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Braunschweig, corveta K-130

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k130-260a.jpg

O navio das fotos é a Braunschweig (F260), primeiro de uma classe de cinco novas corvetas da Marinha da Alemanha, que substituirão a classe “Gepard”.
São navios com reduzida assinatura radar e infravermelho (os gases dos motores são lançados na linha dágua), e estão preparados para o futuro uso de UAVs.
O principal armamento antinavio é composto de mísseis suecos RBS 15, de 200km de alcance.

Planeja-se construir um segundo lote de cinco navios a partir de 2008.

k130-260b.jpg

38 COMMENTS

  1. Opinião de leigo num blog de especialistas: no lugar de construir cinco patrulheiros oceânicos, a MB deveria construir seis corvetas mais pesadas que as alemãs, mas com a mesma capacidade de sistemas e armamentos.

  2. Alguém tem o perfil dessas corvetas? Barcos do gênero para a MB tem ter algum alguma capacidade oceânica, porque, ao contrário das alemãs, não vão atuar em águas restritas, mas em aberto. Daí, a necessidade de maior tonelagem e maior capacidade marinheira.

  3. Informações da wikipedia:

    Class overview
    Operators: German Navy
    Built: 2004–2007
    In commission: 2008–
    Planned: 10
    Completed: 5
    Active: 5
    General characteristics
    Type: Corvette
    Displacement: 1,840 tonnes (1,810 LT)
    Length: 89.12 m (292 ft 5 in)
    Beam: 13.28 m (43 ft 7 in)
    Draft: 3.4 m (11 ft 2 in)
    Speed: 26 knots (48 km/h/30 mph)
    Range: 4,000 nmi (7,400 km) at 15 kn (28 km/h/17 mph)[1]
    Endurance: 7 days; 21 days with tender
    Complement: 65 : 1 commander, 10 officers, 16 chief petty officers, 38 enlisted
    Sensors and
    processing systems: • TRS-3D multifunction radar
    • 2 navigation radars
    • MSSR 2000 i IFF system
    • MIRADOR electro-optical sensors
    • UL 5000 K ESM suite
    • Link 11 and Link 16 communications
    Electronic warfare
    and decoys: • 2 × TKWA/MASS (Multi Ammunition Softkill System) decoy launcher
    • UL 5000 K ECM suite
    Armament: • 1 × Otobreda 76 mm gun
    • 2 × MLG 27 mm autocannons
    • 2 × 21-cell RAM launcher
    • 2 × 2-cell launcher with RBS-15 Mk.3 surface-to-surface missiles
    • Mine laying capability

  4. Estas corvetas não tem uma velocidade de ponta muito elevada.

    Não possuem turbinas a gaz e só com motores a diesel conseguem levar o navio até 26 nós.

    São navios com deslocamento reduzido, adequados para funções em águas costeiras.

    Foram pensados para as condições do Báltico.

    Deslocamento standard: 1580 T

    Deslocamento máx. 1840 T

    São bem automatizados, utilizando uma tripulação entorno de 50 pessoas.

    Destinan-se a substituir os patrulhas da classe Albatros.
    ——————————————————————-
    Os RBS-15 dividem-se em várias versões consoante a sua utilização.

    As principais versões são:

    RBS-15M: Versão lançada desde navios.
    Entrou ao serviço na marinha da Suécia.

    RBS-15K: Versão de defesa costeira
    A serviço das forças de defesa da costa do exército sueco.

    As duas versões anteriores são idênticas.

    RBS-15F: Versão lançada desde aeronaves.

    Esta versão entrou ao serviço em 1989.

    A principal diferença entre esta versão e as duas anteriores é a não existência dos propulsores a jacto adicionais, dado este míssil ser lançado a partir de uma aeronave em movimento.

  5. Caro Marujo, segue os dados requeridos:

    Deslocamento (Full Load) 1.840t
    Comprimento: 89,12m
    Boca: 13,28m
    Calado: 3,4m
    Tripulação: 50 (oficiais e praças)

    Velocidade: >26kt
    Patrulha: 21 dias
    Autonomia: 2.500 mn
    Propulsão: 2 MTU 20V 1163 TB 93 (diesel)

  6. Mas não vai construir nada não…no máximo vem ai a canhoneira-patrulha P400.
    Afinal, de que adiantarão patrulhas do século passado para reprimir ameaças presentes e futuras?
    Parece àquela velha politica da “presença”. Põe um caboclo no meio da floresta com um canivete cego e diz: “A presença brasileira está garantida!”
    Uma patrulha de mar aberto deveria, e digo no condicional, ser apta de lidar com qualquer cenário: superficie, antisub e aereo. Afinal os caras vão estar no meio do nada e se depararão com o desconhecido… UMA CALIBRE .50 VAI RESOLVER??
    O ideal é que fosse sthealth também, para passar despercebida…(reitero, Visby class)AH..mas vão dizer que isso é doutrina sueca, que aqui no brasil é diferente, lá patrulha é pra guardar e proteger, aqui é pra fazer número, afinal, NUNCA ANTES NESSE PAIS….

  7. Obrigado, LM, pela presteza com que você postou as informações sobre as corvetas. Mas, abusando mais um pouqinho, gostaria que fizesse um comentário sobre a utilidade de navios como esses em uma Marinha como a nossa, que opera nas águas abertas do Atlântico Sul.

  8. Pela tonelagem elas tem o peso das Inhauma. Se nao têm falhas de proa como as nossas, creio que não há problema mesmo em mar aberto e carpado.

  9. misseis anti navio com 200 km de alcance, fora os RAM para defesa AA…….. e com a tonelagem das Inhauma. não sei porque não equipam a Barroso nesse nível.

  10. O RBS-15 anti-navio tem características idênticas ao Harpoon norte-americano e ao Exocet francês.
    No entanto, os dados conhecidos atribuem-lhe um alcance muito superior.

    Embora o míssil tenha capacidade para atingir grandes distâncias [Alcance: 200 Km] a capacidade de atingir alvos, está condicionada pela situação tática, dado a essa distância não ser possível efetuar uma designação absolutamente segura do alvo.

  11. Prezado Marujo,

    São navios muito bem armados, mas se você olhar bem para a proa, vai verificar o mesmo problema das Inhaúma, ela é baixa, por esta razão adotou-se o “bulbo” ao qual o Marcelo Ostra se referiu, este bulbo serve justamente para minimizar os “mergulhos” da proa quando navegando em condições adversas. Se fossem usadas pela MB, teriam as mesmas restrições que encontramos em nossas corvetas, ou seja, as usariamos na função de patrulha ocêanica. Assim, na minha opinião, seria melhor construirmos navios-patrulha ocêanicos e armá-los com um armamento bem semelhante ao usado nas K-130.
    Antes que os colegas me chamem de maluco, deixe-me explicar: Já que iriamos utiliza-las como patrula-oceânica é melhor comprar um navio mais barato e colocar um armamento semelhante.
    A empresa francesa CMN (Constructions Mécaniques de Normandie) a mesma dos patrulheiros P400 que estão sendo construidos para MB, ofereceu uma parceria com a EMGEPRON na construção de corvetas “Combattante BR70” e vendê-las a marinha do Paquistão.Os navios seriam construídos no Brasil.
    Apesar do termo corveta, são na verdade navios-patrulha ocêanicos, pois seu deslocamento é de aproximadamente 830t. Apesar do pequeno deslocamento, as “corvetas” oferecidas a marinha paquistanesa e que seriam construídas aqui possuem um ótimo armamento, além de ter características furtivas, mais até que as K-130. Seriam armados também com 1 canhão de 76mm à proa, 8 mísseis SSM (Exocet ou Harpoon), 1 lançador 21-cell RAM e possuem um hangar na popa com capacidade para receber e angarar 1 helicóptero de até 5t (Super Lynx). Ela possue um comprimento de 71,30m, uma boca de 11m, um calado máximo de 2,8m. Sua velocidade máxima é de 30kts e é guarnecida por 44 oficiais e praças. Seus sensores também impressionam e, para dizer a verdade, impressionaram muito a MB. Tanto que levou os nossos Altes. a reverem os REM (Requisitos de Estado Maior)de nossos futuros navios-patrulha oceânicos. Então, que ninguém se espante se nossos futuros NaPaOc forem uma versão deste navio com um deslocamento um pouco maior, eles, em nada ficarão devendo aos K-130.
    Espere para ver o projeto dos NaPaOc brasileiros!

  12. Mauro,
    Porque os alemães vão substituir as “Gepard” pelas K-130 ???
    Simples : Não são míopes e porque levam a sério suas FFAAs, até porque pertencem a OTAN e levaram umas porradas na II War.
    Povo esclarecido é outra coisa.
    Sds.

  13. Prezados, sobre planejamento, realmente não temos, vejam o sistema de armas da Barroso….(uma repetição da 1ª Inhaúma de 15 anos antes). Sobre se será canhoneira, bom se vier só com um tubo de 40 ou 76 mm obvio que será, não é o caso ai de cima; se vão servir só pra guarda costeira, depende, se vierem com apenas um tubo de 40mm, obvio que só servirão pra isso, não é o caso ai de cima; Se são francesas, óbvio que não, são alemãs………….rsrsrsrs

  14. Costuma-se atacar o pouco que nos resta em nossa Marinha. As Inhauma são pouco mais pesadas que as K130, tem problemas com mar agitado é verdade (o que pode ser ser problema também das K130, segundo comentários acima). O armamento das Inhauma, tirando o RAM é bem similar às K130. As Inhauma tem capacidade de embarcar 1 helicóptero e possui lançadores de torpedos. A K130 não possui nenhum dos 2 , segundo descrição acima, mas posso estar enganado.
    O maior problema das Inhauma é quanto a sua assinatura de radar e infravermelho, e sensores ultrapassados tecnologicamente. Considerando que elas tem uns de 24 anos (se não me engano) não é nada absurdo.
    Nada que sensores novos, mísseis AAe e Exocet Block III não as coloquem em boas condições se usarmos as K130 como referência. Não acho esta idéia (reforma) impossível e nem absurda se for para mantê-las como navios de patrulha oceânica, protegendo plataformas de petróleo.

  15. Flávio , eu apóio a reforma. Até hoje não entendo a deficiencia AA na MB. Alias, já discutimos muito isso, e por falta de reparos AA, medianos ao menos, não vejo outra solução melhor para as Inhauma que a patrulha de longo curso (apenas um lembrete, o Baltico gera ondas enormes, nem sempre o mais raso é o mais seguro em uma tempestade). Alguem aqui respondendo o Mauro tempos atras disse que um reparo AA, não teria lugar nas Inhauma por falta de espaço ou excesso de peso. Agora não dá pra entender mesmo é a repetição do sistema de armas na Barroso – ninguem ve ameaça AA a sério na MB? ou a falta de dinheiro é tanta que ja desistiram de planejar?

  16. Senhores, vejo aqui diversas ofensas a MB e a seus integrantes. Falam como se todos fossem despreparados e não conhecessem a realidade e as deficiências que hoje se apresentam.
    Só para informação de alguns, para ingressar na MB, o garoto, isso mesmo garoto sai de casa aos 14 anos, vai morar em Angra dos Reis, pois ingressou em um dos mais concorridos vestibulares desse país, o Colégio Naval em regime de internato. Vou te dizer que é duro para se formar! Depois, vem para o Rio de Janeiro e passa mais 4 anos na Escola Naval, em tempo integral, estudando sem parar para poder tornar-se Guarda-marinha, onde é necessário ainda fazer um estágio de aproximadamente 6 semanas em organizações militares da Marinha, seguindo depois, para centros de instruções, no caso da Armada o CIAW-Armada e Intendentes e, finalmente para a viagem de instrução que dura em média 6 meses. Concluído este ciclo se é diplomado em Ciências Navais e nomeado no posto de segundo-tenente. Após virar oficial de marinha, é obrigatório uma série de cursos na EGN a partir do posto de capitão-tenente.
    E mesmo assim alguns aqui acham que sabem mais que aqueles que foram preparados para isso. Dizem que não tem planejamento, então vamos lá, imaginem a seguinte situação hipotética.
    O senhor, que tanto critica a MB, é contratado para trabalhar em uma empresa. O senhor tem uma família enorme para sustentar. Trabalha o mês inteiro, quando chega no final do mês seu patrão não lhe paga aquilo que prometeu, paga muito menos. Você tem que dar seu jeito, você tem uma família enorme para sustentar, e o orçamento é bem menor que o prometido, só lhe resta uma solução,compra o essencial. Agora imagine isso durante décadas, o que você faz! Provavelmente vai ter que vender o sofá, a mesa, a cama… para poder comprar o básico e não morrer. Agora chega um amigo na sua casa e vê que você não possui sofá, mesa, cama e começa a te criticar. Diz que você não tem organização, que na sua casa falta tudo, que és burro pois não sabe que em uma casa é preciso sofá, mesa, cama… ninguém sabe melhor isso que VOCÊ MESMO!!!!
    Então vão dizer, que os militares têm que precionar o presidente, o ministro da fazenda. Isso é feito, o que não pode ser feito é colocar uma arma na cara do presidente ou bombardear o Congresso. Não resolveu em 1964, por que resolveria agora.
    Todos temos o direito de nos expressar, vivemos numa democracia, façam críticas construtivas, mostrem o caminho, discutam soluções, precionem as autoridades competentes.
    Essa é a última vez que escrevo aqui. Já escrevi demais e falei demais.

  17. Os mais jovens sabem operar todo tipo de maquinário, com máximo conhecimento do “como fazer” mas não estão mais desenvolvendo a capacidade que sempre foi utilizada como argumento para distinguir os seres humanos das demais espécies animais: raciocínio lógico e criativo.

    Os mais velhos ainda sofrem um pouco para acompanhar a tecnologia, mas permanecem imbatíveis em capacidade analítica, raciocínio sofisticado. Enfim, pensam e pensam bem.

    Parabéns LM.

  18. LM, faço das suas palavras as minhas. Podemos até criticar de forma construtiva a qualidade dos nossos equipamentos, mas sempre fazendo uma analise crítica dos porquês. No entanto jamais devemos tecer críticas aos profissionais que escolhem as FA´s para seguir carreira desde muito jovens quanto a sua competência e conhecimento das armas. Se o que temos ainda pode ser chamado de FA´s, isso se deve a grande qualidade e criatividade de nossos homens e mulheres das que fazem parte.

  19. Sou contra qualquer tipo de ofensa numa discussão, mas daí a achar que o planejamento da Marinha é bom porque os oficiais fazem este ou aquele curso é exagero.
    Na Marinha, quem critica com critério, mas possui idéia diferente da “autoridade”, tem a “foto virada para a antepara” e as ferramentas de todos esses cursos são subutilizadas em detrimento daquilo que o “chefe” quer. Isto sem mencionar que, nestes cursos, a preocupação em definir melhores colocados com critérios duvidosos é maior que a de reprovar os que não querem nada com a Instituição e que, depois, irão prestar a decantada assessoria de “alto nível”.
    Outro ponto é o de que os níveis inferiores são chamados às pressas para subsidiar decisões de alto nível. É tudo “pra ontem”!
    Não são necessários muitos neurônios para perceber que, por mais que seja sofisticado o processamento, os dados mal coletados podem gerar um resultado de baixo nível

  20. Sou contra qualquer tipo de ofensa numa discussão, mas daí a achar que o planejamento da Marinha é bom porque os oficiais fazem este ou aquele curso é exagero.
    Na Marinha, quem critica com critério, mas possui idéia diferente da “autoridade”, tem a “foto virada para a antepara” e as ferramentas de todos esses cursos são subutilizadas em detrimento daquilo que o “chefe” quer. Isto sem mencionar que, nestes cursos, a preocupação em definir melhores colocados com critérios duvidosos é maior que a de reprovar os que não querem nada com a Instituição e que, depois, irão prestar a decantada assessoria de “alto nível”.
    Outro ponto é o de que os níveis inferiores são chamados às pressas para subsidiar decisões de alto nível. É tudo “pra ontem”!
    Não são necessários muitos neurônios para perceber que, por mais que seja sofisticado o processamento, os dados mal coletados podem gerar um resultado de baixo nível.

  21. Amigo LM só nessa nossa marinha mesmo que é cheio de requisitos pra se tornar um oficial , pois fique sabendo que na US .navy é muito mais fácil vc entrar e seguir carreira lá dentro do , pois pega-se até contrato tempora´rio lá e se qser vc sai e pode entrar de novo , aqui é que é essa frescura toda , para marinha que é , saiba tb qu na USAF vc consegue ser piloto de caça com 4 GRAUS DE MIOPIA aqui rsss vc tem que ser um extra terrestre rsss

  22. E tb tem mais , acho que os componentes da marinha não estão nem ai para o equipamento que tem em mãos eles qurerm é o deles no fim do mes a nós aqui nos preocupando com isso rsss

  23. Interessante o post do LM. apenas um parenteses antes de reponder. Hoje, eu só não sou oficial porque tenho glaucoma progressivo nos olhos, doença que me afeta, por enquanto, sem gravidade, pois faço acompanhamento intensivo, mas é restritiva no acesso aos cursos que o senhor citou. Sobre críticas, “permissa venia”, varias são bem adequadas. Não dá pra entender por exemplo a aquisição da sucata São Paulo. Esse navio passou mais tempo em reparos do que no mar. diga-se de passagem que o grupamento aéreo adquirido está em um hangar. O navio veio sem sistemas de armas. não temos escoltas para defende-lo adequadamente de um ataque aéreo. Então porque o adquiridmos? Em homenagem aos aviadores, que ciosos de sua tradição, fizeram a MB, gastar aquilo que não tinha? Preferiria ver a Barroso e as Inhaumas melhor armadas do que o SP no estaleiro. O dinheiro gasto nesse Nae sucaetado, inclusive as horas homem dos especialistas da marinha deslocados para conservá-lo. (lembrem-se senhores, cada vez que o Nae vai ao arsenal, boa parte do pessoal perde um tempo enorme para os seviçõs de reparo – manutenção.) o dinheiro e recursos humanos dedicados ao Nae sucata seriam bem vindos no projeto Barroso Inhauma. Nao vejo utilidade de um Nae sucata no nosso sistema de defesa, considerando nossos interesses e a realidade do cone sul. Adoraria ver nesses ultimos oito anos a marinha dedicar seus poucos recursos financeiros e humanos em uma atualização de meia vida nas Inhauma, mas parece-me que parte do oficialato se encantou com a oferta francesa, tristes que estavam com o sucateamento do Minas Gerais.

  24. Em dezembro de 2001, a Alemanha colocou um fim de cinco corvetas K130 baseado no Meko Um desenho a partir da Arge K130 consórcio. A Arge K130 consórcio constituído por ThyssenKrupp Marine Systems Blohm + Voss, em Hamburgo (chumbo estaleiro) e Nordseewerke em Emden, com Friedrich Lurssen Werft baseada em Bremen.

    As corvetas substituir o alemão da Marinha Tiger Classe e Classe Albatross míssil rápido barcos patrulha que deixaram de responder às necessidades operacionais. O K130 corvetas basear-se-á em Warnemunde.

    Keel-de que o primeiro dos cinco novos K130 corvetas para a Marinha alemã começou em dezembro de 2003. O primeiro eo quarto corveta foi construída por Blohm + Voss, o segundo eo quinto em LÃ ¼ rssen eo terceiro por Nordseewerke. Os cinco navios são K130: FGS Braunschweig (F260) construído por Blohm + Voss, lançado em abril de 2006, encomendado em maio de 2007; FGS Magdeburgo (F261) construído por Lurssen, lançado em setembro de 2006 e comissionado em novembro de 2007; FGS Erfurt (F262 ) Construídos pela Thyssen Nordseewerke, lançado em março de 2007, e programado para ser encomendado em agosto de 2008; FGS Oldenburg (F263) construído por Blohm + Voss, lançado em 28 de julho de 2007 e programado para ser encomendado em agosto de 2008; andFGS Ludwigshafen (F264) construída por Lurssen, lançado em 27 de setembro de 2007 e programado para ser encomendado em novembro de 2008.

    O K130 corvetas são concebidos com características stealth, um projecto de baixo, e altamente automatizados e sistemas de defesa contra armas de guerra e de apoio litoral particularmente para as operações de uma multi-nacional crise reação vigor.

    As corvetas têm uma velocidade máxima contínua de mais de 26kt e um cruzeiro gama de mais de 2500nm. O deslocamento é de cerca de 1580t, seu comprimento total é 88m e amplitude 13.2m. O K130 corvetas têm uma resistência de sete dias, ou, com o apoio concurso, 21 dias.

    Um elevado nível de automatização e de integração, incluindo a ponte automatizado e integrado, permite que as corvetas para ser operado por uma tripulação de 50. Alguns importantes tecnologias em destaque o tipo 124 fragatas ter sido incorporada no K130, incluindo a tecnologia de rede distribuída com software de computador para a arma, sistemas de comando e controlo.
    Comando e controlo

    O K130 é equipado com um sensor SEWACO Thales Países Baixos, arma sistema de controlo e comando, juntamente com link 11 link 16 táctico e comunicações.

    “O K130 é equipado com um sensor SEWACO, arma sistema de controlo e comando.” Thales Nederland Mirador prevê eletro-óptico de vigilância e de segurança contra incêndios.

    Mirador os sensores da câmera incluem televisão, câmera infravermelha e um olho-seguro laser rangefinder.

    K130 integrada da comunicação inclui uma suite de comunicações UHF via satélite (SATCOM) e UHF / VHF / HF comunicações fornecidas pela EADS.

    K130 mísseis

    O alemão BWB Serviço Federal para a Defesa e da Tecnologia e Aquisições alemão Marinha selecionado a RBS 15 MK3 superfície para mísseis superficiais para as corvetas K130. A RBS 15 MK3, desenvolvido pela Saab Bofors Dynamics e Diehl BGT Defesa, é um fogo-e-esqueça de dia e de noite anti-navio com mísseis terra-ataque capacidade.

    O K130 classe exerce RBS15 quatro mísseis. O míssil utiliza activa Ku-band radar homing e dispõe de uma gama de mais de 200 km. O míssil tem um alto subsónicos a velocidade, Mach 0,9, e está armado com uma 200 kg warhead.

    O K130 corvetas classe estão armados com dois Raytheon / RAMSYS Rolling célula Mísseis (RAM) 21-cell mk49 míssil terra-ar lançadores. A memória RAM-míssil guiado arma naval é um sistema de auto-defesa sistema de recrutamento dos aviões hostis e os mísseis lançados. O míssil tem uma memória RAM dual-mode radar / infravermelhos candidatos e uma gama de 9,5 km.

    K130 Guns

    A arma principal do navio é a Oto Melara 62 76mm Super Rapid Fire, que tem uma taxa de fogo de 120 rounds de um minuto. A corveta também transporta dois canhoes Mauser de 27 milímetros. Contramedidas

    As duas corvetas tem Rheinmetall Defesa chamariz à base de Multi Munições Softkill System (massa) para a proteção de sensor-míssil guiado ataques. MASSA utiliza munição programável omni-espectral (OMNI TRAP) para a protecção contra a radiação ultravioleta, eletro-ópticos, de infravermelhos e de radares guiadas de armas.

    Medidas de Acompanhamento Electronicas (ESM) é o sistema EADS SPS-N 5000 radar ESM, operando mais de frequências 2GHz a 18GHz. O sistema intercepta, detecta, analisa, classifica e identifica ameaças e tem vários alvo capacidade de monitoramento. O pacote inclui também as contramedidas SPN EADS / KJS Jammer 5000.

    Sensores

    EADS Defense Electronics forneceu a TRS-3D aéreo e de superfície pesquisa radar que opera em C-band.

    O TRS-3D é um 3D multi-modo marítimo radar capaz de detecção automática e monitoramento de todos os tipos de ameaças aéreas e de superfície, incluindo a detecção precoce de voar baixo ou em movimento rápido ameaças como mísseis, rápido embarcações, veículos aéreos não tripulados e zangões .

    A corveta está equipado com dois Raytheon Marine Pathfinder ST MK2 radares de navegação que operam em Espanha, França e eu bandas.

    AERONAVES

    A corveta acomoda um helicóptero de tamanho médio. O K130 corvetas poderia ser equipado com dois Vertical de descolagem e aterragem Unmanned Air Veículos (VTOL UAV) para reconhecimento aéreo e ao longo do horizonte Segmentação (OTHT), mas a decisão foi tomada em 2005 para não instalar sistemas UAV sobre as corvetas.

    PROPULSÃO

    O K130 é equipado com dois MTU 20 V 1163 TB 93 motores diesel que produzem 14.8MW, dirigindo-pitch controláveis dois hélices.

    CAE abastecimento do navio integrada sistema de controle de máquinas (IMCS).

  25. Parabéns a amigo LM. Eu tiro o meu ahapeu para o pessoal da MB. Professionais e muito dedicados. E nao vou criticar porque querem ver “o seu” no fim do mes. Todos,marinheiros ou nao,temos que comer,nao? Ainda mais com a miseria que se paga ao militar Brasileiro. O problema da MB,assim como das demais FAAS,e obvio,e ja o conhecemos. E a falta de verba. O exemplo do LM foi muito bom. A MB e esse senhor, que tem uma família enorme para sustentar. E o pouquissimo que recebe,nao da pra nada. E para o amigo que compara a MB com a US Navy,e verdade. Formarse como oficial na US Navy e muito mais facil. Acontece que o processo de formacao de oficiais da US Navy e do seculo 21. O do Brasil e do seculo 18. Mas agora devemos parar,porque nao da pra comparar mesmo. Se o “governo” que temos fosse governo mesmo,o Nae Sao Paulo ja estaria completamente rearmado,passado por um retrofit e com uns 24 Rafale ou Sukhoi,ou pelo menos F-16. Assim,poderiamos ter formado um grupo de batalha pequeno mas eficaz,com sistemas anit-aereos do estado da arte em todas as escoltas da frota. Mas isso fica pelo sonho,mesmo. Ao passo que andamos,vai virar tudo navio museu e guarda costeira,porque a verba que temos so da pra isso mesmo. Um abraço a todos.

  26. Marinha Alemã

    Fragatas
    3 fragatas classe Sachsen anti-aéreas
    4 fragatas classe Brandenburg multi finalidade
    8 fragatas classe Bremen multi finalidade
    Corvetas
    5 corvetas Braunschweig
    Ataque rápido
    10 Gepard classe ataque rápido
    Mine contra-medida navios
    5 minas Ensdorf classe, orientação drone
    5 Kulmbach classe (Tipo 333) mina caçador
    10 Frankenthal classe (Tipo 332) mina caçador
    1 apuramento mergulhador apoio navio M 1061 Rottweil
    18 Seehund ROV (remotas controladas zangões, 2 homens da tripulação apenas para o trânsito) parte da tróica PLUS sistema, juntamente com o Ensdorf classe minesweepers

    Submarinos
    4 U212A classe (multi-purpose submarino), mais 2 em construção, substituir alguns classe U206A
    7 U206A classe (litoral submarino)

  27. Que PLANEJAMENTO é este em que um dos “objetivos” é a disputa com outra FA?
    Não estaria faltando um nível de decisão superior que definisse QUAIS os interesses nacionais e QUE forças melhor traduziriam sua defesa?
    Não adianta ficar discutindo meios, equipamentos ou sistemas em um país onde uma palhaçada como a dos SG gays tem mais apelo do que as reais necessidades de segurança e defesa.

  28. Engraçado…
    O pessoal que critica o faz pela desqualificação dos fatos e da razão(?).
    Mas não seria desqualificação também o uso de termos como “miopia”, “má fé” e “vomitados” ou estes são fatos racionais, contra os quais não se pode argumentar?

    É daninha esta polarização entre defensores e críticos ferrenhos. Há quem debata com critério e relativo conhecimento dos bastidores e que não se considera dono da verdade.

  29. É claro que o RBS15 é melhor do que o Exocet, de geração mais recente, alcance maior, proteção ECM. Mas, custa muito mais CARO!

  30. Prezados, vcs acham que quem critica, desqualifica. É o velho ranço autoritário latino americano, os vira latas, entre os quais não me incluo, logo latem se alguem critica a falta de rumo da MB. Não rebatem, partem logo pra ofensa. No passado bem recente compraram o SP e A4, depois tudo pro estaleiro, a um custo que poderia armar muito bem a Barroso e melhorar muito o Mod Frag, mas como o Mauro disse, é pelo sonho de “levar” o poder marítimo. É FÁCIL SONHAR COM O DINHEIRO DO CONTRIBUINTE…. ninguem sabe onde está o SP e os A4. O Comandante da MB pela entrevista, percebeu que essa tal falta de VERBA é de 20 anos, então não adianta fazer peseudo planejamento se ná há empenho nem pro fim do ano. Subs e patrulhas. parece-me que o comandante da MB é o único lúcido por aqui… Se não há a médio prazo possibilidade pro quase cinquentão SP, que vá pro ferro velho e libere verba pros subs e escoltas.

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