Home Marinha do Brasil NPaOc ‘Apa’ participará de exercício na costa da África

NPaOc ‘Apa’ participará de exercício na costa da África

3748
1

O Navio Patrulha Oceânico “APA” (NPaOcApa), da Marinha do Brasil, partiu, no dia 20 de fevereiro, da Base Naval do Rio de Janeiro para participar do exercício “Obangame Express/2017”, que envolve militares de países da África, Europa e América. O objetivo do treinamento é capacitar os países participantes em prover a segurança marítima da área do Golfo da Guiné contra as ações de pirataria, tráfico de drogas e armas, sequestro, pesca ilegal e outros ilícitos praticados na região.

Nessa operação, que ocorre todos os anos, o “APA” atuará no litoral de Angola, Congo e República Democrática do Congo. Na “Obangame Express/2017”, embarcarão no navio 12 militares de diversas marinhas, com o intuito de estreitar laços e comparar procedimentos.

A operação, que ocorrerá até 31 de março, irá exercitar e avaliar a interoperabilidade regional, a sua relação multinacional de comando e controle e a proficiência marítima dos países africanos com seus parceiros regionais do Golfo da Guiné, em conjunto com os norte-americanos, europeus e sul-americanos. Durante o exercício, vão ocorrer operações de interdição marítima, técnicas de abordagem e a realização de treinamentos médico, meteorológico e com armamento com os grupos de abordagem dos países africanos participantes.

Durante a comissão, o navio fará visita operativa e representativa aos portos de Luanda (Angola), Douala (Camarões), Accra (Gana), Walvis Bay (Namíbia), São Tomé (São Tomé e Príncipe) e Dakar (Senegal).

Na edição de 2017, participarão os seguintes países: da África: África do Sul, Angola, Benin, Cabo Verde, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiné Bissau, Guiné, Nigéria, Libéria, Marrocos, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa e Togo; da Europa: Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Noruega, Portugal, Reino Unido e Turquia; e da América: Brasil, Canadá e Estados Unidos.

FONTE: MB

1 COMMENT

  1. Não que faça muita diferença…mas…comentando em cima de alguns comentários do “face”…
    .
    – a classe “Amazonas” não possui hangar…pode receber helicópteros de porte médio e mesmo
    reabastece-los, mas, operar efetivamente é outra coisa e não há helicópteros “sobrando” na
    marinha, então, uma fragata que é a plataforma adequada para tais helicópteros poderia
    ficar sem nenhum.
    .
    – como o texto explica o exercício em questão visa à segurança marítima do Golfo da Guiné
    contra “piratas” , etc…nenhuma necessidade de se enviar uma fragata para tal missão…já para o Líbano que encontra-se muito mais distante e exige mais pessoal, um navio maior como
    uma fragata classe ” Niterói” é melhor indicada até para funcionar como navio capitânia da
    força internacional.
    .
    O Brasil Não possui uma guarda costeira…já houve inúmeras “conversas” à respeito, mas, nada de prático aconteceu até porque a marinha gostaria que seu já minguado orçamento não
    fosse diminuído…o ideal seria que uma futura guarda costeira tivesse recursos próprios…mas
    se houvesse uma com certeza os navios classe “Amazonas” fariam parte dela.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here