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Dia movimentado no início da Operação Atlântico

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Ontem pudemos fotografar vários navios da MB enquanto navegávamos para a Base Naval do Rio de Janeiro, a fim de participarmos da apresentação da Operação Atlântico.

Saímos do 1o. Distrito Naval numa lancha da Marinha, passando ao largo do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), onde estavam atracados o NAe São Paulo, a corveta Barroso e fragata União, esta em PMG (foto acima).

Passamos também pela fragata Constituição (F42) que estava suspendendo, depois cruzamos a Baía de Guanabara, onde encontramos o submarino Tupi (S30) a caminho da Base de Submarinos.

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34 COMMENTS

  1. Sempre fico pensando que para o público leigo, talvez seja difícil acreditar em problemas de sucateamento das FF.AA. vendo todas essas operações, bem como as respectivas propagandas institucionais das mesmas.

    Talvez o Sr. Mangabeira Unger tenha percebido isso ao dizer que o plano de defesa seria muito criticado e questionado.

    Vamos aguardar … e rezar!

  2. Os tripulantes da Uniãio devem estar morrendo de inveja dos das demais fragatas de sua classe. Uma comissão após a outra. Pensei que ela estaria docada e pelo visto até voltar ao setor operativo vai levar um bom tempo.

  3. uma piadinha basica ” a prefeitura do RIO esta cobrando IPTU da marinha do briasil por causa do NAE São Paulo , ehh que ele é Imóvel ” só fica atracado ! rsrsrssrsr brincadeirinha mas ja faz um tempão hein !

  4. A Titeroi está no PMG,o casco raspado para nova pintura,
    atras da Barroso,do outro lado,está o Rhino,da pra ver o
    unico Phalanx da America do Sul….
    Bons ventos ao pessoal da Op Atlantico.

  5. E o Opalão A-12 velho de Guerra ( bem mais velho do que de Guerra) está lá, bonitão! É o nosso “belo Antônio”. Bonitão, impressionante… mas não funciona!!!

  6. Gostei desta de opalão…
    hahahahaha
    é mais do jeito que coisa vai, este opalão tem que durar uns 30 anos no minimo, com certeza a marinha depois deste nunca mais vera um porta aviões,
    a não ser que as coisas mudem lá em Brasilia

  7. Achei que o NAe São Paulo está um pouco mais “escuro”(cinza escuro) que os outros navios da MB? Ou não? Seria uma nova pintura?
    Sds.

  8. O que aparece provavelmente é a pintura anti-corrosiva antiga, abaixo da pintura cinza que foi retirada. Eu não consigo ver mesmo com a ampliação máxima se pontos de corrosão que normalmente se encontram após a raspagem já foram reparados para poder aplicar novamente o primer, por isso que eu estranhei a observação sobre ferrugem.

  9. Nunão,
    Acho que não fui claro, era disto que me referia, os pontos de ferrugem. No entanto, sempre achei que este tipo de trabalho fosse feito com o navio docado e não somente atracado.
    Sds.

  10. Então, Baschera, foi por isso mesmo que perguntei. Eu realmente não consigo distinguir, nessa resolução, exatamente o que é corrosão e o que é pintura anti-corrosiva velha.
    Abs!

  11. Só pra completar, que eu saiba, o trabalho de raspagem normalmente é feito em dique seco.
    Mais do que o chapeamento externo, que pode ser reparado / trocado com relativa “facilidade”, o que a gente não vê nas fotos é que deve sempre ser objeto de preocupação nos PMG: vigas transversais, longitudinais, de consolidação, cantoneiras, anteparas, montantes etc. O mar judia até mais da parte interna, sujeita às tensões das manobras, caturro e balanço, do que da externa.

  12. Grato Nunão,
    Agora, uma curiosidade, quem realiza estes trabalhos, os marujos ou se contrata empresas especializadas ??
    Sds.

  13. As equipes de trabalho do AMRJ, sejam elas militares ou civis. Equipes das tripulações dos próprios navios também participam de algumas atividades e da coordenação. Mas também há terceirização, conforme a necessidade / complexidade / especialidade / prazo / urgência / utilização dos diques etc. E tanto a MB pode contratar empresas privadas como as instações da MB podem oferecer serviços para as mesmas.

    Enfim, isso tudo varia muito e, no geral, a tripulação do navio o ano todo costuma estar de balde e rolo de tinta na mão…

  14. Será que o pessoal da MB não sabia que o São Paulo precisava de tantos reparos quando o comprou da França? Não teria sido melhor ele ter ficado 2/3 anos em reparo antes de se entregue ao setor operativo?

  15. André,
    Dá até dó ver uma máquina de guerra tão poderosa como o Nael São Paulo parado por tanto tempo. Mas como a sua aquisição foi selada com um acordo de cavalheiros (político), a MB não teve outra opção senão aceitá-lo e comissioná-lo. Um dia, quando voltar a navegar, vai precisar ser amplamente modernizado, em todos os sentidos: radar, sonar, sistemas de defesa anti-aérea, controle tático de área, MOTORES; pois os instalados já não alcançam mais a velocidade máxima operacional, por causa do desgaste, catapultas e, tb elevadores. Isso sem falar em sua aviação orgânica, mas isso é para outro blog, senão os homi ficam brabos.
    Acho até que irá ser enviado para a França, para sofrer tais reparações.
    Um abraço a todos.

  16. Não, ele é o PAF – Porta-Aviões de Fachada, também conhecido como PN – Porta-Nada. O SCBG – Sindicato das Cracas da Baía de Guanabara, entretanto, apoia a presença dele, “ad eternum” ali no Arsenal, e já entrou com uma ação de usucapião na Justiça Federal.

  17. Que mal humor! Se não tivessemos o São Paulo não teríamos nada.Era o último nae convencional disponível na época. Aí a aviação naval é que seria inútil. Aliás, cadê o fundo do mar com seu 7 de setembro miraculoso?

  18. Pergunta: À título de teste do sistema a ser colocado nos submarinos poderia a Marinha instalar um reator nuclear no Nae São Paulo?
    Já que vai ter que reformar tudo, que os motores não chegam à velocidade máxima, etc, não seria de bom alvitre aproveitar o opalão e testar o reator em mar, fora da terra firme? E um Nae não ofereceria espaço suficiênte para tal instalação?
    O problema seria só custo?

  19. Paulo e Roberto;
    Embora uma parte da propulsão nuclear seja como a propulsão a vapor, seria muito complicado em termos de engenharia colocar um reator nuclear no São Paulo. Normalmente quando se projeta um sistema de propulsão, ele é feito junto com o projeto do navio.
    Além dos custos, não haveria vantagem em equipar o A12 com esse tipo de propulsão, tendo em vista a vida útil restante do navio. Só valeria a pena se o navio fosse novo.

  20. Galante,

    Assim como o Paulo e o Roberto, eu também já havia pensado nisso. Uma vez que para testar adequadamente o reator nacional teremos que construir um submarino em volta dele, não seria mais barato testá-lo no A12? Como ele não tem aeronaves para levar, com certeza espaço não é problema.

    Além da questão de dar um fim mais digno à embarcação (olha pessoal, não estou sugerindo que ele exploda com o reator), ele seria o primeiro “CVN” do hemisfério sul, algo “Nunca visto antes na história desse país”.

    Vamos lá, já que sonhamos com um sub nuclear, que se depender dos vários governos que administram esse país nunca vai sair da maquete (ou vocês acham que o próximo governo vai continuar com o projeto?), vamos sonhar também com nosso “CVN”.

    Desculpem se depois do primeiro parágrafo, resvalei para o lado negro, mas o 7 de setembro foi frustrante.

    Abraços a todos e que a esperança nunca nos abandone.

  21. Melhor testar o reator em terra mesmo.

    Além do que, se fosse viável, teriam que ser vários reatores.

    E finalmente, se fosse algo que realmente fizesse algum sentido em custo-benefício, alguém já teria feito.

  22. “Enfim, isso tudo varia muito e, no geral, a tripulação do navio o ano todo costuma estar de balde e rolo de tinta na mão…”

    Nunão, isso dai é uma faina chamada de “bater ferrinho”.

    Na BAST (dicionares avioniques = FAB – BASE AÉREA DE SANTOS)o semelhante disso era exercicio com os VC – Vietcongs.

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