A mais importante das lições

SUE_Exocet-navy-history

vinheta-especialUm dos exemplos mais relembrados pelas autoridades nacionais especialisadas em assuntos de defesa é o caso da Guerra das Falklands/Malvinas, conflito que opôs Argentina e Grã-Bretanha em 1982.

Este conflito foi usado, inclusive, pelo ministro da Defesa Nelson Jobim nas suas apresentações às comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente, nos dias 26 e 27 de agosto últimos, para apresentar o programa Probub.

Mas o ministro não citou o que seria a mais importante de todas as lições. Leia o texto completo, exclusivo para assinantes, aqui no Poder Naval.

IMAGEM: Naval-History

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4 Comentários to “A mais importante das lições”

  1. washington_siqueira disse:

    Isso sem contar que os franceses “deram” os códigos dos mísseis Exocet pros ingleses, ou seja vamos escolher uma aeronave de prateleira pro FX2, ficar dependente daquilo que quizerem traferir de tecnologia e ainda não desenvolver conhecimento cientifico. Tanto assim que precisamos é projetar, contruir e melhorar para poder se desenvolver!!!

  2. casag disse:

    É, mas não fizemos. E já são mais de trinta anos. Se resolvessemos faze-la agora, sozinhos, alguém tem idéia de quanto tempo levaríamos? Os nossos almirantes devem ter a resposta. Será que julgaram um tempo razoável? Será que foram coagidos a aceitar o acôrdo?

    Quanto à Argentina, culpa dela. Quem mandou iniciar o conflito sem estar devidamente equipada.
    Será que os ingleses permitiriam a entrega? A frança deveria arriscar o conflito por conta do rompante final de uma ditadura já agonizante?

    É um caso a se pensar.

  3. Joel disse:

    Washington siqueira

    Quais codigos vc acredita que os franceses deram para inglaterra? Não existe codigo de destruição… Alem de 2 navios afundados com os AM 39, o HMS Glamorgan foi avariado com o emprego de um missil MM 38 adaptado em uma bateria terrestre.Ou seja se deram algum codigo nmão funcionou muito bem não acha?

    Ademais, o exocet constava do inventario dos Ingleses tb as fragatas classe Greenhalgh são armadas com o MM 38 .

    O exocet foi tão eficiente que os Ingleses tentaram uma incursão no continente para tentar sabota-los.

    Se a França suspendeu o Auxilio a argentina o que dizer dos EUA que ainda liberarama base de Ascenção para os Ingleses, cederam misseis AIM 9L sidewinder, misseis anti radar, pegamos um num vulcan lemrbam-se? e combustivel entre outras coisas. existe uma materia na revista força aerea que trata do assunto.

    Sem contar os maravilhososo alemães q torpedos alemães. O IKL navegou à toa, se expos ao perigo e quando tentou atacar quebrou a cara…

    Quem ajudou a Argentina no final das contas foi o Peru que vendeu seus Mirage 5 para repos as perdas dos aviões argentinos e nós que cedemos os Emb 111.

  4. Joel disse:

    Apenas um adendo

    Olha a pergunta cretina do Senador do PI, queria ver se ele faria uma pergunta assim pro Bush…
    O senador Heráclito Fortes (DEM-PI) indagou ao almirante se o Brasil poderia utilizar o Rafale em solidariedade à Venezuela numa hipotética invasão deste país à Guiana francesa. Muito diplomaticamente, o almirante não respondeu diretamente à pergunta, mas afirmou que, comprado o avião, o Brasil pode fazer com ele o que quiser.a fonte é o blog daqui do lado:

    http://www.aereo.jor.br/2009/10/01/almirante-e-executivo-franceses-argumentam-em-favor-do-caca-rafale/

    Por isso precisamos da tão falada transferencia total e irrestrita de tecnologia que deve constar nos contratos e não ser apenas de boca.

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