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Marinha dos EUA recebe o destróier Michael Monsoor da classe ‘Zumwalt’

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O futuro USS Michael Monsoor (DDG 1001) em provas de mar
O futuro USS Michael Monsoor (DDG 1001) em provas de mar

A Marinha aceitou a entrega do casco, máquinas e sistema elétrico (HM&E) do destróier  Michael Monsoor (DDG-1001) da classe Zumwalt no dia 24 de abril, do estaleiro General Dynamics Bath Iron Works (BIW).

O sistema de combate será instalado mais tarde como parte da dupla-abordagem da Marinha para a entrega dos três destróieres Zumwalt.

O Michael Monsoor conduziu os testes do seu construtor de dezembro de 2017 e janeiro de 2018 e completou seus testes de aceitação em 1º de fevereiro. Com o casco entregue à Marinha – oito anos e um mês após o início da construção – e o navio começará seu trânsito para seu porto base em San Diego, Califórnia, para comissionamento em janeiro de 2019 e para a instalação, ativação e testes do sistema de combate.

“A entrega do DDG-1001 marca a culminação de anos de dedicação e trabalho árduo de nossa equipe da Marinha e do setor”, disse o capitão Kevin Smith, gerente do programa DDG-1000, em um comunicado à imprensa da Marinha.
“Incorporamos muitas lições aprendidas com o DDG-1000 e estamos orgulhosos do resultado final. O DDG-1001 será um enorme trunfo para a Marinha.

O USS Zumwalt (DDG-1000) está “próximo da conclusão do trabalho industrial em preparação para ativar sistemas de combate”, incluindo armas, sensores e suítes de comunicações do navio, de acordo com os slides de uma apresentação que Smith deu no início deste mês. O teste e a ativação do sistema de combate do Zumwalt continuarão até 2018, com teste operacional e avaliação definidos para o final deste ano fiscal e capacidade operacional inicial definida para o ano fiscal de 2020.

O terceiro navio da classe, Lyndon B. Johnson (DDG-1002), teve a construção iniciada em abril de 2012 e estava 73% concluído no mês passado. A quilha do navio foi batida em janeiro de 2017, o lançamento está marcado para novembro deste ano, e a entrega do HM&E está prevista para março de 2020, de acordo com os slides.

O Michael Monsoor é batizado em homenagem ao SEAL Michael Anthony Monsoor da US Navy, que foi morto na Operação Iraqi Freedom em setembro de 2006 e foi postumamente agraciado com a Medalha de Honra em abril de 2008. Vários meses após o então presidente George W. Bush dar a medalha aos pais de Monsoor, a Marinha anunciou que batizaria o segundo destróier da classe Zumwalt em honra ao SEAL.

FONTE: USNI News

46 COMMENTS

    • Foi autorizada a construção de 3 unidades da classe. Este aí da reportagem é o segundo.

      Não há nenhuma intensão de substituir os Ticonderoga por navios da classe Zumwalt.

      Abs.

  1. Serão(talvez) somente estes três navios nesta classe, mas que serão o suprassumo do combate naval por muito tempo ah serão. Lindos e certamente mortais como nenhum outro(por hora).

  2. Acho horrível o design desses navios. Chega a ser irônico que seu desenho de proa (projetado na parte das obras vivas) lembra o adotado pelos dreadnoughts da época da Primeira Guerra Mundial.

  3. Os navios da Clase Zumwalt se tornaram verdadeiros abacaxis para a Us Navy.

    Inicialmente a idéia era comprar até 32 navios da classe, porém devido ao alto custo de cada unidade, foi autorizada a compra de apenas 3. Dito isto, o custo do navio ficou em torno de US$ 4 Bilhões…….

    Há também problemas sérios quanto ao custo da munição dos novos canhões de 155mm desenvolvidos especialmente para os Zumwalt (aproximadamente US$ 1 milhão por projétil).

    Com relação aos mísseis, também há problemas. A marinha simplesmente não tem dinheiro para comprar a quantidade total de mísseis que os 3 navios da classe podem carregar em seus paióis.

    Isto tudo posto, não há utilização a curto e médio prazos para os Zumwalt dentro da US Navy, a não ser como demonstrador de tecnologia, penso eu.

    Diria até, em tom de brincadeira, que em termos de problemas, os Zumwalt estão para a US Navy tal como o F-35 está para USAF, mesmo considerando a natureza dos problemas enfrentados por ambos

    Abs.

    • Não discordo do seu comentário, mas ressalto apenas que o custo dos 3 Zumwalts, mesmo com todos os seus problemas, é uma fração ínfima do que o programa F-35 custa. O programa problemático da US Navy é … o próprio F-35 (C).

    • Insano isso. E tem gente que acredita que isso é viável! Que adianta ter meia dúzia de meios caríssimos, sendo que 70% está permanentemente e manutenção. Isso pode ser ótimo para encher os bolsos de algumas empresas, mas simplesmente não funcionaria num conflito real e de larga escala

    • Se a Marinha dos EUA não pode comprar os mísseis necessários para o paiol da referida classe, pode mandar fechar a referida força.

      A matemática não é muito difícil: a Classe Zumwalt possui 20 sistemas de lançamento vertical, modelo MK-57, o que dá um total de 80 células lançadoras, que receberam entre si os mais variados modelos do arsenal norte-americano. A Classe Ticonderoga atualmente conta com 61 sistemas lançadores MK-41, o que dá cerca de 120 células. Por fim, o pau-para-toda-obra, Arleigh Burke, carrega 96 células do MK-41.

      A este leigo que vos escreve, parece que o ferro de passar roupa é o mais fácil de armar…

    • “48”…
      .
      o que a US Navy não tem condições é comprar munição suficiente para os 6 canhões,
      2 em cada navio e alternativas estão sendo estudadas, mas, quanto aos mísseis, há condições sim…cada navio tem “apenas” 80 silos verticais, a maioria dos quais deverá alojar um “Tomahawk”, o restante para ESSMs dos quais 4 cabem em cada silo e também alguns ASRoc anti submarinos, ao menos é o que se espera para começo.
      .
      Os “Ticonderogas”´possuem 122 silos verticais…os 28 primeiros Arleigh Burkes contam
      com 90 e todos os 37 seguintes até agora, 96 silos …acredito conforme já li que nem todos os silos estejam sempre ocupados e é possível que o mesmo aconteça com os “Zumwalts”, então ter 80 silos parece ser bem razoável.
      .
      De qualquer forma ainda está longe a primeira missão do primeiro navio da classe que
      recém terminou a manutenção pós comissionamento, que durou mais que o dobro para
      um novo “Arleigh Burke”, afinal, trata-se de uma classe totalmente nova e diferente e
      o comissionamento desse segundo navio está marcada apenas para janeiro do ano que vem !
      abs

      • Acredito que os tres navios (se bobear apenas um) são capazes de transportar mais mísseis Tomahawks que a Inglaterra possuí em estoque.

        • É verdade…o estoque britânico não chega nem a 100 unidades e sempre tem aqueles em manutenção ou que são usados em testes…dá para “rechear”
          uns 3 submarinos até porque dificilmente se consegue ter mais do que 3
          operacionais em uma força de 6 submarinos atualmente e que será de sete
          na próxima década, todos da classe “Astute”.

      • Dalton, bom dia.

        Fiz o meu comentário sobre a incapacidade da US Navy em completar os silos de mísseis dos Zumwalt baseado em matéria publicada aqui mesmo no Poder Naval, da qual transcrevo dois trechos :

        1 – “…… A Marinha não possui mísseis antinavio suficientes para os lançadores dos Zumwalts. E provavelmente não terá por muitos anos……”.

        2 – “…… Mas o novo Long-Range Anti-Ship Missile (LRASM), como é conhecido, é caro. A Marinha comprou apenas 23 dos mísseis em 2017, por um custo total de quase US$ 90 milhões. Carregando todos os 80 lançadores de mísseis do Zumwalt com a nova munição poderia custar US$ 300 milhões……..”

        Para entender o contexto das transcrições acima, segue o link da matéria :

        http://www.naval.com.br/blog/2018/02/05/marinha-dos-eua-nao-pode-pagar-us-1-milhao-por-municao-para-seus-destroieres-de-us-4-bilhoes/

        Obrigado pelo seu comentário, que acrescentou mais informações das quais eu não tinha conhecimento.

        Abs.

        • Acontece que o importante é ter os meios, pois em caso de guerra munição não seria um problema já que os próprios americanos as produzem, ou seja, mais vale ter meios com paióis incompletos agora do que ter munição mas não os meios em caso de guerra.

        • “48”…
          .
          não há mísseis anti navios…mas…nem os 37 “Arleigh Burkes” mais recentes embarcam o “Harpoon”, então, é apenas mais uma crítica exagerada…pois
          mesmo o “Zumwalt” mudando sua função principal de ataque terrestre para guerra anti superfície, não há ainda no arsenal americano nenhum míssil anti navio decente.
          .
          Se o “Tomahawk” será adaptado para função anti navio, alguns SM-6
          ou mesmo “Harpoon” virão a ser embarcados ou se terá um novo míssil específico para função anti navio baseado no LRASM é algo que teremos
          que aguardar.
          abs

  4. Tudo nesse navio é segredo. É isso tem preço alto que a marinha norte-americana parece não disposta a pagar.

    A propulsão é HM&E. Parece um sistema híbrido diesel/elétrico. Não há informações nem especificações. É possível encontrar quem faça manutenção, mas sem informar nenhum detalhe da montagem. Tudo segredo.

    Maquina de vaso europeu diesel é MAN, MTU, Isotta, ingleses e finlandeses que os alemães compraram como Pielstick e Wartsila. Tudo aberto.

    Os Zumwalt não mostram nem a bandeira.

  5. Este navio é um divisor de águas, só de ver sua silhueta, nota-se a preocupação com a furtividade. Tal como o Uss Monitor, na Guerra Civil Americana, ele elevará a arte da guerra naval a outro nível.

  6. Não dá para comparar banana com laranja.
    Os Ticonderogas foram desenvolvidos a partir dos Spruance.
    Zumwalt é um conceito totalmente novo, assim como o Dreadnought foi no início do século XX.

  7. E o “bruto” é grande! As imagens fazem parecer que o “menino” não tem os seus mais de 180 metros de cumprimento.

    Engraçado que lendo o site da marina americana sempre vejo que o navio é considerado um “destroyer”… sei lá se o material esta desatualizado.

    O Zumwalt tem o tamanho similar aos Ticonderogas.

    • O “Zumwalt” não é considerado cruzador na US Navy porque não fará o papel de um
      cruzador naquela marinha…cuja função primordial é a guerra anti aérea e servir de
      navio coordenador das defesas de um grupo baseado em NAes, onde seu espaço
      interno maior que o de um “Arleigh Burke” permite maior número de equipamentos e tripulantes necessários.
      .
      Mesmo que um “Zumwalt” eventualmente venha a ser integrado a um grupo de NAes
      existirão apenas 3 deles…um normalmente estará em manutenção e outro em
      treinamento deixando apenas um para cumprir uma determinada missão.

  8. Há uma grande diferença entre os programas DDG 1000 e F-35. O preço da Classe Zumwalt é pura e simplesmente o preço da inovação que a USN não pôde suportar. Já o preço do F-35, em que pese o fato de ser um projeto também inovador, é o preço de um projeto mal nascido, mas que a USN aceitou pagar porque já avançou demais no projeto para desistir dele e porque tem parceiros estrangeiros envolvidos.

    • Na verdade com o DDG-1000 os custos não ficaram tão fora do aceitável. Tem matéria aqui mesmo no PN demonstrando que os custos de um Arleigh Burke novo não está tão aquém do de um Zumwalt.

    • A matéria é de 2015 Bruno…muita coisa se passou depois disso e foi acertada a continuação de mais “Arleigh Burkes” que são bem mais baratos e a US Navy precisa também de números não apenas qualidade.
      .
      O “Arleigh Burke IIA” dos quais os últimos estão em construção ou já encomendados
      são navios muito mais flexíveis e já foram encomendados os “Arleigh Burke III” que serão um pouco maiores e mais capazes.
      .
      O projeto “Zumwalt” ou parte dele provavelmente será aproveitado para uma nova classe de grandes combatentes de superfície, sucessores dos “Ticonderogas” na década de 2030 e os 3 navios da classe serão utilizados para testar novas tecnologias além
      de cumprirem missões a eles estabelecidas.

  9. O projétil LRLAP é um projétil guiado assistido por foguete com alcance de mais de 150 km, mas o canhão AGS de 155 mm poderá disparar munição convencional de 155 mm. Em fazendo isso, com seu comprimento de cano (62 calibres), ele poderá lançar munição guiada “convencional” (não propulsada por foguete) como o HVP e a Excalibur a mais de 70 km de distância.
    Claro que haverá perda se o projétil LRLAP não for adquirido, mas nem tudo estará perdido.

    • Prezado, pode confirmar se o paiol, sistema de municiamento automático, sistema de guiagem dos projeteis, são realmente compatíveis com outras munições de 155 mm? Ou se está sendo desenvolvida uma nova munição em substituiçao ao projétil LRLAP?

    • Não seriam estas as adaptações necessárias, ao custo de U$D 230.000.000,00, e que também foram canceladas?
      Tem algum novo projeto de adaptação, ou de produção de outro tipo de munição adaptada ao hardware existente?

      • Walter,
        Sinceramente não sei! Vou procurar!
        O que sei é que apenas 100 LRLAP seriam levados e os outros 800 projéteis seriam “convencionais” , então, deduz-se que o AGS será compatível com projéteis “convencionais”.
        Agora, realmente já li que ele não era compatível com projéteis de 155 mm padrão, em uso pelo USA e USMC. Precisaria haver uma modificação para que ele pudesse utilizar esse tipo de munição.
        Quanto a estar sendo desenvolvida uma nova munição para substituir o LRLAP é provável que agora eles deixem isso de ter um projétil/foguete guiado pra lá e se atenham a conceitos menos radicais, como o HVP e o Excalibur.
        Sem falar que há um programa para escolher uma munição guiada de longo alcance para os canhões Mk-45 mod 4 e o railgun vem por aí.

    • Delfim,
      Canhão deve ser arma de baixo custo quando utilizado de modo convencional, com tiro sustentado para fustigar o inimigo. No caso do projétil guiado LRLAP ele não teria essa função mas sim a de um mini Tomahawk, atingido alvos num raio de 100 milhas com precisão.
      Claro que 1 milhão é inaceitável por tiro, não deveria custar mais que 100 mil ou 200 mil (baseando que um Javelin custa 80 mil) , mas só pra deixar claro que a utilização da LRLAP não seria como um projétil de artilharia convencional e sim como a de um míssil de precisão lançada por canhão.
      Um Zumwalt deverá ter 900 projéteis de 155 mm. Apenas 100 é que seriam o LRLAP, os outros 800 seriam algum outro tipo de projétil guiado (Excalibur? HVP? Vulcano? MS-SGP? ) com projéteis não guiados para fogo sustentado quando assim for necessário.
      Vale salientar que os obuseiros de 155 mm do USA e USMC fazem uso intensivo de munição de 155 mm burra com kit de orientação por GPS, que tem baixíssimo custo comparado com um projétil guiado “de verdade”, mas tem quase a mesma precisão.

  10. Deve ser engraçado. Cada tiro que erra o alvo é 1 milhão na água.

    Vale lembrar que os custos do Zumwalt somente estão nesse patamar porque o planejado era construir mais de 30. Depois dos cortes ficaram 3.

    Esses caras inventaram a economia de escala. Lei de Murphy.

    • Esteves…..

      Uma das razões porque a munição custa tudo isso é porque ela possui um gps integrado (além de outras características) exatamente para não errar o alvo.

  11. A classe “Zumwalt” foi projetada em outra época por outras pessoas para atender uma
    situação que acabou não se revelando tão necessária…mas…a ideia era boa…um grande navio que poderia aproximar-se mais do litoral aparecendo no radar com uma assinatura de
    uma pequena embarcação e saturar o alvo com munição de precisão ou fornecer apoio de
    fogo para uma força de desembarque.
    .
    No fim das contas são mais necessárias plataformas mais polivalentes como o “Arleigh Burke”
    que em breve terá uma nova versão, porém, com munição ou sem munição, a US Navy
    encontrará um papel para as 3 unidades que também servirão para demonstrar novas tecnologias e poderão servir de base para uma futura classe de grandes combatentes de
    superfície, provavelmente substitutos dos cruzadores atuais o que deverá compensar ao
    menos em parte o que já foi gasto com eles.

  12. Acredito eu, que esta classe única, deverá operar como um F22, lógico que em menor quantidade que o posto, mas valendo-se de suas características para coordenar toda uma força tarefa em operações anfíbeas, e por definição, ter a capacidade de se aproximar e fazer o que os encouraçados faziam em sua época, que é prover barragem de fogo agora cirúrgico e preciso.
    Mas problemas com o tal capitalismo da indústria militar, está gerando um certo problema de ajuste de custos.
    Ou será que um projétil com orientação inercial e GPS pode custar um milhão a salva…acho exagerado está coisa não!!

    • Essa era a ideia original Wilhorv…só que tendo apenas 3 navios e todos baseados em
      um único local, San Diego na Califórnia, significará que quando muito haverá um disponível para missão e eventualmente a medida que eles envelhecerem, nem mesmo um, já que manutenções e mesmo modernizações de meia vida se farão sentir, então,
      não se poderá contar muito com eles ainda mais “operações anfíbias” de grande vulto que venham à ocorrer o que é bem pouco provável no futuro.
      .
      A princípio seriam construídos até 32 navios e muita munição para eles o que significaria uma redução considerável de preço, mas, munição para apenas 3 navios significa
      inexistência de economia de escala e portanto o preço apenas poderia aumentar
      exageradamente, como aconteceu.
      .
      Talvez esses canhões venham a ser substituídos no futuro por algo mais avançado
      como o “rail gun” e/ou lasers já que os navios possuem grande capacidade para gerar energia, ou seja, há uma capacidade de “crescimento” coisa que em navios menores não há ou há muito pouca.
      .
      E mesmo que encontrem uma munição substituta mais em conta terá pouca utilidade ou mesmo oportunidade de ser usada, reitero , de apenas existirem 3 navios e o alcance reduzido dessa munição, poderá obrigar o navio à aproximar-se mais do litoral e consequentemente das defesas lá instaladas.

  13. Senhores, por favor me ajudem a entender, sei que trata-se de uma classe que está em desenvolvimento mas é tão demorado assim mesmo que estejam prontos para entrar em serviço em definitivo? O USS Michael Murphy (DDG 112) foi comissionado em Outubro de 2012 estava em operação em Dezembro de 2013, o USS Zumwalt comissionou em Outubro de 2016 e ainda não há previsão para algum desdobramento?

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