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Casco da ex-fragata ‘Bosísio’ é rebocado para servir de alvo

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A Bosísio se despede do Rio de Janeiro a caminho de seu destino final

O casco da ex-fragata Bosísio (F48) foi fotogrado hoje sendo rebocado para servir de alvo em exercío de tiro real. O navio provavelmente será usado para testes de mísseis antinavio e torpedo.

A Fragata Bosisio – F 48, ex-HMS Brazen – F 91, ex-Boxer, é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Paulo Bosisio. Foi construída pelo estaleiro Yarrow Shipbuilders Ltd., em Scotstoun, Glasgow, na Escócia.

O contrato de compra da Bosisio, de suas três irmãs Type 22 e três Varredores da classe “River”, num valor de aproximadamente US$ 170 milhões (£ 100 milhões) foi assinado entre o Governo Brasileiro e o Ministério da Defesa Britânico em 18 de novembro de 1994, com as transferências ocorrendo a medida que foram dando baixa da Royal Navy. Foi incorporada à Marinha do Brasil em 30 de agosto de 1996, sendo o seu primeiro comandante o Capitão-de-Mar-e-Guerra Sérgio Lima Duarte.

A Bosísio foi descomissionada no dia no dia 29.09.2015.

A Bosísio prestou relevantes serviços à Marinha do Brasil

49 COMMENTS

  1. Ótimo treinamento, más pelo menos façam algo para atingi-lo em movimento; estático é desperdício de casco e munição.

  2. Guizmo…
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    apenas duas continuam em serviço…a “Dodsworth” foi retirada de serviço em 2004 e após uns
    10 anos finalmente foi vendida para desmantelamento.
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    Os “reparos de SeaWolf e Exocet” não tem mais nenhuma serventia.
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    abs

  3. Tudo tem um tempo na vida seja ela orgânica ou não. No caso das fragatas deveria ser primordial ter 15 anos de antecedência( quando é dado o sinal amarelo) para renovar a(s) belonave(s), porém passou-se do sinal amarelo , ultrapassou o vermelho e utilizaram até o “osso a embarcação e outras estão no mesmo estado. serve para demonstrar o quanto é importante prever e lutar para renovação da esquadra pelo almirantado.

  4. Não há nada estranho em reparos que não tem mais serventia de continuarem no meio…Boa observação Dalton…

  5. Se todo navio de guerra for virar museu vai faltar litoral no Brasil. Precisamos é de hospitais e de escolas e de estradas e de segurança pública e de servidores públicos honestos, competentes e comprometidos com a coisa pública, o resto é figuração.
    Se eu pude me desvencilhar do meu primeiro fusquinha, o “Possante”, e isso não me abalou emocionalmente eu imagino que os marinheiros que serviram a bordo desse navio têm grandes chances de sobreviver sem maiores traumas psicológicos com o destino desse navio.

  6. NOssa! Já? Quando sai em 1996 acho que nem tinham chegado ainda…e ja deram baixa? As velhas ainda estão na ativa. Que desperdício! poderia servir como “navio treino”, mesmo que so a parte inteira do convés. De alguma forma montariam em alguma escola para familiarização dos futuros marujos ou guarda-marinhas. Na EAMCE tem um feito de cimento, mas um desses seria top demais. Os reparos dos SeaWolf e Exocet tb serveriam como peças de “decoração” nas escolas. Poderiam ate vender para algum rico que quizesse ter uma boate a beira mar..enfim. Desperdício total.

  7. O que será que vão usar para acertá-la? Será que vão testar o MAN SUP? Algum outro armamento necessitando de provas??

  8. De nada vai servir o exercício. Um desperdício.
    Mas os Almirantes da MB são”sóbrio”, “grandes sábios”, por isso que a nossa Marinha esbanja poder de dissuasão, poder de fogo, uma operacionalidade nunca vista em toda sua vida.

  9. Terminar os dias como um alvo de esquadra deve ser o destino mais honroso para um navio, depois da possibilidade de se tornar um museu – o que não é praticável com todos ou com qualquer navio. É muito melhor bombardear um navio que deu baixa e tirar lições úteis do exercício do que enviá-lo para alguma sucata indiana e convertê-lo em lâminas de barbear.

  10. Navio no fundo do mar vira santuário de vida marinha, muito melhor que virar lâmina de barbear na Índia, ou museu, tá cheio de museu fechando por falta de interesse do público.

  11. Uma pergunta simples aos entendidos o sistema de lança mísseis exocet e mísseis seaWolf cujo os mesmos precisariam de atualizacao seria compatível com os patrulhas classe Amazonas assim transformando em corvetas com defesa de asa pontual a um custo relativamente em conta até um momento melhor economicamente.

  12. Alex,
    Para instalar os lançadores se estivessem operacionais e com peças de reposição disponíveis, teria que ser feita toda a fiação eletroeletrônica, teria que ter pelo menos um console de controle no CIC, teria que ter um sistema de combate compatível, teria que ter radares de busca aérea compatível, etc.
    No final, depois de muito gasto de tempo e dinheiro, chegariam à conclusão que seria melhor terem comprado uma corveta.

  13. Na Guarda Costeira Americana tem navios de patrulha (cutters) que são dotados de defesa antimíssil do tipo hard-kill (Phalanx) e soft kill (Mk36 SRBOC, mk-53 Nulka, SLQ-32, etc.) e que possuem radar de vigilância aérea 3D de médio alcance. Esses navios podem em caso de terem que atuar em cenários mais “quentes” receberem armas adicionais no modo “plug-an-play” como helicóptero MH-60R ou lançadores de mísseis Harpoon. Nesse caso, seria fácil substituir o Phalanx por um RAM ou SeaRAM.
    A Amazonas não tem essas facilidades previstas e mudanças para que possam operar em ambientes de alta intensidade seriam muito radicais.

  14. Vai faltar míssil pra tanto navio “aposentado”.
    .
    Será que irão testar o MANSUP? Seria uma boa, numa outra oportunidade, testarem o MTC-300.
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    Até mais!!! 😉

  15. O WG continua fora da orbita terrestre,falando coisas q não existem.
    Wellington, por enquanto estes citados são peças de livro de ficção científica.

    G abraco

  16. Bosco 23 de julho de 2017 at 11:15
    Bosco, já postei isso várias vezes. Construção de patrulhas no casco Tamandaré, quase que totalmente desdentada, com a previsão de se utilizar um sonar rebocado, torpedos e misseis anti-navio. Como armamento das patrulhas teriam dois reparos 20mm e, dois 12.7, e como armamento principal um Pantsir m sem os misseis, com estes sendo montados para prover o mínimo de defesa AA somente com aquele armamento descrito a cima em tempos quentes, como vc disse, rsrs.

  17. Concordo com o Sr. Bosco. Um país que não se preocupa com Educação e Saúde de qualidade. Construir escolas e hospitais, saneamento básico(80%n das cidades não possui) vai se preocupar com Defesa. Carnaval, futebol, escola de circo, bolsas e mais bolsas, violência desmedida. Estados sucateados este é o nosso país terceiro mundista.

  18. Olá Tiago Jeronimo Lopes e Roberto Santana.
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    As cores diferentes foi porque faltou tinta. Poderiam ter misturado as tintas que sobraram e pintado o navio, e possivelmente daria um tom de cor de rosa. Mas devem ter se lembrado do filme Operation Petticoat de 1959, onde os tripulantes do USS Sea Tiger (USS Balao) pegaram sobras de tinta, misturaram e pintaram o submarino de cor de rosa e preferiram evitar.
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    É brincadeira, mas ao ver a Bosídio pintada de 3 cores, inevitavelmente, lembrei do filme.

  19. Juarez, tu tens sérios problemas de interpretação de texto. Rsrsrs
    .
    Eu não fiz uma afirmativa, mas um questionamento. Repare, também, no tempo do verbo. Rsrsrs

  20. Às partes pintadas provavelmente é a cidadel,onde o golpe tende a ser fatal. Como os torpedos atingindo a meia-nau, capaz de partir o navio ao meio. Mas realmente a maioria dos navios tem um fim trágico destes,igual ao USS Pensacola, Arkansas e o super dreadnought Nagato que foram alvo da operação Crossroad. :/

  21. World of Warships mandou um abraço…
    .
    Zoran, lembrei da mesma coisa. Aliás, filme excelente, principalmente a parte com o marinheiro ‘Hornsby.’

  22. sera que vai utilizar os aviões da MB que não possui um porta aviões ???
    fico aqui pensando o que eh pior, a nossa marinha ter aviões mas não possui um porta aviões ou a marinha da Bolivia que não te acesso ao mar…
    eu queria ver as canhoneiras de 500 ton demonstrar seu poder de fogo…

  23. Pessoal

    Uma dúvida… Por favor, não seria interessante retirar os reparos do seawolf e do exocet e doalos para o ITA ou outra instituição de ensino militar ? Não sei se há alguma cláusula contratual que impeça esse tipo de fim para o armamento? Fico pensando que esses armamentos poderiam ser utilizados fins de estudo e até mesmo quem sabe servir de base para algo nacional…

    Lembrando que isso tudo é uma suposição!!

  24. Qual a situação dos reparos dos SeaWolf e Exocet das duas fragatas ainda em operação? também estão inutilizados? (o que reduziria o armamento a apenas 2 canhões de 20mm)…

  25. Com todo o respeito, fico impressionado com alguns comentários lidos aqui. Vários deles reclamam que recursos escassos são utilizados de maneira errada, que os comandantes não priorizam as reais necessidades da Força, que há inchaço de pessoal, etc., mas ao mesmo tempo defendem a manutenção de navios desativados como memória, museu, coisas do gênero, ou então só porque serviram nesses navios – e por uma questão afetiva – a Força deveria fazer isso ou aquilo – no sentido de manter!!! – com carcaças velhas, como se isso não fosse desperdício de recursos financeiros escassos. Carcaça velha tem mais é que ser vendida para arrecadar recursos, e fim papo!

  26. Boscaum

    “Só um adendo, quando digo “A Amazonas” me refiro à “classe” e não ao navio.”

    Ufa, senao ja ia te exorcizar, so falta come çar A 12 fulano, F 55 ciclano, aqule nivel maquetero de falar de navio … kkkk

  27. As partes pintadas de vermelho e amarelo são provavelmente o objetivo primário e secundário do alvo e as partes onde os danos são mais relevantes, no caso vermelho é a praça de maquinas a meia nau e amarelo é o paiol de munição na proa, isso generalizando, pois geralmente navios de guerra possuem canhão na proa e sob eles está o paiol de munição e todos sabem o que acontece ao ser atingido, vide HMS Hood e cia

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