O novo porta-aviões do Reino Unido, HMS Queen Elizabeth, foi fotografado navegando ao lado de navios de guerra dos EUA durante o exercício militar Saxon Warrior na costa da Escócia.

O maior navio de guerra da Grã-Bretanha encontrou-se com o grupo de ataque de porta-aviões dos EUA no exercício, enquanto continua os testes de mar que começaram em junho.

O HMS Queen Elizabeth de £ 3 bilhões foi fotografado ao lado do HMS Westminster, HMS Iron Duke, HNoMS Helge Ingstad, da Noruega, USS Donald Cook, USS Philippine Sea e USS George HW Bush.

Mais de 60 marinheiros da Royal Navy e Royal Marines estão a bordo do USS George H.W. Bush, aperfeiçoando suas habilidades na operação de porta-aviões antes da entrada em serviço do HMS Queen Elizabeth.

Durante o exercício, a equipe do Reino Unido tem trabalhado com seus homólogos americanos para combater uma série de ameaças simuladas de forças inimigas, usando todos os ativos de ar, superfície e submarinos de todo o grupo de tarefa.

FONTEwww.dailymail.co.uk / FOTOS: British Ministry of Defence

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Wellington GóesAlexandre GalanteEdson arabesergio ribamar ferreiraJ.Silva Recent comment authors
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camargoer
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Olá a todos
Comparando o tamanho do Q.E. com o G.B. nos ajuda a dimensionar o tamanho do navio.
É realmente grande… parabéns aos ingleses.
O que é mais legal é deixar para trás esse desenho básico de porta-aviões da guerra-fria.

Bavaria Lion
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O NAe mais inovador até então construído. Porém, se a orquinha não funcionar a contento, vão ter que retomar a produção do Harrier…
Mas é um senhor anfíbiozão. Vamos ver a estratégia de deixá-lo mais lento (25 knots) do que os NAes convencionais vai permitir todos os vetores operarem em bloco.

Bardini
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Bardini

“O NAe mais inovador até então construído.”
.
Fala sério…

_RJ_
Visitante
_RJ_

O Queen Elizabeth tem porte para STOBAR (já que poderiam decidir por CATOBAR ao longo do desenvolvimento) mas está pensado em operar STOVL. Será que no futuro um F-35C poderia operar como opção STOBAR para este NAe? Valeria a pena desenvolver essa capacidade (tanto no navio como na aeronave) para aproveitar o comprimento do navio e decolar com mais carga que um F-35B?

Rodrigo Tavares
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Rodrigo Tavares

Maravilha esse Nae

E o mesmo USS Donald Cook daquele “incidente” com o Su-24

Bavaria Lion
Visitante

Bardini

Falo. Na minha opinião é. O Enterprise é o primeiro nuclear, ok, mas não tem a capacidade anfíbia que o Queen Elizabeth tem. Pode ser também uma questão de gosto. Eu sei que, para mim, o conceito do QE é muito inovador e ousado (AWACS em Helicoptero…), e com o f-35b operando bem, ele será um verdadeiro leviatã.

Estive pesquisando sobre o scorpene e vi que você é grande admirador do submarino.
Pra mim, uma coisa que é comprada e passa 8 (e contando) sem puder submergir é lixo (caso dos scorpenes malaios). Mas há quem goste.

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

qe anfíbio?
f-35c no qe?
uma aeronave stovl não demanda wod em todas as ocasiões.
o f-35b decola por ski ramp com 450 pés de rolagem e 550 sem ski ramp (pense num lha-6), mas não sei com que payload.
um nae precisa, necessariamente, de aew, por asa fixa ou rotativa. parece que o jsf pode emular uma aew assim como uma ea. a orquinha é a verdadeira revolução.
o arranjo em duas ilhas é inédito mas polêmico. o grande convôo é vantajoso, sem locked spots.

Bardini
Visitante
Bardini

Bavaria Lion, que capacidade anfíbia que o Queen Elizabeth tem?
Essa “capacidade anfíbia” aí, eu chamo de falta de dinheiro para operar como PA.
“AWACS em Helicoptero” é inovador?
Até os russos tem aeronave capaz de fazer isso, há décadas…
.
Sobre ser grande “admirador” do Scorpène… Pelo jeito, você não entendeu lhufas do que eu penso a respeito do Scorpène. Você também não entendeu lhufas do que aconteceu com os Scorpènes da Malásia, pelo jeito.

Dalton
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Dalton

Não vejo nada “inovador” no “QE”…o que ocorre é que as duas chaminés são muito espaçadas então aproveitou-se para embutir cada uma em uma super estrutura ou “ilha”…basta ver o que ocorreu com a classe “Invincible” também com duas chaminés espaçadas só que como eram navios bem menores com menos espaço abaixo do convés de voo utilizou-se o espaço entre as chaminés criando-se uma super estrutura longa que “roubava” espaço do convés de voo. . Quanto à “capacidade anfíbia” a dura realidade é que a Royal Navy não tem dinheiro para operar uma ala aérea nos moldes da US Navy… Read more »

Cristiano Amante
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Cristiano Amante

Esse porta-aviões foi uma das maiores m..das que a Royal Navy já fez. Todo o conceito de porta-aviões stovl era para usar navios pequenos e baratos. Agora construiram um PA quase do tamanho de um PA americano para usar somente o F-35B. Se tivessem optado por um PA catobar poderia usar o F-35C e se esse não desse certo ainda poderiam usar o F-18, o Rafale e quem sabe uma versão navalizada do Eurofighter ou do Gripen. Agora é F-35B ou vira Porta-Helicópteros.

camargoer
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Ora vejam só… “orquinha”, “lixo”, “m….”
Surpreende o entusiasmo técnico dos comentários.

Gustavo
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Gustavo

O F-35B não está conseguindo decolar com capacidade máxima de carga em testes? Procede? Eu vejo o B como um “fiasco” entre a família -35 pelo maior peso, menor carga e maior custo de manutenção e operação em relação aos seus irmão A e C, deveriam ter optado pelo C e arrumado o QE para CATOBAR. Tecnologia não faltava para eles fazerem isso.
Mas que o QE ficou bonito, isso não se pode negar, só precisamos ignorar aquele skyjump horrível, o resto é lindo.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Gustavo, o caso é que se o F-35 for superior em performance ao Sea Harrier FRS.2 e aos AV-8C, ele já é um sucesso. E eu também acho que um navio desse porte deveria ter sido CATOBAR, mas quando o próprio Defense Review deles resolveu fazer isso, os trabalhos já estavam avançados demais para retornarem ao projeto CATOBAR, já que aumentaria os custos de maneira exorbitante, então decidiu-se por mantê-lo na forma atual. Fazer isso com o segundo navio implicaria na operação de uma frota mista de F-35B’s e F-35C’s, ou seja, ainda mais custos devido à falta de comunalidade… Read more »

Bavaria Lion
Visitante

Dalton Eu sou da opinião que logo logo, mesmo para a Marinha dos EUA, os modelos de NAe pesado CATOBAR não serão operáveis em um futuro próximo. Daí a tendência de “NAes anfíbios”, como o Cavour, Juan Carlos I e a classe Wasp, por exemplo. Neste ínterim, eu credito inovação, porque dentro dessa “nova” filosofia, o QE é o maior deles, o mais rápido e o que tem maior capacidade de combate. Um exemplo claro é comparar o QE com o charles de gaulle. Unitariamente, os dois têm o mesmo preço (embora se atualizar as cifras do CDG, provavelmente você… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

Eu diria que dependeria muito do teatro de operações para se dizer que o QE entrega mais do que o CDG.

Bavaria Lion
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Leandro Claro que em uma hipótese de combate entre duas forças tarefas de NAes (tipo a força tarefa francesa x inglesa, por exemplo, com todas as escoltas padrão que o envolvimento exigiria), o CDG levaria algumas vantagens, pelo fato de ser mais rápido e de ter restringido o seu abastecimento a víveres, municiáveis e manutenção, por ser nuclear. Porém o QE não seria todo desvantagem, uma vez que tem poder maior, por transportar mais aeronaves e ter mais armamento orgânico. Mas analisando a missão dos NAes hoje no mundo, qual a demanda? Ficar ancorado ou movimentando-se em setor, lançar aeronaves… Read more »

Dalton
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Dalton

Bavaria… . depende do que você considera “futuro próximo” pois o último NAe da classe “Nimitz”deverá permanecer em serviço até 2059 e pelo menos três “”Fords” serão construídos ! . NAes e “navios anfíbios” são coisas completamente diferentes e nenhum dos últimos atende às necessidades da US Navy e não se trata apenas da quantidade de aeronaves, mas, a capacidade de gerar surtidas graças a uma impressionante capacidade de estocar combustível armas e peças de reposição para às aeronaves. . Essa” tendência” que você enxerga é apenas porque as demais nações simplesmente não tem recursos para investir em grandes NAes… Read more »

Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

Gostaria de ter essa m….. aqui na MB!!!

Dalton
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Dalton

Bavaria…
.
lendo sua resposta ao Leandro…que “armamento orgânico” superior ao do “CdG”o “QE” tem ?
.
O “CdG” conta com 32 silos verticais para “Aster 15”.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Bavaria, não esqueça do crescente poderio naval Chinês, cujos planos incluem NAes CATOBAR, inclusive com foto de um J-11 já equipado com trem de pouso com previsão de hold back bar para operação em catapultas. O maior número de de surtidas é a velocidade com que o grupo aéreo é colocado em vôo é por si só, um fator determinante, como o Dalton falou. Sem contar com a maior flexibilidade de utilização de meios de funções variadas como AWACS de capacidades infinitamente maiores, garantindo um controle de teatro de operações muito superior, ou seja maior inteligência com dados em tempo… Read more »

Bavaria Lion
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Dalton Segundo a wiki em inglês: CDG: 4 × 8 cell A-43 Sylver launchers carrying the MBDA Aster 15 surface-to-air missile. 2 × 6 cell Sadral launchers carrying Mistral short range missiles 8 × Giat 20F2 20 mm cannons. QE: “While her air wing will, for all intents and purposes, represent her primary “armament”, the warship will also be outfitted with base defensive-minded systems to protect her from incoming aerial threats. This will include 2 x 20mm Phalanx Close-In Weapon Systems (CIWSs) and support for Aster surface-to-air missiles through launcher installations. There are plans to include several 30mm autocannon mounts… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

Bom notar que por ‘suicide craft’ eles não querem dizer aviões, mas sim pequenos barcos como na situação do USS Cole.

Juliano Bitencourt
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Juliano Bitencourt

Uma visão poderosa, com certeza. Se o Brasil for bem sucedido em miniaturizar um reator nuclear para um subnuc, poderíamos em tese comprar o projeto do CDG e colocarmos nosso próprio reator, não?

Bardini
Visitante
Bardini

A MB dificilmente conseguirá tocar o empreendimento de adquirir um NAe novo, imagina se for um NAe nuclear…

Bavaria Lion
Visitante

Dalton sobre o coment 9 de agosto de 2017 at 11:35 Eu chamo de inovação não porque seja a melhor maneira absoluta de fazer a guerra, mas, por ser uma adaptação de uma maneira de fazer a guerra dentro das realidades das outras nações da OTAN e do mundo, e, no caso, do Reino Unido. Sem dúvida é melhor ter 2 QE do que apenas 1 CDG. Quanto a capacidade, os próprios Nimitz estão demorando um pouco mais nas operações de Refuel (aumento em média de 1 ano), ou seja, o peso do custo pesa invariavelmente a todos. Claro que… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

A Marine Nationale opera de forma diferente…
A França tem de ter, por conta de seu posicionamento político, uma força capaz de operar por conta própria e longe de casa. Com apenas um CVN e três LHDs, a Marine Nationale é mais capaz que a Royal Navy, que é bem mais dependente do cobertor do US Navy.

_RR_
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_RR_

Bavaria Lion ( 9 de agosto de 2017 at 11:06 ); . Apenas complementando o que o Dalton já disse: . Os americanos vem conduzindo testes com novas catapultas eletromagnéticas já tem um tempo. E ao que me consta, os vasos posteriores da nova classe ‘Gerald Ford’ necessariamente serão equipados com esse artifício. . Daí que, considerando uns 50 anos de serviço para essa nova classe, o conceito de CATOBAR está garantido na USN pelo menos até a década de 2070!!! . Mesmo os chineses planejam ter porta-aviões com sistemas CATOBAR, haja visto as vantagens desse método. Planejam ter ao… Read more »

Alex Barreto Cypriano
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Alex Barreto Cypriano

nae é nae, anfíbio é anfíbio, mesmo os aviation centric operation. cada um deles tem um arranjo interno específico e capacidades muito diferentes. um nae tem enormes paióis, oficinas; um anfíbio tem que ter alojamentos pra tropa e conectores adequados.
um bpe não é porta-aviões, nem um lha, um lhd, um lph, um bpc; inútil comparar apenas por ter convôo.
mas sei lá, nesta época de transgenerismo, vai que o lha acha que é nae…

Dalton
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Dalton

Bavaria… . houve de fato um ligeiro aumento, não um ano, no prazo para se terminar a modernização de meia vida e reabastecimento dos NAes da US Navy…4 anos tem sido a norma e já faz tempo, apenas o próprio USS Nimitz teve tal modernização completada em 3 anos, e isso se deve à novos equipamentos que vem surgindo e também ao excessivo uso dos NAes que tem desconcertado os engenheiros em Newport News com os problemas decorrentes disso. . No mais um “QE” não serve para à US Navy, porém, trará para os britânicos e para à OTAN uma… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Poderiam ter construído apenas um NAe CATOBAR de 65.000 tons e o resto dos 7 bilhões de libras, poderiam ter colocado em um ou dois LHDs.
Aeronaves, a RAF poderia substituir gradativamente seus Tornados por Super Hornets e Growlers, para operar tanto embarcado como a partir de suas bases em terra.

Ivan
Visitante
Ivan

Em uma Europa perfeita e unida não haveria tantos tipos diferentes de ‘porta aviões’, fragatas, caças delta-canard bimotores, MBTs (Main Battle Tank), fuzis entre outras tantas diferenças.
.
Um NAe CATOBAR de 65.000 toneladas para a Inglaterra e outro para França, com propulsão nuclear é claro.
Um par de LHDs de 25.000 ou 30.000 toneladas para a Inglaterra e um trio para a França.
.
Só para começar.
.
Mas não é assim.
.
Abç.,
Ivan.

Juarez
Visitante
Juarez

Porque os”jacks” não fizeram um Nae Catobar?????????????? Porque durante o andar da carruagem, ou melhor da construção, eles foram para o bico do lápis e rovavelemnte viram que para manter as operações áera full no convoo, com uma anv pesada como o F35 C saindo full payload, eles precisariam fazer uns 30kts e manter, bom , 30 kts num navio de quase setenta mil tons seria preciso empilhar turbinas MT 30 e colocar toda a frota de tanqueiros do lado dele full gas, ou seja , inviável, e ainda nem coloquei na conta o gasto com combustível para gerar os… Read more »

Bavaria Lion
Visitante

Caros Na padaria, cada QE saiu ao preço de um CDG. Mas como diz o grande Juarez, ter é diferente de operar. Com certeza o custo de operação do QE é menor, bem como as manutenções devem ser menos espaçadas e menores em relação ao CDG. Cada um sabe onde o sapato aperta. Outra coisa a ser levada em consideração é que o F-35B é um game changer. E no horizonte atual, mesmo com todos os problemas (o software tranche 3b parece uma colcha de retalhos de gambiarras), acredito que ele será operacional, furtivo satisfatoriamente e capaz de atacar sorrateiramente… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Bavaria Lion, não faço ideia da conta que você fez para dizer que um “CDG” na época custou o mesmo que um “QE”. O “CDG” já deu muita dor de cabeça aos franceses. . Isso foi o que o PROSUB custou quando assinaram o contrato:?cb=1252587448 . Hoje deve estar custando bem mais, devido a palhaçada do Governo em não honrar a dívida que adquiriu e manter o cronograma no prazo. Dinheiro jogado no lixo a cada tic-tac. . Ruim com esses submarinos em construção? Pior sem eles! “ahh, mas com o dinheiro gasto nesses submarinos, poderíamos ter reequipado toda a… Read more »

Bavaria Lion
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Bardini Os custos eu tirei da wikipedia em inglês; Não, esse prosub é o marco fim da marinha do brasil. Qualquer coisa a partir desse prosub é reconstrução. Não é admissível que se compre o scorpene mais caro do mundo e este ainda venha sem sistema AIP (o mais caro e ao mesmo tempo o pior); Não vou nem falar do scorpene. As voltas a partir de 45º no chile já falam por si só, ou os 8 anos (e contando) do insubmersível malaio. NAe catobar está totalmente fora de cogitação. Só rola “NAe anfíbio” no máximo do porte do… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

F-35B custaria quanto para a MB comprar, estabelecer logística, treinar pessoal, adquirir armamento? U$ 123 milhões?
Koreano não faz milagre, se fizesse a MB já teria pegado a fila para ter o seu também.
“NAe anfíbio ou LPD”, vulgo A-13 Jabuticaba.
CATOBAR no futuro: EUA, China, França e Índia. Rússia ainda não se sabe ao certo. Brasil corre por fora.
Scorpène lixo blablabla… Desisto.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa
Bardini
Visitante
Bardini

Aliás, é engraçado quando se tem uma sensação de “déjà vu” por já ter tido conversa semelhante com comentarista de nick diferente.
Tinha um tal de “ivany” que tinha basicamente as mesmas opiniões que você, “Bavaria Lion”. Até o seu nick combina, já que ele idolatrava tudo que vinha daqueles lados da Bavaria… Até chamava o F-35B de “orquinha”! Insistia em argumentos dedcabidos contra o Scorpène, basicamente a mesma ladainha que a sua.

Guizmo
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Guizmo

kkkkkkkkk

helio
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helio

Amigos, Bom dia! Não vejo nenhuma inovação no QE, a não ser as duas ilhas….. O que enxergo, e isso foi muito em explicado pelos colegas acima, é que a Royal Navy fez algumas adaptações em face da carência de recursos e baixa de meios, como HMS Ocean. Assim, a “capacidade anfíbia” é um “jeitinho”, não algo projetado desde o primeiro conceito. Também concordo que, pelo porte do navio, seria melhor ter catapultas e cabos de parada, o que lhe daria mais flexibilidade num futuro, embora bote fé que o F-35 não será um fiasco uma vez que o Tio… Read more »

helio
Visitante
helio

Bardini, bela análise (Bardini 9 de agosto de 2017 at 23:46 ).

Eu acho que. com vontade política tudo se resolve, mas essa palavra *política*, no nosso País, …. bom deixa para lá que eu nunca fui bloqueado pela moderação.

Eu tenho uma Marinha dos sonhos (quem, entendendo um pouquinho de defesa não tem?) e uma Marinha realista na minha cabeça. Na realista, o caminho serão os submarinos, até porque, como você bem disse, o contrato foi muito bem amarrado e os nossos *representantes* não podem cancelar o mesmo.

Bavaria Lion
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Bardini Argumentos descabidos quem sempre utiliza e utilizou por aqui foi você. É simples. Tanto quanto defender um NAe CATOBAR para uma marinha que acabou. Além de uma falta de respeito. Também nem falei com você, mas respondi seu comentário por educação. Mas divirta-se aí com o seu NAe Maionese com duas catapultas eletronucleares, que lançarão de caças a onibus espacial. Pra mim, ladainha é isso. Leandro Até ano passado tinham imagens do insubmersível docado, e a maioria das fontes dizia que ele estava assim desde que entregue em 2009. Vários links do defensenews e jane’s. Eu, particularmente, confio mais… Read more »

Bavaria Lion
Visitante

Bardini Por ultimo, que não tinha visto seu comentário anterior, eu sou o Ivany Junior, e tinha me afastado da trilogia até por gente como você, que vinha encher o saco em meus contatos profissionais/pessoais por opiniões que exprimi aqui… inclusive um “suposto oficial” que me mandava “tomar cuidado” pelas minhas “declarações” sobre o referido insubmarino. Não estou usando esse nick por medo de ninguem, aliás, respondi aos emails “ameaçadores” com meu endereço, e possíveis lugares onde estaria para que o suposto ameaçador pudesse me encontrar e, efetivamente, efetivar suas “ameaças”. Nunca mais recebi email. Só estou dizendo que sou… Read more »

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Poste as fontes. Eu gostaria de ler, sinceramente.

Bavaria Lion
Visitante

Leandro, em outras conversas ano passado eu apresentei os links tanto do tempo de inatividade do vaso quanto do valor de reparo cobrado pela dcns para pô-lo em funcionamento (algo em torno de 300 milhões a época). Infelizmente, tal como a declaração do Cel. John Jumper sobre o Typhoon (“Eu voei todas as aeronaves da USAF, nenhuma é melhor que o Typhoon” em tradução livre) as notícias foram magicamente apagadas dos principais portais de defesa do mundo (talvez a pedido do MoD local, e demais agentes envolvidos). Bem a repercussão existiu e foi real, o próprio naval noticiou (naval.com.br/blog/2010/02/11/scorpene-da-malasia-e-incapaz-de-mergulhar/ (tiro… Read more »

_RR_
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_RR_

Bavaria Lion ( 10 de agosto de 2017 at 1:35 ); . No meu entender, um submarino com AIP somente faz sentido diante de duas situações: (a) um vaso destinado a mares fechados, onde o espaço limita a ação, e (b) vasos que sejam verdadeiramente grandes ( algo acima das 4000 toneladas ). . É inegável que o AIP ocupa considerável espaço, resultando em perda de espaço que poderia ser ocupado por baterias e combustível; e o AIP não necessariamente compensa o alcance que seria perdido, posto não ser capaz de propiciar o mesmo rendimento de um sistema convencional de… Read more »

Bavaria Lion
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_RR_ Eu acredito que o incremento no endurance sem snorkel é um ganho fundamental, principalmente em se operando no brasil, com uma costa desse tamanho. Tudo que aumenta o endurance por aqui é válido, e, na minha opinião, absolutamente essencial, daí o fato de eu nunca ter sido contra um subnuc pro brasil (embora totalmente contra como esse que virá foi projetado e comprado). Se o MESMA necessita de 8.3 metros a mais de area construida na nave, se ele sozinho pesa 305 toneladas, e, se custa sozinho entre 60-80 milhões de euros (tanto que a india decidiu desenvolver um… Read more »

Bavaria Lion
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_RR_

Só um adendo, o recorde de endurance sem snorkel, com sistema de AIP fuell cells Siemens é de um U-214 sul coreano (18 dias, salvo engano, tem matéria aqui no naval). Esse endurance que você falou aí, acredito que só subnuc pode fazer mesmo.

Saudações.

_RR_
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_RR_

Bavaria Lion ( 10 de agosto de 2017 at 1:35 ); . Continuando… . Por mais “torto” que tenha sido esse contrato do PROSUB, não há como negar que ele proporcionará uma sobre-vida a força de submarinos. Ao menos dois dos quatro S-BR já estão em avançado estágio de construção, e o programa continuará unicamente porque é anti-econômico voltar atrás… . As escoltas sul coreanas KDX-I são realmente interessantes e dariam considerável fôlego a Marinha, mas, dada a escalada de tensões na região, seria difícil te-las disponíveis por agora ( penso que nem se se fechasse contrato com vasos sul… Read more »