Menos de um mês depois de receber um carregamento idêntico, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio (RJ) foi palco, na manhã de ontem, dia 23 de agosto, da chegada de dois helicópteros bimotores Seahawks encomendados pela Marinha brasileira.

As aeronaves foram trazidas de Nova Iorque por um cargueiro modelo C-17 da Força Aérea Americana, o mesmo que realizou a primeira operação, no dia 30 de julho. Os helicópteros, que pesam oito toneladas cada, serão utilizados pela Marinha em operações de busca e salvamento.

Com esta nova entrega, Cabo Frio – aeroporto público com gestão privada habilitado para operar voos internacionais de carga e passageiros – recebeu pela segunda vez uma aeronave cargueira da Força Aérea Americana.

O terminal conta com infraestrutura capacitada para embarcar, desembarcar, processar e armazenar qualquer tipo de carga com os maiores cargueiros do mundo, operando regularmente com aeronaves co

FONTE: tecnologistica

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Vassili

Mas já????????????? até onde me lembro, essa segunda entrega seria para ocorrer apenas final do ano que vem, totalizando os 4 do primeiro lote. A 5ª e 6ª unidades ( 1ª e 2ª do segundo lote encomendado) viriam em 2014.

Sei que os editores não gostam que fujamos ao assunto, mas farei assim mesmo.

Um dia o eterno F-X II sendo decidido em favor da Boeing, o ritmo de entregas seria assim tb acelerado???????? lembrando que os primeiros F-5 começam à dar baixa em 2016 ou 2017, e os Mirage 2000 em dezembro do próximo ano.

abraços.

juarezmartinez

Enmquanto isto em uma certa fábrica de apertar parafusos no inteior Mineiro…..”O gente como vamos fazer para as pás de hélices não arrebentarem mais as grades proteção dos motores”…o gente oh vida oh dor……
Um dia veremos comoincopmpetencia e roubalheira desta gentalha que governa este pais trouxe um prejuí\o enorme as aviações de asa rotativa das tres Fas….
Parabéns MB, parabéns Sikorski, uma aula de competência, seriedade e cumprimento de prazos….

Voar, treinar e combater…..

Grande abraço

Mauricio R.

Não sabia que a MB tem 2 “aviações navais”???
Aquela que sabe o que quer e aonde consegui-lo, leia-se MH-16.
A “outra”, aquela que insiste na desprezível restauração do acervo de museu aeronaval, by Embraer.
Como dizia a hiena Hardy:

“Eu sei que não vai dar certo… Oh, dia, oh, céus, oh, azar…”

fragatamendes

Caros amigos, comentários genéricos geram muitas dúvidas, será que os amigos poderiam detalhasr mais estas afirmações sobre produtos que certa fabrica tem para restaurar e não vai dar certo?Abraços do MENDES.

daltonl

Desculpem o “OFF topic”, mas O PN bem que poderia ter o “post” aqui
sobre o falecimento de Neil Armstrong também e não apenas no PA,
afinal Armstrong foi piloto da marinha, embarcado no USS Essex.

Tinha apenas 5 anos, mesmo assim acompanhei o que pude pela TV,
e mais tarde li diversos livros sobre o Projeto Apollo, sua grandeza, e
as dificuldades e perigos que estes homens correram.

Descande em paz Neil…jamais o esquecerei !

marciomacedo

Maurício, qual a razão de seu permanente desapreço por tudo que vem da Embraer?

Baschera

Putz…. Juarez…. vc esqueceu de falar das baterias ……. que já foram pra o páu em dois dos EC…..

Sds.

Mauricio R.

marciomacedo,

Eu não vejo nada de útil na Embraer privatizada, deveria ser deixada em um canto, fabricando e vendendo seus ERJ’s, Lineages, Legacies e Phenoms; que é somente o que ela faz mto bem aliás.

Vassili

Muitas vezes juro que não entendo alguns comentaristas………… se compramos algo no mercado internacional (em compra de prateleira mesmo) somos incompetentes por não conseguirmos desenvolver e produzir algo semelhante por aqui…………. tentamos fazer o contrário e levamos “escurraço” do memso jeito………

Preferiam que ele fosse vendida para um conglomerado armamentista estrangeiro, tipo a Argentina fez com a Fábrica Militar de Aviones (FMA) e depois se viu quase que obrigada à reestatizar ela, agora com o nome de LMASA. É esse o caminho que devemos tomar??????

Juro que não entendo algumas críticas que alguns colegas postam aqui.

abraços.

Requena

Boa notícia. Se a Marinha for experta, vai comprar mais uns 20 desses ai.
E vai trazendo assim, de 2 em 2, bem quietinho…
Quando a “companheirada” ver, já tem um monte de Seahawk por aqui.

marciomacedo

Maurício, sempre preferi que a Embraer não fosse privatizada. Em algum momento, para você, esteve perto daquilo que deveria ser. Creio que

marciomacedo

vai a continuação: Creio que entre ela e a Helibrás há uma diferença muito grande. A francesa, faz e continua fazendo o que a fábrica de aviões do Galeão fez durante sua existência:apertando parafusos.

fragatamendes

Que me desculpem os editores mas continuo esperendo os esclarecimentos do MAURICIO R.Abraços do MENDES.

Mauricio R.

marciomacedo, A privatização da Embraer era uma questão de sobrevivência, o Estado não tem que fabricar avião, tem é que conceber e implementar política indústrial. E p/ o setor industrial inteiro, completo, não somente privilegiando uma única empresa, pois aí é reserva de mercado e estamos cansados de saber que isto significa. Assim como as ffaa não tem que pagar pela capacitação de empresa privada, p/ lhe prestar serviços, esta que invista o seu próprio dinheiro. Por isso que eu digo que essa empresa tem que ser deixada de lado, num canto, fabricando aquele tipo de avião, que ela fabrica… Read more »

Vassili

Maurício,

Vc fala do recente acordo entre a Embraer e a Boeing para homologar algumas armas de procedência norteamericana no inventário do EMB-314?????

abraços.

mmmbrandao

Acho que a MB fez o certo… foi comendo pelas beiradas!!! Aproveitou para colocar a assinatura de seu programa mais caro, o pro-sub, assim que o FX gerou polêmica com tanta mídia, aproveitando o apelo de desenvolvimento tecnológico nuclear no Brasil e a frustração do “partido” de não conseguir fechar o FX com os franceses… Os navios patrulha que estão sendo construídos aqui tiveram o anuncio feito assim que começaram as reclamações da concentração das encomendas do pré-sal no sudeste… veio a MB e disse, olha a gente tem um “projetim de navios patrulha” que pode ser feito no nordeste,… Read more »

fragatamendes

Obrigado MAURICIO, pelos seus esclarecimentos e eu concordo contigo, só faço uma resalva.Não podemos crucificar a EMBRAER, por um erro de quem fez a compra de aviões com vida útil esgotada.Abraços do MENDES.

MO

Mendes ha uma teoria de aviaozinhum que uma certa empresa esraelica iria fazer uma pacote completo deixando os bixos tinindo na maneira que se fosse possivel, com treinamento de pelotos e o iscambau, Algum “Ferreirão” da vida e seus asseclas, amigos, colegas, associados ou algo assim nao sei dreito achou muito caro o custo esraelico e vetou Tamo ai com as jacas paradas, de enfeite, gastando pois tudo tem um custo e parado aumenta ainda esta custo e se sair algo quando sair saira bem mais caro … Ou seja em outras palavras poderiamos fazer algo “palpavel” com quem sabia… Read more »

juarezmartinez

Acho que a MB fez o certo… foi comendo pelas beiradas!!! Aproveitou para colocar a assinatura de seu programa mais caro, o pro-sub, assim que o FX gerou polêmica com tanta mídia, aproveitando o apelo de desenvolvimento tecnológico nuclear no Brasil e a frustração do “partido” de não conseguir fechar o FX com os franceses… Os navios patrulha que estão sendo construídos aqui tiveram o anuncio feito assim que começaram as reclamações da concentração das encomendas do pré-sal no sudeste… veio a MB e disse, olha a gente tem um “projetim de navios patrulha” que pode ser feito no nordeste,… Read more »

MO

Sim Juarez, concordo com tigo, DESDE QUE eles venham completos e sejam full operacionais por um tempo razoavel

ou seja na teoria 10 pra MB, na pratica vamos aguardar, não é necessariamente uma critica isso e sim, vamos dar um tempo para ver como será …

marciomacedo

Maurício, acho que o Estado pode e deve fazer várias coisas, até fabricar aviões, se o interesse nacional exigir. Se não o Estado não se arvorasse em fabricar aviões, a Embraer nem existiria, logo o Brasil não produziria aeronaves. Quanto aos A-4, a empresa está fazendo apenas o que o cliente está pedindo. O erro (se há) é do cliente e não da empresa.

mmmbrandao

Caro, juarezmartinez, não faço no meu post comentários com relação a qualidade das compras da MB… mas faço referência ao senso de oportunidade política, e da capacidade de se adaptar as mais variadas realidades econômicas e ter articulação dentro das esferas de poder para permitir que mesmo que aos trancos e barrancos as aquisições sejam feitas. Ao contrário do que aconteceu no caso do FX… que virou assunto político e motivo de disputa entre governo e oposição. Talves, se uma encomenda mais modesta fosse feita com opções de compra para serem exercidas posteriormente, já teriamos um esquadrão operacional em Anápolis… Read more »

mmmbrandao

Um outro ponto… no aniversário da FORS desse ano vi o Ministro da Defesa falar do Pro-sub como ” o mais importante programa tecnológico em andamento no Brasil”, que ele terá implicações nas mais diversas áreas como: Medicina, Metalurgia, Siderurgia, Energia, etc… essa é a ideia que esses caras tem que comprar. Que esses programas geram tecnologia e se uma área avança, carrega outras com ela, e a MB tem feito isso muito bem. Vendido o “seu” peixe.

juarezmartinez

Caro, juarezmartinez, não faço no meu post comentários com relação a qualidade das compras da MB… mas faço referência ao senso de oportunidade política, e da capacidade de se adaptar as mais variadas realidades econômicas e ter articulação dentro das esferas de poder para permitir que mesmo que aos trancos e barrancos as aquisições sejam feitas. Ao contrário do que aconteceu no caso do FX… que virou assunto político e motivo de disputa entre governo e oposição. Talves, se uma encomenda mais modesta fosse feita com opções de compra para serem exercidas posteriormente, já teriamos um esquadrão operacional em Anápolis… Read more »

Mauricio R.

“Vassili disse:
27 de agosto de 2012 às 10:09”

Nada a ver, isto aí é somente “business”.
É do interesse de ambas as empresas, que o ST esteja homologado p/ empregar esses armamentos.
Eu me referia a um acordo assinado antes, por ambas as empresas.