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No porto de Varna, na Bulgária, iniciaram-se no último sábado (06) as manobras navais internacionais Blackseafor 2013, envolvendo as Marinhas de todos os países situados à beira do Mar Negro.

O Grupo Naval do Mar Negro de Interação Operativa (Blackseafor), é composto pela Bulgária, Geórgia, Romênia, Rússia, Ucrânia e Turquia. A coalizão se tornou um bom instrumento de colaboração internacional na região, que ainda enfrenta problemas de segurança marítima.

De acordo com o capitão-de-mar-e-guerra da Marinha russa, Viacheslav Trukhachev, chefe do Departamento de Informações da esquadra do mar Negro, “o Blackseafor é um sistema de segurança regional criado para consolidar a confiança mútua entre os Estados litorâneos do mar Negro. É raro países, situados à beira do mesmo mar chegarem a um consenso no que se refere à cooperação, e efetivamente colaborarem entre si”. Trukhachev ainda explica que “o objetivo básico das forças de Blackseafor é exercer controle sobre a situação no ar e na superfície, e revistar navios suspeitos. Entre outras finalidades, pode-se mencionar também a prevenção do contrabando e do tráfico de drogas e operações de socorro de todos os tipos.”

Na opinião de do mar-e-guerra, esses exercícios são um fenômeno único em seu gênero, e vão além da função de organizar ações conjuntas entre frotas de diversos países. “Durante essas manobras, são ensaiados episódios que não constam nos ciclos de preparação de combate dessas esquadras em separado. Por exemplo, no quadro de Blackseafor, as tropas praticam a tomada à força de navios de contrabando, para que se faça a revista”

Mais recentemente, os Estados Unidos vêm procurando se inserir nas atividades do grupo, com aceitação de países como Geórgia, Bulgária, Romênia e Turquia. Segundo o perito Viktor Baranets, “os EUA procuram agora trazer para o mar Negro as forças auto-deslocáveis do sistema de defesa antimíssil. Após terem criado um sistema de defesa antimíssil na Europa, os americanos pretendem aderir ao grupo Blackseafor e instalá-las também no mar Negro”.

Por outro lado, Baranets aponta os efeitos positivos das atividades navais conjuntas nas relações entre as nações já participantes. “Aparentemente, são atividades banais – navegamos em conjunto, fazemos visitas de amizade, aprendemos a falar a mesma língua. Mas assim, sentimos a presença do vizinho, e compreendemos que os membros do grupo ajudarão um ao outro no futuro”.

As manobras do Blackseafor vão até o dia 23 de abril. Os navios de guerra ipassarão seis dias em alto mar, e 13 dias nos portos. De acordo com o cronograma da operação, a frota multinacional deve fazer escala em Varna, na Bulgária, Constanza, na Romênia e Sevastopol, na Ucrânia.

FONTE: Voz da Rússia e RIA Novosti (edição e adaptação do Poder Naval a partir de original em português e inglês)

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Cleared for public release by Lt.Cmdr. Terry Dudley, USS Kitty Hawk Public Affairs Officer

vinheta-clipping-navalAs tensões na Península Coreana sugerem que qualquer provocação ou exagero pode levar a um conflito de proporções inimagináveis. No fim da tarde de ontem, a Marinha dos Estados Unidos anunciou o envio do contratorpedeiro USS Fitzgerald — equipado com o sistema de mísseis Aegis — e uma estação de radar em banda X (SBX, pela sigla em inglês) para a costa da Coreia do Norte. A decisão se segue à mobilização de bombardeiros B-2 Spirit e de caças F-22 Raptor e à realização de testes militares conjuntos com a Coreia do Sul. O USS Fitzgerald participava dos exercícios e foi transferido para o sudoeste da Península Coreana, em vez de retornar à base de origem, no Japão. “O deslocamento (do navio) é uma iniciativa prudente, para oferecer mais opções de defesa antimísseis, se forem necessárias”, confidenciou uma autoridade norte-americana à agência France-Presse, sob condição de anonimato.

Ao mesmo tempo que as manobras militares aconteciam, a Casa Branca colocava em xeque a ameaça representada pelo ditador Kim Jong-un, que declarou guerra ao vizinho e prometeu “dissolver” o território norte-americano. “Apesar da dura retórica que estamos ouvindo de Pyongyang, não estamos vendo mudanças na posição militar norte-coreana, como mobilizações em larga escala e posicionamento de forças”, afirmou o porta-voz da Presidência dos Estados Unidos, Jay Carney. “Não vimos ação que apoie a retórica. (…) Deixo para os analistas avaliarem o significado desta desconexão entre a retórica e as ações”, acrescentou.

A presidente sul-coreana, Park Geun-hye, não parece disposta a esperar por sinais concretos. Ela aumentou ontem o tom beligerante e mandou um recado claro e direto aos vizinhos comunistas. “A razão da existência do Exército é proteger o país e o povo de ameaças. Se houver qualquer provocação contra a Coreia do Sul e contra seu povo, haverá uma resposta poderosa e imediata, sem quaisquer considerações políticas”, declarou. “Como comandante em chefe das forças armadas, eu confio no julgamento dos militares sobre provocações abruptas e de surpresa, por parte da Coreia do Norte. (…) Por favor, cumpram com sua missão de zelar pela segurança do povo, sem se distrair um minuto”, emendou a presidente, citada pela agência de notícias Yonhap.

“É preciso ter em mente que tanto Park quanto o norte-coreano, Kim Jong-un, são líderes novos e tentam estabelecer sua credibilidade, por meio da liderança militar. Na prática, a presidente da Coreia do Sul terá a palavra final sobre uma eventual retaliação”, afirmou ao Correio Steven Weber, professor de ciência política e de relações internacionais da Universidade da Califórnia-Berkeley. Ele alerta para o risco de os envios do radar e do destróier à costa norte-coreana serem interpretados como um convite à guerra. “As manobras defensivas de um país geralmente parecem ofensivas para o outro lado”, observa.

Diretor do Centro para Estudos Coreanos da Universidade de Columbia, em Nova York, o historiador Charles K. Armstrong adverte que uma resposta poderosa de Seul a uma provocação de Pyongyang, ou até mesmo um ataque preventivo, poderia escalar a tensão até uma guerra aberta. “Seria uma catástrofe para ambas as Coreias”, sustenta, em entrevista por e-mail. Ele também aposta que o regime de Kim Jong-un vai considerar a presença do radar naval norte-americano e do destróier como uma “ação provocativa” e mais um sinal da “política hostil” americana para com a Coreia do Norte. Um cenário que, segundo Armstrong, obrigará Pyongyang a intensificar ainda mais suas ameaças, levando os Estados Unidos a anunciarem novas ações militares. Um círculo vicioso perigoso e imprevisível.

Armas nucleares

Em sua edição de ontem, o jornal The Washington Post afirmou que autoridades norte-americanas e especialistas independentes concluíram que a Coreia do Norte deu passos incomuns para ocultar detalhes da arma nuclear testada em fevereiro. Duas análises da detonação de 12 de fevereiro confirmam que os efeitos da explosão foram excepcionalmente contidos, com poucos traços radioativos liberados na atmosfera. Um provável indicativo de mudança do projeto da bomba atômica, com o uso de urânio altamente enriquecido em seu núcleo.

Ponto de vista

Jogo perigoso e barganha

“Os norte-coreanos têm um histórico de provocar a Coreia do Sul, inclusive com ataques mortíferos contra alvos menores. A melhor forma de pensarmos sobre o panorama na Península Coreana é visualizarmos uma competição de tomada de riscos. Pyongyang tenta levantar o perigo de uma guerra, a fim de aumentar o seu poder de barganha. Trata-se de um jogo perigoso, que funcionou no passado. Os EUA farão tudo o que puderem para melhorar sua capacidade de defesa na região, enquanto tentam se abster de realizar manobras que possam ser consideradas agressivas e provocadoras, por parte da Coreia do Norte.”

Steven Weber – Professor de ciência política e relações internacionais da Universidade da Califórnia-Berkeley

Uma situação muito perigosa

“Eu não acho que a Coreia da Norte deliberadamente tentará provocar o Sul. No entanto, ela pode responder ao que vê como provocação — exercícios militares sul-coreanos no mar, por exemplo — com algum ataque em pequena escala. Isso é o que a Coreia do Norte fez em novembro de 2010, quando bombardeou uma ilha sul-coreana. Infelizmente, o que cada lado vê como dissuasão é visto pelo outro lado como provocação. Permanecemos em uma situação muito tensa e perigosa. A Coreia do Sul adotou, desde ontem, um novo nível de retórica. Em parte, é uma tentativa da presidente Park Geun-hye de mostrar que ela é uma líder forte e que se levantará contra as ameaças norte-coreanas.”

Charles K. Armstrong – Professor de história e diretor do Centro para Estudos Coreanos da Columbia University (em Nova York)

Um “espião” em alto-mar

A estação de radar em banda X pode rastrear e avaliar mísseis balísticos e está conectado a 10 sistemas interceptadores sediados em Fort Greely (Alasca) e na Base da Força Aérea Vandenberg (Califórnia). Com 73m de largura por 118m de comprimento (o tamanho de dois campos de futebol), e 85m de altura, o SBX detecta os mísseis balísticos no espaço, durante os 20 minutos nos quais esses artefatos permanecem fora da atmosfera da Terra. O radar transmite informações para uma central de operações, que calcula uma missão de interceptação e lança um novo míssil. O SBX consegue diferenciar as ogivas das chamadas iscas — ogivas falsas para confundir os sistemas de detecção. O custo estimado do projeto é de US$ 900 milhões.

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FONTE: Correio Braziliense via Resenha do Exército (adaptação do Poder Naval. Título original “Manobras de Guerra“)

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De acordo com informações do jornal South China Morning Post, a Marinha do Exército de Libertação Popular da China participará  pela primeira vez do Rim of The Pacific (RIMPAC) – o maior exercício naval multinacional na atualidade. Porém, a atuação chinesa deve se restringir a atividades não ligadas ao combate, como treinos de alívio em caso de desastres. As manobras do RIMPAC do ano passado, no Havaí, envolveram Marinhas de 22 países e mais de 40 navios de superfície e submarinos.

A confirmação da presença da China nos exercícios conjuntos, que acontecerão em 2014, vem em um momento de tensão entre o país, os Estados Unidos e o Japão devido às disputas em torno das ilhas Senkaku/Dayou, além do desconforto de Washington diante do potencial crescente de Pequim em termos de armamentos e guerra cibernética. Nem todos os países que participam do RIMPAC são aliados dos EUA. No ano passado estiveram presentes a Rússia e a Índia. E segundo o Pentágono, Pequim se limitou a enviar observadores ao exercício em 1998.

O vice-secretário de defesa americano, Ashton Carter confirmou que a China participará do RIMPAC de 2014 durante discurso feito na última quarta-feira (20) em Jacarta. Carter declarou que estava “satisfeito por eles terem aceito” o convite estadunidense, feito ano passado pelo então secretário de defesa, Leon Panetta. Na época, Panetta afirmou ter convidado Pequim a enviar um navio para as manobras, e as autoridades chinesas responderam que iriam “considerar positivamente” a proposta. No portal do Departamento de Defesa norte-americano, consta a declaração de Carter: “nós buscamos fortalecer e aumentar nossas relações militares com a China, acompanhando o crescimento das nossas relações políticas e econômicas”.

Porém, a legislação americana proíbe o Pentágono de firmar contratos militares com o Exército de Libertação Popular, caso esses acordos “venham a criar riscos à segurança nacional por conta de exposição inapropriada” a atividades como operações conjuntas de combate. Mas há exceção para operações e manobras de busca e salvamento ou ajuda humanitária, e a China já participou de exercícios de combate à pirataria com os EUA no ano passado.

A tenente-coronel e porta-voz do Pentágono, Catherine Wilkinson, reforçou que a Marinha americana está tomando as devidas precauções para não revelar informações sigilosas durante as manobras. “A US Navy possui salvaguardas operacionais para proteger dados sobre tecnologia, estratégias, técnicas e procedimentos empregados pelos Estados Unidos”, declarou Wilkinson. A porta-voz preferiu não comentar acerca de qual será exatamente a participação chinesa no RIMPAC. “As inteações militares entre a China e os EUA podem incluir uma série de atividades em áreas de interesse mútuo, como segurança marítima, medicina militar, assistência humanitária e alívio em sutuação de desastre”.

O capitão-de-mar-e-guerra e porta-voz da Marinha dos Estados Unidos, Charles Brown, declarou que a primeira conferência para o planejamento do RIMPAC acontecerá em maio deste ano.

FONTE: South China Morning Post via Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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vinheta-clipping-navalSob o Comando do Comandante do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste, três Navios de Distritos Navais distintos suspenderam para a Operação “PAMPAREX/2013”, no período de 12 de março a 8 de abril.

A operação, que envolve cerca de 180 militares, teve início com o deslocamento do Navio-Patrulha “Gravataí” de Salvador para o Rio de Janeiro, onde se juntou ao Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”, prosseguindo até Rio Grande (RS), onde a Corveta “Imperial-Marinheiro” foi incorporada, formando o Grupo-Tarefa 113.1.

A operação contempla a realização de uma série de exercícios no mar, como manobras táticas entre navios em formatura, aproximação de navios para transferência de carga entre os navios, operações aéreas, combate a incêndios e alagamentos, dentre outros. Além disso, a “PAMPAREX/2013” serve como importante ferramenta de estreitamento de laços entre a Marinha do Brasil e as Armadas da República Argentina (ARA) e da República Oriental do Uruguai (AROU), por ocasião da visitação aos portos de Mar Del Plata, Argentina, e Montevidéu, Uruguai.

FONTE: Nomar


vinheta-clipping-navalA Coreia do Norte disse que pode atacar bases militares dos Estados Unidos no Japão e na ilha de Guam, no Pacífico, se for provocada, um dia depois de o líder norte-coreano, Kim Jong-un, supervisionar a simulação de um ataque com uma aeronave não-tripulada à Coreia do Sul.

O Norte também realizou exercícios de ataques aéreos, na quinta-feira, depois de acusar os Estados Unidos de prepararem um ataque militar usando aviões de bombardeio que sobrevoaram a península coreana, como parte de exercícios militares da Coreia do Sul junto com forças norte-americanas.

A Coreia do Norte intensificou sua retórica em resposta ao que chama de exercícios militares “hostis” da Coreia do Sul com os Estados Unidos. O país também ficou irritado com a imposição de novas sanções da ONU, que veio após o teste nuclear realizado no dia 12 de fevereiro.

“Os Estados Unidos são aconselhados a não esquecerem que nossas ferramentas de precisão de alvo tem dentro de sua faixa de alcance a base Anderson da Força Aérea, em Guam, de onde o B-52 decola, bem como o continente japonês, onde submarinos nucleares estão alocados e bases da Marinha em Okinawa”, informou o porta-voz do Supremo Comando Militar do Norte, segundo a agência de notícias KCNA.

Bases no Japão e no Pacífico norte-americano estão na faixa de abrangência dos mísseis de médio alcance da Coreia do Norte.

A Coreia do Norte disse que revogou o armistício que encerrou a Guerra da Coreia de 1950 a 1953 e ameaçou um ataque nuclear contra os Estados Unidos.

Separadamente, a Coreia do Sul disse que um ataque de hackers aos servidores de emissoras locais de TV e bancos, na quarta-feira, teve origem a partir de um endereço de IP da China, levantando suspeitas de que a intrusão veio da Coreia do Norte.

FONTE: O Estado de S. Paulo

‘DNA’ Aegis em águas coreanas

Nesta belíssima foto disponibilizada em 17 de março pela Marinha dos EUA (USN), três navios em formação mostram suas semelhanças dadas por compartilharem o “DNA” do sistema Aegis. São eles dois destróieres da USN, o USS John S. McCain (DDG 56) e o USS McCampbell (DDG 85), tendo entre eles o ROKS Seoae-Yu-Seong-Ryong (DDG 993), da Marinha da Coreia do Sul.

Clique na imagem para ampliar. Apesar das notáveis semelhanças, há também muitas diferenças para se reparar entre os navios.

A foto foi tirada durante o exercício “Foal Eagle 2013″. O  McCampbell e o McCain são parte do Esquadrão de Destróieres 15 (Destroyer Squadron 15) desdobrado emYokosuka, no Japão.

FOTO: USN

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O navio de transporte anfíbio San Marco, da classe San Giorgio da Marinha italiana, e o contratorpedeiro Severromorsk, da classe Udaloy da Marinha russa, realizaram nessa semana exercícios de combate à pirataria no Golfo de Aden. Durante a operação Ocean Shield as forças de ambos os países praticaram a retomada de uma embarcação sequestrada, prisão de piratas e libertação de reféns.

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FONTE: Militaryphotos.net

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Foi realizada, no dia 19 de fevereiro de 2013, na cidade de Beirute, no Líbano, a cerimônia de passagem do cargo de Comandante da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL). Pela terceira vez consecutiva um Almirante brasileiro assumiu o comando da FTM.

A solenidade aconteceu no cais do Porto de Beirute, ao lado da Fragata “Constituição”, da Marinha do Brasil, que é o Navio-Capitânia da FTM-UNIFIL. Na ocasião, o Contra-Almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith, que durante um ano esteve no comando da Força-Tarefa Marítima, passou o comando para o Contra-Almirante Joése de Andrade Bandeira Leandro.

O evento contou com a presença de autoridades militares e civis, dentre elas, a do Comandante da Força Interina das Nações Unidas no Líbano, Major General Paolo Serra, da Itália; do Embaixador do Brasil no Líbano, Affonso Emílio de Alencastro Massot; do Comandante da Marinha Libanesa, Almirante Joseph Ghadban; do Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld e do Subchefe de Operações do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Vice-Almirante Luiz Henrique Caroli, que foi o primeiro Almirante brasileiro a comandar a FTM-UNIFIL, no ano de 2011.

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Após a assunção, o Contra-Almirante Leandro falou de sua expectativa com a missão de paz. ”É um orgulho muito grande poder contribuir, com o nosso País, e ser um braço avançado do nosso poder naval aqui no Líbano. É um motivo de muito orgulho estar à frente do comando Força-Tarefa Marítima da UNIFIL”.

O Contra-Almirante Zamith, emocionado, despediu-se do comando da FTM com o sentimento de missão cumprida. “É difícil a despedida, porque foi um tempo muito bom. Tivemos grandes oportunidades de trazer para nosso convívio não só a comunidade brasileira, mas a comunidade libanesa, a comunidade portuguesa e a comunidade alemã. Todas conhecem a hospitalidade brasileira e gostam de conviver conosco. Foi uma satisfação o que nós vivemos aqui no Líbano”. O Almirante foi condecorado, ainda, com a medalha da UNIFIL.

FTM-UNIFIL

Em 1978, a UNIFIL foi criada, pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de manter a estabilidade durante a retirada das tropas israelenses do território libanês, além de trabalhar na garantia da paz internacional. Atualmente, possui um contingente de aproximadamente 13.500 pessoas, entre militares e civis de mais de 30 países, dentre eles o Brasil. A FTM-UNIFIL, estabelecida em 2006, é a primeira Força-Tarefa Marítima, criada para integrar uma Missão de Manutenção de Paz da ONU.

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FONTE: Nomar

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A Coreia do Sul e os Estados Unidos lançaram um exercício naval conjunto nesta segunda feira. Um porta-voz do ministério da Defesa da Coreia do Sul confirmou que a operação de três dias estava ocorrendo no Mar do Leste (conhecido também como Mar do Japão) próximo ao porto sul-coreano de Pohang.O exercício acontece em meio à escalada das tensões na península coreana desencadeada pelo teste nuclear que a Coreia do Norte pretende realizar.

Participam das manobras o submarino nuclear USS ‘San Francisco‘ e o cruzador USS ‘Shiloh‘ (CG-67), armado com o sistema de mísseis Aegis. O contingente sul-coreano é de dez navios, incluindo um contra-torpedeiro também equipado com mísseis Aegis, uma corveta e submarinos a diesel Tipo-214. Também foram mobilizados aviões e helicópteros para vigilância.

Embora oficiais sul-coreanos tenham ressaltado que a operação foi agendada antes das ameaças do Norte, a presença do submarino norte-americano tem sido considerada como um aviso para Pyongyang. A Coreia do Norte afirmou que o exercício tem natureza “belicosa”.

As informações são da Dow Jones.

FONTE: O Estado de S. Paulo e Naval Open Source Intelligence (adaptação e edição do Poder Naval)

Fuzileiros Navais americanos conduziram exercícios de tiro com membros das Forças de Autodefesa do Japão no último dia 24, no campo de treinamento dos U.S. Marines em Pendleton, na California. As manobras fazem parte do exercício Iron Fist 2013. Os treinamentos devem durar pelas próximas três semanas, e têm como objetivo reforçar a interoperabilidade e as relações entre as forças de ambos os países, bem como aprimorar habilidades essenciais.

 

 

 

 

FONTE: Militaryphotos.net (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

 

Barroso: Passex na Argentina

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A corveta argentina Granville realizou três dias de exercícios conjuntos (PASSEX) com a corveta brasileira Barroso. Após os exercícios em águas jurisdicionais argentinas, a corveta retornou para o porto de Montevideu.

FONTE/FOTO: Gaceta Marinera

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O Congresso realizou hoje sessão conjunta às 12h30 para votar 48 projetos que liberam créditos suplementar para diversos órgãos federais do Executivo, Legislativo e Judiciário. As propostas já foram aprovadas pela Comissão Mista de Orçamento. Destaque para o PLN 10/12, que destina R$ 93,4 milhões para a Marinha permanecer à frente da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil, na sigla em inglês). No total, o PLN 10 destina R$ 809,2 milhões para diversos órgãos da Justiça e da Defesa.

Líbano

No ano passado, o Brasil assumiu o comando da missão de paz no litoral libanês a pedido do Conselho de Segurança da ONU. Foi a primeira vez que o comando da Unifil, criada em 1978, ficou a cargo de um país não pertencente à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Com o início da guerra civil na República Árabe Síria, no ano passado, a Unifil assumiu o papel de evitar a entrada de armas ilegais nesse país. O Líbano e a Síria fazem fronteira.

FONTE: Câmara dos Deputados

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Defender a área marítima dos municípios de Itajaí, São Francisco do Sul e Paranaguá é o principal objetivo da Força-Tarefa Sul (FTS), integrante da Força Naval Componente da Operação “Atlântico III”. Os meios navais que fazem parte da FTS no mar são: a Fragata “Niterói”, a Corveta “Barroso”, a Navio-Tanque “Marajó” e o Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Saboia”, este último é o navio Capitânia da FTS – de onde as decisões são tomadas. Compõe, também, a FTS as aeronaves “Esquilo” (UH-11/12), “Super Puma” (UH-14) e ”Super Linx” (AH-11A).

Figurativos inimigos, representados por navios reais da Marinha do Brasil, simulam ameaças e ataques à região. O Comando da FTS é exercido pelo Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Marcio Ferreira de Mello, junto ao seu Estado-Maior. O Comando é responsável por determinar, por exemplo, melhores estratégias e formas de localização e de ataque ao inimigo figurativo.

A tripulação do NDCC “Almirante Saboia” é composta por 150 militares. Mas, durante operações como a “Atlântico III”, pode chegar a mais de 370 militares. “O navio vem desempenhando de forma eficaz a tarefa de ser um Capitânia, possui ótimas instalações. Conseguimos executar o comando e controle das ações de forma eficiente”, declarou o Contra-Almirante Ferreira de Mello.

O núcleo do Estado-Maior é formado por militares de variadas áreas como: informação, comunicação, planejamento, logística e operações, que dão assistência ao Comandante. Para reunir subsídios para as tomadas de decisão, é montado, no Capitânia, o Centro de Informações de Combate (CIC). A estrutura reúne comunicações satelitais, links de dados, vídeo conferência, entre outros sistemas, que recebem as informações necessárias sobre o inimigo e sobre os navios da Força.

“O CIC é o centro nervoso. Aqui é onde fluem todas as informações para que sejam filtradas pelos diversos sistemas que nós temos de compilação de dados táticos. As informações são filtradas, analisadas, pelo Estado-Maior e vão subsidiar linhas de ação para a decisão do Comandante, que depois serão transformadas em ações táticas. Além de determinar a ordem, acompanhamos e execução dela”, explicou o Chefe de Operações da Força-Tarefa Sul, Capitão-de-Corveta Luis Antonio Anidio Moreira.

Além de militares do Estado-Maior da Força, também estão embarcados no Capitânia NDCC “Almirante Sabóia” 110 fuzileiros navais, sete Mergulhadores de Combate, quatro Pilotos Aeronavais, além de 23 alunos do Colégio Naval, que participam dos adestramentos e trazem o máximo de realidade à Operação “Altântico III”.

Conheça o Navio

O Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia” tem como característica principal o transporte de tropas para tomada de território. Possui 137 metros de comprimento e chega a uma velocidade máxima de 17 nós. Tem o raio de ação de mais de 9 mil milhas náuticas, quando navegando em velocidade econômica. Neste ano, o navio participou de diversos exercícios da Esquadra, como “Aspirantex”, “Tropicalex”, “Aderex”, além do levar suprimentos às ações da Missão de Paz da ONU no Haiti, da qual a Marinha do Brasil faz parte, e no Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT).

FONTE:
mar.mil.br

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O contra-almirante Pedro Angel García de Paredes Perez de Sevilla, da Armada Espanhola, foi designado ontem (27) para assumir o comando da EU NAVAFOR – força-tarefa que une diversos países da União Europeia no combate à pirataria nas rotas comerciais que passam pela costa da Somália e Oceano Índico. O novo comandante assumirá o controle das atividades no próximo dia 6 de dezembro, no lugar do contra-almirante Enrico Credendino, da Marinha italiana.

A operação EU NAVAFOR ATLANTA começou em 2008 para combater a pirataria e sequestro de navios, cargas e pessoas. Em maio desse ano, o conselho da União Europeia decidiu prorrogar os trabalhos até 2014.

Incluíndo o pessoal em terra, a EU NAVAFOR consiste de cerca de 1500 militares. A composição da força-tarefa muda com frequência devido à rotatividade das unidades, e sua atuação também varia de acordo com o clima de monções – característico do Oceano Índico. Mat tipicamente são empregados entre quatro e sete navios de superfície, e duas ou três aeronaves de reconhecimento e patrulha marítima.

Além das forças da UE, um contingente considerável de outros países também opera na região – as Forças Marítimas Combinadas (CFM) da OTAN, e também unidades da China, Japão, Índia e Taiwan. Forças da Marinha russa, lideradas por contratorpedeiros da classe Udaloy, também se revezam na área.

Segundo os relatórios mais recentes das Nações Unidas, já foram registrados 291 ataques e sequestros feitos por piratas ao redor do mundo este ano, e pelo menos 293 pessoas ainda são mantidas reféns. A maior parte da pirataria se concentra nas águas costeiras da África, especialmente no Golfo de Aden.

FONTE: RIA Novosti via Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

 

A Operação Atlântico III, que acontece até a próxima sexta-feira (30) nos estados das regiões Sudeste e Sul do país, tem como resultado principal o aprendizado para as Forças Armadas, aliado ao fato de proporcionar à Marinha, ao Exército e à Força Aérea a atuação em grupo sob o comando do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), do Ministério da Defesa.

A avaliação foi feita hoje pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, após participar de reunião na Escola Naval, no Rio de Janeiro, quando foram apresentados os principais resultados da operação de adestramento das três Forças.

O exercício emprega 10 mil militares numa área denominada Amazônia Azul, compreendendo os estados do Rio, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“O resultado principal é o aprendizado. Saber operar em conjunto. Marinha, Exército e Aeronáutica participam de forma integrada. Pelos depoimentos que ouvi, se tivermos uma situação de guerra, as Forças estão prontas para operar em conjunto”, afirmou o ministro.

De acordo com o relato do comandante da operação, almirante Gilberto Max Roffé Hirschfeld, alguns pontos estão sendo anotados e servirão para ajustes futuros. “Nós temos que evoluir e aprender bastante. É importante termos a sinergia entre as Forças Armadas”, apontou o almirante.

Atlântico III

A Operação Atlântico III é uma etapa de adestramento que teve início no dia 19 de novembro. Os exercícios estão focados na proteção da área do pré-sal, bem como em importantes pontos da costa brasileira, como usinas nucleares e hidrelétricas, refinarias de petróleo e redes de comunicação. Durante o exercício fictício, tropas militares atuam para que os ataques inimigos sejam neutralizados e não destruam infraestruturas críticas do país.

Nações nas cores verde e amarelo foram criadas em um continente denominado “Ameríndia do Sul”. Neste campo, tropas aliadas tentam defender o território das ações do país inimigo. Parte das operações transcorrem com utilização de estrutura física, embora os ataques não sejam reais, e outras investidas se limitam a exercício de fixação.

Para o brigadeiro Ricardo Machado, da Chefia de Operações Conjuntas do EMCFA, a interoperabilidade é o fator principal no exercício. A opinião é compartilhada pelo almirante Luiz Henrique Caroli, vice-chefe de Operações, que participa do exercício.

Um dos destaques da ação foi o emprego do avião P3. Trata-se de uma aeronave de patrulhamento marítimo de longo alcance. Foi o primeiro exercício com a participação deste equipamento, e os resultados foram considerados satisfatórios.

À tarde, oficiais generais do EMCFA seguiram para a Refinaria Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras, para acompanharem de perto o exercício de ocupação da unidade de refino de petróleo. Na região, as Forças estão atentas também para as usinas nucleares Angra I e II; a represa de Funil, no município de Resende, na região Sul do estado do Rio; as redes de transmissão de energia de Furnas e as antenas de comunicação da Embratel em Tanguá, também no território fluminense.

FONTE: Ministério da Defesa

 
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