Píer-Rj-formato-Y-foto-Divulgação

Arquitetos comemoraram ontem a decisão da Companhia Docas, que desistiu de levar adiante o projeto para construir um novo cais com formato em Y nas imediações do Píer Mauá. A proposta era criticada, entre outros pontos, por não se integrar à paisagem da região, que passa por processo de revitalização. Mas eles reclamaram do fato de Docas não se esforçar para encontrar uma alternativa a curto prazo para a área, a fim de evitar que os recursos, incluídos no PAC 2, sejam remanejados. A decisão de Docas foi antecipada pela coluna Gente Boa, do GLOBO, e confirmada ontem pelo presidente da empresa, Jorge Luiz de Mello.

Segundo ele, nenhuma obra irá adiante antes das Olimpíadas de 2016. O contrato de R$ 223,2 milhões mantido com o Consórcio Rio Y Mar para a execução do projeto será revogado no fim deste mês, depois de já terem sido gastos R$ 10 milhões no detalhamento do píer e na montagem de canteiros.

– Primeiro, pensamos o projeto para a Copa do Mundo, mas não era possível. Agora, não há mais tempo nem para as Olimpíadas. Com isso, o projeto também sairá do PAC 2. Vamos precisar encontrar outra fonte de recursos. Além disso, caso a opção seja por um empreendimento num formato que não seja em Y, teremos que recomeçar do zero, incluindo a realização de novas audiências públicas – disse Jorge Luiz Mello.

Para o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Sidney Menezes, o arquivamento do projeto significou uma vitória dos interesses paisagísticos da cidade. Agora, segundo ele, é hora de pensar no futuro.

– Para mim, Docas só pensou na questão operacional e não da integração do Porto ao resto da cidade. Mas não podemos esperar 2016. A solução tem que ser debatida desde já, para que realmente tenhamos um equipamento qualificado para a cidade, quando o projeto sair do papel – disse Sidney.

O presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), Pedro da Luz, tem uma avaliação semelhante:

– Precisamos de um projeto bem definido, que seja desenvolvido com toda a transparência. Mas, para isso, a sociedade precisa opinar. Se ainda existem recursos assegurados, esse debate tem que começar de imediato. Acredito que ainda haja tempo de desenvolver um projeto para os Jogos Olímpicos – afirmou.

O prefeito Eduardo Paes não quis se manifestar sobre a decisão de Docas. Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Alfredo Lopes, também defende que se encontre um solução imediata:

– Existe uma tendência de o Rio receber cada vez mais navios de turismo. Os visitantes não podem continuar tanto tempo desembarcando num espaço degradado.

FONTE: O Globo via Resenha do Exército

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

57 Responses to “Píer em Y: arquitetos elogiam cancelamento de obra” Subscribe

  1. MO 27 de março de 2014 at 14:41 #

    Arquitetos nao concordam … bullshit porto não eh shopping center fiquem esperando firulagem ao inves de local pratico e operacional e fiquem com o elefante branco ….

  2. Fabio ASC 27 de março de 2014 at 18:33 #

    Arquitetos?!?!?!!?!??!1

    Desde quando eles entendem de engenharia marítima??!?!?!?!!?!

  3. aldoghisolfi 27 de março de 2014 at 18:38 #

    E a argumentação de que o píer não integra a paisagem?… Coisa de biba rica, muito rica; ou de arquiteto pobre, que usa o dindim dos outros.

  4. MO 27 de março de 2014 at 20:27 #

    este papinho de mostrar a arquitetura da cidade so da m….a, perguntem aqui em SSZ o que o pessoal acha do Triathlon International de SSZ que os idiotas querem mostrar a cidade e dividem a cidade por causa disto (a invés de fazerem em um canto soh, prejudicando uma reta so ao inves da cidade inteira), quem ta deu m lado, não passa pro outro …. colocou frescuriti, viadagem and bixisse em coisa que tem que ser pratica, da nisto … or RJ vai ficar na mão por causa disto, a unica coisa que pode evitar eh porto de enfeite de la que ao menos ha muito espaço ocioso, mas fica distante do terminal Maua …

  5. MO 27 de março de 2014 at 20:29 #

    Em tempo = 300 metrão x 7.100 teus noturnico

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/03/ms-santa-cruz-lxca-imagens-noturnas.html

    M/S SANTA CLARA / LXCA / 9444742
    Marcelo ‘MO’ Lopes – 21/03/2014 – Nite Photos

    7 photos

  6. Lyw 27 de março de 2014 at 21:14 #

    Meus caros, construir um pier só por construir, por mais bem contruído que seja, por mais revolucionário que seja o projeto, não interessa à cidade alguma.

    Paisagem não é “coisa de biba” é um conceito científico e filosófico de grande importância para a compreensão do funcionamento orgânico dos sistemas urbanos e/ou naturais.

    Se a cidade não tiver uma lógica estrutural e conjuntural que integre a unidade do cais à infraestrutura urbana será como um dos colegas aqui falou, um “elefante branco”

    “Precisamos de um projeto bem definido, que seja desenvolvido com toda a transparência. Mas, para isso, a sociedade precisa opinar. Se ainda existem recursos assegurados, esse debate tem que começar de imediato.”

    Quando a cidade não opina, o dinheiro público é usado para financiar os interesses escusos de determinados grupos… Quem sai perdendo são os cidadões (como normalmente acontece).

  7. MO 27 de março de 2014 at 21:33 #

    irmão, vc se esquece do ISPS … portos são para ser operacionais e praticos, paisagem em portos eh coisa de biba sim e vai por mim portod bunitinhos são coisa de enfeite apenas

    Masssssssssssssssssssssssss mesmo que ainda descorde, me explica o conceito arquitetura x ISPS … os portos são hoje murados, fechados, como adaptar uma coisa a outra ?

    (não estou falando a toa, trabalhei minha vida inteira com isso …)

  8. Lyw 27 de março de 2014 at 22:18 #

    Este “porto” não seria feito para descarregar carga, é para o fluxo de pessoas.

    Construa um lindo porto para receber pessoas e não pense na estrutura que comportará este fluxo de pessoas e ganhe uma linda obra de engenharia completamente desconexa da rede urbana.

    O ISPS exige:

    – Estabelecimento de maior controle de entrada e saída de pessoas e veículos nas instalações portuárias;

    – Delimitação do perímetro do porto;

    – Instalação de sistema de vigilância dos limites do perímetro do porto e do cais; e

    – Necessidade de cadastramento das pessoas e veículos que entram na instalação portuária.

    Não vejo qual o fosso existente entre arquitetura e ISPS senão aquele criado por pessoas desinformadas ou mal intencionada. Então não sei como responder sua pergunta, porque não vejo conflito.

    No mais, não sou arquiteto, sou geógrafo.

  9. Observador 28 de março de 2014 at 1:14 #

    Hum, sei…

    Não tem delimitação do porto, sistema de vigilância, cadastramento e tudo mais.

    E o que diabos um cais em forma de Y tem a ver com isto?

    Que eu saiba estes serviços são instalados em terra, e mesmo que sejam instalados no cais, tanto faz o mesmo ser em forma de Y, X, Z ou mesmo 0.

    E não é letra “O” é ZERO mesmo. ZERO para quem derrubou esta idéia.

    Favela também enfeia a cidade do Rio, mas contra isto as “bibas ricas”, como disse o MO, não levantam o dedinho.

    Sou natural de Florianópolis e lá é a mesma coisa: só favela (e agora acampamento de sem-terra em plena área urbana) se instala.

    Qualquer projeto legal para a cidade, pier para transatlântico; marinas, Hotel na Ponta do Coral, é logo detonado pelos ecochatos, pelos comunas, pelos hipongas e pelos arquitetos metidos à besta.

    Os empreendedores, que não são bestas e cuidam do seu dinheirinho, vão correndo colocá-lo em outro lugar que não tenha problema.

    E assim aquela cidade vai ficando cada vez mais com a cara do Rio: suja, decadente, violenta e cheia de favelas.

  10. Lyw 28 de março de 2014 at 1:40 #

    “Favela também enfeia a cidade do Rio, mas contra isto as “bibas ricas”, como disse o MO, não levantam o dedinho.”

    Sinceramente não entendi… As “bibas ricas” não levantam o dedo pras favelas? Viajei…

    Vamos derrubar todas as favelas? Gostei! Casa decente pra todo mundo, com infraestrutura urbana total, saneamento básico, segurança, educação de qualidade! Nossa, me diz quem está impedindo esta maravilha de acontecer pra eu dar umas bolachas…

    Bem, vou parar esta discussão por aqui já que iremos enveredar por temáticas que fogem do objetivo e da alçada do Poder Naval (e que bom que fogem).

    Saudações!

  11. Ribeiro 28 de março de 2014 at 9:35 #

    Como eu sempre digo…. lutamos por liberdade e não sabemos o que fazer com ela….

    Um tempo atrás caiu por terra (ou melhor por esgoto) a autorização para realizar um aterro junto ao Galeão para uma nova pista… coisa de ambientalista de sofá… Fazer aterro não pode, mas largar na baia todo os esgotos, pneus, sofás e assemelhados pode…
    Tem uns globetes que vão pra internet contra a usina de Belomonte, mas quero ver eles viverem ser energia elétrica…
    Agora essa do Pier…é lamentável…
    somos nossos piores inimigos… não são os russos, chineses, americanos, comunistas ou capitalistas… nosso pior inimigo somos nós mesmos… é lamentável…
    Abraços

  12. Reinaldo Deprera 28 de março de 2014 at 10:38 #

    A princípio, um absurdo.

    Mas se for como o Lyw está dizendo, se o projeto é apenas para a construção de pier sem levar em consideração a infra urbana, então temos outro absurdo. E neste caso, tem que cancelar mesmo.

  13. Corsario137 28 de março de 2014 at 10:47 #

    Quanta besteirada!

    As sapiências de plantão, que OBVIAMENTE não moram no Rio, procurem saber mais sobre o projeto antes de falarem besteiras do tipo:

    “Coisa de biba rica, muito rica”

    “portos são para ser operacionais e praticos, paisagem em portos eh coisa de biba sim”

    Além da questão arquitetônica, que não é menos relevante porque moramos em cidades e não em cavernas, existem outros fatores:

    1. Está se investindo uma fábula no Museu do Amanhã e os navios ao lado do museu prejudicariam muito a vista, ponto alto da construção. No Rio, a revitalização da região portuária tem um forte apelo turístico, de forma que o porto terá uma segunda função além de receber/despachar navios e carga. Isso já foi feito em várias cidades pelo mundo. Não há nada de homossexual nisso, é capitalismo mesmo.

    2. O pier em “Y” só permitiria aos grandes transatlânticos utilizar a área. O pier em “E” proposto permitirá que barcos menores também utilizem a área.

    3. A área de estacionamento do projeto em “E” será muito maior. Algo fundamental nos dias de hoje em uma metrópole.

    As sapiências de plantão, informo também que o carioca vive o pior trânsito diário da história em função das obras de recuperação da cidade, da copa do mundo e das olimpíadas. Estão sendo gastos através de PPP quase 2,5 bilhões de reais somente na região do porto, então sim, é importante debatermos todos os aspectos da obra que está de alguma forma sendo paga pelo contribuinte e que ficará para uso, ou não, da população da cidade.

    Se não for assim, daqui menos de 10 anos aparece outra “inteligência rara” que diz que a obra foi um equívoco e manda refazer tudo pelo triplo do preço. Vide Perimetral.

  14. MSG 28 de março de 2014 at 10:59 #

    Prezados, bom dia.

    Vendo tanta estupidez, ingnorância e preconceito, terei que abrir off-topic. Então seguem atribuições exclusivas do Arquiteto Urbanista:
    ___________________

    CAU/BR define atribuições que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas

    Na última quarta-feira, dia 17 de julho, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) definiu algumas atribuições das quais são privativas da profissão e que não podem ser realizadas por outros profissionais.

    Pela regra, toda a parte de projetos, compatibilização com projetos complementares e qualquer função técnica relacionada à elaboração ou análise de projetos só podem ser realizadas por profissionais registrados no CAU. A Resolução Nº. 51 em vigor também definiu que cursos de Arquitetura e Urbanismo só podem ser coordenados por pessoas com esse tipo de formação na graduação.

    A ideia é deixar claro quais atividades são exclusivas de arquitetos e urbanistas e quais podem ser feitas por outros profissionais. Em caso de descumprimento dessas normas, o profissional pode ser denunciado e multado por exercício ilegal da atividade.

    Segundo o coordenador da Comissão de Exercício Profissional do CAU/BR, Antonio Francisco de Oliveira, a finalidade última é o interesse social. “Não se trata de uma medida corporativa, de restrição de mercado, mas de defesa da sociedade. Essas atividades, exercidas sem formação, oferecem riscos às pessoas e ao patrimônio”, afirma.

    Para o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, “a aprovação da resolução pelo Plenário do CAU/BR é mais um passo que se dá na direção do restabelecimento das responsabilidades específicas dos arquitetos e urbanistas brasileiros e da melhor visibilidade da profissão por parte da sociedade”.

    O documento se baseou em duas fontes principais: a Lei 12.378/2010, que regulamenta o exercício da profissão, e as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de Arquitetura e Urbanismo. Divide as atividades privativas de arquitetos e urbanistas em seis grandes áreas: Arquitetura e Urbanismo; Arquitetura de Interiores; Arquitetura Paisagística; Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico; Planejamento Urbano e Regional; e Conforto Ambiental.

    Em 2012, o CAU/BR já havia regulamentado quais são todas as atividades que podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas. A resolução passa a vigorar no dia de sua publicação no Diário Oficial da União.

    Veja abaixo alguns exemplos de atribuições exclusivas da profissão:

    – Projeto arquitetônico de edificação ou de reforma
    – Relatório técnico referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação
    – Projeto urbanístico e de parcelamento do solo mediante loteamento
    – Projeto de sistema viário urbano
    – Coordenação de equipes de planejamento urbano ou de regularização fundiária
    – Projeto de arquitetura de interiores
    – Projeto de arquitetura paisagística
    – Direção, supervisão e fiscalização de obras referentes à preservação do patrimônio histórico, cultural e artístico
    – Projetos de acessibilidade, iluminação e ergonomia em edificações e no espaço urbano

    http://www.caubr.org.br

  15. MSG 28 de março de 2014 at 11:07 #

    No mais, companheiros, o que há é uma falta de conhecimento, e preconceito, sobre as competências do Arquiteto Urbanista, que são os especialistas intervenções no ambiente urbano.

    Qualquer porto, marina ou quaquer instalação naval, vai, sim, passar na prancheta de um arquiteto antes de virar realidade. Existem arquitetos especialistas nisso, assim como engenheiros e etc.

    Gostei da frase do Corsário 137: “porque moramos em cidades e não em cavernas”.

    Abraços

  16. MSG 28 de março de 2014 at 11:08 #

    Desculpem o off-topic.

  17. Corsario137 28 de março de 2014 at 11:17 #

    Ribeiro
    28 de março de 2014 at 9:35 #

    Prezado Ribeiro.

    O nome disso é sofismo. Não é porque é verdade que jogam sofás e geladeiras na baía que vamos permitir um aterro de 900 mil metros quadrados numa área já castigada, sem licença ambiental, somente em nome do progresso.

    Como diria um grande amigo médico: se a perna está doente você tenta curá-la e não cortá-la fora.

  18. MO 28 de março de 2014 at 11:40 #

    opa kkkkkkkkkkkkk eu virei sapiencia …. kkkkkkkkkkkkkkk powtis essa foi legal

    ta então firulem ai, portos agora sao shoppings florizinhas mil e operacionalidade zero

    a sdo Grande transatlantico foi a top, realmente somente os “nao sapiencias” chamam navio de pax de Transatlanticos … kkkkkk, vamos la entao troquem navios por ingresso do museu …. kkkkkkkkkkkkkk (comercialmente falando)

    abs Corsario, achei muito bom (sério mesmo, adoro ser zoado !!!1)( e mais ainda com argumentos de não sapiencia

    Ahhh em momento algum alguem falou que quem faz o design projeto não sao arquitetos e engenheiros, ou achavam que eram os ostras que o faziam …. kkkkkkkkk

  19. MO 28 de março de 2014 at 11:43 #

    Ow Lywistone, falei de biba, não coloquei rica, de onde por favor vc achou a palavras rica no biba do meu coment ?

    e e sobre outros coments to falando do pier, especifico do maua e nao do porto inteiro, acho que quem comentou sobre isso ou nao entendeu, ou nao conhece nada do o porto do RRJ

  20. MO 28 de março de 2014 at 11:51 #

    Ah, esqueci, de um blog sapiencia- video de um 300 tão saindo =

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/03/ms-santa-clara-lxca-video-suspendendo.html

  21. Observador 28 de março de 2014 at 12:49 #

    Exatamente!

    Não levantaram e ainda não levantam. E tem gente que acha que é bonito, que favela é a representação maior do Rio. Acham que quem vive lá é pobre mais é feliz, vive no samba… …mas nunca subiram uma favela e deram de cara com traficante armado com fuzil.

    Eu já. Dei de cara com um moleque de boné, cheio de correntes e com uma pistola “ponto alguma coisa” na
    mão.

    E isto foi em Florianópolis.

    Mas contra este tipo de situação, não se protesta.

    Caro Ribeiro, o amigo está errado; os nossos piores inimigos não somos nós: é esta minoria barulhenta e do contra que vem impondo a sua vontade sobre uma imensa maioria silenciosa.

  22. phacsantos 28 de março de 2014 at 13:36 #

    O porto (Lugar) não pode ser tratado como algo independente da cidade (Paisagem). Se complementam…

    Santos/SP é reconhecida pelo seu imenso calçadão/jardim litorâneo. Este Lugar está inserido na paisagem urbana de Santos, dando a esta sua peculiaridade.

    Sem o calçadão/jardim Santos não seria Santos! Em algum momento um arquiteto/urbanista (Biba ou Machão, rico ou pobre) projetou aquilo.

    Mas, certamente, se a área do calçadão fosse concedida a um engenheiro de tráfego para este projetar algo, ali teríamos mais 5 faixas de trânsito.
    Seria uma avenida larga e sem congestionamentos mesmo nos dias mais complicados.
    A fila para a Balsa poderia ser organizada num estacionamento próprio e não tomaria uma faixa dessa “avenidona”.

    Com isso a cidade de Santos teria um trânsito mais fluido mas, provavelmente, atrairia menos turistas.

    MO, você aprecia a paisagem da Santos atual?

  23. MO 28 de março de 2014 at 13:53 #

    Vc colocou muito bem, eh realmente uma linha tenue entre o jardim de praia (belissimo) e a largura da avenida da praia, vc tocou em pum ponto crucial, Santos tem carro demais, na fila da balsa o transito da ponta da praia eh totalmente alterado por causa do movimento cerceando o movimento na area sentido cais e impedindo o estacionamento por mais de 3 km em dias de pico

    Hoje eh uma grande questão esta, mas cabe falar que a praia e o cais são em areas completamente diferentes um não influencia o outro, são areas distintas

    Um detalhe = Santistas não consideram Santos como cidade Turistica e não curtem muito turistas (todas as cidades do litoral de SP são e vivem de turismo, nõs somos independentes, tem vida propria, justamente por causa do cais

    Mas te respondendo especificamente = não, prédio demais e tudo muito apertado e congestionado

  24. Corsario137 28 de março de 2014 at 18:52 #

    MO,

    Tu é o cara! Tamo junto ;)

  25. Observador 28 de março de 2014 at 21:51 #

    MO
    28 de março de 2014 at 13:53 #

    Ah, agora eu entendi.

    Depois de ler o comentário do MSG, percebo que tudo se resume a uma disputa por reserva de mercado.

    Mas “tá” certo. Fomentar a indústria do turismo, criar novos empregos, aumentar a arrecadação de tributos, é tudo secundário. O Rio não precisa de nada disto.

    O importante é a preservar o feudo, poder ditar a tal da “paisagem urbanística”.

    O resto que se lixe.

  26. MO 29 de março de 2014 at 13:18 #

    ainda não 137, to cursando, tentando ser ainda to no modulo I, basico …. rssssss, mas se nada dar errado chego lá :-)

  27. MO 30 de março de 2014 at 4:27 #

    Shuttle Tanker da Transpetro =

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/03/st-cartola-elzl7-sao-sebastiaosp.html

  28. aldoghisolfi 30 de março de 2014 at 10:35 #

    O Corsário apresentou um argumento que muda o sentido de tudo:

    “…
    2. O pier em “Y” só permitiria aos grandes transatlânticos utilizar a área. O pier em “E” proposto permitirá que barcos menores também utilizem a área.

    3. A área de estacionamento do projeto em “E” será muito maior. Algo fundamental nos dias de hoje em uma metrópole. …”.

    MO, quem falou em biba rica fui eu e continuo com a opinião. É a mesma filosofia que destrói, que impede o desenvolvimento (quem sabe em nomke da reserva de mercado?) e faz com os ambientalistas sejamos rejeitados, quando não temidos e ojerizados.

    Entendo que, garantida a sustentabilidade e, apresentado o devido EPIA, obedecido os padrões técnicos,o resto é firulagem como dissestes.

  29. MO 30 de março de 2014 at 14:42 #

    apenas um pequeno detalhe = navios – area primaria alfandegada – barcos – não podem atracar em area alfandegada ….. esta eh a pequena diferença, isso impede a mistura

    sera que o pessoal da “quanta bobagem de metidos” sabe disto ?

  30. MO 30 de março de 2014 at 16:15 #

    em tempo, um que nunca conseguiria atracar em um pier em W (rssss) 335,06 m loa 8,528 teus, powta bixaum =

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/03/ms-xin-da-yang-zhou-bpke-porta.html

    15 photos

  31. Corsario137 30 de março de 2014 at 18:35 #

    MO,

    Tu tá uma sapiência mesmo.

    Eu trabalho em portos e blablabla, e a área alfandegária…

    Veja a imagem abaixo:

    http://oglobo.globo.com/in/8473659-48e-56b/FT500A/pier-e.jpg

    A tal marina para barcos pequenos será construída na parte dessa “linha” que vai do Y até o museu. Estará desconectada do porto.

  32. MO 30 de março de 2014 at 18:59 #

    então o tal pier em Y não será para navios, ou seja = nada = pois estava falando de pier para os navios, até então o que foi falado que o pier em Y seria APENAS para barcos, será que erraram o desenho inicial, erraram o design de quem estava atracado ?? (baseado no que vc postou agora o Globo falou que sera para barcos, YO no acesso o globo, falei em relação as info do post, obvio que derrepente eu posso estar meio malukinho tbm 8-P

    ahhhh risos o globo publicou o tal ANCORADOURO em E .. .ah sim claro ancoradouro, aonde os navios ancoram no porto, deve ser dai a expressão buneca ancorado no cais … kkkkkkkkkkkkk (num so eu, ta escrito la !!!)

  33. Fernando "Nunão" De Martini 30 de março de 2014 at 19:03 #

    Ficou bem interessante a comparação das duas opções (em E ou em Y) para o pier nessa imagem do Globo que o Corsário trouxe.

    Agora, na prática, a não ser que os navios de cruzeiro também possam atracar no cais ao invés do pier (e, pelo que entendi do que falou o Corsário, a área do cais seria para barcos, iates etc), pelo jeito sobra só a “base” do “E” como área passível de atracar adicional à da opção em Y, e isso manobrando com cuidado para entrar no espaço mais exíguo entre essa parte do pier e do cais (praticamente uma doca, formada pela parte mais comprida do E e o cais), o qual estará com barcos menores atracados, pelo que entendi.

    Então a vantagem maior, talvez, do “E”, seria mais espaço para barcos menores atracarem de forma mais abrigada, protegidos pela parte mais comprida do “E”, já que o “Y” não proporciona uma área mais abrigada para os barcos pequenos. Isso pelo que entendi de área reservada a barcos.

    Então, na prática, o “Y” permite até seis navios de cruzeiros atracados simultaneamente (dois na “perna” do Y e dois em cada um dos “braços”) e no pier em “E”, a não ser que essa área adicional de que falei seja utilizável, dá na mesma: dois em cada uma das pernas do “E”, ou seja, seis navios simultaneamente…

    Acho o “E” mais bonito, talvez, mas provavelmente não será muito mais fácil de manobrar do que o “Y” dada a proximidade entre as três “pernas” do “E”, sendo que os dois “braços” do “Y”, por se abrirem, podem até facilitar as manobras (a parte mais difícil é a “perna” do “Y”, que o conecta ao cais talvez. Mas isso tudo para um benefício de espaço para mais um navio, se tanto, no caso do E. Bom, isso é apenas uma impressão superficial de minha parte.

    Enfim, a comparação dos desenhos é muito boa, com a ressalva de que a pessoa que fez o infográfico chamou o pier de “ancoradouro”… Ai ai ai, que estrago vai ser o ferro baixando em cima do pier e estragando toda a obra em E ou em Y caso os “transatlânticos” (rsrsrs) “ancorem” lá…

  34. MO 30 de março de 2014 at 19:14 #

    Fernadinho, o que o Seo Buneco diria ??

    Rafael, ve so o 137 tem razão, to ficand o sapiencia mesmo, lembra que te falei que a petrobras não repete nome, acabei de receber um mail que o 4o classe JC sera o Henrique Dias …. primeiro nome reptido da Fronape . Transpetro e isso foi agora às 18:10 h …

  35. Fernando "Nunão" De Martini 30 de março de 2014 at 19:18 #

    MO, ele diria que esse pier é uma louuuuuuucuuuuuuuuraaaa!!!!!!

    Mas diria isso lastimando que a palavra loucura não tem nem E nem Y!

    youcuuuura!

    eoucuuuraa!

    Melhor ainda:

    pYnYco de pardaaaaal!!!!!!

  36. MO 30 de março de 2014 at 19:21 #

    kkkkkkkkkkkkkkk

    tava pensando, ja pensou este dabate aqui com os participantes la no Deck, junto com o seu buneco … iria ser Inexoravel, que deve ser um tipo de aço inoxidavel :-0

  37. MO 30 de março de 2014 at 19:25 #

    sei não seis porta bunecos atracados e operando simultaneamente, imagina o movimento de onibus mais veiculos de serviço e trabalhadores, achei meio estreito para isso tudo o pier (imagina o onibus ter que fazer giro restrito x 6 navios, por exemplo

  38. Fernando "Nunão" De Martini 30 de março de 2014 at 19:31 #

    MO, imagine só o cantor de MPB do deck, depois de tomar mais uma invertida do seo boneco, resolver radicalizar e trocar o violão por uma guitarra “Flying V”, que com o braço vira um “Y”.

    E chega lá tocando o terror com o “Rock do Boneco”.

    Aí o seo Boneco, que ia preferir o pier em “E” porque os porta-bunecos ficam mais bonitos alinhados pra ele tirar foto, ia quebrar a guitarra em “Y” na cabeça do maluco da MPB, aí a coisa ia feder, sangue pra todo lado…

    Putz, agora tive outra ideia o pier em “Y” no formato de uma guitarra “Flying V”, olha só, promovendo o Rock & Rio!!!

    Pier em Y então, na cabeça, os caras tão marcando bobeira, dá pra fazer no formato de guitarra. Que Porto Maravilha o que, é cidade do rock no porto, isso sim, bem melhor que fazer o show lá nos cabrobós do Judas.

    A propósito, está um inferno ir pro Rio por conta dessas obras, ainda que se reconheça e enorme pertinência delas. Acabei de passar uma semana lá, e justamente perto da região das obras, e cada vez que eu vou mais difícil fica. No ano passado já estava complicado, esse ano está uma loucuuuuuuura. Não tem pra onde fugir, porque qualquer via de fuga das obras do “Porto Maravilha” dá em alguma outra obra, todas urgentes, todas ao mesmo tempo.

    Isso se chama falta de planejamento. Tem que fazer “tudo ao mesmo tempo agora”, ao invés de “uma coisa de cada vez”, como diz a música. Sendo que em plena Copa do Mundo o Rio vai continuar lotado de obras pra todo lado, e pelo andar da carruagem ainda vai ter obra em andamento em plenos Jogos Olímpicos.

  39. Fernando "Nunão" De Martini 30 de março de 2014 at 19:34 #

    MO, tive uma ideia para quando resolverem fazer um novo pier só pra porta-buneco em Santos.

    Que tal um pier em “S”, pra homenagear o nome da cidade?

    Aí só navio torto poderá atracar, pra acompanhar a curva do “S”, tipo o João Cândido…

  40. MO 30 de março de 2014 at 19:41 #

    eh, so que so um detalhe, aqui houve esta firulagem da prefeitura (que acredita piamente que tem influencia no porto) que seria feito la no centro a tal versao brazuca del puerto madero …. pois bem, tão esperando ate agora e gente ja falando em terminal de container la … kkkkk não vai sair nunca … kkkkkk ( o de pax), o de container … risos dou lhe uma, dou lhe duas … isso eh uma loucuuuura !!! kkkk

  41. Corsario137 30 de março de 2014 at 23:38 #

    MO,

    Aqui o prefeito não quer nem ouvir no tal pier. Ele nem se mete na discussão porque a Docas é federal e é “todo mundo aliado” se é que me entende…

  42. Corsario137 31 de março de 2014 at 1:00 #

    Fernando “Nunão” De Martini
    30 de março de 2014 at 19:31 #

    “A propósito, está um inferno ir pro Rio por conta dessas obras, ainda que se reconheça e enorme pertinência delas. Acabei de passar uma semana lá, e justamente perto da região das obras, e cada vez que eu vou mais difícil fica. No ano passado já estava complicado, esse ano está uma loucuuuuuuura. Não tem pra onde fugir, porque qualquer via de fuga das obras do “Porto Maravilha” dá em alguma outra obra, todas urgentes, todas ao mesmo tempo.”

    Nunão,
    Inferno é pouco. O capeta já teria se mudado.

    A única obra que já terminou é a do entorno do Maracanã.

    Antes eu levava 30, 35 minutos até o trabalho, hoje isso não sai por menos de 2 horas!!!

    As principais e os bairros:

    – Linha 4 do Metrô: Ipanema, Leblon, Gávea, São Conrado, Barra.

    – BRT Transcarioca: Barra, Curicica, Ilha do Governador, Taquara, Tanque, Praça Seca, Campinho, Madureira, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Penha, Olaria e Ramos.

    – BRT Transolímpica: Barra, Recreio dos Bandeirantes, Camorim, Curicica, Taquara, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Vila Militar e Deodoro.

    – Programa de despoluição da Baía de Guanabara: Praia da Bica, Urca, Leme, Ipanema, Leblon, São Conrado, orla de Paquetá, Praia da Guanabara, Flamengo, Botafogo, Copacabana e Pepê.

    Daí tem também as construções olímpicas que abrangem diversos bairros.

    E por fim, a maior de todas: o Porto Maravilha e a reurbanização do centro histórico da cidade com mudança nas mãos das ruas (outro dia quase fui atropelado olhando pro lado “errado” da via), criação de um novo modal de transporte (VLT), contrução de museus, aquários (!!!), teatro e sei lá mais o que. Além disso o setor privado também está erguendo prédios por todos os lados aproveitando o boom imobiliário.

    Ainda tem obra no aeroporto, na rodoviária…

    Quem quiser conhecer o Rio é melhor vir a partir de 2017!

  43. Corsario137 31 de março de 2014 at 1:58 #

    Nunão,

    E o problema aqui não parece ser planejamento não mas anos de abandono. Dai juntou o projeto de revitalização da cidade + Brasil “ter sido escolhido” para realizar a Copa + termos ganho a candidatura das olimpíadas. E o Rio é uma cidade peculiar: montanha, mar, pântano, floresta urbana de conservação permanente, áreas de risco, APACs

    Isso significa que um simples BRT exige pontes, viadutos, passagens subterrâneas, túneis e etc para vencer os desafios geográficos. Perto do meu trabalho tem uma aberração dessas chamada ponte estaiada. O rio que passa abaixo não é navegável mas exigiu este tipo de construção porque lá mora uma tal perereca que só existe lá, dai não podia mexer no ecossistema.

    Na obra do porto se achou um antigo cemitério de escravos. Dai a obra pára, constrói-se um museu para abrigar as relíquias encontradas, muda-se o projeto e recomeça tudo de novo.

  44. Fernando "Nunão" De Martini 31 de março de 2014 at 10:33 #

    “MO 30 de março de 2014 at 19:25 #
    sei não seis porta bunecos atracados e operando simultaneamente, imagina o movimento de onibus mais veiculos de serviço e trabalhadores, achei meio estreito para isso tudo o pier (imagina o onibus ter que fazer giro restrito x 6 navios, por exemplo”

    Verdade, MO, bem destacado esse ponto. Tanto a ilustração do alto da matéria quanto a imagem do link postado pelo Corsario137 parecem mostrar uma estreiteza que não combina com operação simultânea na logística requerida para milhares de passageiros etc. Pude presenciar operações simultâneas de entrada / saída de milhares de passageiros em alguns terminais marítimos modernos ou modernizados, fora do Brasil, e na maioria havia um bom espaço para os ônibus manobrarem em vias bem sinalizadas e organizadas para atender a operações simultâneas, e ainda assim era complicado a coisa funcionar direito.

    Lembrando que em muitos casos os ônibus não operam de forma escalonada por navio – ou seja, que daria para se programar horários específicos de ônibus destinados a cada navio, para não congestionar – quando se trata de escala ao invés de porto de origem / destino do cruzeiro, e sim operam de forma periódica ao longo de várias horas e atendendo a vários navios, trazendo e levando passageiros dos passeios na escala em questão.

  45. Fernando "Nunão" De Martini 31 de março de 2014 at 10:48 #

    “Corsario137 31 de março de 2014 at 1:58
    Nunão,
    E o problema aqui não parece ser planejamento não mas anos de abandono. Dai juntou o projeto de revitalização da cidade + Brasil “ter sido escolhido” para realizar a Copa + termos ganho a candidatura das olimpíadas.
    (…)
    Quem quiser conhecer o Rio é melhor vir a partir de 2017!”

    Concordo, e de fato é necessário muitas vezes um chacoalhão como esses eventos para as coisas funcionarem, mas quando falo em falta de planejamento é o fato de haver várias frentes de trabalho simultâneas e que se interferem mutuamente, deixando poucas ou nenhuma alternativa de mobilidade que sofra menos os efeitos do “bota abaixo” geral. O ideal era focar cada vez numa microregião, ou fazer obras simultâneas apenas em regiões razoavelmente distantes entre si, deixando alternativas de escape e de circulação, sem os estrangulamentos gerais de agora.

    E nem estou falando de carros não. Todo o sistema de transporte está sendo afetado terrivelmente. Para quem é turista, tudo bem, imagino que dê para se evitar certos horários e curtir a cidade mesmo antes de 2017 e ver as obras até como uma atração à parte. Mas pra quem vai à cidade a trabalho (meu caso) ou vive e trabalha na cidade (seu caso, pelo que entendi) não tem como fugir dos horários e vira a casa do capeta mesmo.

    Mas aí já estamos (culpa minha, creio eu) extrapolando um pouco o assunto do pier em “Y” ou em “E”.

  46. rafael oliveira 31 de março de 2014 at 11:50 #

    Grande MO,

    Putz, até a Fronape te deixou na mão.

    E esse Henrique Dias tem moral mesmo com a Transpetro ou realmente está faltando gente até para ela homenagear rsrs.

    Valeu!

  47. MO 31 de março de 2014 at 13:45 #

    Sim te entendo perfeitamente

    Este problema que citei é especificamente aqui

    O prefeito para fazer média com a cidade (leia-se moradores da ponta da praia inventou uma lei que “não seria permitida operações de graneis nos terminais do bairo (armazéns 38 e 39), mas nem tomaram conhecimento, ele deve ter recebido um telefonema de Brasilia mais ou menos assim ” Vc ta doido ?” baixa a bola … so que o objetivo real era fazer media com os pontadapraianos …, tem aqui uma Secretária Municipal de assuntos portuárioa, cujo secretário ja não apitava nada nem qdo era agente marítimo, imagina o cidadão (Jay Lo) mal é convidado para coqueteis firula …

    Eu achei engraçado no RRJ uma das alegações (alguem citou aqui nos coments ) sobre navios tiraram visão do tal museum fiqei pensando “Como ?” se quem olha do centro pro cais a pca mau é extremidade, pra la eh a Baia, atrapalharia a visão ded quem ??? alguem de Niterói ???

    Desculpe extender o assunto. , mas ao contexto, te entendo perfeitamente

    Ahhhh a manobrabilidade e operacionalidade foi considerada pelo arquitetos nos 2 projetos né … (kkkkkk) bunitim, mas funcionaria com varios navios ?

  48. MO 31 de março de 2014 at 13:48 #

    Ahhh era um VLCC de 280.000 dwt, era um bixão hoje eh um FPSO desteas ai que o governo chama de Plataforma … Um P qqr coisa da vida (Petrobras XXXIII)

  49. rafael oliveira 31 de março de 2014 at 14:44 #

    Mas, no final das contas a FPSO não se chama mais Henrique Dias e, por isso, o nome do cabra ficou disponível para ser reutilizado em outro navio?

  50. MO 31 de março de 2014 at 15:19 #

    Sim, a minha surpresa eh que até então nunca tinha repetido nome

  51. rafael oliveira 31 de março de 2014 at 15:55 #

    Entendi.

    Valeu!

  52. MO 31 de março de 2014 at 17:51 #

    em tempo =

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/03/manobras-entre-28-e-30032014.html

    7 navios / 13 fotos

  53. daltonl 31 de março de 2014 at 17:56 #

    Já que o assunto é pier, mudando um pouco de pier Y
    para pier T, ocorreu um tiroteio no pier nr 1 da Base Naval de Norfolk na Virginia, a maior base naval do mundo na ultima quinta-feira à noite.

    Um motorista de caminhão conseguiu adentrar na base
    e após estacionar o veiculo caminhou até o pier nr 1
    onde encontrava-se atracado o USS Mahan, um DDG da classe Arleigh Burke II.

    Confrontado por uma mulher, petty officer, o suspeito conseguiu se apossar da arma da mesma e atingiu mortalmente o chefe da guarda, um jovem de 24 anos, Mark Mayo que veio em socorro da petty officer.

    Subsequentemente outro marujo do USS Mahan atirou e matou o suspeito.

    Investigações estão em curso para entender a facilidade com que o motorista teve acesso ao pier e desarmou a petty officer, além da polemica já criada se o assassino teria conseguido desarmar um petty officer homem com
    a mesma facilidade.

  54. MO 31 de março de 2014 at 20:10 #

    A Petty Officer era o contramestre de SV no portalo ? O de serviço no Portaló em terra não percebeu ?, não havia mais ninguem no portaló para acompanhar a Petty Officer em terra ? ou foi a bordo ? no portaló ??

  55. MO 31 de março de 2014 at 22:08 #

    em tempo =

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/03/mv-vela-lacd7-atracado-no-armazem-2021.html

    Berthed at shed 20/21 loading suggar for Damietta, Egypt

    5 photos

  56. daltonl 1 de abril de 2014 at 9:58 #

    Oi MO !

    As coisas ainda estão confusas, a versão mais veiculada é
    que o criminoso passou pelo sentinela do pier, assim como havia passado pelos guardas na entrada da base e que
    teria subido o portaló e desarmado a petty officer a bordo
    do USS Mahan.

    abs

  57. MO 1 de abril de 2014 at 14:24 #

    imagino Dalton, ms ainda estranho ela sozinha no portaló, mesmo se fosse de madrugada

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