Porto do Rio Grande será o primeiro a receber novo navio-patrulha da...

Porto do Rio Grande será o primeiro a receber novo navio-patrulha da Marinha

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foto apa 1

vinheta-clipping-navalO navio-patrulha oceânico “APA”, adquirido pela Marinha do Brasil, atracará no porto de Rio Grande no próximo dia 7. O rio-grandino será o primeiro porto brasileiro a receber a embarcação, que está chegando ao Brasil. O “APA” partiu da Base Naval de Portsmouth, no Reino Unido, em 11 de março, e fez escala em diversos países, entre os quais Portugal, Espanha, Mauritânia, Senegal, Gana, Angola e Namíbia. Durante a travessia pelo Atlântico, pode interagir com as Marinhas dos países africanos visitados, realizando exercícios conjuntos, como treinamento antipirataria. Ele ficará em Rio Grande até o dia 13 deste mês. Depois, seguirá para Itajaí (SC). Em 24 de maio, chegará em seu porto sede, no Rio de Janeiro (RJ). No porto rio-grandino, no dia 12 deste mês, estará aberto à visitação pública, das 14h às 18h. A entrada é gratuita.

O “APA” é o segundo do lote de três navios adquiridos pela Marinha brasileira, como parte do Programa de Obtenção de Meios, sendo incorporado à Força no dia 30 de novembro do ano passado, quando recebeu o nome de “APA”. Seu nome é uma referência ao importante rio da região do Pantanal, que delimita a fronteira entre o Brasil e o Paraguai, cuja bacia hidrográfica tem cerca de 12 mil quilômetros quadrados em território brasileiro. De acordo com o Comando do 5º Distrito Naval, o principal destaque dos navios-patrulhas oceânicos é sua autonomia de navegação. Eles podem ficar até 35 dias sem reabastecimento.

A embarcação, adquirida da empresa inglesa BAE Systems, poderá ser utilizada em diversas tarefas, como operações de Patrulha Naval, assistência humanitária, busca e salvamento, fiscalização, repressão às atividades ilícitas e prevenção contra a poluição hídrica, mas principalmente no patrulhamento da chamada “Amazônia Azul”, ou seja, nas águas oceânicas contíguas ao território nacional. O navio-patrulha “APA” irá operar na Amazônia Azul, primordialmente, na região das bacias petrolíferas dos estados de Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. Trata-se de um navio de 90,5 metros de comprimento, velocidade máxima de 25 nós (46 km/h), capacidade para ter embarcados 51 militares e para transporte de seis contêineres de 15 toneladas. Em termos de armamento, conta com um canhão de 30mm e duas metralhadoras de 25mm.

FONTE: Jornal Agora

27 COMMENTS

  1. um bom navio sem dúvidas, mas muito pouco para uma região tão importante…umas 20 quem sabe….

  2. Sou leigo em estratégia naval. Não seria adequado manter um navio da classe Amazonas no porto de Rio Grande???

  3. la ja tem um Bururu. O foto de ter mais um melhoraria quantitativamente e qualitativamente, alem do que o mar na rwegião exige embarcações do porte de ambos para estas funções, servir em gururu por ai seria meio extenuante para as guarnições

  4. MO, quanto a sua ultima, com a entrega dos macaé seguintes, os que iriam para rio grande irão para belem e os “bururu” (como voce se refere aos bracui) de belem serão remanejados para o Sul, ao menos é o que se comenta no estado menor da armada, pois parece que os macaé assim como ja provado anteriormente com a classe Grajaú nao sao muito bem tolerados pelos mares do Sul.

  5. Ummm uma coisa sensata P 39, alias benvindo devolta

    Os Bururus são bem masi “avantajados” para operarem no sul e os macacas operam melhor (em teoria) na no onrte com mares mas tranquilos, ora viva, uma relocação operacional apropriada ( omesmo na minha otica se aplica aos gururus)

    Tks pela ifo do Estado Menor … hehehe

  6. Lindo navio, mas será que não dava para instalar um armamento um pouquinho melhor ??

    Corvetas russas de tamanho semelhante tem mísseis, não tinha no mercado alguma opção de míssil AA ou anti-navio disponivel ?

    Com a palavra, mestre Dalton… KKKKKKKKKKKK !!! :)

  7. Esses também são navios belissimos, só pecam belo armamento mesmo…

    Quem sabe um dia os veremos com um Bofors 57mm ou um SR76mm (Sonho de consumo) e ao menos lançadores Simbad RF ou Tetral :/

    Alguém sabe se o navio tem provisões para algum Missil anti-navio?

    Vlw!

  8. Esqueci de perguntar também, além de anti-navio tem provisões para receber torpedos ou alguma outra arma anti-submarino?

  9. nao, operara como NPaOc apenas, sem armamento para combate, ao menos não ha e nem deverá haveer esta opção no nosso atual cenario e TO de Pa

  10. Oh Wagner…

    mania que vcs tem de querer instalar missil antinavio e outras coisas letais em navio patrulha aqui no Atlantico Sul…

    Depois eu que passo por o adorador de vc sabe quem !

    :)

  11. Consulto 3 vezes p/ dia este site atrás de informações novas sobre assuntos militares , e sempre tem , por isso parabenizo os autores do mesmo e aproveito p/ dizer que os navios da classe Amazonas são muito bonitos , quanto as armas nele o Dalton já respondeu .

  12. because so foram construídos 3 (sabe3s a estorinha deles né eram tobagulienses), por isso, but ‘a gente temos’ os planos and licensa para fazer por aqui .. se eventualmente for o caso .. .so faltará estaleiros … (a principio ..;0

  13. Mo e Aircobra, obrigado pelo esclarecimento…
    A propósito, lendo outros comentários depois do meu, já ouvi falar que é inviável colocar mísseis anti-navios em barcos pequenos que navegam mares muito revoltos..Parece que o míssil requer posicionamento inicial estável do navio antes do lançamento..Quanto menor for o navio e quanto maior for seu balanço, pior seria o lançamento..

  14. interfere, mas tem um detalhe mais relevante, uma das caracteristicas dos FPB (M) ou NPa (M) depende tbm das caracteristicas geográficas do pais (tamanho e tipo de litoral) ou terras em territorios ultramar em semelhantes condições e/ou ilhas e tamanho de marinha, se vc reparar as marinhas que os tem ou tem mares de tamanhos reduzidos (mediterraneo, por exemplo) ou caropados (Noruega por exemplo, Croacia e por ai vai) ou … de marinhas que a Cv é tudo no pais, tipo capitania, FFG, DDH, NTrT, NH, NE e neste caso, somado a um geralmente litoral pequeno, se encaixam newstas cobndições, no sosso caso, mar oceanico aberto nossa demanda para navios de combate sao navios de porte oceanico mesmo. ai vc hipoteticamente imagine um navio destes por aqui todo emperiquitado seu custo operando em Pa com armamento de bibelot a bordo …

  15. Com a aquisição desses navios a marinha ficou com quatro calibres diferentes em seus patrulhas.

    Canões de 40mm e 20mm (metralhadoras na MB) nos classe
    Grajaú e Macaé, e canões de 30mm e 25 mm nos classe Amazonas.

    Entendo que, como a classe Amazonas foi compra de oportunidade o armamento de ve ter vindo “no pacote”.
    Mas não seria interessante a MB pensar numa padronização do armamento no futuro?
    Os calibres 40 e 20mm são fabricados aqui. E os de 30 e 25mm? Acho que não.
    O calibre do canhão de 30mm é compatível com o que vai equipar os blindados Guarani do exercito?

    Na FAB os 20mm dos F-5 é 20 x 102mmm, na MB 20 x 110mm

    Na FAB os 30 mm dos A-1 e Mirrage é 30 x 113mm, na MB acho que é 30 x 173mm e acredito que seja o mesmo 30mm do EB

    Os canhões 40 L70 e 40 L60 tem calibres com comprimentos de estojos diferentes?
    Ou a diferença fica só no comprimento do tubo com o mesmo calibre da munição?

    Bem senhores desculpem a enxurrada de perguntas, rsrsrs…

    Com a oportunidade dos comentários abertos e como sempre tive essas questões em mente estou aproveitando para expô-las pois acho que são relevantes do ponto de vista da logística.

    Saudações à todos.
    Flávio.

  16. A extração máxima de utilidade destes meios recomendaia um upgrade no armanento. Um 40mm, pelo menos, e um lançador antiaáreo como o SIMBAD ja melhoraria bastante mesmo. A missão principal prescinde disso, mas não se pode desconsiderar a eventual necessidade de emprego em missões de combate de baixa intensidade. Uma marinha que não “nada em dinheiro”, ou, melhor se diria, não “navega”, não pode se dar ao luxo de desperdiçar utilidades possiveis de serem conseguidas a baixo custo, tanto mais quando a história mostra que não se pode ter absoluta certeza dos cenários operacioanis que nos serão impostos.

  17. Problema é que aqui enquanto se fabrica um Npa500t lá fora se fabrica um NPaOc1800t. Se os estaleiros nacionais fossem eficientes, teriamos mais navios ou projetos em andamento.

  18. Adquirimos junto os direitos/projetos de produção certo? Há planos para produção dos mesmos aqui? Em qual quantidade e por quem?

  19. Devagar com o andor, rapaz, a compra já foi um negócio da China, e o Brasil precisa de outras unidades mais capazes para comprar, chega de adquirir ou construir navios equipados só com canhões, a 2ª guerra já acabou faz tempo.

  20. Bonitos,cadê a bandeira de faina?Os bururus vão pro Sul?Nada contra, mas já tive a oportunidade de visita-los em Belém,já mereciam uma aposentadoria, lentos e velhacos( claro que cumprem sua função),não fiquei com boa impressão dos mesmos, o Sul vai ficar com todos os “Coroas”,merece algo melhor!Abçs

  21. Pessoal,

    Sou meio leigo no assunto, mas acompanho diariamente as noticias dos 3 Blogs. E aqui as discussões são sempre sadia apesar de algumas discordancias..parabens a todos.

    Uma pergunta: Esses Navios de Patrulha Oceanicas poderiam substituir as Corvetas? ja que os dois possui quase as mesmas medidas?. Se alguem puder me responder, eu agradeço

  22. Pq estes navios não estão equipados com torpedos para o ataque , ou misseis de medio alcance para a sua proteção mais efetiva ???

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