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Grupo-Tarefa encerra a primeira fase da Operação ‘Tropicalex 2016’

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Tropicalex 2016 - 1

Durante a primeira fase da Operação “Tropicalex 2016”, realizada no período de 6 a 13 de junho, os navios e aeronaves incorporadas ao Grupo-Tarefa 706.1 executaram exercícios de leap frog, light line, transferência de carga leve, manobras táticas, tiro antiaéreo sobre granada iluminativa, trânsito sob ameaça aérea, controle de avarias, dentre outros.

Nos exercícios de controle de área marítima móvel, o Comando da 1a Divisão da Esquadra empregou, de forma pioneira, os sistemas disponibilizados pelo Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo, o software Computer Assisted Maritime Threat Evaluation System (CAMTES), ferramenta de hierarquização de ameaças com base em informações de inteligência, e o módulo off-line do Sistema de Controle do Tráfego Marítimo. A experiência adquirida no emprego dessas ferramentas terá grande importância para o cumprimento da missão do Grupo-Tarefa Marítimo nos Jogos Olímpicos Rio-2016.

Panorama de superfície apresentado pelo software CAMTES
Panorama de superfície apresentado pelo software CAMTES

Durante a estadia no porto de Salvador (BA), nos dias 11 e 12 de junho, cerca de 3.600 pessoas visitaram os navios da Esquadra. Também foram recepcionados, a bordo da Fragata “Constituição”, o Comandante do 2o Distrito Naval, Vice-Almirante Claudio Portugal de Viveiros, acompanhado de personalidades soteropolitanas, que percorreram as principais instalações de bordo, onde assistiram apresentações relativas à operação e ao funcionamento do navio.

FONTE: MB

18 COMMENTS

  1. Grupo Tarefa? Força tarefa? Mas o pessoal não está falando que a maioria dos navios estão parados? Ou essa Constituição continua em plena forma?

  2. Nonato, GT é a denominacao de um grupo de Navios alocados para uma missao… pode ser dividido em Unidades Tarefa e Elementos Tarefa, dependendo dos exercicios a serem realizados… abraço…

  3. Acho que a real pergunta do Nonato é: Quais navios compuzeram esse grupo tarefa, já que o texto não cita e a gente fica tentando lembrar o que sobrou na MB para formar um GT e nada vem a mente.
    Bahia, Constituição e mais quem?

  4. Sempre penso que é estranho um helicóptero naval orgânico, ou seja, de combate, realizar missões de vigilância/patrulha/combate a partir de um navio de apoio, como nesta foto.
    No caso do exercício usando a Frontin como alvo, foi assim.
    Sds

  5. Bom dia
    Respondendo ao RJ, Garcia Davila, Constituição, União e Rademaker.
    Que eu saiba. Pode ter havido mais algum.
    Abs

  6. Em que pese todas as considerações e que a MB hoje, a meu ver, é a Força mais atingida pela falta de verba das três, por isso, dou meus parabéns ao militares desta força que, apesar de tudo, continuam tirando leite de pedra!!!

  7. Marcelo:
    A MB está colhendo o que plantou!
    A decisão da compra dos submarinos franceses, por exemplo, foi deixado a cargo do GF, cuja justificativa para aquisição foi ToT para um submarino nuclear que nunca teremos.

  8. Marcos, a MB pesquisa a energia nuclear desde 1979, não foi este governo que decidiu isto. Aliás, se não fosse pela Marinha, não disporíamos hoje da planta de enriquecimento mais avançada do mundo.

    As FFAA poderiam dispor e planejar tudo que necessitam caso o orçamento fosse melhor e não contingenciado.

  9. Bardini , as centrífugas hoje utilizadas no enriquecimento de urânio instalação em Resende-RJ, na INB , Indústrias Nucleares do Brasil, não tem ponto de apoio, ou seja, utilizam tecnologia de superconducao nao apresentando o desgaste que as normais apresentam. No mundo nao existe igual e são guardadas como um segredo industrial. O seu projeto começou em Ipero-SP, no CTMSP.

    Pesquise antes de criticar!! Temos que acabar comesse Complexo de Vira-lata!!!!

  10. Marcelo Andrade,
    .
    Recomendo uma boa leitura, bem didática: http://spectrum.ieee.org/energy/nuclear/how-brazil-spun-the-atom
    .
    Eu sou um admirador das pesquisas Brasileiras nesta área. Agora, não me venha com estas mazelas nacionalistas e desformativas de:
    “No mundo nao existe igual”
    “planta de enriquecimento mais avançada do mundo”
    .
    Bobagem…
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    Você conhece os outros programas, métodos e pesquisas na área para comprovar as afirmações acima?
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    Só como exemplo, a NASA já estudava centrifugas de plasma quando MB começou suas pesquisas…
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    Quanto a “incrível” tecnologia de centrífugas que não tem ponto de apoio e que “utilizam tecnologia de superconducao nao apresentando o desgaste que as normais apresentam”, os franceses, por exemplo, dominam está tecnologia de rolamentos a quase três décadas.
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    Se você precisar de um rolamento destes, a SKF te vende um…

  11. Jagderband#44
    Ja comentei em outras oportunidades que quando do inicio da crise da ARA na decada de 90 a situação dela era um pouco parecida com a atual situação da MB, 1 Navio Aerodromo encostado e aguardando uma modernização para voltar a navegar (ARA-25 de Mayo e MB- São Paulo), eles possuiam um programa de construção de submarinos em andamento (ARA- 6 ssk TR-1700 e MB- 4 scorpene +1 SNBR), porém as semelhanças terminam por ai, pois o grosso dos navios de escolta da ARA era de navios relativamente novos, enquanto na atual situação da MB quase que a grande totalidade dos escoltas, com excessão da corveta Barroso é de navios em final de vida útil.
    O porta aviões deles deu baixa alguns anos depois, e somente dois dos submarinos planejados foram incorporados, temo que o desfecho na MB seja parecido, com a baixa do São Paulo e somente 2 scorpene sejam entregues, além de ficarmos sem escoltas.

  12. Há similaridades e também diferenças importantes na comparação feita pelo Aircobra…na minha opinião.
    .
    Havia poucas chances reais do NAe argentino ser modernizado …o navio era de procedência britânica o que por si só complicaria a modernização além da falta de dinheiro, mas, outro fator é que o NAe argentino era bem menor que o NAeSP, ou seja, teoricamente o NAeSP vale muito mais a pena modernizar se efetivamente vier a ser.
    .
    Os 2 submarinos TR-1700 foram integralmente construídos na Alemanha enquanto a situação dos 2 primeiros Scorpenes brasileiros é bem diferente, o primeiro parcialmente construído na
    França para ser completado aqui e o segundo a ser integralmente construído no Brasil.
    .
    Quanto aos “escoltas” em que pese as 4 fragatas de projeto alemão incorporadas logo após a
    guerra de 1982, vieram fortuitamente substituir os cts de origem norte-americana e os argentinos tiveram que aposentar precocemente um de seus 2 novos T-42s já em 1989 e acabaram convertendo o segundo em um navio de transporte, já não havia mísseis “Sea Dart” para eles entre outras coisas de procedência britânica e tiveram que assistir a longa conclusão das duas últimas corvetas de projeto francês, incorporadas somente em 2001 e 2002, levaram mais tempo que a “Barroso”.

  13. Olá Dalton, pontos interessantes que você citou, mas sem ter a mínima pretensão de te corrigir (pois tenho absoluta certeza que foi um mero nega de dedo, pensou uma coisa e escreveu outra), as corvetas que você citou devem ser as meko-140 Robinson e Gomez Roca né? Que no caso são de projeto alemão e não francês.

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