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Você sabia que a primeira volta ao mundo passou pelo Rio de Janeiro?

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Saiba mais em seminário que a Marinha realizará nos dias 12 e 13 de dezembro, no Rio de Janeiro, celebrando os 500 anos da passagem da expedição de Fernão de Magalhães pela cidade – as inscrições estão abertas até dia 10 e o evento contará com palestrantes do Brasil, Espanha, Portugal, Argentina, Chile, Peru e Uruguai

Há cinco séculos, iniciou-se a primeira volta ao mundo, empreendida pela expedição naval de Fernão de Magalhães/Juan Sebastián Elcano com destino às Ilhas das Especiarias, as Molucas, navegando do Ocidente para o Oriente, percorrendo a América do Sul em busca de uma passagem marítima para o Oceano Pacífico.

Para celebrar os 500 anos da passagem dessa expedição pela Baía de Guanabara, primeiro porto visitado nas Américas, em 13 de dezembro de 1519, a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), o Museu Histórico Nacional (MHN), as Embaixadas de Portugal e Espanha no Brasil e seus consulados no Rio de Janeiro, e os Institutos Camões e Cervantes promovem, nos dias 12 e 13 de dezembro de 2019, o seminário internacional “5º Centenário da primeira volta ao mundo: A estadia da frota no Rio de Janeiro”.

Cruzando todos os oceanos, a viagem integrou povos, culturas e mercados, antecipando a globalização, um dos principais legados de Espanha e Portugal para o mundo contemporâneo. A frota de cinco naus saiu da Espanha, em 1519, com cerca de 250 tripulantes, comandada por Magalhães, que morreria em terras do Oriente. O percurso se completou em 1522, retornando somente a nau Vitória, com apenas 18 tripulantes, sob o comando de Elcano.

 

O seminário será realizado no auditório do Museu Histórico Nacional (Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro, Rio de Janeiro, RJ) e reunirá especialistas do Brasil, Espanha, Portugal, Argentina, Chile, Peru e Uruguai para comemorar a contribuição dos países sul-americanos visitados pela frota da primeira viagem de circum-navegação e propor reflexões sobre a expedição liderada pelos navegadores Magalhães e Elcano e sua inserção no processo de globalização, estabelecendo pontes entre o passado e o presente, revisitando a história sob uma perspectiva contemporânea.

Inscrições até 10 de dezembro

As inscrições estão abertas até 10 de dezembro e podem ser feitas clicando na imagem acima ou no link abaixo: www.marinha.mil.br/dphdm/inscricoes-SI-500anos-voltaaomundo

Valores: R$ 50,00  (inteira) ou R$ 25,00 (meia-entrada para estudantes, professores, militares, idosos e pessoas com deficiência), pagos conforme as instruções do link acima, onde está o formulário de inscrição e campo para anexar o comprovante de pagamento.

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Andre SilvaGUPPYM65HermesKemen Recent comment authors
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737-800RJ
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737-800RJ

Vou aproveitar que estou de férias e arrastar meu pai, que é professor de História e apaixonado pelo Rio antigo. Obrigado pela dica!

Kemen
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Kemen

A partir dessa viagem existiu a prova que a terra seria arredondada, apesar disso alguns ainda seguiram contestando o fato. O Rio de janeiro e outros portos que na ocasião eram de Portugal, serviram para descanso, reabastecimento de água e viveres, motivo principal de ter o portugues Fernão de Magalhães (em espanhol – Dom Fernando de Magallanes) experiente navegador como capitão da expedição, os portugueses tinham territórios na América do Sul, Asia, India e Africa o que facilitou a viagem que levou tres anos e ceifou muitas vidas desses valentes expedicionarios espanhóis e portugueses, uma aventura de resultado incerto com… Read more »

Andre Silva
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Andre Silva

Não era mais português, era espanhol!

Hermes
Visitante
Hermes

Muitos pensam no Tratado de Tordesilhas como a partilha da América entre portugueses e espanhóis, isso foi uma consequência, mas na verdade o pensamento mais importante por trás do tratado era a partilha do Oriente com suas ilhas ricas em especiarias, tanto que por aqui não houve tanto problema nos portugueses avançarem sobre certos domínios espanhóis durante a União Ibérica, dando a conformação atual do Brasil.

M65
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M65

No Estadão , Folha e Isto é publicaram matérias especiais sobre esta façanha. Recomendo ler especialmente a do Estadão.

GUPPY
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GUPPY