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Wave_Ruler-crestAtracou ontem no cais do armazém 29 do porto de Santos, por volta das 0930h, o navio tanque RFA Wave Ruler - GCVR (A 390) da classe Wave Knight.

O navio, em sua primeira comissão pelo Atlântico Sul na Atlantic Patrol Task (South), realiza sua segunda escala em Santos no ano de 2010, sendo que a primeira foi entre 22-25 de fevereiro.

O motivo da escala é tecnica (reabastecimento e descanso da  guarnição) e o navio deve suspender no dia 02 de junho.

O Ruler possui casco duplo, atendendo às normas internacionais IMO para navios tanques, e sua classe substituiu a classe OL (Olmeda, Olwen, etc…) na Royal Fleet Auxiliary.

Foi construído pela BAe Systens e entrou em serviço em 2003.

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FOTOS: Bruno Pricoli, Santos Shiplovers – 25.02.10

 

Contra-Almirante Celso Luiz Nazareth oferece o brasão da Força de Submarinos ao Comandante do Submarino nuclear USS “Memphis”

O Comandante da Força de Submarinos, Contra-Almirante Celso Luiz Nazareth, recebeu, no dia 25 de maio, a visita do Comandante do Submarino nuclear USS “Memphis”, o Capitão-de-Fragata Charles H. Maher, da Marinha dos Estados Unidos da América. Durante a semana, os Submarinos “Memphis” e “Tamoio” (S31) farão exercícios variados ao longo da costa do Estado do Rio de Janeiro, para aprimorar o adestramento de ambas as Marinhas.

A confraternização entre as tripulações do USS “Memphis” e do Submarino “Timbira”(S32), no Centro de Convívio da Base “Almirante Castro e Silva” (BACS), fez parte da programação da visita.

O USS “Memphis” (SSN-691) é um submarino da Classe Los Angeles, sendo o sexto navio americano a utilizar esse nome. Foi construído em Newport, na Virginia, e comissionado em 17 de dezembro de 1977. Sua propulsão utiliza duas turbinas de 35.000hp e um motor auxiliar de 352 hp, o que permite desenvolver 15 nós de velocidade na superfície e 35 nós submerso.

Comandantes dos Submarinos “Memphis” e “Timbira” se confraternizam, junto com suas tripulações, na BACS

FONTE: Marinha do Brasil

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Cem anos do Farol do Chuí

vinheta-clipping-navalPonto que determina o limite meridional da costa brasileira, o Farol da Barra do Chuí, em Santa Vitória do Sul, sul do Estado, completa cem anos hoje. Para comemorar a data, a Marinha do Brasil descerra uma placa comemorativa, às 14h.

Inaugurado em 24 de maio de 1910, o Farol do Chuí separa as águas brasileiras das uruguaias. Seu primeiro faroleiro foi João Pedro Pereira, o Joca Documento, que doou as terras que abrigam a construção até hoje.

A prefeitura de Santa Vitória do Palmar inicia hoje um projeto para aproximar a comunidade do ponto turístico. Até dezembro, alunos das escolas da rede pública municipal farão visitas semanais ao local para conhecer a história.

FONTE/FOTO: Zero Hora/Google Panoramio

 

A ver navios

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) até hoje não autorizou a instalação de um estaleiro da Marinha no Porto de Sepetiba, no Rio.

Nele, serão construídos cinco submarinhos (sic) por um consórcio da brasileira Odebrecht com a francesa DCNS, objeto de acordo entre Lula e Sarkozy no fim de 2008.

FONTE: Coluna do Ancelmo

 

Queda de helicóptero confirmada pela Marinha

A Marinha confirmou, nesta quinta-feira, em nota oficial, que a Força Aérea Brasileira admitiu a queda de um helicóptero em Angra dos reis, no Rio de Janeiro, na última quarta. A Marinha informou que o piloto resgatado encontrou em contato com a instituição relatando o fato. Ele contou que saiu de Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade, em direção à Costa Verde e, quando realizava o percurso de volta, teve problemas que causaram a queda da aeronave.

De acordo com o piloto, não havia mais ninguém no helicóptero, mas equipes da Marinha, do Corpo de Bombeiros e da Força Aérea Brasileira estão no local para localizar os destroços da aeronave. Até o momento, nenhuma parte do helicóptero ou pertences do piloto foram encontrados.

FONTE: Jornal do Brasil, via Notimp

Nota à imprensa
Acidente com helicóptero em Mangaratiba

A Delegacia da Capitania dos Portos em Itacuruçá e o Corpo de Bombeiros da região receberam a informação de que um helicóptero teria caído próximo ao Club Med, em Mangaratiba, região da Costa Verde do Rio de Janeiro, por volta das 16h. Militares da Delegacia, em uma lancha, e uma equipe do Corpo de Bombeiros foram até ao local verificar e não encontraram nenhum destroço ou mancha de óleo que pudesse indicar algum tipo de acidente.
Os militares encerraram as buscas ao anoitecer e nesta quinta-feira, 22 de abril, uma equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros e militares da Delegacia da Capitania em Itacuruçá irão realizar novas buscas.

Centro de Comunicação Social da Marinha
Comando do 1º Distrito Naval
Seção de Comunicação Social
Praça Mauá nº 65 – Centro/RJ
20091-001

 

Navio de cruzeiro atinge o cais e três pessoas morrem

Uma das vítimas fatais era brasileira

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vinheta-clipping-navalUm tripulante brasileiro estaria entre as três vítimas fatais de um acidente envolvendo um navio de cruzeiro de luxo no balneário egípcio de Sharm El-Sheikh, no Mar Vermelho, nesta sexta-feira.

O navio Costa Europa, da empresa Costa Crociera, transportava cerca de 1,5 mil passageiros quando bateu contra o cais na hora de atracar no balneário egípcio, deixando três tripulantes mortos.

Segundo a polícia e funcionários de resgate, que falaram sob condição de anonimato, as vítimas são do Brasil, Honduras e Índia, mas a empresa não confirmou as nacionalidades.

A Costa Crociera, empresa proprietária do navio, afirmou que a embarcação ficou danificada no lado direito após atingir o cais. “Nós confirmamos a morte de três membros da tripulação”, disse a companhia em um comunicado. “O navio seguirá atracado no porto”, completa a nota.

Testemunhas disseram que ventos fortes atingiram a região na hora da chegada ao porto, o que teria causado o acidente.

O navio Costa Europa fazia um cruzeiro de 18 dias partindo de Dubai e com destino a Savona, na Itália.
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FONTE/FOTO: Último Segundo/AP

 

RFA Wave Ruler em Santos

Wave_Ruler-crestEntrou hoje no porto de Santos, por volta das 09:00h, o navio-tanque RFA Wave Ruler (A 390) que pertence a classe Wave Knight. O navio esta realizando sua primeira comissão pelo Atlântico Sul na Atlantic Patrol Task (South) e depois de visitar a Ilha de Ascenção e Santos deve seguir para as Ilhas Falklands, Ilhas Georgias do Sul e portos da Africa. No segundo semestre o navio assume a estação de navio-tanque na Atlantic Patrol Task (North) no Caribe, com visitas a portos dos EUA, antes de retornar ao Reino Unido.

O navio possui casco duplo, atendendo as normas internacionais, ora vigentes, e substituiu a classe OL (Olmeda, Olwen, etc…) na Royal Fleet Auxiliary. Foi construído pela BAe Systens e entrou em serviço em 2003.

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Seu comandante é o Capitão (RFA) Shaun Jones, veterano da Guerra das Malvinas (1982) quando serviu a bordo do RFA Sir Tristram, irmão do nosso atual Almirante Sabóia (G 25). Atracou no cais dos Armazéns 29/30 e ainda não tem data e hora de previsão de saídas.

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Nottingham: nothing more

HMS Nottingham em março de 2008_foto RN

O título é uma brincadeira com o nome e o descomissionamento, em breve, do navio. Mas, certamente, o HMS Nottingham, apesar de não representar “nada mais” na ordem de batalha da Royal Navy (Marinha Real) vai deixar muitas lembranças em quem fez parte de sua história e nos entusiastas que admiram o design clássico dos destróieres de defesa aérea Tipo 42 da Marinha Real.

Desde abril de 2008, após voltar de uma comissão no Atlântico Sul, o HMS Nottingham foi colocado na “reserva” – mantido com um grau menor de prontidão, já estando planejada a sua retirada de serviço – embora pudesse  ser colocado em operação em caso de necessidade, dependendo de todo um processo de manutenção e requalificação. Desde aquela data até hoje, uma equipe dedicou-se a mantê-lo nesse estado, em que serviu também como uma plataforma de treinamento.

Alguns eventos, porém, estão selando o destino do navio: no dia 3 de fevereiro, foi realizada uma missa e uma marcha pelo centro de Nottingham (que dá nome ao navio) visando selar a amizade com a cidade (com participação de grande parte da tripulação do navio).  E, no próximo dia 11 de fevereiro, será realizada a cerimônia de descomissionamento na Base Naval de Portsmouth, precedendo a retirada oficial do HMS Nottingham da frota britânica, no dia 1º de março.

HMS Nottingham_foto RN

marcha tripulação HMS Nottingham

FONTE / FOTOS: Royal Navy

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Petrobras investirá em base na Antártica

A Petrobras vai investir R$ 3 milhões no novo sistema de recebimento de combustíveis da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), na Antártica, conforme acordo de cooperação assinado nesta terça-feira (19/1) com a Marinha do Brasil. Um carretel de cerca de 1 mil m, de tubo flexível retrátil, será conectado ao navio nas operações de descarga de combustível e evitará acidentes ambientais.

“Uma das fragilidades da EACF era a dinâmica de descarga de combustíveis. A vulnerabilidade das pequenas balsas que realizavam o transporte entre a base e os navios era preocupante. Com esse novo sistema de linha flexível, o processo vai ser mais rápido e seguro”, comenta Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da Petrobras.

O acordo prevê também que a Marinha dê apoio logístico e operacional à Petrobras na realização de pesquisas para o uso biocombustíveis no abastecimento da base, que hoje é feito com diesel mineral. Além disso, serão realizadas pesquisas na área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde.

O acordo, com duração de quatro anos, também contará com o apoio da Universidade Federal do Rio Grande (UFRG), que será a responsável pela manutenção e conservação da base e pelo desenvolvimento de pesquisas e programas ambientais.

“Estamos na Antártica desde o início do projeto. Nossa equipe de pesquisadores faz parte da história desse importante programa do governo. Temos certeza que esse acordo será um grande passo na qualificação de nossa estrutura”, afirma o reitor da UFRG, João Carlos Brahm Cousin.

Desde a criação do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), em 1982, a Petrobras vem oferecendo diversos combustíveis (diesel naval, gasóleo ártico, gasolina, QAV-% e QAC-1) para atender às atividades relacionadas ao programa. Em 2006, A Petrobras firmou contrato com a Marinha e disponibilizou R$ 10,5 milhões para a revitalização da estação e para a compra de dez tanques combustíveis de aço inoxidável.

O Proantar foi instituído com o objetivo político de preservar o direito de de Brasil participar das reuniões consultivas periódicas sobre o continente. O projeto é coordenado pela Marinha e envolve diversos setores e organizações militares.

FONTE: Portal Energia Hoje

 

Marinha russa enfrenta problemas de renovação na frota

Descompasso entre navios descomissionados e construção de novas unidades é o grande problema

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A capacidade de combate da Marinha da Rússia pode ficar seriamente comprometida a partir de 2015 caso o atual ritmo de descomissionamento continue.

“Se a situação não mudar, enfrentaremos um problema muito grande por volta de 2015 e, como resultado, uma redução da capacidade de combate”, informou o almirante Vyacheslav Popov em um artigo recente.

Segundo Popov, o problema principal está na falta de capacidade de financiamento para novas unidades de grande porte.

“Os fundos atuais são insuficientes para se construir uma frota oceânica e manter os navios em atividade”, completou o almirante. A Rússia incorporou somente uma única corveta na última década.

Novos planos incluem a construção de 20 fragatas da classe Admiral Gorshkov (ver imagem acima). A primeira delas, em construção no estaleiro Severnaya Verf, será lançada em 2011.

Em paralelo, a Rússia continua a negociar a aquisição de um navio classe Mistral com a França por cerca de 400 a 500 milhões de euros.

FONTE: Ria Novosti

 

UH-14_EVAMNo dia 2 de dezembro, por volta das 11h30, o Comando de Operações Navais recebeu e-mail de uma agência de cruzeiros, informando que uma passageira do Navio de Cruzeiro “Seven Seas Voyager” encontrava-se com suspeita de pancreatite e abdômen agudo, necessitando de evacuação aeromédica com urgência.

O navio, de bandeira das Bahamas, estava a aproximadamente 320 milhas (592 Km) de Cabo Frio (RJ), proveniente do Porto da Ilha de Santa Helena, deslocando-se em direção à cidade do Rio de Janeiro.

Imediatamente, o Comando do 1º Distrito Naval foi acionado para planejar e coordenar o resgate. Foi decidida a realização de uma evacuação por helicóptero da Marinha devido ao seu grave estado de saúde.

A Marinha do Brasil coordenou com o comandante do “Seven Seas Voyager” para que tomasse o rumo em direção à cidade de Cabo Frio, com a máxima velocidade.

Por volta das 18h30, a aeronave encontrou-se com o navio a aproximadamente, 150 milhas da costa (278Km), realizando a evacuação aeromédica, transportando-a para o aeroporto de Macaé (RJ), cidade mais próxima.

O resgate ocorreu pelo método de “pick-up”, no qual a pessoa é colocada em uma maca presa por cabos e içada para o interior da aeronave através de guincho, uma vez que o navio não possui heliponto.

Por volta das 20h30 do dia 2 de dezembro, a aeronave chegou ao aeroporto de Macaé, onde a enferma foi recebida por uma equipe médica, sendo encaminhada por ambulância para o Hospital São Vicente.

FONTE e FOTO: MB

NOTA do BLOG 1: Transcrevemos abaixo o relato do resgate, feito por um oficial do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), que foi reproduzido no site vootatico:

“[...] no planejamento do voo, definimos que baixaríamos pelo hoist os 2 resgatistas, que receberiam a enferma e a colocariam na maca para ser içada, içaríamos a maca e depois recolheríamos os resgatistas.

Isso tudo, em função da autonomia da ANV, não poderia exceder 15 minutos, pois o resgate foi realizado a 155 MN de SBES (a autonomia do Super Puma da MB é de 3h50min e a velocidade de planejamento é de 100 kt).

Durante o translado de ida, conseguiu-se economizar 10 minutos, ampliando o tempo do resgate para 25 min.

Ao chegar ao local, apesar de ter sido solicitado que o vento estivesse entrando pela esquerda (bombordo) do navio com 30º de defasagem e o vento entrando com 20 kt de intensidade e enferma já estivesse aguardando no local de recolhimento isso não aconteceu, acarretando a perda de preciosos minutos de voo.

O resgate terminou exatamente no por do sol. Assim que embarcou na ANV, a senhora de 85 anos de nacionalidade americana e com pancreatite abdominal aguda, passou a receber cuidados de um Médico e de uma enfermeira da Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia que estavam a bordo da ANV.

O regresso foi em IFR IMC. O pouso foi feito em SBME (era mais perto e tinha sido previamente coordenado) com 600 libras de combustível, sendo o mínimo para pouso em terra adotado pelo EsqdHU-2 400 Lb. Ou seja, deu na conta…”

NOTA do BLOG 2: BRAVO ZULU HU-2!

 
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