

24 COMMENTS

  1. No cais chamavamos isto de “safado é mato e otario é capim’ ,,, cade o GF com suas macaquisses agora, cade as materias de divulgação na mídia … sera que seria (na ótica deles, claro) algo de tão sem importância assim ? ….

    avacalhado escancarado mesmo ….

  2. Guppy
    1o – João Candido
    2o – Zumbi dos Palmares
    3o – Dragão do Mar
    4o – Henrique Dias
    5o – André Rebouças
    6o – Marcilio Dias
    7o – ?
    8o – ?
    9o – ?
    10o – ?

    serão 10 (se não mudarem de idéia)

  3. Ok, MO. Tks. Só espero que tenham corrigido os erros cometidos no João Cândido e os seguintes não sejam tortos, rsrs…
    Abs

  4. Oi Franz

    Nein

    o Celso Furtado é o primeiro desua classe, são Handy´s (48.300 dwt), bem menores e bem diferentes deles

    a classe é:
    Celso Furtado
    Sergio Buarque de Holanda
    Rômulo almeida
    José Alencar

    Todos ja incorporados

  5. não Francio, é para isso que a Peroba esta economizando, saiu mais barato fazer isso nestes tres ultimos que faze los inteiros aqui …

    Construção decascos em um estaleiros e termino em outro, mesmo que em outro pa´s não eh nada de absurdo na construção naval, é relativamente comum

    Mas ai eh que esta, como normalmente naval (não me refiro a vc e sim genericamente) “Sou mais do aviaozinhum, so tenho curiosidade, mas todo mundo da palpite”

    Serve uma boa colcação a ser debatido: Foi ventilado a quatro ventos sobre nossa construção aval, ta e ai, se é tão boa assim, pq isso, por causa dos preços, sim, ok, resposta pleanamente plausivel, mas do mesmo jeito, pq tudo parou, so encomendas estatais … pq não ha ecxportação, pq não haq linha de produção … fizeram uma balela danada, muitos desavisados acreditaram (lembra do aqui memso famoso “temos tecnologia para isso, Fazemos aqui aquilo” e tals ….” = E agora mané o que irão dizer la em casa

    Deveriamos refletir, cade os que criticam e acam um absurdo o tal complexo de vira latas … embase agora pq nao somos e agimos como vira latas ….

    no fim, aplicação pratica de “Causa e consequência”

  6. Ei Mo, vi uma notícia num site francês q tem a ver com aquele seu post sobre aths serem usados como OPV, a tal de bourbon offshore, q tem apenas 503 navios, diante da atual crise na indústria do petróleo irá se desfazer de 35 deles… Operam vários UT722, feitos até made in brazil… Será q é a hora, a grande chance q a MB esperava? O Cm Moura neto certa vez disse q se procurava uma boa oportunidade no mercado de se renovar as forças distritais…
    Será q vai ser agora?

  7. Caro MO, não entendi nada do que vc escreveu, não estão fazendo o casco fora, pagando 3X mais, justamente porque construíram o João Cândido todo torto? Não é a constatação de que o estaleiro nacional não tem capacidade técnica para construir navio, só para acabá-lo?

  8. o caso do João Candido foi específico, o (um) estaleiro a época sem mão de obra especializada, os outros dois também foram mais caros que os tres iniciados lá, custo Brasil, mao de obra, fabricação e afins, feio metade la, trazendo pra ca e terminando aqui, saiu mais barato que ele feito todo aqui

    Mas isso ja se da uma boa ideia de nossa construção naval e afins

  9. MO,

    perfeito em todos os comments.

    Falamos e fomos todos achincalhados nos últimos anos…

    “O tempo, sempre ele, o Sr. de todas as verdades”. Como sempre cançou de dizer o meu caro Juarez.

    Então meus caros, aprendam:

    – Se vc’s ouvirem que “que vamos fabricar” no Brasil, podem começar a coçar a pulga atrás da orelha. E se não coçar, trate de arranjar uma para coçar ou vc’s estarão sendo estúpidos.

    Simples Assim.

    Grande Abraço.

  10. eu em verdade fui em um ponto um pouquinho mais fundo, o naval sempre foi a lata de lixo dos pseudos entusiastas, sembre achei “maquetistas” e entusiastas meio bobinhos estarem perdidos por aqui e sem vontade nenhuma de quererem saber algo para agregar e sim soltar asneira sem pé nem cabeça e nem para acompanhar, foi mais um savo cheio de ver tanta asneira coletiva (o post do Mistral foi a gota) e foi uma tentativa de desbafar aqui o pessoal encantadinho …. enfim, a classe Celso Furtado, citado pelo Franz foi construidos 4 apenas, ja fizemos classes de UM navio apenas, exportação ? literalmente o gringo mal sabe que fazemos e sempre aquele gogoh do goverto e um monte de tonto para acreditar (lembra que alguem falou que temos os planos dos amazonas … então tá … faz la)

    Meio cheio de gente que chama navio de barco e afins …

    Estou entregando os pontos …. ou ficando velho

    o nao nada do USNS “Chesty” Lewis B. Puller” foi a confirmação de que sou um tapado mesmo, pois para dividir, ja fui até arrastado pro cais …fotografar … obrigado por nada e nao me refiro so ao PN não …

  11. Eric os tres deles feitos aqui, originalmenteda Delba são o Yvan Barreto, o Genoisio Barroso e o Haroldo Ramos, sao UT 722 e não UT 722L (sao dos brasileiros os mais fraquinhos em equipamentos e maquinário)

    Eu particularmente gosto desta classe, em caso de venda acredito seriamente em preço muito bom para aquisição, mas ja fazemos aqui classes superiores a esta, poderia ser verificado isto tambem

    veja: (Pena que a mudança de servidos perdeu TODAS as fotos da matéria e tive virus no meu PC perdi as minhas fotos)

    http://www.naval.com.br/blog/2012/09/29/a-bordo-do-rei-dos-mares-%E2%80%93-sua-majestade-o-ahts/

  12. Por que MO tá chateado? Sobre essa classe de petroleiros, a Petrobras só comprou esses seis mesmo? Outros navios de grande porte para uso mercante ou militar foram fabricados recentemente?
    Diziam que não havia mais estaleiros no Brasil.
    Foram retomadas as atividades, mas ao que parece houve problemas. Alguém aí pode nos situar?

  13. “A política é o custo da oportunidade. Podemos comprar navios coreanos, estradas, não. O que resolvemos fazer: navios. Deu no que deu.”

    Marcos Lisboa, economista e professor do Insper.

  14. A classe citada foram 10 encomendados, nenhum comprado (aquisição)

    Estaleiros, sempre houve, encomndas que é bom quase nada

    Houveram muitas encomendas no setor de off shore, muitos foram montados aqui, mas aparentemente deu tudo para tras por causa da crise da Peroba (Petrobras)

    Sob certo ponto de vista (metaforicament) montasmos uma fabrica de chocolate quente no deserto do Acre …

  15. Tenhamos em mente que uma coisa é, ou foi, a política corrupta e atabalhoada do governo petista para reabilitar a indústria naval, outra coisa é solapá-la em detrimento a encomendas externas, porque são mais enconta.

    É claro que os custos de produção são uns dos fatores a serem levados em consideração, acontece que devemos trabalhar para aprimorar estes custos por conta da grande carga tributária e trabalhista, mas acredito que o principal problema está vinculado a corrupção e a má gestão destes projetos e é nisto que devemos focar, melhorar a governança.

    Não devemos e não podemos deixar que possamos retroagir a década de 1990, quando a indústria naval foi pulverizada.

    É o que penso.

  16. Wellington,
    Muito pelo contrário. O que há é incompetência total e absoluta. Não conheço o Atlântico Sul, mas conheço alguns estaleiros. Quando fiz meu primeiro estágio em 1993, me impressionei negativamente com os métodos pré-históricos de fabricação, mesmo comparado com o nível da nossa indústria que já é defasada. De lá pra cá, não vi mudança nenhuma. O mesmo equipamento, os mesmos processos. Maçarico numa mão e planta na outra.

    Sou absolutamente contra se usar dinheiro dos pagadores de impostos para alimentar incompetência. Dá pra ter indústria naval, até dá. Primeiro, é necessário um parceiro tecnológico sério e um investidor que construa um estaleiro competitivo a nível internacional. Até aceito um valor um pouco maior por isso.

    Não é o caso. Se paga o triplo por navios de baixa qualidade e atrasados. Depois de bilhões de reais desperdiçados do erário, a indústria naval está onde ela começou, no chão.

  17. Senhores Comentaristas,
    Lamento informar que a indústria brasileira acabou. De nada adiantou o protecionismo estatal, o que pelo contrário contribui para a obsolescência. Quanto mais se tomam medidas protetivas, mais o empresário se acomoda e não investe.
    Até sou favorável a proteções temporárias para evitar dumping, mas quando essas proteções de perpetuam, geram a situação atual. O Brasil está praticamente no mesmo nível do pós-guerra.
    Falta ao Brasil:
    1) Um governo sério
    2) Regras claras, justas e cumpridas (o incentivo fiscal aos produtos eletrônicos foi revogado meses após ser estendido por decreto)
    3) Investimento em tecnologia (quaisquer benesses estatais devem estar atreladas a investimento tecnológico e não geração de emprego que é passageira)
    4) Investimento em capacitação (a produtividade do trabalhador brasileiro é ridícula, Pronatec é uma piada)

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