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NUCLEP entrega Seção 2B do futuro Submarino Tonelero

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A NUCLEP realizou, nessa terça-feira (25/07), a cerimônia de transferência da Seção 2B do SBR-3, Submarino Tonelero. A Seção foi entregue à Itaguaí Construções Navais (ICN), na presença da Diretoria Executiva da NUCLEP e dos representantes da Diretoria Executiva da ICN. O evento, realizado no Galpão Principal da fábrica, também contou com a presença do gerente do Empreendimento Modular de Obtenção dos Submarinos Convencionais do Programa de Desenvolvimento de Submarinos com Propulsão Nuclear (PROSUB), Capitão de Mar-e-Guerra (EN) Celso Mizutani Koga.

A primeira chapa do Submarino Tonelero foi cortada em 13 de janeiro de 2015. A Seção 2B é composta pelas TR 8B, 9A, 9B e 10, pesa aproximadamente 71 toneladas e mede 11 metros de comprimento. A Seção 2B é a penúltima a ser entregue do SBR-3. O presidente interino, Seixas, parabenizou os trabalhadores envolvidos pelo comprometimento e ressaltou a responsabilidade da NUCLEP diante dos prazos estabelecidos.

A previsão de conclusão das obras de fabricação do casco resistente do SBR-3 é setembro de 2017. O trabalho totaliza um tempo de 2 anos e 7 meses e demonstra o alto grau de maturidade da NUCLEP e da ICN no domínio das técnicas de construção adquiridas na transferência de tecnologia envolvida no PROSUB. O SBR-3 será o futuro Submarino Tonelero e é o terceiro de quatro submarinos de propulsão convencional em construção no contexto do PROSUB.

FONTE: NUCLEP

45 COMMENTS

  1. Leandro, se você der uma olhada no campo busca na coluna direita do blog vai achar várias notícias sobre o Prosub.

  2. Parabéns! Isso sim é arma do futuro.
    Dissimulada e não um alvo de 100 mil toneladas cercado de outras tantas toneladas e cheios de vidas humanas, cujo objetivo principal é projetar poder muito além das fronteiras. Coisa de imperialistas e/ou admiradores “Ases indomáveis” ou “Enterprise”.

  3. Aos amigos, quantos submarinos se fazem necessários? Mantendo os atuais em serviço e após a retirada de serviços dos atuais? O número de 4 convencionais (encomendados) é satisfatório ou precisaríamos de 6 a 8? Sem contar o nuclear…

  4. Gustavo, o planejamento a longo prazo da MB é de 15 submarinos convencionais e 6 de propulsão nuclear.

  5. Muito bom que o cronograma esteja em dia e avançando, espero ver até 2030 o nosso submarino nuclear LANÇADO! Apesar de não crer que nossos políticos traidores irão permitir.

  6. Marcelo Danton Silva 27 de julho de 2017 at 10:11
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    “Parabéns! Isso sim é arma do futuro.
    Dissimulada e não um alvo de 100 mil toneladas cercado de outras tantas toneladas e cheios de vidas humanas, cujo objetivo principal é projetar poder muito além das fronteiras. Coisa de imperialistas e/ou admiradores “Ases indomáveis” ou “Enterprise”.”

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    Realmente, esse tal de Porta-Aviões deve ser uma merda mesmo, já que você falou…
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    E que se dane se a maior potência militar do planeta, que comanda quase todo o globo terrestre há 70 anos e a mais poderosa marinha de guerra que um dia navegou pelos sete mares acham o contrário, tanto que tem 12 deles, fora os LDHs…
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    Sem falar que nossa gloriosa Mais Antiga, estúpida como é, era doidinha pra ter unzinho só, e nem precisava ser um dos “grandão” podia ser qualquer um dos pequenininhos…
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    Mas tá certo, PA num serve pra p. nenhuma. Foi o “safo” do Marcelo Danton Silva quem falou…
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    Caraio, eu vivo e não aprendo tudo…

  7. Os subs precisão avançar e serem concluídos, bom ver as seções serem entregues, quando finalizarem os 4 já encomendados deveria ser feito pelo menos mais dois, no minimo! Agora quanto o A-12 também não pode ficar congelado e deve ser reestruturado, se o navio só precisa de novo motor e caldeiras a vapor é só fazer cesária para retirar o antigo conjunto e adcionar um novo com as especificações necessárias para o barco ficar equilibrado, tem Algum Engenheiro no AMRJ? apenas 1 resolve o problema, e sem ajuda de franceses$$$.

  8. “Parabéns! Isso sim é arma do futuro.
    Dissimulada e não um alvo de 100 mil toneladas cercado de outras tantas toneladas e cheios de vidas humanas, cujo objetivo principal é projetar poder muito além das fronteiras. Coisa de imperialistas e/ou admiradores “Ases indomáveis” ou “Enterprise”.”

    Um porta-aviões é uma mensagem, se você atacar a guerra irá até você.

  9. Vader 27 de julho de 2017 at 12:07
    Marcelo Danton Silva 27 de julho de 2017 at 10:11

    Meu caro, não tire de contexto o que o Marcelo escreveu. NAe é para país que já tem Marinha, coisa que o Brasil não tem. Vamos fazer o quê com um alvo flutuante, datado e dispendioso parado, se sequer temos uma escolta decente, se sequer temos o básico? Comparar a Marinha dos EUA com a do Brasil é cegueira.

  10. “Bruno 27 de julho de 2017 at 11:13
    Muito bom que o cronograma esteja em dia e avançando”

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    Bruno, só um aparte para evitar uma má compreensão por algum leitor que, eventualmente, não tenha acompanhado o histórico desse programa: o cronograma está em dia, no máximo, com a mais recente reavaliação do mesmo, que está link trazido pelo Galante.
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    Originariamente, o cronograma era este abaixo, que previa a entrega do primeiro submarino convencional há dois anos e o início da construção do primeiro submarino nuclear no ano passado:
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    http://www.naval.com.br/blog/2009/09/03/cronograma-das-entregas-de-submarinos-e-helicopteros-ec725/
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    Antes desse cronograma de 2009, em 2008 se previa a entrega do primeiro submarino convencional em 2014:
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    http://www.naval.com.br/blog/2008/09/28/baia-de-sepetiba-recebera-nova-base-de-submarinos/
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    E, vale frisar, já naquela época alertávamos que o cronograma parecia um bocado apertado, sem muita margem para eventuais problemas técnicos e financeiros, que foram comuns em outras vendas do mesmo tipo de submarino (e também de alguns outros tipos, deixemos claro) para outros países, quando essa venda incluía a construção local.
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    http://www.naval.com.br/blog/2008/09/30/scorpene-prazos-e-projecoes-pelo-mundo/

  11. Imagino que o Tupi deva dar baixa com a entrada em serviço do último Scorpene, já que terá então mais de 30 anos de operação?

  12. Augusto, um novo NAe CATOBAR por aqui levaria no mínimo 15 anos para virar realidade entre projeto, construção e incorporação… 15 anos é tempo de sobra para se adquirir Aeronaves, Escoltas e demais navios de superfície, então esse argumente de não temos nada, não cola com um NAe novo.

  13. “Jonas Rafael em 27/07/2017 às 14:18
    Imagino que o Tupi deva dar baixa com a entrada em serviço do último Scorpene, já que terá então mais de 30 anos de operação?”

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    Jonas Rafael, acredito que sim.
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    Com a extensão do cronograma do programa dos SBR e a previsão de entrega do SBR-4 (a ser batizado de Angostura) em 2022, o Tupi já terá completado cerca de 33 anos de incorporação – mas isso não significa exatamente 30 anos de operação.
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    Isso porque seu primeiro Período de Manutenção Geral durou relativamente bastante tempo, 5 anos (porque foi o primeiro nesse tipo de submarino, com corte de casco, feito no Arsenal). E o mais recente durou até mais do que isso, mas nesse caso devido a problemas orçamentários e não a falta de experiência. Juntando tudo isso, o tempo efetivo que o Tupi terá acumulado disponível para operações, por volta de 2022, será bem inferior a 30 anos, na verdade, menos de 25. Ainda assim, por essa época já estará na hora de decidir por um último PMG com corte de casco, creio eu, mas imagino que a verba para isso seria melhor destinada a custear parte da construção do submarino nuclear, ou outro convencional, ou ainda na manutenção dos demais, que são mais novos.
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    Se o Tupi (S 30) continuar operando simultaneamente ao Angostura (S 43) a partir de 2022 (isso se o cronograma for mantido) provavelmente será por poucos anos, sem um terceiro PMG (apenas palpite meu). Há que se pensar também na efetiva capacidade de manter uma frota de nove submarinos nas condições orçamentárias que se pode prever para daqui a cinco anos, e tripulações para todos eles.
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    Se a Marinha conseguir manter uma frota próxima de oito submarinos convencionais (quatro SBR e quatro classe Tupi/Tikuna), baixando talvez para sete com a possível entrada em serviço do primeiro de propulsão nuclear, se ele for efetivamente construído (ficando quatro SBR, o Tikuna, o Tapajó e o Álvaro Alberto), creio que seria motivo para vivas comemorações, por volta de 2030.
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    E os últimos dois submarinos de projeto alemão já seriam, no futuro, substituídos pelo que se pretendia desde o início: um submarino convencional de projeto brasileiro, que no caso seria derivado do SBR (Scorpene modificado) e quem sabe outro nuclear. Isso com muito otimismo, se por essa época os tempos de “Brasil Potência” voltarem, quem sabe com um pouco mais de consistência e pé no chão e menos devaneios de voos de galinha.

  14. @Brasileiro de Verdade

    Não que eu ache que porta aviões sejam inúteis, mas sem uma boa estratégia eles possuem pouca (ou nenhuma) serventia, vide a guerra do Vietnam, pouco adiantou ao EUA possui-los.

  15. Complementando a disussão, apenas para enfatizar outra coincidência com o nome da bebida caribenha, Angostura também é o nome de uma batalha entre EUA e México (Batalha de la Angostura, devido ao nome de um porto na região, mas também conhecida como Batalha de Buena Vista), na guerra de 1846-48 em que o México perdeu boa parte de seu território para os Estados Unidos.
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    Já no caso da Guerra da Tríplice Aliança / Guerra do Paraguai, Angostura era o nome de um dos fortes paraguaios tomados no final de dezembro de 1868, na campanha que levou o nome de “Dezembrada”. E é essa a batalha a ser homenageada com o nome do quarto submarino do programa da Marinha, como ressaltou o Camargoer.

  16. Olá a todos!
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    Eu li estes dias em outro espaço que o cronograma do PROSUB pode sofrer novos atrasos.

    Isto porque, segundo este site a Nuclep não sabe:
    – se o SBR-4 (Angostura) terá seu cronograma mantido para o ano que vem;
    – se será autorizada a fabricar a seção de qualificação para o casco do submarino nuclear (etapa indispensável à assinatura do contrato do casco propriamente dito), cuja entrega está prevista para o primeiro quadrimestre de 2018; e
    – se terá confirmadas as encomendas dos dois componentes da planta de propulsão do submarino nuclear: o vaso de pressão do reator e os dois geradores de vapor. Todos serviços que devem estar completados até o começo de 2019.
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    Alguém tem mais informações a respeito disto? Obrigado

  17. “o planejamento a longo prazo da MB é de 15 submarinos convencionais e 6 de propulsão nuclear”.

    Duvido muito que tais números se concretizem,já é tradição da MB falar em número Z e no fim ser número V…

    Basta lembrar do projeto Corveta em 1977 que previa uma frota de 30 navios de escolta, cujo primeiro lote deveria ter sido de 10 fragatas, mas que ficou restrito a 6 devido ao custo.

    A Marinha planejava construir dezesseis corvetas, em quatro lotes de quatro navios, mas a falta de verbas diminuiu esse número para doze e, por fim, para apenas quatro, que ainda assim sofreram atrasos consideráveis na construção.

    Eu aposto sendo até otimista em 3 nucleares e 8-10 convencionais…

  18. Complementando o Nunão o cronograma do PROSUB está atrasado mais de dois anos, a previsão agora é 2018 no entanto em que pese a UFEN estar em dia fabricando as seções a outra parte do estaleiro está bem atrasada, o main hall e as oficinas ainda não estão prontas para receber as seções da UFEN e fazer a montagem final para lançamento, assim acdho que a UFEN deve estar atulhada de seções esperando para ir para o outro site.

  19. Em tempo, a outra parte do estaleiro é a próxima do mar, que tem um grande prédio de montagem (Main Hall), as oficinas em geral, o sistema de transferência e um elevador de navios.

  20. Quanto aos Classe Tupi vai ser uma pena ve-los sendo desativados com a chegada dos Scorpenes, até hoje não existem submarinos classe 209 scrapeados no mundo ….

    De todos 209 construidos tem apenas um argentino parado que empenou ao pusar no fundo do mar na Guerra das Malvinas e um Grego em reserva, nunca um 209 virou gillete rs ….

    E olha que os nossos 209 são pelo menos 20 anos mais novos que os mais antigos ….

  21. Em tempo de vacas magras vão querer me crucificar pelo paupite a seguir: já está na hora de se fazer o corte da primeira chapa do Scorpene 05!

  22. Não fosse este o país da roubalheira sem freio, e politicos larápios e descompromissados com a defesa do Brasil. Tanto o programa de submarinos, quanto as fragatas e corvetas já estariam efetivados. Mesmo que não adiante nada, temos que ser contra estes bandidos.

  23. Custo das Olimpíadas: R$ 40,6 bilhões.
    Custo do Prosub: R$ 31,8 bilhões (estimado, pois pode ser bem maior do que isso se entregar tudo que promete).

  24. Camargoer, muito provável que o serviço da dívida este ano fique em algo entre 70 e 80% deste valor, ou seja, devemos economizar algo em torno de 200 bilhões só com a queda da selic.

  25. O gasto com pagamento só de jurus deve fechar em aproximadamente 6,1% do PIB, e ainda temos que achar bom porque no final do governo da aloprada chegou a 8,5% do PIB. Quanto é mesmo o gasto com defesa em relação ao PIB? E dizem os militontos que o governo do barbudo tinha pagado a dívida.

  26. Camargoer e Ádson,
    Então, mas não é exatamente dinheiro que sai do orçamento para pagar a dívida, na verdade ela fica sendo rolada indefinidamente. O que mata o país é rolar a dívida com a taxa de juros atual (melhor nem falar de taxas maiores pagas ao longo dos anos 90-00-10). Felizmente deu uma minimizada em 2017.

  27. Rafael, estou falando só dá rolagem. O custo do serviço da dívida é o valor pago em juros, o que mantém a dívida existindo, ou seja, é a rolagem da dívida.

  28. Olá Camargoer, Rafael Oliveira e Ádson!
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    Estes juros a que se referem é da dívida pública. E 90% desta divida está nas mãos de brasileiros, incluindo-se aí, grandes empresas, fundos de pensão, e o brasileiro comum através das instituições bancárias. Não sei se foi isto que algum de vocês sugeriram, mas não há como dar calote nisto aí. O dinherinho meu, seu que está ali no banco em fundos de renda fixa, poupança, ou parado na conta, está basicamente ivestido em titulos da dívida pública. O jurinho e correção que recebe de seus investimentos vem basicamente destes títulos.
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    A situação está bem fora de controle. Não há superavit primario para pagar juros. Há sim deficit nas contas que deve chegar a R$ 149 bilhões este ano.
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    A situação melhorou com a queda da inflação e taxa de juros. Se pegar previsões de nov – dez/2016 estimava-se que pagariamos cerca de R$ 550 bilhões em correção e juros este ano. Somando a isto o deficit das contas, a dívida publica cresceria este ano em R$ 700 bilhões. Porem deveremos pagar este ano algo semelhante ao que foi pago em 2016, cerca de R$ 400 bilhões. Somando aí o deficit nas contas, a divida publica deve aumentar este ano em cerca de R$ 550 bilhões.
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    A situação é critica. Não há economia nenhuma para pagar estes juros (muito pelo contrário há deficit), tudo isto aí é somado ao principal da dívida, já que são emitidos novos títulos para pagar estes juros, gerando mais gastos em juros nos anos seguintes. O governo ao mesmo tempo, não pode abaixar demais as taxas, sob o risco de não achar quem compre seus titulos e assim não conseguir rolar a dívida. O governo além de rolar os titulos já existentes, emite cerca de R$ 2 bilhões em novos titulos diariamente (dias úteis, dias e que o mercado está aberto). Logicamente que o governo tem procurado alongar os vencimentos destes títulos ao serem rolados.
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    Caso o Brasil não consiga rolar a dívida um único dia, o pânico toma conta do mercado, o valor destes títulos despencam e viramos a Grécia. Você vai ao banco e seu dinheiro não está lá, os bancos quebram, e junto vão boa parte das empresas, principalmente as grandes empresas que tem partricipação acionária nas mãos destes mesmos fundos de pensão.
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    Para este problema não há receita simples. Há de se cortar despesas, aumentar a arrecadação, através de crescimento economico e/ou aumento de impostos, tentar fazer superavit primário para pagamento de juros para que a divida publica caminhe para a estabilidade, ou que pelo menos pare de crescer no ritmo louco que está crescendo.
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    Muitos economistas de renome, em 2016 davam como certo o calote a curto prazo. Se pegar aí previsões do começo de 2016, estimavam que o crescimento da dvida publica devido os gastos com juros + deficit em 2018 chegariam a R$850 bilhões e passando de R$ 1 trilhão em 2019. Oque tem ajudado, é a redução da inflação e da taxa de juros. Somente o teto de gastos foi aprovado. E o governo não consegue mexer em boa parte dos gastos que são obrigatórios. Sem a reforma da previdencia não há como respeitar o teto de gastos. Tudo isto já foi precificado pelo mercado, que anda até otimista, mas pouca coisa de fato foi aprovada.
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    A situação é bem delicada. O governo não terá dinheiro tão cedo. Se o cresciento economico não vier, e quase nada esta sendo feito neste sentido, a situação só vai piorar. O orçamento de 2016, descontado a inflação, é menor que o de 2015, que também é menor que o de 2014. A arrecadação não cresce o suficiente nem para cobrir a inflação. E os gastos, apesar de todos os cortes, só crescem.

  29. zorannGCC 30 de julho de 2017 at 12:24
    Zoran, não sugiro nem sugeri calote. O que eu disse que o custo desta rolagem é muito alto. Com a expressiva queda dos juros de estar pior, veja bem, deixou de estar pior mas ainda esta péssimo. O gasto com previdência é o primeiro da lista e o segundo é justamente o serviço da dívida. Dentre tantas reformas que necessitamos algumas são primárias como a administrativa, a previdenciária. Tem que se mexer no “custo de manter o Brasil”, só assim faremos superáviti para baixar nossa dívida interna e com isto baratear o custo dessa dívida. Desta maneira sobrará recursos para defesa, saúde, educação, segurança publica e até para os “bosas famílias”.

  30. “Fernando “Nunão” De Martini 27 de julho de 2017 at 13:01
    “Bruno 27 de julho de 2017 at 11:13
    Muito bom que o cronograma esteja em dia e avançando””
    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
    Entendeu Bruno ?
    O 1º Sub vai para água em 2022, depois mais dois anos para …..
    Em 2024 começa o periodo de obsolescência planejada.
    Entendeu Bruno ?
    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
    Até 2030 teremos os 4 Sub’s da obsolescência planejada n’água.
    Talvez com o SbN n’água depois disso, tudo bem planejado. A obsolescência estará garantida pelo planejamento.

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