O P-3 é uma excelente aeronave de combate ASW, vigilância e patrulha marítima. Porém, é uma aeronave que já está no final de sua carreira nos diversos países em que é operado. Além disso, a versão recebida pela FAB está entre os Orion mais antigos do mundo em operação. Seria esta a melhor solução para a FAB no sentido de retomar as operações ASW por longo prazo? Leia a primeira parte do texto no site do Poder Naval OnLine e tire suas conclusões.
29 de julho de 2008,
em Opinião, Reportagem,
por Guilherme Poggio
59 Comentários to “O P-3 e a FAB”







Me desculpem os que pensam contrário mas de segunda mão nem mulher.
Bricadeira. Nada contra as rodadinhas.
Mas voltando ao assunto, eu acho que avião nunca deveria ser de segunda mão. Vá lá que navio e tanque de guerra se compre de segunda. E olhe lá. Mas avião. Ora sim senhor!
Não esqueçamos que somos a oitavo ou nona ou no máximo a décima economia do mundo, temos 180 milhões de habitantes, mais de 8 mil quilimetros de litoral, não sei quantos milhões de quilômetros quadrados. Ou seja, uma potência em todos os sentidos. Mas na hora de comprar caça, navio, submarino, tanque, é sempre no ferro velho. Nossos militares tem uma paciência……
O ideal seria uma versão naval(ASW) do cargueiro C-390 da Embraer(pouco provável),
como já foi dito aqui,mas,se tivermos algumas dessas exelentes plataformas(P-3) modernizadas,seria um avanço pra retomar operações ASW até,quem sabe,os C-390ASW estiverem operacionais.
Em vea dos C-390 ASW, melhor seria o EMB P-190 ASW !!
Sds.
Concordo com o Baschera. Porém, se for mesmo para retomar o patrulhamento e a doutrina, que seja. Mas foi salgado e, como disseram, os aviões daqui a pouco vão ter uns 60 anos.
A plataforma é segundária em relação aos sitemas. Não vejo como uma plataforma velha, pois foi toda revitalizada. Os sistemas são de última geração. Não sei o motivo de tantas críticas. Apesar de poucos, a FAB terá um dos melhores aviões de patrulha do mundo. Toda integração, gerenciamento dos novos sistemas terá a participação da Atech, aumentando a capacitação brasileira em mais esta área. Outra coisa é o patrulhamento diário que não deve ser com uma aeronave tão cara e sim com os 19 EMB 111 – Banderulhas, que alías já participaram da guerra das Malvinas. Esses novos vetores são de guerra e portanto sua atividade primária é o treinamento para tal. Seria igual a colocar um F22 Raptor para o patrulhamento contra narcotráfico. O correto é um avião como o Super Tucano. Portanto, não acho também que o número é pequeno. Acho que a FAB (o ideal que fosse a MB) já começasse a pensar na troca ou revitalização dos Banderulhas, inclusive aumentando sua frota.
É incrível a “miopia” de certas pessoas do governo. Em pleno século XXI o Brasil, com o litoral que tem, não dispõe de uma única aeronava de asa fixa capaz de disparar mísseis anti-navio !!! Será que algum dia essa situação vai mudar ?
A FAB e a Marinha são responsáveis, em conjunto, pelas operações de vigilância do mar (Atlântico Sul).
Em função de acordos internacionais, a FAB tem a responsabilidade de prestar apoio e socorro (SAR) aos movimentos aéreos e marítimos que trafeguem na área sob sua jurisdição, a qual se estende desde nosso litoral até o meridiano 010º W, no meio do Atlântico Sul.
O que ocorre, é que esta escolha da FAB pelos P-3, foi o meio mais rapido e mais em conta de atender a acordos internacionais e é claro, a outros interesses como, ganhar tempo para o desenvolvimento de doutrina e adestramento de pessoal até a chegada do meio definitivo para tal.
Em 2005 -
– O Comando da Aeronáutica encomendou à Embraer um estudo sobre a possibilidade de desenvolvimento de um novo avião de patrulha marítima, que substituirá, num prazo de 15 anos, a frota de P-3 Orion, atualmente em fase de modernização.
Segundo o comandante da Aeronáutica na ocasião, Luiz Carlos da Silva Buenoos, os jatos Embraer 190 e 195, com capacidade para transportar de 100 a 110 passageiros, foram incluídos nesse estudo e são a opção mais provável para a nova geração de aeronaves de patrulha marítima da Força Aérea Brasileira (FAB).
Os estudos iniciais para o desenvolvimento desses aviões, estão sendo coordenados pelo Estado Maior da Aeronáutica, que, junto com a Embraer, criou um grupo de trabalho encarregado de elaborar as especificações técnicas do novo avião.
O novo avião de patrulha marítima substituirá em 15 anos a frota de P-3 Orion.
Na época em que a FAB decidiu modernizar a frota de P-3 usados, que adquiriu da Força Aérea dos Estados Unidos, a Embraer ofereceu o modelo P-99, baseado na plataforma do jato ERJ-145, como uma alternativa para as missões de patrulha marítima.
Só que, a proposta da Embraer, não foi aceita porque o modelo P-99 não atendia os requisitos definidos.
Na ocasião o governo da África do Sul, também demonstrou está interessado no jato Embraer 190 como futura plataforma para emprego em missões de patrulha marítima e ofensivas contra submarinos.
Segundo a Aeronáutica, 16 países operam cerca de 420 aeronaves P-3 em missões de patrulha marítima.
O que caracteriza um mercado em potencial para um novo projeto.
A menosque esteja enganado, não existe esta proposta do E-390 ASW ou P se preferirem, e sim a do E-190 convertido em patrulheiro.
o grande problema é que o governo brasileiro dorme no berço explendido.
desenvolver um avião destes para compra 8, nem para a minha vó.
as oportunidades estariam numa parceria com a india, africa do sul, austrália entre outros países os quais juntos poderiam viabilizar o desenvolvimento deste avião mediante a aquisição de pelo menos 60 aeronaves.
com exceção da RSA, os países ai acima enumerados tendem a adiquirir o P_8 Posseidom na auzência de outra alternativa mais em conta, é claro que conta também as capacidades superiores do próximo PX do tio san.
esta seria uma oportunidade, mas como quase tudo, sonhos e devaneios, e uma força dissuasiva baseada em promessas…
ps: leia-se ausência…
Alguém já reparou naqueles ônibus amarelos que levam as crianças americanas à escola. A gente costuma vê-los em filmes…
Pois é uma vez eu perguntei por que continuam a usar aquele ônibus que deve ser ser um projeto de 60 ou 70 anos. Ele me disse que eram baratos e seguros e cumpriam perfeitamente a função.
Não fazia sentido investir dinheiro para desenvolver outro projeto que seria mais inevitavelmente muito mais caro, para cumprir exatamente a mesma função.
O mesmo exemplo se aplica ao P-3. Projeto robusto, barato de comprar e operar, seguro. Cumpre perfeitamente a missão a que se destina. Por que gastar mais?
Leo
Corrigindo,
Alguém já reparou naqueles ônibus amarelos que levam as crianças americanas à escola. A gente costuma vê-los em filmes…
Pois é, uma vez eu perguntei a um americano por que continuavam a usar aquele ônibus que deve ser um projeto de 60 ou 70 anos. Ele me disse que eram baratos e seguros e cumpriam perfeitamente a função.
Não fazia sentido investir dinheiro para desenvolver outro projeto, que seria mais inevitavelmente muito mais caro, para cumprir exatamente a mesma função.
O mesmo exemplo se aplica ao P-3. Projeto robusto, barato de comprar e operar. Seguro. Cumpre perfeitamente a missão a que se destina. Por que gastar mais?
Leo
Bom. Fico feliz por ver nos comentários de que o patriotismo impera entre os comentaristas dessa matéria. Não poderia ser diferente, uma vez que eu também sou brasileiro e defendo o mesmo ponto de vista de todos.
Se temos uma indústria forte, detentora de alta tecnologia capaz de desenvolver nossa própria plataforma ASW, seja no novo modelo C-390 ou P-190 de nossa querida Embraer, pq então pagar para os Yankees um dinheirão por algo que não é 100% quando falamos de durabilidade?
Assim aconteceu com o tanque Osório, levando a Engesa a falencia. Assim esta acontecendo com a Avibrás em questão de omissão governamental quando o assunto é relacionado a novas aquisições. Cito o Sistema ASTROS II que já tem a sua quarta geração desenvolvida para incontestavelmente ser a mais moderna do mundo, mas não tem o apoio do governo, seja ela Lula, Collor, FHC.
Um detalhe interessante, é que na própria américa latina temos paises como Argentina, Chile e pq não Venezuela que poderiam ser parceiros de peso para o desenvolvimento dessa plataforma de vigilancia maritima. Dadas as necessidades de cada um desses paises, a nossa necessidade e de outros paises vizinhos para não falar o mundo afora como um mercado promissor para este modelo de aeronave, teriamos condições de estreitar laços dentro do novissimo plano de Organização Sul-Americana de Defesa e nos tornar independentes de Washington.
Não digo apenas para as aeronaves, e sim tanques, radares, barcos de patrulha, Sistemas de Artilharia em Massa, Misseis.
Bom, esta é minha opinião.
Abraços a todos.
O modelo dos onibus escolares dos filmes nao muda porque os estudios nunca precisaram trocar os onibus. Mas aqueles modelos velhos sao raramente vistos nas ruas aqui nos EUA hoje em dia. A foto abaixo e’ do tipico onibus escolar que se ve nas ruas por aqui oje.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/9/9b/Thomas_School_Bus_Bus.jpg
Quem produz um R-99 com sucesso (exportado para México, Grécia, Índia e Malásia) pode produzir um avião ASW, não há justificativa para a aquisição do P3 Orion.
Esses P3 foram aquiridos ainda durante o governo FHC. Provavelmente, foram algum favor prestado a alguém, ou algum tipo de adulação aos EUA, porque além de no fim da vida útil, já vão quase 7 anos para modenizá-los e pô-los operacionais, um acinte não às FA, mas ao país inteiro!
Tá certo que o país encomendaria no máximo 12 unidades, o que torna os estudos para uma nova aeronave inviáveis, mas é a situação em que parte deles devem ser custeados pelo Estado brasileiro. Outra solução seria englobar um pacote de aviões, 12 ASW + 24 aviões cargueiro + lote adicional de AM-X para o treinamento + modernizações e outras atividades… um grande contrato que manteria a Embraer e/ou um consórcio de empresas aeronáuticas brasileiras em atividade, ao mesmo tempo diluindo custos e produzindo material de alta tecnologia para nossas FA.
Mas a visão rasa dos políticos brasileiros, que não se limita apenas à questãoi militar, trata de impedir coisas assim.
A verdade, como já falei tantas vezes aqui, é que teremos uma patrulha marítima/ASW para inglês ver. Serão oito aeronaves operacionais, umas duas estarão sempre em manutenção, se tudo correr bem, restam seis, para cobrir todo o mar territorial e águas jurisdicionais brasileiras. Essa vastidão oceânica permanecerá descoberta. Aquela idéia de que os aviões são para treinamento, e que em caso de conflito seremos ajudados imediatamente pelo generoso Tio Sam remonta os anos da Guerra Fria. Isto eu escuto desde criança. A realidade é outra. Em caso de conflito, estamos na mão, isso sim!
esse P3 serao armados ??? qual o armamento ???
ja tem um tempo que eu li uma reportaem de que as Forcas Armadas Brasileiras iniciaram um estudo junto a Embraer sobre a possibilidade do EMB190 vir a ser o proximo aviao de reconhecimento, em substituicao ao R98 e R99.
desculpe a minha ignorancia, mas um EMB190 modificado para ASW nao seria rapido (velocidade) demais na funcao de salvamento ?? tera ele capacidade de lancar botes ou outro equipamento para os “naufragos” ate que um barco de resgate chegue ao local ???
acho muito estranho o papo de que o aviao oferecido pela Embraer nao estivesse a altura do que a FAB necessita.
alguem saberia informar ate que profundidade um radar instalado num ASW alcanca no mar ??
Não sei se a compra dos P 3 foi tão ruim assim, acho que a FAB tentou encontrar a maneira de melhor custo/beneficio/prazo de se atender aos compromissos internacionais firmados anteriormente.
E o R99 poderia fazer a vigilância, mas não teria capacidade ASW, salvo engano meu. E não estou nem comparando a autonomia!
ja que o Brasil esta formando o conselho sul americano, por que o governo brasileiro, junto da Embraer nao oferecem seus avioes e projetos para oa paises com constituem o conselho ???
nao seria uma boa oportunidade ??? a integracao seria perfeita…
sera que o governo vai demorar como esta demorando no caso da Avibras ???????
Acho que a turma desce a lenha pq o que ocorre em nosso país são sempre as compras de ocasião, de prateleira, principalmente nos supermercados do Tio Sam…
A situação só irá mudar quando em nosso país (governo central e militares) mostrarem que a compra dos P-3 tem um significado. Estamos comprando para treinar as tripulações, desenvolvermos uma doutrina e adquirirmos experiência para desenvolvermos nosso próprio equipamento, pq, como pode a FAB solicitar o desenvolvimento de uma aeronave ASW/ASuW se ela nem sabe que equipamentos ela realmente necessita no dia a dia das missões e patrulhamentos?
Uma coisa é ter Bandeirulhas voando em missões de esclarecimento marítimo. Uma coisa é EUA, França, UK, Rússia, Japão, entre outras marinhas terem desenvolvido aeronaves com um propósito de patrulhar oceanos, mas cada um desses tem suas necessidades específicas, dentro de um conceito genérico que é ASW/ASuW.
Outra coisa é comprar células estocadas, revisá-las, deixá-las em bom estado com condições para voar, especificar aviônicos para uma expectativa de utilização, que só saberemos se atenderá na prática com o tempo.
Células antigas não significam obsolescência. TU-95, Mi-8, B-52, C-130, CH-47. São aperfeiçoados os aviônicos, mas o desenho da célula é o mesmo. É o que está sendo feito aos P-3s. Os Sea King ainda voam na marinha inglesa, e aqui, são considerados “carroças”.
Enfim, que este país, que como foi dito acima, é uma potência, esteja mudando a maneira de pensar em doutrina militar.
Abs.
Paulo Taubaté
Não quis retrucar, mas já que o Camberiu falou…
Os ganhos com esse patruleiro é muito grande. Primeiro a FAB tem o controle de todo processo desde a escolha das células, sua revitalização e incorporação dos sistemas. A Atech participa da integração. Pensar num patruleiro novo so por causa das células é um grande erro. Os sistemas são de última geração. Uma célula nova seria gastar mais dinheiro e não sei se teríamos uma melhor no mercado. Pensar no futuro, seria fazer parcerias e na América do Sul só o chile é confiável. Temos a África do sul, a índia e por que não a china.
Concordo com todos que argumentam que os ganhos com esse patrulheiro serão grandes. E também concordo com os que entendem que seria melhor um projeto baseado no c390 ou no 190/95. contudo, não há verba. Esses avioes são de um lote antigo, provavelmente completarão 50/60 anos em breve. A fadiga será inevitável. Volto à questão do planejamento… porque não planejarmos um projeto de um sucessor nacional para daqui ha 8/10 anos.? Essa é a questão. Sobre os B-52, usados como referencia por muitos aqui, lembro que o projeto é antigo mas os aviões vão sendo renovados constantemente, não existe hoje células de B-52 do final dos anos 50, inicio dos 60 voando. Essa é a questão. E praticamente todos os F-15 A estão na guarda nacional ou estacionados no deserto….. A questão é fadiga. E isso, nem a melhor manutenção do mundo consegue evitar. Em se tratando de equip. militar, que sofre esforços estruturais muito maiores que seus irmãos civis, chega uma hora que o equip. só serve pra desfile do dia da independência……
Mas esses P 3 chegaram em boa hora.
Sonho com uma encmenda à Embraer de 24/30 avioes novos em substituição a eles pra daqui a 10 anos.
Olá senhores! Essa aquisição simplesmente inviabiliza qualquer projeto da Embraer de uma nova geração de aviões de patrulha marítima, vigilância aérea, comando e inteligência. Explico na ótica de um leigo que acompanha mesmo a distância, as aquisições de nossas Forças Armadas. Dois fatores motivaram a aquisição do P-3: Financiamento e a necessidade urgentíssima de substituir os Búfalos. Tanto o P-99 bem como o futuro P-190 demandam investimentos, pois são apenas conceitos (detalhe nem projeto ainda são) no papel. Essa estória de 2005 era só um “cala boca” para justificar a miopia da FAB em comprar aviões estocados e gastar US$ 300 milhões para modernizá-los. Nessa época precisávamos urgentemente substituir os Búfalos. Escolhemos os C-295, não pela o vetor em si, mas pelo financiamento que o Governo Espanhol ofereceu ao Brasil. Uma das condições do financiamento era a modernização dos P-3 na Espanha. Os senhores não acharam estranho fazer essa modernização na Espanha? Os trabalhos que foram executados poderiam ser todos feitos aqui num dos inúmeros parques de manutenção da FAB, acreditem. A Embraer é uma empresa privada, ou seja, não vai investir se não houver retorno (lucro). Não existe milagre, sem encomendas consistentes do Brasil o conceito do P-190 não vai sair do papel, por sinal acho o P-190 seria muito superior ao P-8, haja vista que o projeto da célula do P-8 deriva do 737. Nesse ponto fico muito triste, pois acredito que o C-390 também não vai sair do papel. O ministro Jobim tem enfatizado sobre o papel da indústria nacional de defesa, porem tornar-se-ão palavras politiqueiras se não houver investimentos, linhas de crédito e inserções fiscais. Já possuímos as soluções aqui dentro (Embraer e Atech), mas como diria os antigos “santo de casa não faz milagre”.
a Avibras e o exemplo mais atual.
Em tempo: Utilizar os P-3 para busca e resgate seria um retrocesso ao tempo do SC-130, que foi retirado dessa missão em virtude dos custos de operação de um quadrimotor numa missão que é executada com maestria pelos Bandeirantes Patrulha. Vi uma noticia que dois C-295 serão disponibilizados para a missão de busca e resgate.
Bom. Muito estão se falando ai de Embraer, A-1, alguns preferem justificar a ideia de que fizemos um bom negócio comprando os aviões P3, outros defendem a indústria nacional. Enfim. inúmeros comentários.
Eu defendo o seguinte. BRASIL é BRASIL.
Mão de obra, gente trabalhando, desenvolvimento, honrar o que diz em nossa bandeira ORDEM E PROGESSO.
Só se consegue isso, trazendo gente ao topo de qualificação profissional, gerar emprego, gerar renda. E isso somente comprando e dando estimulos ás nossas industrias.
Agora, prefiro pagar 1 bilhão de dolares em um aviao nosso…ops..falei direito? NOSSSOOOOO….do que dar um centavo pelo aviao DELES.
Eles um dia começaram a desenvilver o que nos vendem hj como sucatas certo?..Agora eu pergunto. Eles compram nossas aeronaves, ou nos como muito nó-cegos que somos compramos os deles e ainda dizemos que é bom?
Eh conversinha de botequim hein seu Rogério Loureiro… Vamos melhorar o nível rapaz…
o governo diz que vai comprar 50 barcos patrulha pra marinha, ao inves de comprar de empresas brasileiras, boa parte da encomenda sera feita junto ao Chile, isso mesmo, Chile…
falta vergonha na cara dos nossos politicos
["Pedro Rocha em 30 Jul, 2008 às 14:44
Olá senhores! ( ... ) Explico na ótica de um leigo que acompanha mesmo a distância, as aquisições de nossas Forças Armadas. ( ... )"]
["( ... ) acredito que o C-390 também não vai sair do papel."]
— BOGOTA, 19 Jul 2008 (AFP) – A Colômbia participará como parceira de um projeto militar do Brasil de construção de um avião de “transporte pesado” [Programa C-390], segundo acordo de cooperação em defesa assinado neste sábado em Bogotá pelos presidentes Alvaro Uribe e Luiz Inacio Lula da Silva.
[" (...) Essa estória de 2005 era só um “cala boca” (...)"]
A Embraer foi convidada pela FAB para participar do processo do P-3 BR, mas recusou o convite.
O vice-presidente para o Mercado de Defesa da Embraer, na ocasião, Romualdo Monteiro de Barros, diz que a empresa desenvolve um avião similar, o P-99, para operações de patrulha marítima, que poderia ser adquirido pela FAB, como opção a modernização do P-3.
O comando da Aeronáutica disse que o programa de revitalização da Força Aérea Brasileira aprovado pelo governo federal não contempla a aquisição de um avião de patrulha novo, mas sim a modernização de equipamentos já existentes.
— Segundo a FAB, a Embraer propôs incorporar soluções que “representam elevado risco técnico, além de agregar significativos custos ao preço final do avião”.
Na época a EADS era uma das sócias européias da Embraer.
E o electra mandou lembraças!!!!
Senhor Konner essa informação da participação da Colômbia no C-390 está somente como memorando de entendimentos nada foi assinado ainda. A Embraer mantém entendimentos com o Chile, África do Sul, Índia e Suécia. Porém em nível de sócio de risco, algo que demandará muita negociação por parte da Embraer, pelo simples motivo que o Ministério da Defesa não se comprometeu a investir muito menos adquirir unidades. Sem um cliente lançador o maravilhoso projeto C-390 não sairá do papel. A participação no P-3 pela Embraer também faz parte do “cala a boca”. Nenhuma empresa privada negaria ganhar dinheiro, desde que fosse palpável, a FAB queria que os custos de desenvolvimento e integração fossem da Embraer. Proposta indecente que não seria aceito pela a empresa. Os senhores sabiam que o Super Tucano da FAB, tiveram um hiato em sua entrega não por causa de problemas técnicos, que a FAB a boca pequena divulgou, mas por problemas de pagamento? Senhores a privatização da Embraer gerou varias “feridas” dentro da FAB, porém essa estória não cabe nesse tópico. Particularmente continuo defendendo que o dinheiro desses P-3 seria mais bem empregado no P-99 (um substituto natural para o Banderulha) e no P-190, porém é melhor alimentar vaidades do que fazer a coisa certa. Só como destaque quando a Embraer anunciou que desenvolvia o C-390, dentro da FAB já se comentava que temos 22 C-130, portanto não havia necessidade desse avião. Como somos o país da piada pronta acredito que no máximo em cinco anos estaremos comprando C-130 modelo J de segunda mão dos EUA. (Risos).
Senhor Pedro Rocha
As qualidades dessa plataforma [P-3], permitem que o projeto de modernização em curso contemple a integração de sensores e armamentos que colocarão os P-3 brasileiros na fronteira tecnológica dessa aviação, com radar SAR/ISAR, FLIR, ESM, sistema acústico e de detecção de anomalias magnéticas, todos de última geração.
Soma-se a essa tecnologia, a sua capacidade bélica, com 10 pontos duros nas asas para armamento, incluindo mísseis anti-navio e torpedos, “bomb bay” com mais 8 cabides para torpedos, minas, cargas de profundidade e espaço pra carregamento de 120 sonobóias, configuração que capacita essa plataforma a cumprir todas as missões precípuas e secundárias da aviação de Patrulha com alto desempenho.
A plataforma do Embraer ERJ 145, não atende ao requisito de capacidade de carga e na quantidade de horas/voou da FAB.
Daí as possibilidades dos jatos Embraer 190 e 195, nos estudos iniciais para o desenvolvimento desses aviões.
Meu velho e querido pai sempre me dizia (já falecido) que comprar coisas de segunda “desintera” o dinheiro para comprar de primeira.
O problema de soluções meia boca é que dão a impressão para os menos avisados (que são a maioria absoluta), e nisso a imprensa tem culpa, de que tudo vai muito bem. Obrigado!
Daqui uns dias vamos ter estampado nas páginas dos jornais e das revistas leigas com letras garrafais: “o Brasil adquiriu o melhor avião de patrulha marítima do mundo, igualzinho os usados pelos americanos na Guerra do Iraque”.
Aí todo mundo aceita a desculpa das autoridades que tudo está bem, que vai melhorar ainda mais, que somos o país do futuro, que dentro de 10 anos vamos ter sub nuclear, portaj-aviões, bombardeiro invisível, ICBM, nave estelar Enterprise e o Robocop. Passam-se os 10 anos e tudo continua como dantes no quartel de Abrantes.
Que é que esse C-390 acrescenta á FAB???? Nada!!! Bem diferente do A-400, que realmente substitui tanto ao C-130 como ao KC-137 e acrescenta maior capacidade de transporte de carga.
Tem de deixar de puxar o saco da Embraer, é empresa privada que se vire no mercado, vive querendo empurrar custe o que custar, qq aeronave por ela fabricada, ignorando completamente as necessidades das forças armadas e as características definidas por estas p/ o cumprimento das missões planejadas.
Queria mto ver esse “P-190/-195″, patrulheiro da Baia da Guanabara, Baia de Todos os Santos e da Lagoa dos Patos!!! Ah, e se sobrou algum combustível, manda patrulhar a Lagoa Rodrigo de Freitas!!!
Alguem esqueceu que o radar dos ERJ-145, que serão exportados p/ a India, são de projeto indiano, serão integrados lá e não o Erieye usado pela FAB, ou seja; a Embraer vendeu cascas vazias e tá se achando!!!
Aliás nas concorrências do Paquistão e da Tailandia, a SAAB se “esqueceu” das células da Embraer e vai fornecer seus sistemas de vigilância em aeronaves turbo-hélice usadas…
E tb se esqueceram que o P-8A Posseidon é baseado no B-737-800 e portanto é uma célula de concepção mto nova e já detonou aos projetos derivados dos A-319/-320 europeus, na concorrência da India.
Ótima escolha, permitirá ao Brasil dar um salto gigantesco na operação de sensores e sistemas no estado-de-arte, montados numa plataforma que apesar da idade, não tem concorentes a altura quanto às características para operação a que se destina.
ops… concorrentes!
Prezado Pedro Rocha,
Apenas algumas correções.
Os P-3A Orion não são substitutos dos Búfalo, mas dos P-16E (Grumman S-2 Tracker) da FAB. Os C-115 Búfalo (De Havilland/Canadá) operavam primordialmente no TO Amazônico e foram recentemente substituídos pelos C-105A Amazonas (EADS/Casa C-295).
Realmente, a FAB irá configurar dois de seus C-105 Amazonas para SAR, mas no teatro terrestre, já que os mesmos não operam sobre aguás continentais. Sob o mar, quem executa esta tarefa SAR são os Hércules C-130 baseados em Florianópolis e se não me falhar a memória em Salvador.
O projeto Boeing P-8 Poseidon em nada desmerece o jato 737, o qual é a mais confiável plataforma de trasporte de passageiros jamais contruída, que desde seu vôo inaugural em 9 de abril de 1967(série 100), já vendeu mais de 5.000 unidades em diversas séries.
Finalmente, quanto ao projeto EMB C-390 (Cargo) da Embraer, segundo fontes da empresa, coroboradas por companheiros que lá trabalham, seu lançamento se dará (oficialmente) no segundo semestre de 2008, sendo que o congresso (comissão de Defesa Nacional) já aprovou petição de incorporação ao orçamento nacional de Us$ 500 milhões como parte do Gov. Federal à iniciativa, e seria o natural substituto futuro dos C-130, conforme os mesmos fossem dando baixa da FAB apartir de 2015. O potencial de substituição dos C-130 Hércules da LM, neste caso o C-390 foi projetado para sua substituição, monta à 700 unidades somente no mercado ocidental, configurando-se em excelente perspectiva mercadológica.
Não obstante, a Embraer não necessitaria de compras deste pela FAB, a não ser pelo preceito de que geralmente uma força estrangeira somente adquire um equipamento que seja operado pelo País que o produziu. É uma espécie de selo de garantia e confiabilidade.
Forte abraço.
Tem gente confundindo as coisas. Na época a Embraer não tinha uma plataforma adequada para o tamanho de nosso litoral. O P99 não tem alcance, não comporta armamento, sonoboias, etc… Outra coisa, é apenas uma plataforma. A Embraer não produz os sistemas. A coisa seria o que alguns já citaram: é uma caixa vazia. O que a FAB está fazendo que é o correto: APRENDENDO. Plataforma ela usa o EMB 190, 390…. O mais barato na época foi os P3. Estas células foram todas revisadas e terão suas vidas úteis garantidas. Existe comentários que a própria Embraer estava estudado lançar um turbo hélice maior que o Brasília para competir com os ATRs. Talvez esta seria uma plataforma melhor. Ninguem fala nada quando se comenta que a MB pretende adiquirir plataformas P16 revitalizadas e repontecializadas e com sistemas integrados com a participação da Embraer. Quer avião mais velho do que esses.
Gente, lendo vários dos comentários acima, só queria lembrar que o trabalho de se instalar / integrar sistemas (fabricados aqui ou acolá) nas tais “caixas vazias” é bastante complexo e que ter o domínio desse conhecimento e dessa prática é algo para não ser desprezado. Isso vem sendo conquistado (o que por si só quer dizer muito pouco) e, principalmente, aplicado (o que quer dizer muita coisa, desde que haja continuidade) – só um lembrete, não é ufanismo meu não. No caso dos P3, esse trabalho está sendo feito na Espanha. Em outros casos, está sendo feito aqui.
O Orion é uma plataforma adequada para a missão de patrulha ASW no imenso litoral brasileiro.O coração da aeronave vai ser o sistema FITTS .Acho o P99 insuficiente para a missão e seria também um tapa-buracos como o P95. Os atuais programas de aviões ASW para substiuir o Orion são caríssimos e baseados em jatos. Então provavelmente o futuro substitudo dos P# poderia ser baseado em uma versão do EJet 190 ou do C390.
Caro Nelson Lima,
Exatamente, o P-190, que não existe oficialmente, usaria como plataforma o EMB 190, naturalmente com várias modificações.
Sds.
Só mais uma informação… o c-295 esta sendo adotado pela Força Aérea Portuguesa, e recebendo muitas críticas dos portugueses, pois eles ja operam o P-3, e segundo os críticos de lá, o dinheiro poderia ser usado na aquisição e reforma outros P-3, pois segundo eles o C-295 mesmo com Sistemas modernos não cumpre as mesmas funções, e vejam que a ZEE deles é bem menor que a nossa.
Alguem sabe me dizer se a MB vai adquirir a compra de P16 Tracker?? A compra seria para esse ano?? Quantos P16 seriam ?? Teriam funções também de patrulhamento junto c/ P-3 FAB???
Mauro, apenas um comentário rápido, a versão H já foi toda retrofitada, e tiveram todas as empenagens, partes móveis e uma parcela de estrutura trocada. Se vc acha que remontam a 1962 Ok… Pesquise sobre esses Orions e vc vai ver que foram afastados porque a fadiga já se apresentou. Alias, o mesmo com o SP…… não tem mistério não.
Nossa que maravilha, ofereceram 120% de off sets, mas nos venderam um avião que não carrega nada de nada e ainda está a dar mais manutenção que o previsto!!!
E pensar que a FAB poderia ter comprado o C-27J que carrega caminhão, ou um helo do tipo do Fennec, ou um M-113!!!
Pra vcs verem como equipamento militar necessita de apoio irrestrito do governo do País em que é desenvolvido.
Hoje estamos falando de P-190, P-390, c-390 (e versões de reabastecimento, guerra eletrônica…). Para alguns, insanidade. Outros, delírio.
Compulsando meus velhos livros “Aviões de Guerra”, que devem datar lá pelos idos de 1986, quem pude encontrar lá?
Aeritalia G-222, que deu origem ao C-27 Spartan. Por isso, para ver um sistema dar frutos, é preciso paciência. Plantar, cultivar, depois colher. Outro exemplo, tbm italiano, o A-129 Mangusta. Foi vendido agora para a Turquia.
Temos que acreditar e investir sim.
Quanto ao B-52H:
“…An outgrowth of the B-52G, the B-52H design was initiated in January 1959, 1 month before SAC received its first B-52G. Although no great innovations resulted, some airframe changes had to be made to take care of the new model’s special features…
…The B-52H entered operational service with the 379th Bomb Wing, at Wurtsmith AFB, Michigan. The first plane (Serial #60-001) was received by the 379th on 9 May 1961. By the end of June, 20 B-52Hs were in operation…
…Production ended in the fall of 1962, SAC receiving on 26 October the last B-52H (Serial #61-040)…
…The 102 B-52Hs accepted by the Air Force, like the B-52Gs, were built in Wichita. The Air Force accepted 20 B-52Hs in FY 61 (from March through June 1961); 68 in FY 62 (between July 1961 and June 1962); and 14 in FY 63 (the last 5 during October 1962). Cost per aircraft was: $9.28 million: Airframe, $6,076,157; engines (installed), $1,640,373; electronics, $61,020; ordnance, $6,804; armament (and others), $1,501,422″.
Para conferir o original, http://www.globalsecurity.org/wmd/systems/b-52h.htm.
Me perdoem pelo off-topic do B-52.Não pude resistir.
Mauro, tbm foi isso que eu quis dizer. Sei que todos sabem qdo foi fabricado. O que não dá é ficar metendo o pau pq aqui se revitalizam aeronaves e é considerado crime apenado com morte, prisão perpétua, que temos que ter tudo zero quilômetro…. Vamos ser um pouco mais sensatos. Assino embaixo de tudo o que vc disse.
E se fui mal interpretado, me perdoem…
Abs.
Mauro, os H foram feitos na década de 60, de mais de 700 B 52 no total só restam uns 80/90 voando, e os que estão voando já passaram por reforma profunda na propria fábrica, inclusive com troca de estrututa. Mesmo assim, estarão todos no chão em menos de 10 anos. Então voltando ao meu primeiro post, acho que os P 3 serão um avanço na nossa capacidade de defesa, pois serão EFETIVOS, não serão de “desfile” como são as inhaumas e o SP. Mas estarão no fim em menos de 10 anos tambem. Temos que planejar um substituto baseado no 190/195 da embraer. Sobre a recusa desta, senhores é uma questão de dinheiro. encomendem umas 24 unidades e vejam se ela não abre um projeto… agora chegar pra empresa e dizer que quer meia duzia.. não dá. É um projeto muito caro, pois teria que alterar a estrutura central do 190 para acomodar torpedos e portas externas inferiores.
Sobre “tem que ser tudo zero”, discordo, acho que o P3 funcionara por varios anos com tec de ponta. Agora vejam o SP, é uma sucata ambulante. navio de desfile. não é EFETIVO. Perde-se tempo, dinheiro e homens-hora na manutenção desse pedaço de aço flutuante. Depois reaparecerá com um A 4 pra fotos, coqueteis e visitas.
Mauro, não tem mercado pra uma nova industria aeroespacial. Ia acabar como uma estatal cabide de emprego. Sobre o BNDES triangular essas operações, é o que defendo. Mas falta vontade politica. O BNDES com seus orçamentos bilionarios poderia criar um plano plurianual pra fragatas e subs estimulando os estaleiros nacionais e avioes com ajuda da embraer em joint veentures. teriamos mais emprego, acesso a tec de ponta e uma defesa efetiva da nação.
Sobre o SP, sua sugestão deveria ter sido executada pelo governo anterior, não foi e nem o atual parece que vai. como completará 50 anos e seu maquinário está de dar dó.acho que vai pra india daqui ha uns 8 anos……
Sobre o B 52 com 80 anos, pago pra ver…. aposto que antes de 2015 será peça de museu.
caro rogerio loureiro,
venezuela? osd? quer se aliar + com quem? evo morales? a nova besta q será presidente do paraguai e vai nos ferrar em itaipu? ou será as farc, q já recebe apoio deste maldito governo de esquerda???
CHEGA DESTES CANALHAS VIÚVAS DO STALIN, POL POT, MAO ET CATERVA.
MALDITA ESQUERDA SUL-AMERICANA!
Pobre nação…
A Avibrás é uma empresa privada, que vá ao mercado, arrume um sócio, se reestruture e vá vender seus produtos!!!!
Mania de brasileiro que emrpesa em dificuldade tem de ser salva pelo governo, eta mania de “Varig”!!!
Incrivel, não pode falir, são administradas igual aos narizes de seus controladores, que adoram embolsar lucros e socializar prejuizos e o governo é que tem de socorrer!!!
Concordo c/ vc Mauricio R, más em se tratando de equiptos bélicos há necessidade de fomento estatal bem como encomendas consideráveis destes pelas fa’s do país. Já q discute-se o caso da Avibrás, tomemos como ex. o ASTROS II.Qtas baterias possuímos? Duas, Três? E o FOG, que fim deu? Parece palhaçada.E pensar que os americanos correram pelo deserto atrás dos ASTROS iraquianos como loucos para destruí-los.
NAO DEU PRA ENTENDER ESSA ESCOLHA DA MARINHA, JA QUE PODERIA TER USADO AVIÕES DA EMBRAER….
SERÁ QUE ESSA TB FOU UMA COMPRA POLÍTICA???????????