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Resposta da Marinha à nota da Isto É sobre o NAe ‘São Paulo’

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NAe-São-Paulo-A12-2007-by-www.naval.com.br

Senhor jornalista,

Em relação à nota “Ao menos…boia”, publicada em sua coluna na revista “IstoÉ”, edição nº 2114, a Marinha do Brasil (MB) esclarece que o Navio-Aeródromo (NAe) “São Paulo” operou, ininterruptamente, de 2001 até 2005, quando ocorreu o rompimento em uma rede de vapor principal, o que determinou a sua parada para a realização de reparos. Em função da extensão dos serviços a serem realizados e o tempo necessário à sua consecução, bem como da programação de futuros períodos de manutenção do Navio, diversos outros serviços foram oportunamente antecipados, em face da necessidade de sua imobilização. Dessa forma, compatibilizou-se a manutenção corretiva com a preventiva, decorrente do número de horas de funcionamento de determinados equipamentos e sistemas.

Portanto, o NAe “São Paulo”, com quatro anos de operação e 164,5 dias de mar, já realizou 568 catapultagens/enganches, o que demonstra o elevado grau de operatividade e segurança na condução de operações aéreas. Salienta-se que a capacidade da MB nesse tipo de operação é reconhecida internacionalmente, sendo razão para que, rotineiramente, a Força participe em programas de intercâmbio e cooperação com Marinhas de outros países que, também, operam Navios-Aeródromos. É mister lembrar que somente nove países no mundo têm capacidade de operar Navios-Aeródromos, sendo o Brasil um deles.

Em outubro de 2007, alguns serviços foram concluídos e o navio iniciou suas provas de mar, quando foi constatada uma avaria no eixo propulsor de boreste, cujo reparo culminou na sua substituição. O período de tempo necessário ao serviço do eixo, cerca de um ano, permitiu a execução de outros serviços de manutenção e a modernização de alguns sistemas componentes da planta propulsora e catapultas. De um modo simplificado, podemos resumir as obras, em cinco grupos, assim discriminados:

I – Praças de Máquinas – revisão das turbinas de propulsão do eixo de bombordo; reparos de turbo-geradores, que são as principais fontes de energia elétrica; e reparo da maioria das bombas principais do Navio.

II – Praças de Caldeiras – duas caldeiras foram retubuladas completamente. Para se ter uma idéia, são cerca de 1.500 tubos por caldeira. Uma delas ficou pronta no fim de abril e a outra em julho de 2009.

III – Catapulta lateral – a catapulta lateral está sofrendo uma revisão geral com a troca de inúmeras peças do seu aparelho de força, aquele que impulsiona a aeronave; reforço em sua estrutura; e verificação de todo circuito vapor. A previsão de término do reparo é para 15 de julho de 2010.

IV – Condensadores principais – estão sendo realizados serviços de reparo no
engaxetamento (vedação) dos 19.700 tubos, pertencentes aos dois condensadores principais do Navio. A previsão de término é para julho de 2010.

V – Outras obras – foram modernizadas as quatro unidades de resfriamento principais, para melhorar o sistema de condicionamento de ar do navio. Foram, também, substituídos três motores de combustão, responsáveis por parte da geração de energia, bem como foram instalados grupos de osmose reversa, responsáveis pela produção de água doce.

A12 F49 e G27

Durante um período longo de manutenção, todo navio da MB é submetido a um criterioso programa de adestramento, que culmina em rigorosas inspeções, com o propósito de preparar a tripulação para executar suas tarefas no mar, a qualquer tempo, com segurança. Esse período é variável de acordo com o tipo e a missão do navio. No caso do NAe “São Paulo”, vem sendo executado um Programa de Adestramento específico para cada um dos diversos setores de bordo e
está previsto, inicialmente, um período de mais 3 meses para a realização do adestramento da tripulação no mar e para iniciar a qualificação de aviadores a bordo. Após tal período, o navio iniciará seu Ciclo de Atividades Operativas, cumprindo diversas missões de treinamento com os demais navios da Esquadra.

A operação de um Navio-Aeródromo apresenta elevado fator de risco e demanda grande esforço para sua condução com segurança. O Programa de Prevenção de Acidentes é calcado em uma política de segurança, fundamentada em conceitos básicos como: desenvolvimento de uma consciência situacional; identificação dos potenciais riscos envolvidos em cada atividade realizada; na correta manutenção dos equipamentos; e no intensivo adestramento do pessoal.

No decorrer deste Período de Manutenção e Modernização, toda a tripulação está sendo submetida aos adestramentos programados, recebendo orientação específica para a prevenção de acidentes, a fim de manter a mentalidade de segurança que contribuirá para a redução de riscos inerentes ao fator humano, o que, associado à criteriosa manutenção dos equipamentos e sistemas, elevará os níveis de segurança na operação do Navio. Esse é um esforço que se mantém diuturnamente e recebe a
mais alta prioridade do Comando.

A importância de o nosso País possuir um NAe está relacionada à existência de enormes recursos naturais ao longo do nosso vasto litoral e nas Águas Jurisdicionais, além da dependência do transporte marítimo para o comércio exterior, o que exige alguma capacidade de defesa de nossos interesses, na enorme área marítima brasileira. Tal fato impõe à MB dispor de instrumentos de vigilância, controle e proteção.

Isso pode ser concretizado pela existência de uma Força Naval capaz de operar tanto em áreas oceânicas quanto próximo ao litoral de regiões conturbadas. Em qualquer situação, ela deverá ser capaz de prover eficazmente a própria defesa, inclusive contra ameaças aéreas, para o que se faz indispensável dispor de aviação embarcada em um NAe.

Assim, uma Força Naval nucleada em Porta-Aviões possuirá as características de
mobilidade, flexibilidade, versatilidade e capacidade de permanência, que a habilitarão a cumprir um amplo espectro de missões, desde as humanitárias e de paz até as típicas de manobra de crise ou de conflito armado.

Um Poder Naval bem aparelhado provê, ao nível político decisório, a
capacidade de graduar a aplicação da força, no tempo e no local apropriados, e com a intensidade proporcional aos propósitos pretendidos. Além disso, representa eficaz elemento de dissuasão, pois poucos países são capazes de efetivamente operar distantes do seu litoral.

Deve-se ressaltar, ainda, que a capacidade de controlar áreas marítimas não pode ser alcançada somente com o emprego de navios escoltas e que a aviação baseada em terra possui limitações de raio de ação, além de demandar tempo excessivo para reagir às ameaças aéreas provenientes do mar, principalmente para a defesa de objetivos situados a muitas milhas da costa, a exemplo das plataformas de petróleo.

PA Foch (NAe São Paulo) à noite

Dentre as várias operações realizadas pelo NAe “São Paulo”, podemos destacar as
seguintes:

a) ARAEX-VI/02 (com a Marinha da Argentina) – operação destinada a incrementar o grau de interoperabilidade entre unidades de superfície e aeronaves orgânicas das Marinhas do Brasil e da Argentina (ARA);

b) URUEX-02 (com a Marinha do Uruguai) – operação destinada a incrementar o grau de interoperabilidade entre unidades de superfície e aeronaves orgânicas das Marinhas do Brasil e do Uruguai (AROU);

c) ESQUADREX-04 e ADEREX-I/05 – operações destinadas a elevar a prontidão, o grau de adestramento e avaliar o desempenho das unidades da Esquadra;

d) TROPICALEX-02 e 03 – operação destinada a realizar ação de presença nos portos do nordeste e elevar o grau de prontidão das unidades da Esquadra, por meio da realização de exercícios avançados e operações de guerra naval;

e) TEMPEREX-02 – operação destinada a realizar ação de presença nos portos do sul e elevar o grau de prontidão das unidades da Esquadra, por meio da realização de exercícios avançados;

f) ESPADARTE-02 – operação de Patrulha Costeira, destinada ao Controle Naval do
Tráfego Marítimo; e g) ASPIRANTEX-03 – operação com o propósito de manter o grau de prontidão dos meios navais da Esquadra e contribuir para a formação militar naval dos Aspirantes da Escola Naval e Alunos do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), por meio da realização de exercícios básicos de adestramento.

Por último, faz-se mister esclarecer que a visita de técnicos franceses diz respeito a mais uma entre diversas visitas técnicas já realizadas e previstas nos Acordos assinados entre a MB e a empresa DCNS.

Atenciosamente,
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA

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Leandro RQ
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Leandro RQ

Excelente resposta da Marinha.

Calou a boca do Boechat e de muitos “pessimistas” aqui do blog…

corsario01
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corsario01

Ainda não.

O Boechat agora tem que ser homem e publicar a resposta em sua coluna, para ai sim, esta resposta ter o mesmo “peso” que a nota infeliz que ele publicou.
O que acham?

Joaca
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Joaca

Senhores
A MB esta fazendo o que MN não quis fazer, modernizar o SP

Leandro RQ
Visitante
Leandro RQ

corsario01

Concordo plenamente!

Porém nossa imprensa não costuma ter esse tipo de atitude. O máximo que vai acontecer é a publicação dessa carta-resposta da Marinha na seção de cartas da revista IstoÉ…

Leandro RQ
Visitante
Leandro RQ

Joaca

Não quis fazer porque eles incorporaram um NAE “zerinho em folha”, na época que venderam esse para o Brasil…

Veja um vídeo do CHARLES DE GAULLE e entenda os motivos dos franceses não reforma-lo…

http://www.naval.com.br/blog/2009/12/29/rafale-marine-no-charles-de-gaulle/

Átila
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Átila

O homem fala; o sábio cala; e o tolo discute.
Senhor Corsário01. Muito obrigado pela notícia.
Após tomar conhecimento da resposta do Centro de Comunicação Social da Marinha, ao senhor jornalista; eu gostaria de acrescentar apenas o seguinte: Antes atirar uma pedra ao acaso do que dizer palavra em vão…

Leandro RQ
Visitante
Leandro RQ

Aliás só mais um comentário fora do assunto em questão.

Esse vídeo sobre o Rafale no Charles de Gaulle é sensacional!

Pena que foi publicado no fim do ano e muita gente “passou batido” e não viu…

marujo
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marujo

Bela e definitiva resposta da MB. Pena que não veio antes, apesar do assunto operacionalidade do PA São Paulo ser motivo permanente de discussão neste e em outros blogs. Acredito que foi a falta de informação que provocou equívocos como o do jornalista da Isto É. É preciso muita pressão, como no caso do PA e dos subs franceses, para a Marinha vir a público informar. Infelizmente, o que deveria ser regra é exceção.

eduardo
Visitante
eduardo

A resposta da MB apenas detalha o que já sabemos. Não altera o fato de que o navio está parado há 4 ou 5 anos e nem menciona o custo da reforma, que certamente será muitas vezes maior do que o custo de aquisição. Fora os custos de manter a tripulação à toa ou sub-utilizada durante todo o período da manutenção.
Evidentemente a revista não vai publicar tudo, pois seriam algumas páginas em resposta a uma notinha em uma coluna.

Pedro
Visitante
Pedro

Marinha sempre dando “exemplo” as outras duas força de como sobreviver aos reajuste frequentes de investimento,a falta deles e o descrédito de nosso governo para com nossas forças armadas. Que volte logo ao mar e a treinar nossos pilotos. Que venham os subs, quem sabe rafalesM ou outro que o valha, junto com as esperadas escoltas.

Abraços.

M1
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M1

Mais alguma pergunta? uhauhauhauha…..
Bem que a MB poderia citar o caso da China, que opera um NAe de concreto, mas acho que seria muito esculacho…. hehehe

humberto
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humberto

Olha, gosto do trabalho da MB, mas tem coisa que é dificil engolir.. O que dá para se concluir olhando os trechos. “operou, ininterruptamente, de 2001 até 2005” e “Portanto, o NAe “São Paulo”, com quatro anos de operação e 164,5 dias de mar, já realizou 568 catapultagens/enganches”. Se estamos em 2010 já temos o PA a uns 9 anos..que dá uns 3.200 dias. Se 164,5 dias no mar em 1460 dias ja me parece pouco (pouco mais que 10%), imagine em 3.200. Concluindo, mais de 3000 dias parados dos 3200 dias que o temos..e mais, assumindo que todos voos… Read more »

RLeal71
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RLeal71

Olha!!! Lendo até aqui acredito que o “polvo” brasileiro e, realmente, otimista. Independente das competências das autoridades e imprenssa, seria bom fazermos um paralelo com outras “grandes aquisições” que estamos prestes a fazer. Tem FA que pode ficar cheia de “elefantes brancos” (ou seriam vermelho branco e azul) parados nos hangares por contigênciamento de verbas nos próximos governos. É FUNDAMENTAL UMA NAe, ASSIM COMO OUTROS VETORES, MAS TEMOS QUE TER POLÍTICAS DE LONGO PRAZO.

RLeal71
Visitante
RLeal71

Leia-se um NAe invés de “uma” NAe. Desculpem o erro.

Braziliano
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Braziliano

Para constar:

A revista Isto É, aparentemente, é uma das muitas beneficiadas com as benesses das propagandas de órgãos e empresas estatais.

Bastaria pois um telefonema da Casa Civil e uma nova reportagem mais honesta sobre o porta-aviões São Paulo aconteceria rapidamente.

Mas não acredito que isso aconteça. Os dúbios rancores dos jornalistas esquerdistas sempre encontraram guarida sob a complacência dos governos FHC e Lula. Que as FF.AA. se virem sozinhas quando caluniadas.

Giordani RS
Visitante
Giordani RS

Por quê os “boechat´s” da vida, ou melhor, da mídia, não usam toda a sua “inteligência” para o bem da Nação? Por exemplo? Se são tão influentes, por quê não cobram do governo uma definição sobre o fx2? Aquisição ou construção de um NAe nacional…novos vetores navais…Poder de Dissuassão VERDADEIRO…

Alfredo.Araujo
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Alfredo.Araujo

Eu, na minha “leiguisse”, vejo essas reformas com bons olhos…

A MB deve estar adquirindo um know-how mto valioso ao fazer esse tipo de manutenção no SP…
Quem sabe não seja um primeiro passo para um NAE made-in-braZil ?!?!

Como ninguem ensina isso, a forma de aprendermos é essa ! Engenharia reversa…

Milan
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Milan

Eu acho que o jornalista errou sim, pegou pesado demais.

Porém, acho perfeitamente discutível a posse de um NAE. Gostaria muito mais de um sub nuc

Tomcat
Visitante
Tomcat

Prezados,

Achei excelente a resposta da MB. O único ponto negativo foi ter sido como reação à nota do Boechat.

Tá certo que, como repórter, ele deveria ter se informado, mas (me corrijam se estiver enganado) não é costume da MB informar o que está sendo realizado no SP ao público em geral. Se informasse, evitaria estes tipos de notas.

[ ]’ s

Tomcat
Visitante
Tomcat

marujo disse:
20 de maio de 2010 às 11:59

Marujo,

Me desculpe, acabei praticamente repetindo o que você disse. Não havia lido seu post.

Seu raciocínio é perfeito!

[ ]’ s

valdo
Visitante
valdo

Ok… Ok… tirando a questão resposta e direito de resposta…

Tecnicamente falando, quando o A12 ficar operacional novamente, alguém tem idéia de sua capacidade operacional em nº de aeronaves, quais (as que temos ou teremos, ou ainda podetemos ter) e sua vida útil. Mas não o que queremos, mas o que realmente é possível para a MB…

Abraços

RtadeuR
Visitante
RtadeuR

Sabemos que à partir de porta aviões, Zeros colocaram os EUA de joelhos em Pearl Harbor , que pesados B-25 bombardearam Toquio, que nos tempos de hoje já fabricam porta helicópteros, que Vants são operados dos mesmos.
Pergunto : será que dois ou três Super Tucanos poderiam operar no São Paulo em apoio aproximado em terra aos Fuzileiros ou observãção armada?

alessandro
Visitante
alessandro

Esse Boechat não é o mesmo que apresenta o jornal da Band? Putz, o cara nem jornalista é, e só sabe dar furo como âncora!!! Ele sim “ao menos bóia” na água!!!!

MO
Membro

Pena ( ou não neh) que o CDG num funciona … (principalmente no custo x beneficio)

Ahh antes que alguem compare, a atuação francelica no mar eh bem diferente da MB até então

Abs
MO

Vader
Visitante
Vader

Muito bom, muito que bem, a MB tá trabalhando direitinho, etc. e tal. Ótimo. Ao menos isso (embora não seja nada mais que sua obrigação). Mas a nota continua sem explicar para que o Brasil precisa de um NAe. Pra intervir aonde? E como que um NAe velho, lento, desarmado, sem defesa própria, sem escoltas e com uma dúzia (?) de A-4 Skyhawks da década de 50 pode ser mais efetivo contra uma eventual frota invasora que uma boa força de aeronaves multirole baseadas em terra (Su-34, ou F/A-18E, por exemplo). Ou vão querer me provar que um esquadrão de… Read more »

Nick
Visitante
Nick

A Marinha poderia manter o A-12 em estado de “espera” até termos pelo menos 6 dos A-4 modernizados?? Sabe-se lá quando teremos um PA novo como está planejado, e fazer “esticar” o máximo possível a vida útil do São PAulo seria interessante. Talvez até 2030.

[]’s

Nick
Visitante
Nick

Caro Vader,

Entendo seu ponto de vista, mas acredito que a MB tem que ter 1, não, 3 PAs com capacidade de no mínimo 60.000 tons, capazes de operar SuperHornets, F35-C,e (toc toc toc) Rafales Ms.

Claro que isso por enquanto é sonho , mas quem sabe daqui uns 30 anos??

Mas sem esquecer que a prioridade é Negação do Mar, e ae aguardemos os 4 SBRs e os SSNs tupiniquins entrarem em ação 😀

Sobre o post, parabéns a MB por responder prontamente à nota do colunista.

ps.: Será que o A-12 estará operando full em Julho??

[]’s

Galileu
Visitante
Galileu

Legal a resposta da MB, tem que ser assim nossas forças, tem que “falar” mais, muito mais.

Ainda bem que não irá demorar para voltar ao mar, essa máquina de Guerra e seus caçadores A4.

…..Nae Nuclear, hahahahahha na MB
Se colocarem o Simbad nesse futuro nuclear e mais umas .50, ai sim eu aprovo hahaha

Galileu
Visitante
Galileu

Será que quem trabalha no Nae SP sabe que num possível combate, o caixão da tripulação tá pronto?

Fala sério…….qual a serventia desse “alvo ambulante”

Como o colega vader falou, os su34 sediado em terra deita e rola, sem contar que é muitooo mais barato e seguro.

Mas vai explicar isso para os velhos Generais hahaah

Vader
Visitante
Vader

Nick disse:
20 de maio de 2010 às 15:09

Nick, eu queria mesmo é que a MB tivesse uma dezena de NAes nucleares, com uns 1.000 Su-34, SH´s e Rafales M.

Mas já que não podemos ter isso, prefiro que ela tenha subs para proteger nossas costas, frota, portos, plataformas, etc. E uma aviação naval efetiva baseada em terra.

Abraço.

Manock
Visitante
Manock

continua apenas boiando… e quando operacional, se esse dia chegar, continuará apenas boiando!

Brandalise
Visitante
Brandalise

Valdo,

Pelo que eu sei, na epoca em que estava na Marinha Francesa o Foch levava no maximo 42 aeronaves. 48 eh o que eu consideraria um numero minimamente adequado, e 72 seria o ideal. Mas o Minas Gerais, como comparacao, levava ±24… entao (neste quesito) a situacao melhorou muito. Infelizmente nao sei os outros dados, e seria interessante que o pessoal do blog, que entende mais do assunto (tem gente aqui que jah passeou de “opalao”) pudesse responder estas perguntas. Inclusive, se postei dados errados, por favor me corrijam.

Abs!

Brandalise
Visitante
Brandalise

Resposta previsivel esta da MB, bonitinha, seria e bem organizada. Mas o que foi apresentado nao me impressionou. Sou obrigado a concordar com a avaliacao do Humberto. ±3,5 catapultagens por dia de operacao? E nem foram tantos dias de operacao assim! Se fossem 6 ou 8, ainda vah lah… como media, me desculpem mas estah muito baixa. Nao dah para pensar em cobertura aerea desta forma. Ademais, me preocupa o silencio em algumas areas. Como evidenciado aqui mesmo no blog, em um dos posts anteriores: a cobertura antiaerea e a capacidade de detecao de ameacas do NAe Sao Paulo eh… Read more »

Leandro RQ
Visitante
Leandro RQ

Vader Pelo que eu já li por ai, creio que é importante para a Marinha manter um NAe operacional por dois motivos. O primeiro é que a MB mantém operacional o treinamento e desenvolvimento da doutrina de aviação embarcada de asa fixa. No dia que o Brasil “acordar pra vida”, começar a investir seriamente em sua defesa e a MB tiver uns 3 NAes novos operando na costa brasileira, nossos marinheiros e aviadores estarão preparados para cumprir suas missões. Veja o caso dos chineses. Planejam construir uma meia duzia de NAes, mas não sabem como opera-los!! Se não me engano(me… Read more »

Leandro RQ
Visitante
Leandro RQ

E concordo com o Brandalise:

“deveriamos pensar ao longe. Podemos equipar o A-12 com o intuito de desenvolver know-how, e pensar na construcao de novos porta-avioes de producao nacional (ou em parceria): com SAMs, radar, AWACS, no minimo 3 catapultas, e espaco para umas 70-80 aeronaves”

Pena que nossos políticos não pensem dessa forma…

Meu sonho era ver um monte de MIG 29K com as cores da MB…

Vader
Visitante
Vader

Leandro RQ disse: 20 de maio de 2010 às 16:26 Leandrão, vc me desculpa velho, mas manter ativo um Porta-Aviões pra aprender como afundá-lo vc só pode estar de brincadeira neh amigo? Pow, num tinha uma forma mais barata de aprender a afundar NAe não? Exercícios com a US Navy, ou a RN, p. ex.? Simuladores? Sei lá? Ou será que o simples fato de “termos um NAe” transformou nossos submarinistas nos melhores do globo terrestre? Caraca, então o mundo tá ferrado, não tem pra ninguém, porque se temos submarinistas assim com nosso Opalóvsky ferrado na doca a trocentos anos,… Read more »

Leandro RQ
Visitante
Leandro RQ

Vader Como eu disse, foi isso que eu li por ai… Mas o principal motivo eu concordo. Acho fudamental manter a doutrina de aviação embarcada de asa fixa. Principalmente porque não sabemos dos planos da MB. Quem garante que eles não planejam um novo NAe em um espaço de tempo bem menor do que esperamos? Afinal de contas somos pessimistas por natureza, pois não confiamos nos nosso políticos.[:(] Também acho essa explicação de treinamento de subs meios inconsistente. Mas creio que todo e qualquer marinheiro dentro de um Submarino prefere “afundar “um NAe real do que nos simuladores… Sobre a… Read more »

humberto
Visitante
humberto

Também (como leigo) não vejo muita utilidade do Sampa, creio que nem como doutrina podemos utiliza-lo, pois está a muito tempo parado, os pilotos perderam o experdise, a tripulação idem (o pessoal do PA foram alocados para outros meios), pois navio parado, vc aprende e desenvolve muito pouco. Para mim, no dia que o presidente canetear uma autorização para que a MB opere aviões em terra de forma permanente (hoje a MB só pode possuir vetores que possam estar nos seus navios), a MB se livra do PA. Posso estar redondamente enganado (como muitas vezes), mas o PA é uma… Read more »

Marques
Visitante
Marques

É muito bom que a MB através do CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA tenha se pronunciado em resposta a revista “IstoÉ”.
Fora a parte ficaria bem mais interessante se junto ao pronunciamento a mesma fala-se sobre o projeto da aquisição do novo Nae com capacidade reais de projetar novos meios aéreos num cenário da arte da guerra.
Ficando assim muito vago os reais interesses da MARINHA DO BRASIL quanto ao seu futuro dento do atual assunto.
Fica nosso desejo de ver uma MARINHA melhor equipada e nossa torcida por dias melhores ao NaeSp.

Nick
Visitante
Nick

Caro Vader,

Sem dúvidas , primeiro Negar o uso do mar ao inimigo, depois Projeção de Poder.

Mas mesmo no caso de Negar o uso, um NAe, poderia ter uso…. desde que devidamente capacitado, que não é o caso do nosso A-12. Já que o Opalão está ae, quase terminando seu reft, não vejo muito problema em manter operacional, pelo menos como PA escola 😀

[]’s

Elizabeth
Visitante
Elizabeth

A Isto É representa o que de pior a grande imprensa brasileira tem. Porem a nota da MB no meu entendimento precisa de um reparo. No trecho abaixo; “o Navio-Aeródromo (NAe) “São Paulo” operou, ininterruptamente, de 2001 até 2005, quando ocorreu o rompimento em uma rede de vapor principal, o que determinou a sua parada para a realização de reparos.” Deveria ser assim Quando ocorreu o rompimento em uma rede de vapor principal, o que PROVOCOU A MORTE DE 3 TRIPULANTES E FERIMENTOS EM OUTROS 8 e determinou a sua parada para a realização de reparos.” Ao omitir este “pequeno… Read more »

marlige
Visitante
marlige

Boa resposta da MB. Pena que ficará restrita aos meios militares, enquanto a “noticia” do Sr. Boechat correu o Brasil.

Concordo com o q disseram o humberto e o Vader. AQ matemática dos dias de operação são desfavoráveis

A Marinha tb não explica qual o custo de todas essas “MELHORIAS ?”

NAe construído no Brasil? vai sonhando, vai……

Gesivaldo
Visitante

Ridìcula a resposta da Marinha, falou falou e não falou nada, só corroborou o que o jornalista disse : um Nae que não navega há 5 anos. Já esse papo da necessidade da Marinha ter um porta-aviões para proteger os recursos naturais e uma força naval nucleada por um Nae e blá blá blá, no nosso caso é justamente o contrário, temos um porta-aviões que não navega portanto inútil, e como o próprio nome diz um porta-aviões é destinado a portar aviões(fonte principal de sua existencia e na qual está baseada sua força e poder), e onde estão esses aviões… Read more »

MO
Membro

e assim disse Genivaldo

reticencias

MO

Farragut
Visitante

A nota está longa e, de certa forma, endossa certos pontos do Boechat.

Mad Dog
Visitante
Mad Dog

Simples…já que não gostam do A-12…
É só vender baratinho pra Argentina que sonha com um porta-aviões pra seus Super Etendarts que estão conservados e serão modernizados….

Renato
Visitante
Renato

A Isto é é uma porcaria, mas a nota está muito longa e não objetiva.
A MB está enrolando. Não tem como justificar a situação do A12.

Renato

Nautilus
Visitante
Nautilus

Renato, é claro que a MB tem como justificar a situação da São Paulo. O navio está passando por um Período Geral de Manutenção (PMG), antecipado por conta do acidente na cozinha do navio. PMG são processos longos. Procure ver o tempo que leva um PMG de um NAe da US Navy, uma marinha experiente no emprego desses navios. Veja quanto tempo o novíssimo Charles De Gaulle ficou parado no estaleiro, só para consertar as c… de sua construção…

MatheusTS
Visitante
MatheusTS

A-12 tem que ficar aqui no Brasil porque realmente ele pode ser uma arma defensiva muito boa e a MB falo td ai opalão vai fica muito bem até o proximo PA.
Vocês todos se baseam na Marinha dos EUA quando eles tem dinheiro só que um salario menor e são tantos PA que n da pra perseber quando estão parados vai pesquisar que vocês acham pelo menos 2 PA parados até proximo ano.

Opalão é muito bom e pronto.

Bonsin
Visitante
Bonsin

Umas vespas cairia bem no Opalão.

Abs.