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Fragatas do Prosuper: DGePEM estuda construção no país

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Fragata FREMM italiana, uma das candidatas ao programa PROSUPER da MB

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A Marinha do Brasil (MB) definiu que a década de 2020 será a do recebimento dos quatro submarinos diesel-elétricos tipo Scorpene – em construção no estaleiro de Itaguaí (RJ) –, a da incorporação de quatro fragatas leves classe Tamandaré – se tudo der certo, entre os anos de 2023 e 2027 –, e da importação do primeiro lote de navios de contra-medidas de minagem.

Mas ainda mais importantes serão os anos de 2030.

Neles a MB espera colocar em operação o Álvaro Alberto, a ser lançado em 2027, primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear, e dar início à construção do seu próximo navio-aeródromo – uma plataforma que poderá chegar a 45.000 toneladas de deslocamento, apta a transportar pouco mais de 30 aeronaves, entre caças, aviões de alarme aéreo antecipado e helicópteros.

Entretanto, o Poder Naval apurou que os planos para a crucial década de 2030 não param por aí.

A Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha (DGePEM) já tem definido, para os próximos anos, ao lado do trabalhoso desenvolvimento das embarcações classe Tamandaré, um estudo de “exequibilidade” da construção, no país, de escoltas de maior deslocamento que os navios Tamandaré.

Trata-se, nesse caso, como o leitor atento pode perceber, de examinar com objetividade a capacidade da indústria naval brasileira para produzir as fragatas de 6.000 toneladas previstas no PROSUPER (Programa de Obtenção de Meios de Superfície) – iniciativa que a então presidenta Dilma Roussef congelou, em 2014, após dar sinais de que autorizaria a contratação desses navios mais pesados à indústria italiana.

Entre os anos de 2011 e 2012, em consequência de uma manobra que revelava a preferência do Ministério da Defesa, o grupo Fincantieri chegou, efetivamente, perto da vitória no PROSUPER. Chegou perto, mas sem alcançar o sucesso.

FREMM italiana Antonio Marceglia

Defesa Aérea – As circunstâncias atuais são diferentes.

Em primeiro lugar porque, no horizonte dos problemas a serem equacionados pelo Almirantado (principal órgão assessor das decisões do Comandante da Marinha), existe não apenas a questão da capacidade da MB de alavancar os recursos necessários aos seus programas, mas também a interrogação acerca da disponibilidade – ou capacidade – da indústria naval brasileira para arcar com todos os desafios impostos pelos planos da Força Naval.

Nos anos de 2020, os estudos de exequibilidade da construção no país das fragatas do PROSUPER, precisarão, forçosamente, dividir a atenção dos chefes navais com a demanda da Esquadra por um possível segundo lote de navios classe Tamandaré. Pouca gente sabe, ou se lembra disso.

De resto, é preciso ter em conta que os estudos de exequibilidade levarão fortemente em consideração a experiência obtida pela MB e pela indústria naval na produção da classe Tamandaré.

Não que o vencedor da concorrência para esta série de embarcações possa comemorar sua escolha para assistir a Marinha na produção das cinco fragatas de 6.000 toneladas, mas a análise da eficácia das providências para a fabricação dos navios classe Tamandaré terá, claro, forte influência sobre o programa de construção das fragatas maiores.

Nesse exame técnico, algumas indagações precisarão ser respondidas:

  • O estaleiro escolhido para os navios Tamandaré estará apto a construir as fragatas mais pesadas?
  • O quanto da experiência acumulada (e da tecnologia recebida) pela Marinha e pela iniciativa privada será útil no empreendimento das fragatas maiores?
  • Qual será o custo do investimento (tecnológico e em recursos humanos) que os navios mais pesados vão requerer?

Nesse novo momento de decisão, embalado por conquistas alcançadas na gestão do almirante Eduardo Leal Ferreira à frente da Marinha, será preciso que o Estado-Maior da Armada – ouvido o Comando de Operações Navais –, defina também a função dos escoltas mais pesados.

A previsão adotada no fim da década de 2000 foi de que as “fragatonas” devem ser de tipo polivalente, projetadas para as guerras antissubmarina e anti-superfície, mas a recente aquisição do porta-helicópteros britânico Ocean pode levar a uma mudança: a encomenda de, ao menos, duas fragatas de Defesa Aérea.

Também será preciso levar em conta que os navios de 6.000 toneladas definidos pelo PROSUPER, poderão, agora, em uma etapa com mais tempo de análise das classes disponíveis (e dos recursos tecnológicos existentes no Brasil, que servem ao barateamento da construção), ser projetados com deslocamento significativamente maior, na faixa das 7.000 ou 8.000 toneladas.

Nota do Editor: os grifos em negrito no texto são de responsabilidade do autor do texto.

95 COMMENTS

  1. Nosso país vai continuar a bater na tecla do NAe que é, uma arma de ataque e, que precisa de escoltas e, quem tem um, nao tem nenhum.
    Sou da opniao de que os recursos usados num NAe deveriam ser para a construçao de mais SNBRs.
    Minha humilde opniao.
    SRN

  2. No tocante aos submarinos todos os argumentos já foram ditos, sendo o pensamento médio, o qual acompanho, da conveniência e oportunidade das soluções até aqui adotadas pela MB.

    No tocante às escoltas médias e à ForMinVar, idem.

    No tocante às escoltas mais parrudas, não obstante a inafastável necessidade para completar a linha de batalha, espero que haja fôlego financeiro e técnico na década de 30 para isso.

    No tocante ao famigerado NAe, nem hoje, nem amanhã, nem num futuro próximo ou distante, vislumbram-se condições técnicas e financeiras ou, sequer, cenários políticos ou geo-estratégicos que justifiquem sua adoção, razão pela qual seu debate, a mim, repito, a mim, com a devida venia, seja mera masturbação naval.

    O tempo confirmará, ou não, todos os prognósticos.

  3. Dar vantagem nos próximos projetos da MB ao vencedor da construção da Classe Tamandaré, pode aumentar o “pacote de bondades” que os concorrentes podem vir a oferecer. É uma solução “ganha- ganha”.
    .
    Vamos instalar aqui um Estaleiro internacional, que vai construir a Classe Tamandaré. Que seja alguém com know how e portfólio capaz de atender as futuras demandas.

  4. Senti uma gritante ausência nas recentes matérias sobre NAe e ProSuper: a continuação do ProSub convencional na década de 30 (pelo menos mais uns 4 submarinos) e do ProSuper nuclear na década de 40 (pelo mais uns 2). Ou será que a ideia é parar com 4 + 1 e mudar a prioridade tão acertadamente definida em 2008? E darmos razão aos que dizem que nossos planejamentos não são sérios?

  5. Pessoalmente, eu acho que deveriam construir mais submarinos antes de pensar em porta aviões, mas já que não conseguem abandonar essa ideia, só nos resta torcer para dar certo

  6. La vao querer gastar fortunas com porta avioes, projetos faraonicos, custosos e de duvidosa necessidade, nao sao coisas so dos politicos.
    Corvetas e fragatas sim, porta avioes e desperdicio.

  7. Se a MB tem fetiche por asa fixa e quer se debruçar sobre um debate a longo prazo realmente fecundo nessa área, estude a adoção, após uma revisão do Plano Nacional de Defesa, da Aviação de Patrulha com aeronaves mais modernas que os vetustos P-3AM do 1º/7º GAV da FAB. Essas, ao meu sentir, são as únicas asas fixas adequadas à missão e projeção da Marinha do Brasil.

  8. As corveta e os navios de minagem e varredura justificam sua construção local, agora, tanto as fragatas quanto o porta aviões podem ser construídos fora, desde que isso signifique uma substancial redução nos custos de aquisição.

  9. Em vez de comprar um porta-aviões seria melhor o Brasil investir em F-18 SH e Sea Gripen.

    Alocar os SH e Sea Gripens em bases costeiras

    Poderíamos criar uma ilha artificial com aeroporto e colocar alguns caças lá. Seria bem melhor do que gastar 10 bilhões com um NAe.

  10. A parte que mais interessante da matéria foi o apontamento do Almirantado, no qual, eles já admitem que se vislumbra um segundo lote da então Classe Tamandaré, já na próxima década de 20. Uma noticia bastante importante, mas que por conta de questionamentos inócuos sobre outros temas que não se referem a este tópico, fazem com que os colegas estão deixem essa fato notável passar batido.

    Sobre o Prosub. O que é discutido aqui nos corredores é que após o SNBR, a MB poderá instituir um Projeto de uma Classe própria de Submarinos ou a continuação de aquisições do Classe Riachuelo, o que já é fato é que o PROSUB será a prioridade 24/7 da Marinha do Brasil neste século XXI.

    Para tristeza ou felicidade de alguns Marujos e Navais, a aviação de asas fixas não está entre as prioridade para a Força Aéronaval, mas sim o aumento de capacidades da nossa aviação de rosca, com a aquisição de novos meios e a atualização dos atuais.

    Adsumus

  11. Prezado Bezerra (FN) 19 de Fevereiro de 2018 at 14:32, obrigado pelo alerta, eu tinha entendido a menção ao segundo lote de Tamandarés tinha sido uma observação do articulista, não um apontamento do Almirantado. A menção foi no seguinte parágrafo:
    “Nos anos de 2020, os estudos de exequibilidade da construção no país das fragatas do PROSUPER, precisarão, forçosamente, dividir a atenção dos chefes navais com a demanda da Esquadra por um possível segundo lote de navios classe Tamandaré. Pouca gente sabe, ou se lembra disso.”
    .
    O ideal mesmo seria que o Bardini agregasse à sua planilha de planejamento tudo que está sendo falado, colocando em cada célula o valor (em milhões de dólares) a ser gasto naquele ano com o meio em construção, fechando a conta no final de cada coluna. Assim poderíamos vislumbrar o comparativo entre o gasto anual necessário e o valor histórico médio de investimento anual da Marinha. Seria um grande enriquecimento para os debates, que passariam a levar em conta números mais aproximados da realidade.

  12. “Poderíamos criar uma ilha artificial com aeroporto e colocar alguns caças lá. ”
    .
    Ah sim… Criar uma “ilha artificial com aeroporto e colocar alguns caças lá” seria beeem barato. Quase de grátis.
    .
    Esse é de longe, mas infinitamente de longe, o investimento mais burro e inútil que a MB poderia realizar.

  13. Comprem logo 8 FREEM, as 4 primeiras construídas em estaleiros europeus e as outras 4 feitas aqui no Brasil . Depois que tivermos as escoltas, uma frota de submarinos eficiente ai podem pensar em um NAe .

    Uma coisa eu digo, ou vão ser as Tamandares ou vai ser o Prosuper, porque os dois não vai dar . Que venham as FREMM .

    “se for para apostar apostaria nas FREMM no lugar das Tamandaré que podem ser anunciada ainda este ano, pois as FREEM já são navios em uso com um projeto testado e maduro, com excelentes capacidades e que agradam o almirantado, não tem os riscos de um projeto com poucas unidades ou mesmo um projeto novo ou personalizado”

  14. Concordo com o Almirantado, 1- segundo lote da Classe Tamandaré. 2- pelo menos 2 fragatas de defesa aérea entre 7k tons a 8k tons devido a incorporação do Ocean, inclusive deveria ser nessa ordem, encomenda do lote 1 da Tamandaré, aquisição das 2 AAw e depois o segundo lote das Tamandarés.
    3- Porta Avião é vaidade da MB.
    4- Submarinos prioridade absoluta (melhor meio de negação do uso do mar)
    Acho que o caminho é esse e está lentamente sendo definido…

  15. Bardini,

    Bom mesmo é a MB continuar investimento nos A4 e já planejando um porta-aviões para as próximas décadas. O Brasil não precisa de porta-aviões. Fim

    No outro post li os devaneios de que a MB poderia adquirir o F-35B para operar no futuro “porta-aviões”.

    É mais fácil construir 1000 ilhas artificiais do que a MB comprar 1 único F-35B

  16. Raul,
    A nova geração de oficialatos na MB é bem menos conservador que os atuais, e daqui a 5 a 10 anos estes os substituirão.
    Sou contra navio aeródromo na MB igual a você, pois não condiz com a função constitucional da MB, é pura vaidade mesmo! mas está longe de ser uma opinião unânime na MB.
    Existem soluções mais eficientes e mais realistas da manutenção das funcões constitucionais da MB

  17. Bem que algum grande competidor (melhor ainda o vencedor) da construção das CCT poderia comprar aquele estaleiro gigante já quase pronto na Bahia que,devido a “crise”, demitiu a maioria dos construtores(da obra) os quais já seriam contratados para ficarem no estaleiro. É um estaleiro novinho e com ferramental moderno e atual, enorme, que com certeza daria até pra usar na construção de um porta aviões.
    Achei aqui , é da Odebrecht ,chama se Enseada Indústria Naval ( antigo Estaleiro Paraguaçu). Lá tem um pórtico que levanta mil e oitocentas toneladas e tem 150 metros de altura.

    Foto do desenho do projeto;
    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/271484_299326113508131_591457633_o.jpg
    Aqui a foto do estado mais atual que achei;
    http://cdn.jornalgrandebahia.com.br/2016/05/Estaleiro-Enseada.jpg

  18. “Bom mesmo é a MB continuar investimento nos A4 e já planejando um porta-aviões para as próximas décadas.”
    .
    Sim, sem dúvidas… Mas não visando a aquisição de um Porta Aviões CATOBAR.
    .
    “No outro post li os devaneios de que a MB poderia adquirir o F-35B para operar no futuro “porta-aviões”.”
    .
    Se leu não soube interpretar.
    O assunto envolvia um Navio de Propósitos Múltiplos, coisa bem diferente de um Porta Aviões.

  19. Olá, Bem Acho que seria interessante escoltas para defesa aérea sim, assim como mais lotes de tamandarés, enfim seira ótimo! mas o que eu acho que devia ser prioridade antes dos fragatões e tal é um ou dois navios de apoio logístico… visto que no Prosuper já estava previsto um navio desse e a MB tem necessidade dos mesmo.

  20. Atualmente temos 11 escoltas, 6 niteroi, 2 Type 22, 2 Inhauma, e 1 Barroso.

    A classe Tamandaré, que será uma corveta ou fragata leve, pois se deixou em aberto seu peso máximo (2850-4000 toneladas) deverá chegar a 8 unidades, um segundo lote provavelmente deverá ser comprado, e a Barroso deve ser modernizada, pois foi produzida em 2005. Assim teremos 9 escoltas leves modernas.

    Creio que no curto prazo deverão ser compradas 4 fragatas mais pesadas usadas para substituir nossas fragatas mais antigas do modelo Niterói e Type 22, e o PROSUPER de fato, 5 fragatas pesadas de 6.000 toneladas, só será executado a partir de 2030. Não teremos recursos para manter ao mesmo tempo o programa do PROSUB, o Tamandaré e o PROSUPER, isso é obvio.

  21. Nossa esquadra em 2030 deverá ter 4 fragatas mais pesadas compradas usadas, 8 Tamandaré, 1 Barroso modernizada, 5 Escorpene e 1 Tikuna. As niteroi e Type 22 não passam de 2025, e os quatro submarinos Tupi deverão ser paulatinamente desativados com a entrada dos escorpene.

  22. 2030.. ctz receberemos as primeiras FREMMs de segunda mão .. esse tipo de planejamento a MB faz desde os anos 2000 .. so mudou a década em questão .. antes era 2010 ..passou pra 2020 .. hj de discute 2030 .. ja ja 2040… planejamento e tudo , eu sei .. mas sejamos realistas e pragmáticos .. MB com mt sorte vai ter 6 /8 Fragatas ”medias ” de uns 3600/4000+- tons (MEKO 200 .. tYPE 054 … FREEM”lite”) e quem sabe 4/6 escoltas usados q poderiam ser a Própria Type 23 ou como opçao pra breve teremos as Classe ”Durand de la Penne ”’ tb .. e a realidade q vejo pra essa próxima década… aproveitar ao maximo ofertas de usados pra tapar ”lacunas” em outras areas da MB … foi o caso do rebocadores .. o OCEAN … BAHIA .. mais a frente teremos as RIVER … Fort Victoria(esse e extremante importante ) … 2 Albion ou mesmo 2”BAY’ como oportunidades pra um curto prazo e é bom a MB ja ir reservando algum dindin . … se garantir isso ,dai sim … veremos o q vai ser do PROSUPER ….q so vai sair com o fim dos pagamentos do PROSUB

  23. De onde a marinha vai tirar tanto dinheiro? Adoraria ver o Brasil com 8 FREMM mas elas são muito caras e se forem construídas aqui seu preço se multiplicará. Devemos aprender com o passado que em nada adianta construir navios se a produção é finalizada e a experiência adquirida é perdida. Espero que a marinha saiba o que faz.

  24. Bom observar tb q se a MB quer ao menos 2 fragatas com foco em ”AA” as ”Durand de la Penne” seriam oportunidade pra agora e quase perfeitas (baixa prevista pra 2021…) …. deixando 4 Type 23 pra multi função por exemplo …mas ai ja n sei q tipo de problema logístico poderia resultar .. mais seria solução ideal ao meu ver … por exemplo
    8 Mekos A200 (Classe tamandaré) + 4 TYPE 23 + 2 Durand de la Penne (AA) .. são as escoltas q penso pra MB pra essa proxima década .. com o Prosuper sendo uma programa naturalmente focado pra substituir essas 6 escoltas usadas q a MB poderiam vir adquirir ”agora’..substituindo tais navios ao logo da década de 2030..

  25. Agora vamos bater tambor para o dinheiro jorrar senão… A Marinha está fazendo seu papel e, com certeza, já deve ter um plano B ou C para o caso de faltar ‘la plata’. Estou na torcida pelo KDX2, mas se vier FREMM italiana ou F100 espanhola também seria lindo.

  26. Não devamos dar baixa nos tupi,eles aguentam muito tempo ainda e os números de submarinos é interessante, é aguentam reformas ainda é serão uteis . Se a Marinha quiser pode até vender um para o Uruguai,ou argentina mas só em ultimo caso.Lembre-se srs que a Alemanha nazista optou por submarinos,que a russia optou por submarinos em ter um bom numero .O Brasil é defensivo e para a defesa o submarino e melhor arma de negação do mar.O Brasil tendo até 2023 9 submarino diesel e uma senhora frota concordam seria a maior frota em numero e em tecnologia maior que a do peru com 6 unidades.

  27. Se é pra construir as fragatas apenas na década de 30, então acho mais interessante desenvolver um projeto nacional durante os anos de 2020, sem pressa, dilatando o prazo de desenvolvimento com o repasse de valores… A MB teria uma fragata adequada às suas necessidades, sem ter de comprar projeto algum no exterior pagando a tal Tot; em dez anos é possível se desenvolver tanto o design quanto os sistemas a serem utilizados, radares, propulsão, sistemas de comando e controle, etc…com o maior índice de nacionalização possível, reduzindo custos.
    E, se necessário for, pode-se contratar uma empresa estrangeira para auxiliar em equipamentos pontuais.

    Deixa-me a década de 20 para os subsídios e projeto Tamandaré ( se possível contratando um segundo lote de ambos) e a partir de 2030 a construção de fragatas nacionais.

  28. “Vamos instalar aqui um Estaleiro internacional, que vai construir a Classe Tamandaré. Que seja alguém com know how e portfólio capaz de atender as futuras demandas”.
    Excelente Bardini.
    Os italianos se não me engano tem um estaleiro no Brasil e os sul coreanos, estão “doidos” por esse projeto, até cogitaram modernizar o AMRJ. Alias não esqueçam disso.

    Focando na matéria. Quem conseguir o projeto das Tamandaré, conseguirá o ProSuper. Solta uma dessa, vai deixa e os estaleiros bem “doidin”. hhahahahahaha
    Doido pra ver as opções do projeto atual de escoltas.

  29. Entendo que se for bem sucedida a construção nacional da Classe Tamandaré, aberto estará o caminho para construção de fragatas mais pesadas, pode-se considerar como uma evolução natural ao longo do longo tempo, desde que os programas não parem. Até hoje não me conformo não ter sido batida a quilha da segunda Barroso.
    Por ora, apenas a construção nacional de submarinos parece ter sido equacionada, mas, lembremos, a própria Marinha teve que bancar o novo estaleiro. No caso dos vasos de superfície, o contexto ainda parece obscuro, tanto corvetas/fragatas leves quanto navios de patrulha. No primeiro caso, as coisas começarão a clarear quando sair a short list da Tamandaré, então veremos se algum estaleiro nacional será cacifado por algum construtor estrangeiro para construção naval militar.

  30. “Deixa-me a década de 20 para os subsídios ”
    Por gentileza, leiam “Deixa-se a década de 20 para os submarinos….” o corretor do celular me “ajudou”….

  31. “Deixa-me a década de 20 para os subsídios e projeto Tamandaré ( se possível contratando um segundo lote de ambos) e a partir de 2030 a construção de fragatas nacionais.”

    Por gentileza, leiam ” Deixa-se a década de 20 para os submarinos e projeto Tamandaré….” o corretor ortográfico me “ajudou”.

  32. Adeildo Barros,
    Basicamente, cabem mais armas, mais mantimentos e mais combustível, aumentando a autonomia da embarcação, além de ser mais confortável em mar bravo.

  33. Raul ( 19 de Fevereiro de 2018 at 14:08 );

    Não é todo o pedaço de mar que dá pra fazer ilha artificial… Tem que haver elevações próximas a superfície para se fazer isso…

    Os chineses mesmo estão aterrando corais; construindo sobre arrecifes as suas ilhas. E naqueles mares, é fácil encontrar lugares onde se pode fazer isso. Mas não é o caso do Atlântico Sul…

  34. Bruno FN ( 19 de Fevereiro de 2018 at 16:11 );

    As primeiras FREMM dificilmente estarão disponíveis nessa data… Pode espera-las para 2040 e além…

    Improvável que o almirantado britânico dispense tão cedo algum de seus preciosos LPD ou LSD. Depois de perderem o ‘HMS Ocean’, os fuzileiros da Rainha certamente estão bufando de raiva…

    As ‘Durand de la Penne’ já terão então trinta anos quando forem dispensadas… Incorporar vasos tão batidos certamente seria problemático… E até onde já li, a MB tem por política não adquirir vasos de segunda mão que sejam tão antigos. Ademais, esses destróieres são algo bastante complexos. Fico imaginando a fábula em mante-los…

  35. mf ( 19 de Fevereiro de 2018 at 15:53 );

    Estuda-se a revitalização de ao menos três vasos da classe ‘Niterói’, para mante-las operando pela próxima década. E é o que provavelmente ocorrerá.

  36. Adeildo Barros ( 19 de Fevereiro de 2018 at 18:10 );

    Vasos de maior tonelagem normalmente tem melhores qualidades marinheiras para longas missões. Podem levar mais armas e melhores sensores, tem mais tempo de mar, possuem maior alcance, detêm melhores acomodações, e são dotadas de mais espaço para crescimento posterior ( modernizações ).

    Fora o tipo de missão, há também uma questão de custo/benefício em relação aos tipos de escolta que se pode ter. Por isso tipos tão variados…

  37. _RR_
    Sobre a FREMM .. foi mera ironia .. tb acho q nenhum va dar baixa com pelo menos 35 anos em suas respectivas marinhas … a mais antiga hj n deve ter nem 10 anos
    Estão sim ”P” da vida …e nos aki pulando de alegria .. mas devido a crise n duvido q 2 desses navios q citei deem baixa …. torcendo pra baixa dos ”Albions” .. mas se forem 2 Bay ja seriam mt interessante tb pra MB … se n vão dar baixa agora ,espere ate o segundo NAe entre em serviço (2021) .. n deve passar disso pode ter ctz (bota nessa conta tb e q a Royal Navy ver ter q arrumar dinheiro ,so a Rainha sabe de onde ,, pra atualizar as Type 045.. so ai acho q iriam precisar de 2 bi de libras pra corrigir os problemas nessa classe )
    os Durand de la Penne’ embora com seus 28 anos de uso são mais utilizados q as próprias classe ”Horizon”.(cara d+ ) ..dada a sua disponibilidade e versatilidade (Peru ja formalizou interesse ) … e um baita navio em todos os sentidos e teve seus sistemas atualizados recentemente .. Pensar num navio desse pra MB pra ser utilizado por pelo menos 15+ anos acho perfeitamente possível (iria depender do Prosuper) .. navio com +- de 25 anos de uso n e novidade pra MB .. vide a Classe ”Pará´’entre outros.. e se mts aki defendem a aquisição de algumas OHPs .. com + de 40 anos de uso na USNAVY ”peladas”.. um navio desse do porte e vindo ”full” e de se pensar .. tirando essa classe n vejo outro dedicado a função AA q possa surgir usado no mercado nem mesmo num longo prazo .. A capacidade atual desses classe e fantástica …

  38. Investir em A 4? Isso é investir em sucata. O destino desses aparelhos é figurar nas praças e museus próximos das bases da MB. Por enquanto nem para treinamento, eis que farão mais vitimas de suas deficiencias etárias. Para o futuro temos que investir em Sea Grippen ou SH 18. Até sonhar com F 35 B embarcado no Ocean/Pernambuco. O Japão não está planejando isso, com seus porta helicópteros? Embarcar uma esquadrilha de F-35 B custará bem menos e é de realização quase imediata. Ao passo que projetar e/ou sonhar com Navio Aeródromo tem custos e prazos astronomicos. Resta ver se Tio Sam irá aceitar o pedido.

  39. Olá Camargoer. Obrigado pela informação. Realmente foi uma grande figura. É merecido, sem dúvida, mas fiquei um tanto decepcionado…estava esperando algo como “o SN-10 Submarino Brasil” ou “o SN-10 Submarino Amazônia”.
    Abraços.

  40. Acredito que as três forças devam lutar primeiro por um aumento no orçamento. 02% do PIB deveria ser o mínimo estabelecido por lei destinado às forças armadas pois com o orçamento atual sendo corroído por salários, pensões e estando sujeito a cortes torna-se quase impossível a expansão do poderio militar.

  41. “Gustavo GB 19 de Fevereiro de 2018 at 20:51
    Acredito que as três forças devam lutar primeiro por um aumento no orçamento. 02% do PIB deveria ser o mínimo estabelecido por lei ”
    Gustavo, acho que com o teto de gastos, com o deficit anual monstruoso de mais de 120 bilhões e com as outras necessidades do país, vai ser difícil aumentar os gastos com defesa. O segredo por vários anos vai ser tentar fazer mais com menos.

  42. É o que eu vivo dizendo… A “Corveta Tamandaré” é um erro grosseiro de planejamento da MB.
    .
    Se tivessem usado o tempo e dinheiro que se teve para projetar uma Fragata Emprego Geral, na faixa das 4.500 toneladas, não se falaria mais em Corveta e nem em PROSUPER.
    .
    Teríamos uma Classe que poderia ser feita em grande quantidade e padronizaria a Força de Superfície. Seria a “nossa Type 054”.
    Poderíamos ter hoje, em mãos, um projeto para substituir as 6 FCN, 4 FCG e 4 CCI. Só faltaria um complemento, na forma de uma grande Fragata ou Contratorpedeiro AAW. Coisa pouca. Ficaria até “fácil” atingir o objetivo dos 18 Escoltas.
    .
    Outro ponto é que este navio poderia ser oferecido, neste momento a Colômbia e Peru (nossos parceiros no Patrulheiro Amazônico), que buscam um projeto desse porte, para equipar suas Marinhas.
    .
    Outro ponto é que ficaria muito melhor balanceado, com uma futura Classe de Navio de Patrulha Oceânico.
    .
    Enfim… Hoje temos no horizonte a construção de 4 Corvetas, que podem virar 8 Corvetas. Os navios do PROSUPER podem sair no dia de São Nunca e chegamos em 2999 com Corvetas.
    .
    Capacidade de fazer Guerra no Atlântico virou uma piada.

  43. A construção das Tamandaré em estaleiros nacionais já não fez água? Não teve estaleiro que faliu e não construiu canoa nenhuma? E ainda querem construir Fragata, Fragatona e Porta Avião?
    Só pode ser sacanagem. É primeiro de Abril?

  44. “A construção das Tamandaré em estaleiros nacionais já não fez água?”
    .
    Nem Short List com os 3 finalistas tem…
    .
    ” Não teve estaleiro que faliu e não construiu canoa nenhuma?”
    .
    Construiu Navio. Vários.
    Faliu por conta da “parte civil” da carteira.
    .
    ” E ainda querem construir Fragata, Fragatona e Porta Avião?”
    .
    Por isso querem selecionar um Estaleiro já estabelecido, que entenda do assunto e que tenha bala na agulha pra tocar um projeto aqui.

  45. Os estaleiros da cidade de Rio Grande ao integrarem importantes equipamnetos nas plataformas da Petobrás e contarem com impresionante dique seco demonstram capaciadae de instalações e mão de obra para encarar a construção das Tamandaré. Atualmente com o recuo nas encomendas da Petrobras essas instalações se encontram com capacidade ociosa e podem cumprir os prazos ncessários para os cronogramas da MB.

  46. Eita, nossa pra que essa obsessão pelo nacional! Eu acho que fragatas maiores deveriam ser compradas de fora, com sistemas o maximo possivel nacionais. E foca na construção nacional de corvetas e navios patrulha, não é vergonha isso.

  47. Como é bom fazer planos! A mente vai longe, pode-se esquecer limitações “chatas” e fantasiar o quanto quiser…
    O chato é quando a realidade surge e nos força a acordar.

  48. Discordo de quem falou que as Tamandaré são um erro, elas são um passo necessário para uma fragata pesada também feita nacionalmente. Além disso, apesar de menor que a Niterói o poder de fogo é o mesmo se for comparar as duas…

    O que eu disse ser racional e provável é a compra de 4 fragatas usadas mais novas, junto com as 3 Niterói modernizadas, tirando de serviço as Niterói mais antigas e as Type 22 até a fabricação de um segundo lote da Tamandaré e a modernização da Barroso, chegando em 2030 com estas 4 fragatas mais 9 corvetas modernas e a desativação definitiva da classe niteroi, e já concluído o projeto dos submarinos e desativando os Tupi, entraremos então no PROSUPER para produzir localmente 5 fragatas pesadas, que substituirão as usadas que foram compradas como um tapa buraco.

    Em 2017 crescemos 1,1%, em 2018 cresceremos pelo menos 2,5%, teremos saído desta crise que os profetas do apocalipse alardeavam que duraria 10 anos para nos recuperar… só manter o barco que dinheiro para tocar estes projetos não faltará.

  49. Se conseguirmos arrematar em compras de oportunidade um lote de Type 23 das 7 que estão para dar baixa na RN, talvez 4, já teremos as substitutas das já cansadas CCI e FCG e, de quebra, nossos primeiros vasos na faixa das 6000 ton., e também as duas OHP, essas como escoltas Aa do Ocean, além das primeiras 4 CCT, isso ajudaria a dar certo fôlego à nossa combalida esquadra no que tange às escoltas até a possívei chegada do segundo lote de CCT.

  50. Tomara que assim seja! Um segundo (e terceiro!) lote de Tamandarés; fragatas multipropósito, subs convencionais e o SubNuc. E que alguém se lembre da produção em série do ManSup e do desenvolvimento da versão naval do AVTM 300. E por quê não uns 24 Gripen Marine? Tá bom, parei…

  51. O artigo esqueceu de citar que também serão necessários mais submarinos na próxima década. Esta deveria ser a prioridade. Comprou-se tecnologia… então que se construa aqui, novos submarinos para substituir os Tupis. E querem abraçar mais projetos…. o céu é o limite…. e vão dar continuidade na construção de submarinos?
    .
    Não faz sentido nenhum começar novos projetos e deixar de dar continuidade no PROSUB. A continuidade na construção de submarinos, pelo que se pagou, é mais importante do que construir qualquer tipo de escolta.

  52. Como falei comprando de outros países teríamos a garantia da entrega dentro do prazo mais tarde fazer no Brasil,Se tivermos uma liderança onesta e comprometida com o desenvolvimento e a segurança do país

  53. Fecho com o Bardini: o projeto da Corveta Classe Tamandaré foi um erro colossal, sim, pois trata-se de uma plataforma limitada às áreas costeiras. Se não servia uma escolta de menos de seis mil toneladas no Prosuper, como se projeta uma plataforma com menos de três? Uma plataforma originada das Niteróis seria muito adequada às necessidades da MB. Outro erro: ainda indefinida a tonelagem do que será a futura classe Tamandaré, se será corveta ou fragata, já estão trazendo de novo à luz o Prosuper para os ainda distantes anos de 2030. Maionese ainda custa barato.

  54. Osawa definiu bem: necesitamos aviação naval com base em terra em primeiro lugar. Com Revo e armamento adequado, como ASM inteligentes, tipo SAAB RBS teriamos o controle do Atlantico Sul. As embarcações serviriam, secundáriamente, para reafirmar a soberania e extender o raio de ação da MB. Não acredito que alguns submarinos sejam capazes de dissuadir um inimigo bem equipado. Até essas fragatas ficarem prontas a guerra naval terá evoluido tanto que é bem provável que não utilizemos mais esse meio.

  55. mateus 20 de Fevereiro de 2018 at 9:32

    Você já imaginou como seria fazer a patrulha da ZEE com submarinos?
    Gostaria de conversar sobre isto?

    Saudações

  56. Edson Parro 20 de Fevereiro de 2018 at 10:36
    Edson, pelo que entendi, os submarinos são para a função de negação de área ou acesso. Para patrulha da ZEE os meios são outros.

  57. O texto é bem pertinente. Lembro quando da aquisição do Ocean (a qual não via sentido prático, mas agora já foi), sobre a necessidade de adquirir escoltas de defesa aérea de ponto (uma vez que os helis da marinha não têm capacidade de combate ar-ar).
    Fui chamado até de idiota por certos elementos (ser chamado de idiota por um idiota me lisonjeia).
    Agora, sim, precisa-se de fragata/destroyer de defesa aérea de área.
    Na pior das hipóteses, Type 23 tampão.
    Na melhor, F-124, F-125, FREMM e F110.

    Porém esses navios demandarão outros, que demandarão outros, e assim por diante. Marinha de guerra é negócio poderoso e caro. Que precisa ser gerido com seriedade. A conta do insubmersível será cobrada por muitos anos a frente…

  58. A MB parece aquele pai de família, cheio de dívidas no cheque especial, um monte de empréstimos consignados, geladeira sem funcionar direito, portão da casa quebrado, sem dinheiro pra comprar o gás, um del rey na garagem, quebrado, não pagou o IPVA, mas em vez de resolver os problemas primeiro fica imaginando como seria se comprasse uma casa na praia com uma Ferrari na garagem.

  59. Gastamos fortunas com nossas forças armadas e não temos capacidade de lançar um míssil anti navio, subsônico que seja, de um caça.
    Decepcionante.
    Alguém sabe explicar esta lacuna ?

  60. …Só a existência de SU-30 na Venezuela equipados com ASuW já garante que muitas forças navais se mantenham longe. Só ataca por mar quem estiver muito determinado e a marinha deles nem é lá grande coisa.

  61. Bavaria Lion,

    Ao mesmo tempo em que menciona a necessidade de navio(s) para defesa aérea de área, você cita como exemplo a F-125, cuja configuração inicial, salvo engano, não serve para tal propósito, sem falar que o líder da classe sequer foi aceito pela marinha alemã.

  62. ECosta
    Vai fazer 36 anos do conflito das Malvinas e ainda não temos caças de interdição naval que lancem mísseis antinavio.
    Havia o projeto de se dotar o A-1 de tal capacidade. Com seu alcance, seria uma ameaça a quaisquer belonaves ainda distantes de nosso litoral.
    Mas o tempo do A-1 passou e a MB ainda sonha com uma arma ofensiva como um NAe, sem defesas consolidadas.

  63. Agora você vê… falam na importância de SSN e de PA para a marinha para a defesa de recursos naturais no futuro. Cara, este futuro pode ser amanhã… Vemos vários riscos de guerra nuclear. Isso ocorrendo, as potências vão buscar recursos onde estiver. Não vão estar nem ai para leis e organizações internacionais como ONU. A Russia não estava nem ai quando tomou a Crimeia. Segunda guerra, como exemplo; o Brasil precisou escolher um lado, foi empurrado para guerra, fornecia matéria prima para os EUA. E os EUA tinha planos para invadir nosso nordeste se não se alinhasse com ele. Mesma coisa na ditadura.


    Gastamos fortunas com nossas forças armadas e não temos capacidade de lançar um míssil anti navio, subsônico que seja, de um caça.
    Decepcionante.
    Alguém sabe explicar esta lacuna ?
    …Só a existência de SU-30 na Venezuela equipados com ASuW já garante que muitas forças navais se mantenham longe. Só ataca por mar quem estiver muito determinado e a marinha deles nem é lá grande coisa.”

  64. Galante, mandei para o seu email (galante@naval.com.br) um artigo da Revista Marítima sobre construção do Poder Naval… talvez ajude a elucidar algumas dúvidas do pessoal… abraço…

  65. Mercenário 20 de Fevereiro de 2018 at 13:12

    O vaso da F-125 é perfeito. O sistema integrado é totalmente inovador, e não tem nada, absolutamente nada demais em se demorar um pouco mais a se desenvolver (desde que não seja um f-35, nem 10% dele). O vaso da F-125 suporta mais motorização (para mais velocidade), e diversas configurações. O líder segue a filosofia de premissa principal para guerra ASuW (assim como algumas das FREMM), outros serão AAW e outros ainda ASW.

  66. Fragatas de 6 ou 7000t são uma arma formidável de dissuasão e defesa das costas fora dos limites de 300 milhas. São multi propósito e projetam força além de nossos limites além de dar proteção a grupos tarefa, seja aérea ou marítima. Com as Tamandarés ganharemos expertise para a produção local de nossas fragatas do prosuper. Isto sim é planejamento estratégico.

  67. esquece esses A-4 não duram 3, 4 anos. isso que já é velharia soltando pecinha, jato da guerra do vietnam…… FREMM já italiana ou Francesa, depende que der mais vantagens.
    Mas me contento com 4 type 23 (são armadas demais) classe duke apta pra qualquer missão.-

  68. A marinha está certo em seguir buscando ter um Porta Aviões. Sempre que falam em desistir dessa ambição, eu lembro do submarino nuclear. Se não me engano, esse era um desejo da marinha desde a década de 70.

    Ainda bem que eles não desistiram desse sonho.

  69. wwolf22 19 de Fevereiro de 2018 at 12:54
    Vamos pagar 3x mais construindo aqui no Brasil…
    Sera que vale a pena ???
    ==================================================

    Pensei o mesmo que vc.

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