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O professor Mikan Vego, do US Naval War College, propôs no Armed Forces Journal de fevereiro, que a US Navy complemente sua força de submarinos nucleares com submarinos convencionais. A proposta deriva das expectativas de que a força de submarinos nucleares americana será reduzida nos próximos 15 ou 20 anos e que submarinos convencionais operam melhor em águas rasas, como as do litoral dos EUA. E são estas zonas que estão sob ameaça, em todo o mundo.
O professor Vego apontou o submarino sueco da classe “Gotland” como um dos principais candidatos no campo dos submarinos não-nucleares.
O “Gotland” é descrito como excepcionalmente manobrável, silencioso e difícil de detectar, pois pode permanecer submerso durante semanas graças à sua propulsão AIP Stirling.
O HMS Gotland (foto) fez muito sucesso quando permaneceu por dois anos alugado com sua tripulação pela US Navy, para exercícios anti-submarino.

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Se comentários » to “Especialista defende a adoção de submarino convencional pela US Navy”

  1. Douglas disse:

    aproveitando o tema da reportagem e desviando para a questão do subnuc BR.

    O Brasil mal consegue manter 5 convencionais IKL, 4 dos quais precisando de modernização.

    Fecha contrato com franceses para uma nova família, levando o caos logistico a uma força cujo orçamento é apertadíssimo.

    No mais azul dos cenários, se conseguirmos contruir daqui a 15/20 anos um protótipo de sub nuc, como estará a força?? quantos escoltas teremos, quantos navios de apoio, que possam permitir a formatação de cenários táticos reais?

    E quantos subnucs poderemos construir e manter???

    Ou o Brasil acha que a tática alemã da II guerra poderá funcionar com 6 subs convencionais e 3 sub nucs?
    Se for esse o sonho de nossos comandantes, teriamos que ter uma numerossísima força de subs. Ou não?

  2. McNamara disse:

    Pois é Douglas. O tempo passa, o A-12 está lá encostadaço…A Força de Submarinos recebendo infinitos compromissos para com a Segurança Nacional… O discurso rolando solto…e a realidade é exatamente o que você falou. Qual será a efetiva capacidade de combate da MB daqui a 15 anos???????????

  3. joao terba disse:

    NÃO SABIA QUE A SUECIA CONSTRÓI SUB CONVENCIONAL.CLASSE GOTLAND.

  4. Mahan disse:

    Não seria…VESGO?

  5. RJ disse:

    De novo a mesma dúvida: O que o Scorpene tem que o Tikuna não possa ter?

    O que se passa pela cabeça dos que decidem, de se jogar o legado do 209 (que a Alemanha ainda aproveita) em prol de uma nova aventura?

    com submarinos convencionais AIP, o Nuclear não passa a ser menos interessante?

  6. Noel disse:

    Ao Mcnamara, ou aos demais marujos do blog.
    Qual é a real capacidade de combate da MB, hoje (2009-2010), pois daqui a 15 ou 20 anos, é muito tempo…
    Sds

  7. Wolfpack disse:

    Acredito que se deve ler o artigo do Prof Vego de uma maneira diferente. Os Estado Unidos nunca deixarão de ter uma frota considerável de subamrinos nucleares. Sua velocidade submersa e autonomia são insuperáveis. O que eles desejam e ter alguns submarinos convencionais adicionais a sua frota para atuar em águas rasas. Acredito mais em submersíveis autônomos, uma espécie de UCAV submerso, para suprir a frota americana em águas rasas. Estes podem ser até AIP, e o futuro aponta para este tipo de capacidade de defesa costeira. Os Gotland são excepcionais, assim como os IKL 214 e Marlin (projeto), mas não apresentam a mesma capacidade de deslocamento e autonomia que um Virginia por exemplo. Dá trabalho, claro que dá e muito, mas em um conflito real teria suas chances de sobrevivência bem menores que um sub nuke. A Marinha Brasileira colocou na cabeça que deseja um subamrino nuclear acima de qquer coisa e nada vai alterar esta direção, nem o sucateamento do São Paulo e de toda a frota. Muito provavelmente teremos sim um submarino nuclear, mas infelizmente somente ele não dará conta do recado quando precisarmos, se precisarmos.

  8. RJ disse:

    e vai ser um submarino nuclear para defender que frota? ou vai ser apenas uma negação (do mar, espero)

  9. Marcos T. disse:

    Acho importante o desenvolvimento da tecnologia, pois ela criara varias possibilidades em outras areas.
    Mas acreditar que apenas um submarino teria condições de defender tão vasto território oceanico, sem noção.
    Já como elemento Disuatório de carater mais regional(América Latina), que talvez pudesse operar com misseis balisticos criando uma especie de duplo emprego ataque e defesa, até deixaria o Brasil numa posição superior perante “Los Ermanos” que começam a por as unhas de fora.
    De uma forma ou outra o Brasil precisa investir sériamente em tecnologia desse e de outros tipos também, então eu concordo que os gastos em pesquiza continuem.

  10. Vassili Zaitsev disse:

    Marcos,

    “Los Ermanos”, no caso os argentinos estão com suas garras encravadas na carne, no caso deles mesmo, pois as FFAA argentinas estão completamente inoperantes; e, as que conseguem navegar, voar ou andar sobre rodas, operam com muitas restrições. Isso sem falar que o nível tecnológico empregado é o mesmo de 1982, quando ocorreu a Guerra das Malvinas.

    Comparado à eles, o Brasil está bem melhor.

    abraços.

  11. RJ disse:

    Marcos T.,

    Lançar um míssil balístico de um submarino para atacar outro país da AL? tá louco? O mar tá pro outro lado! Ia ficar mais longe do que atacar daqui mesmo.

  12. Dalton disse:

    Acho que o Marcos quis dizer que estando baseado em um submarino, e portanto, movel, os misseis balisticos nao sao facilmente localizaveis e portanto dificeis de destruir, ao contrario de misseis baseados em silos terrestres.

    Nao posso dizer se ele está referindo-se aos argentinos apenas qundo escreveu “los hermanos” ou outro Pais de lingua espanhola que é vizinho nosso, mas, prefiro nao citar tal Pais.

    Tem tambem a banda ” los hermanos “, esta sim gostaria de atingir com misseis balisticos…(brincadeirinha)

    abraços

  13. Marcos T. disse:

    Não me refiro aso argentinos , mas na minha opinião um país de se auto intitula lider da America Latina prescisa ter um elemento disuatório forte para poder servir de mediador em caso de possiveis conflitos ou disputas onde somente a diplomacia não surte efeito.
    Exemplo: o caso em que a Colombia atacou as AFarc no Território da Colombia, cujo desfecho quase terminou em conflito armado.
    já viram oque acontece quando alguem mais fraco tenta apartar uma briga? Geralmente acaba apanhando junto.
    Se o Brasil não quer Americanos, franceses, Russos, ou qualquer que seja metendo o “bedelho” por aqui o Brasil tem de estar preparado para assumir este Papel.
    Na minhã opinião a Paz se faz pelo desequilibrio de forças pois um mais fraco nunca ataca um mais forte. Discorde quem quiser.

  14. Marcos T. disse:

    E quanto aos misseis balisticos é uma tecnologia proxima, pois é a mesma tecnologia que coloca satelites em orbita.Basta bota uns quilo de TNT na ponta e pronto
    Ter algumas ogivas no arsenal não faria mal nenhum.E coloca-as em um lugar onde ninguem pode achar (submarino), cara isso seria bom.

  15. Vassili Zaitsev disse:

    Marcos T,

    Por favor, simplesmente fale assim: República Bolivariana. Tá de bom tamanho, pois é assim que eles se definem.

    abraços.

  16. ARCANJO disse:

    QUE COISA PATÉTICA!

    Os Estados Unidos repensam sua frota de submarinos, acabando com a exclusividade dos nucleares e abrindo as portas para uma frota de modernos submarinos convencionais.

    Já perceberam que precisam dos nucleares como força de ataque estratégico, de destruição em massa, mas começam a ser ameaçados por submarinos diesel eléticos de 1500 a 3000 tonelada, no máximo.

    Depois de muitas manobras já sabem que, para defesa litorânea e costeira, em águas razas, a única opção são os convencionais pois, nesse ambiente, o nucelar é um pato-manco fácil de caçar. Um tubarão num aquário …

    Vão partir para o convencional, mesmo porque, com AIP o tempo de submersão está chegando, progressivamente, ao prazo máximo de submersão de um nuclear, limitado à exaustão física e mental da tripulação.

    Mas notem bem: Apesar do Presidente Francês ter virado um virtual americanófilo, NENHUM SCORPÈNE SERÁ SEQUER COGITADO PELOS AMERICANOS. Eles sabem das coisas e não transigem.

    O Gotland, sueco com tecnologia alemã é um dos mais cotados mesmo.

    Enquanto isso, abaixo da linha do equador, estamos pensando em um nuclear, para destruição de massa não se sabe de quem e, pior, incorporar SCORPÈNES na frota de submarinos convencionais.

    Na realidade não existe perspectivas de qualquer núclear antes de várias décadas e isso só está servindo para justificar a compra dos SCORPÈNES.

    Que tristeza!!!!

  17. Dalton disse:

    Arcanjo…

    Os novos submarinos nucleares da classe Virginia foram planejados para serem eficientes em aguas costeiras também.
    Sao extremamente manobraveis em aguas rasas e seus controles parecem joy sticks de video-games.

    A marinha americana precisa de submarinos velozes que possam chegar a area de operaçao rapidamente, descarregar suas armas,e submarinos grandes podem transportar mais armas, retornar para reabastecer em uma base ou navio tender e retornar.

    A marinha americana é obrigada a atravessar oceanos e o submarino nuclear pode faze-lo totalmente submerso, enquanto os submarinos convencionais precisam recarregar suas baterias e muitas vezes precisam ser ” economicos” na velocidade para faze-las durarem mais.

    Sao mais eficientes tambem para operarem em sintonia com navios de superficie já que podem manter a velocidade constante por grandes periodos e sao otimos escoltas para porta-avioes.

    Os americanos a principio nao queriam se livrar do submarino diesel, eles tiveram projetos muito bons, como o USS Barbel, mas como nao havia dinheiro suficiente para os dois tipos e a URSS construia cada vez mais submarinos eles optaram pelo nuclear somente, alias França e Inglaterra apenas possuem subs nucleares, embora a França vá nos ajudar a construir seu projeto aqui no Brasil, mas ela mesma nao o utiliza.

    É muito provavel, mas nao certeza, que os EUA voltem a ter os dois tipos de submarinos, isto se quiserem no futuro, a ter um minimo de 50 ” barcos ” de ataque.

    Sds

  18. MIGUEL FELICIO disse:

    Desculpem, mas novamente insisto no tema.
    Patrocínio ou não, acho muito difícil manter um blog deste tipo, com a quantidade de informações e mais importante em português (facil, facil…).
    Sou leigo, mas:
    - fizemos algumas Fragatas (bonitas e ao que dizem, bastante eficentes), construímos 04 corvetas…..Não aprendemos nada???, não temos condições de projetar novos navios, com novas tecnologias???? Vamos agora buscar navios em outros países??? por exemplo Coréia do Sul (projetou, com ajuda tenho certeza, um navio – KDX – e agora projetou sobre aqueles, outro mais moderno…) esta oferecendo ao Brasil.
    - investimos muito dinheiro e pessoal no projeto dos submarinos alemães…..também não aprendemos nada????? Vamos agora buscar na França uma “coisa muito mais cara e de eficiência duvidosa….”. Não seria melhor continuar a produzir os derivados do nosso Tikuna??? mais barato de eficiência comprovada (será que os alemães estavam mesmo pondo areia nos nossos sub??) e com menos dinheiro e mais um pouco de espera, teríamos um número considerável de submarinos – novamente, eficientes – um aprendizado maior e depois, sozinhos ou com ajuda até dos próprios alemães, poderíamos fazer o que eles “não podem” (não que não tenham capacidade) construir o nosso sub nuclear.
    Acho que no Brasil, nossas forças não se unem, não se comprometem a comprar ou construir um equipamento que quando de mesmo emprego (fuzil por exemplo) seja igual para as três e sonham em comprar tudo que aparece (principalmente usados e de tecnologia já ultrapassada). Agora quando pensa-se em construir algo novo, “superior” e bastante equipado (nossos navios de patrulha 500 ton, serão armados somente com canhão de 40mm enquanto alguns outros, mundo afora com apenas 200ton, são armados até os dentes) esquecem-se de continuar na mesma escola para concluir o mesmo curso.
    Chega. Abraços.

  19. [...] rebocados (towed array) não costumam ser empregados, pois podem arrastar no fundo e ficar presos. Alguns especialistas defendem que, para essas áreas de operação, seria melhor a US Navy operar submarinos [...]

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