NDCC ‘Garcia D´Avila’ – G 29, aberto à visitação pública em Santos

NDCC ‘Garcia D´Avila’ – G 29, aberto à visitação pública em Santos

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Participando das comemorações da Batalha Naval do Riachuelo (11/06), atracou na manhã do dia  07/06/2017 no cais de Outeirinhos 1, na Mortona, aonde se localiza a Capitânia dos Portos do Estado de São Paulo (CPSP), o NDCC (Navio de Desembarque de Carros de Combate, uma embarcação de assalto anfíbio ) ‘Garcia D´Avila‘ – G 29.

A embarcação permanecerá aberta a visitação pública com entrada franca entre os dias 9 e 11 de junho, entre 14 e 17 h.

Para ver / saber mais:

Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes, Roberto Smera

14 COMMENTS

  1. Uma pergunta de um amante da Marinha. Porque na cidade do Rio, base do Primeiro Distrito Naval não há uma frequência de visitação aos navios da esquadra? Vejo isso acontecer com certa frequência em outras cidades, em Santos isso acontece muito, mas porque na base da esquadra, na capital fluminense, os cariocas não têm acesso aos navios? Poderiam fazer uma escala, abrindo os vários tipos de navios na Praça Mauá, ao lado do Museu do Amanhã. Seria uma atração e tanto para os admiradores das Forças Armadas, em especial a Marinha?

  2. O Brasil não tem capacidade para produzir uma embarcação desse tipo?
    Temos varias siderúrgicas no país, com certeza algumas produzem o tipo de aço adequado para construção naval.
    Motores e outros equipamentos podem ser importados

  3. gostaria de que tivesse visitaçao de navios em belo horizonte tbem,,,,, sera que NUNCA veem aqui porque ? em bh nem traficante tem.

  4. Só porque o Ocean a provável chegada, não vejo motivos para que o mesmo seja descomissionado.
    Ele se encontra em condições de mais 15 ou 20 anos continuar a bem servir a nossa Marinha.

  5. Se de fato o “Ocean” for adquirido o mesmo deverá ocupar o lugar do “Mattoso Maia” que encontra-se parado pelo menos desde 2012 e tendo sido comissionado na US Navy em
    agosto de 1970 significa também que dentro de dois meses completará 47 anos !
    .
    O “Ocean” se adquirido, eventualmente substituiria também o “Almirante Saboia” que
    completou 50 anos mês passado, desde que foi incorporado à Frota Auxiliar da Royal Navy
    em 1967.

  6. Lendo agora o comentário do Hildeliano de fato é irônico que justamente onde se tem uma maior concentração de navios é onde o público tem menos acesso a eles e isso me parece ser prática normal não apenas aqui no Brasil.
    .
    Obviamente não se pode liberar para o público uma base naval e os navios normalmente em
    uma estão passando por manutenções, não necessariamente apenas os que se encontram
    no AMRJ, ou estão preparando-se para zarpar não sendo prático reboca-los até o pier da
    Praça Mauá por exemplo.
    .
    Felizes então os portos onde navios em treinamento ou em missão farão escala e normalmente serão abertos à visitação pública, mas, normalmente completado o treinamento
    ou missão o navio normalmente retorna à base evitando assim uma série de medidas como
    segurança para ser aberto ao público.
    .
    Nunca tive a felicidade de ao visitar o Rio de Janeiro poder visitar um navio da marinha e
    sim em outros Estados.

  7. Obrigado Dalton pelo esclarecimento. Passo muitas vezes pela Ponte Rio-Niterói e lá do alto fico apreciando rapidamente, os navios ancorados na Base naval de Mocanguê, em Niterói. Um dos navios que chamam atenção, quando ancorados nela, é o Bahia, recém incorporado da França. Um belo e grande navio.

    Quanto a comentários que fogem os assuntos aqui tratado, de cunho naval, acho dispensáveis e inoportunos, já que os assuntos são sempre sobre equipamentos, forças etc….Grande abraço à todos os participantes!

  8. Hildeliano…
    .
    só uma pequena correção no sentido de ajudar e há muitos que fazem essa mesma confusão…os navios que você citou estão atracados e não ancorados ou seja eles não fazem uso da ancora justamente porque estão presos ao pier, atracadouro, enfim.
    .
    abraços

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