Após meses de turbulências e cancelamentos de contratos, a Transpetro inicia o ano com boas perspectivas. A estatal recebeu no início de janeiro o navio gaseiro Barbosa Lima Sobrinho, entregue pelo estaleiro Vard Promar, em Pernambuco. A embarcação, que possui capacidade para transportar 7 mil m³ de gás, é a primeira a ser totalmente construída no estaleiro e integra o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro.

Esta é a segunda unidade entregue pelo Vard à subsidiária da Petrobras, que continua dando fôlego à renovação de sua frota marítima. A entrega, realizada nesta sexta-feira (8 de janeiro), foi anunciada hoje em comunicado da empresa norueguesa, que entregou o primeiro gaseiro em julho do ano passado.

Apesar da operação bem-sucedida, no entanto, o momento é de dificuldades na relação entre as duas companhias. No último mês de dezembro, a Transpetro cancelou dois contratos para a construção de embarcações no Vard Promar, sob alegação de que houve descumprimento de cláusulas. Em comunicado, a Vard afirmou que irá pedir compensação da empresa por danos relativos à anulação do acordo.

De acordo com a estatal, o processo de rescisão dos contratos já foi iniciado. No total, a Transpetro contratou oito navios do estaleiro como parte do Promef, em 2010. A estatal conta atualmente com 11 navios do programa já em operação.

FONTE: Jornal Dia a dia, via Portos e Navios

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nazaNonatoJulio FilhoRicardoABULDOG Recent comment authors
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carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Belo vídeo.
Segurança Jurídica + Tributária + Empresarial = ZERO.
Conheço esses “caras”, são sérios. Vão acabar dando no pé ….

ABULDOG
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ABULDOG

Seria um estaleiro perfeito com porte para os navios do PROSUPER, seria um bom incentivo que o governo daria a indústria naval e focando na geração de empregos.

Ricardo
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Ricardo

Sem dinheiro devido a desfalques, preço do petróleo em baixa histórica, demanda interna decrescendo devido aos altos preços da gasolina bobada pelos impostos e congelamento de preço.
Marinha e todo setor naval vai amargar com sucateamento e estrangulamento, espero q não morram de vez

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Realmente …………………………… SERIA !

Julio Filho
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Julio Filho

As pessoas não sabem o que falam, quer construir navios no Brasil temos que reformular to a forma de construção naval hoje empregada no Brasil.
Não adianta construir estaleiros aqui, ali que não da ceto. Eu ja trabalhei em estaleiros e velo como a ótica brasileira esta mal formulada.

Nonato
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Nonato

Alguém precisa ver o que está errado com os estaleiros se é que há.
Primeiro tem que ter conhecimento.
Segundo tem que ter alguém com dinheiro para instalá-los..
Terceiro, ha que haver alguma demanda “garantida” pois não é igual barraca que monta e desmonta do dia para a noite.
Por último e mais importante, ver porque nos EUA, Japão, Coreia e China fabricam a custos que permitem a venda e aqui aparentemente são caros…
Mais tecnologia? Maior volume? Mais qualidade dos produtos de modo a permitir produtos diferenciados?

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Nonato 22 de janeiro de 2016 at 0:58
Colega minha humilde sugestão:
Pesquise o assunto, a leitura é razoavelmente simples !

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Peço licença ao Colega: “MarcelloASM 21 de janeiro de 2016 at 1:07 Que o “renascimento” da Industria Naval brasileira iria cedo ou tarde fracassar já estava definido quando de seu início. Este “renascimento” estava fundamentado em apenas 1 cliente, a Petrobras, que iria supostamente adquirir 50 navios (petroleiros e gaseiros) e 26 ou 28 navios sonda para o pré-sal. E, baseado nestas suposições, ou melhor, sonhos delirantes, 5 super megas hiper estaleiros foram criados da noite para o dia juntando empresários incompetentes no ramo e corruptos de plantão. Nem mão de obra capacitada existia na época tanto que me lembro… Read more »

naza
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naza

Cara vi muitos ex cortadores de cana dar show na solda no navio Barbosa lima sobrinho eu inclusive vi muitos baianos levando vexame com carteira esquentada, e os capixabas metidos com o chicote na mão sem saber nem ler um projeto. Tinha muitos profissionais competentes e dignos.
Conclusão, esse navio foi mão de obra 80% pernambucana e o teste de mar disse tudo nota 1000.