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Corveta ‘Jaceguai’ recebe a visita do Secretário Adjunto da SAE/PR

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Corveta Jaceguai

Em 6 de setembro, a Corveta “Jaceguai” recebeu a visita do Exmo. Sr. Secretário Adjunto da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR), Dr Marcos Degaut.

Durante a visita, o Secretário Adjunto percorreu alguns compartimentos do Navio, e foram-lhe apresentados dados sobre as Corvetas Classe “Inhaúma”, como histórico, sistema de combate e tarefas. Segundo o Dr. Degaut, foi uma oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o Projeto Corvetas da Marinha do Brasil, e revelou que vem trabalhando para apoiar a construção das Corvetas Classe “Tamandaré”.

Por fim, o visitante fez uma breve apresentação para os Oficiais do Navio sobre a SAE/PR e os trabalhos que vem realizando junto ao Ministério da Defesa e as Forças Armadas.

NOTA DO PODER NAVAL: a Marinha do Brasil planeja construir quatro corvetas classe “Tamandaré” para substituir duas fragatas Type 22 Batch I que ainda restam e as duas primeiras fragatas classe Niterói que deverão dar baixa nos próximos anos.

Dr. Marcos Degaut na Jaceguai

FONTE: Marinha do Brasil

15 COMMENTS

  1. Se esse projeto da tamandaré exibido aqui no site for a versão final, vão cometer o mesmo erro da classe inhaúma.
    Trecho de reportagem do poder Naval.
    Em operação
    A primeira unidade, a Inhaúma, enfrentou diversos problemas quando começaram as provas de mar, embora isso seja razoavelmente comum de ocorrer em navios dessa complexidade: é com erros que se aprende, e a história dos projetos navais está repleta de erros e aprendizados. Porém, o fato de serem quatro protótipos, pelas razões de nacionalização já mostradas, não permitiu que defeitos percebidos na primeira unidade resultassem em mudanças de projeto nas três seguintes. O adiantamento da construção das demais limitou as modificações possíveis de fazer ainda na carreira, só sendo implementadas na fase de acabamento ou depois da incorporação. Precisou-se introduzir lastro para aumento da estabilidade, enquanto problemas como o mergulho da proa só foram corrigidos numa quinta unidade, a Barroso, lançada anos mais tarde.

  2. Nada contra as Tamandarés, mas o preço compensa? Ja tem tantas boas no mercado que podem ser adquiridos! Até as chinesas poderiam ser levadas em consideração sei la, acho que o que vier ta bom pra manter a prontidão.

  3. Tallguiese 20 de setembro de 2017 at 15:29
    Veja outras matérias aqui mesmo, com característica inferiores, como menor deslocamento, sem vls, sem radares 3d, menor alcance ainda são mais caras que a Tamandaré, a exceção é a Icheon que é mais barata, mais também é pior armada. A choradeira é por ser construída no Brasil. Nossos ditos patriotas tem pavor de desenvolver qualquer coisa aqui.

  4. So visitas de aspones…..secretario ajunto disso, secretario daquilo, acessor desse e daquele, deputados e senadores inexpresivos q nada apitam e so vivem como parasitas nao movem palha, capitaes, almirantes, ….vixe eh tanto cargo que so com os salarios desses e seus penduricalhos ja darai pelo menos para manter a frota ( o q sobrou) pelo menos operacional c direito a lancar alguns misseis, torpedos, municoes em geral,…..ufaa…..Brasil,pais de tolos

  5. igortepe, nesse caso é bem diferente.
    .
    A classe Inhaúma era um projeto totalmente novo, sem ter um navio anterior em que se basear (apenas a experiência com a classe Niterói, bem maior) enquanto a Tamandaré será a terceira geração de desenvolvimentos a partir daquele projeto da Inhaúma, incorporando melhorias introduzidas na Barroso e mais melhorias agora. Não é mais o caso de “quatro protótipos”.

  6. Ádson 20 de setembro de 2017 at 15:50
    “A choradeira é por ser construída no Brasil.”

    Década de 70, década de 80, década de 90… Acho que vc ficou preso em um loop temporal. Mais fácil o Sargento García prender o Zorro.

  7. Poder até pode…os italianos fizeram isso com algumas fragatas classe “Lupo” removendo parte do armamento e outros equipamentos…mas…não faria sentido em reduzir ainda mais a Esquadra
    em duas unidades ainda mais que provavelmente novas baixas deverão ocorrer até 2020.
    .
    abs

  8. Uma questão:
    O que faz mesmo o ‘Secretário Adjunto da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR)?
    Ou melhor, o que faz a ‘Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR)?
    .
    Alguém lembra…?
    .
    Até parece que é mais uma ‘caixinha’ no executivo federal com fórum privilegiado.
    Mas posso estar enganado.
    .
    Sds.,
    Ivan, o Antigo.

  9. Ok!
    Para facilitar vai uma versão semioficial do que seria a ‘danada’ da SAE.
    .
    A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE/PR) foi um órgão de governo federal, com status de ministério entre 2007 e 2015, que formulava políticas públicas de longo prazo voltadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil.
    Criada em 23 de julho de 2008 pela lei 11.754, a SAE tinha como ministro-chefe Roberto Mangabeira Unger, filósofo, ideólogo de esquerda e professor da Universidade Harvard.
    Observações:
    1º. Os Estados Unidos – sede do capitalismo – dá espaço aos pensadores de esquerda para trabalhar, pesquisar e – pasmem – ensinar. Incrível né!;
    2º. Obviamente a SAE foi criada para dar uma vaguinha para o companheiro Mangabeira.
    .
    A SAE foi extinta na reforma ministerial de 2 de outubro de 2015.
    .
    Mas, tem sempre um mas, foi recriada como secretaria ligada à Presidência da República por medida provisória em 03 de fevereiro de 2017.
    .
    Porque? Para que?
    Pergunta ao Moreira Franco.
    .
    Sds.,
    Ivan, o Antigo.

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