O navio-aeródromo Pre-Commissioning Unit (PCU) USS Gerald R. Ford (CVN 78) chega à Naval Station Norfolk após sete dias em provas de mar do construtor (U.S. Navy Photo by Mass Communication Specialist 1st Class Christopher Lindahl/Released)

WASHINGTON (NNS) – O futuro USS Gerald R. Ford (CVN 78) retornou das provas de mar do construtor para a Estação Naval de Norfolk, Virgínia, em 14 de abril, depois de sete dias no mar.

Durante este período inicial no mar, a tripulação do Ford, os representantes do Huntington Ingalls Industries-Newport News Shipbuilding, o Escritório do Programa CVN 78 da Marinha, o Supervisor de Construção Naval da Marinha, Conversão e Reparação e vários especialistas técnicos demonstraram muitas das capacidades do navio incluindo o rastreamento de aeronaves usando o Dual Band Radar, conduziu ciclos “sem carga” usando o novo sistema eletromagnético de lançamento de aeronaves  (EMALS) e operações com pequenas embarcações.

Como é típico com as provas do mar, a Marinha e o estaleiro aprenderam muito sobre a performance do navio durante o teste extensivo. A análise continua e todas as ações corretivas identificadas serão tratadas.

O CVN 78 permanece no caminho certo para realizar testes de aceitação e entrega para a Marinha nesta primavera.

FONTE: US Navy

21 COMMENTS

  1. Mario…
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    é o F-35B, que tem alcance menor, portanto uma desvantagem e não o F-35C que é capaz de pouso vertical…quanto a decolagem vertical o “B” até é capaz, desde que com um mínimo de combustível, portanto apenas para viagens curtas…para missões, ele necessita de uma rampa ou uns bons 150 metros para uma corrida para decolagem.
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    O preço do “Ford” realmente é “salgado”, mas, estão incluídos o projeto e pesquisas para o
    primeiro da classe e parte disso será recuperado graças a uma tripulação menor que fará
    diferença durante os 50 anos de vida e espera-se manutenções mais baratas também.
    .
    Não seria possível pelo preço do “Ford” construir 10 NAes menores…só para efeito de
    comparação o USS América que é um grande navio de assalto anfíbio otimizado para
    operações aéreas custou 3,5 bilhões de dólares !
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    Um NAe menor na faixa de 50.000 toneladas que é considerado o mínimo para ser realmente eficiente não custaria menos de 4,5 bilhões , teria uma capacidade bem menor porém exigiria o mesmo número de escoltas e sendo convencional, maior necessidade de navio tanque.
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    Chineses estão planejando e eventualmente deverão construir NAes de tamanho semelhante aos da US Navy…russos também já manifestaram a mesma intenção, apesar de haver dúvida
    se terão os recursos necessários para tanto, portanto, o NAe de grandes dimensões parece
    ser o mais adequado ao menos para as grandes marinhas.
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    abraços

  2. Interessante o sistema de radar, a antena menor opera na banda X e pode iluminar alvos para os mísseis ESSM. Os outros porta-aviões têm 4 antenas de iluminação Mk-95 que só podem iluminar um alvo de cada vez, somando 4 ameaças ao mesmo tempo. As 4 antenas fixas de varredura eletrônica AESA podem pelo menos quadruplicar essa capacidade de engajamento.
    Interessante que mesmo com esta configuração de radares o navio ainda faz uso dos velhos lançadores Mk-29, conteiráveis. O lançador ideal para trabalhar em conjunto com o sistema de radares seria o Mk-41 VLS.

  3. Mestre Bosco,
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    Talvez os ianques não gostem dá ideia de ter mísseis lançados para cima sobre uma pista de pouso e decolagem tão congestionada como a de um ‘Carrier’.
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    Eu não gosto..
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    Quanto aos velhos lançadores Mk29, podem operar com os SAM ESSM, mesmo que ‘apenas” 8 (oito) por lançador.
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    Abç.,
    Ivan, o Antigo.

  4. Ivan,
    Mas isso (mísseis passando por sobre o convoo) pode ser resolvido, ou pelo menos muito minorado, com dois lançadores Mk-41 com 8 células em locais diametralmente opostos. Haveria 64 ESSM prontos para utilização e reduziria os riscos de ter os dois lançadores atingidos e neutralizados.

  5. OK, Bosco.
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    Mas ainda assim, estariam perdendo espaço do convoo com os 2 (dois) VLS Mk41.
    Distribuídos em extremidades, talvez ocupem a ‘vaga’ de duas aeronaves.
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    Abç.,
    Ivan.

  6. Ivan,
    Bom dia! Acorda cedo, hem?? rsrs
    Não creio que um lançador Mk-41 Self Defense (curto, só para mísseis ESSM) precisaria ocupar espaço no convoo. Ao meu ver poderiam perfeitamente ser instalados nos locais usuais dos Mk-29.
    Um abraço e bom trabalho.

  7. Se de fato a US Navy receia que um míssil defeituoso lançado verticalmente atinja o convés do
    NAe, os franceses aparentemente não temem ou não possuem muitas alternativas pois o NAe
    Charles De Gaulle conta com 32 mísseis Aster 15 para pronto lançamento de silos verticais.
    .
    Verdade que um NAe da US Navy tem pelo menos o dobro de aeronaves de caça/ataque e
    portanto maior disponibilidade para patrulha aérea de combate e enquanto o NAe francês
    embarca apenas 2 “Hawkeyes C” um NAe da US Navy opera com 4 modelo “C” já em transição
    para 5 unidades do modelo “D” mais eficiente.
    .
    Também há uma diferença muito grande quanto à escolta…o NAe da US Navy conta sempre
    com um fiel “Ticonderoga” com 122 silos verticais e normalmente 3 “Burkes IIA” com 96 silos
    cada um, enquanto o NAe francês conta com apenas 1 “Horizon” com 48 silos verticais e a
    medida que as fragatas “FREMM” estão entrando em serviço, poderá contar com até duas
    cada uma com 32 silos verticais…uma diferença enorme.
    .
    Pode ser também que os lançadores conteiráveis a bordo dos NAes da US Navy sejam mais eficientes quando se trata de última defesa, já que os mísseis não precisam subir antes de nivelar e espera-se que poucos disparos serão necessários juntamente com os 2 lançadores RAM os 2 “phalanx” e contra medidas pois a escolta terá feito a maior parte do trabalho.
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    Claro que quanto mais melhor…mas…nem a US Navy escapa de falta de verbas e até hoje
    nem mesmo os LPDs classe San Antonio receberam seus mk-41s.
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    sds

  8. É pouco comum um míssil lançado verticalmente a quente, já saindo do lançador por seus próprios meios com os motor foguete ligado, vir a cair sobre o convoo. Isso seria mais comum nos mísseis ejetados (lançados a frio), que pode não ignitar o motor foguete.
    Se um míssil lançado a quente não ignitar ele simplesmente não sai do lançador, se um míssil laçado a frio não ignitar o motor foguete ele cai.

  9. Vamos por parte, no estilo ‘Jack’.
    .
    Os franceses não possuem lançador coteirável de mísseis modernos.
    Pelo que lembro apenas o Cotrale (ou Sea Cotrale) ainda está em serviço, nas fragatas classe La Fayette: um lançador Cotrale CN2 para 8 (oito) mísseis.
    (Mas desconfio que serão substituídos).
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    Então é Aster 15, em 4 lançadores para 8 mísseis modelo A43 Sylver, montados em plataformas laterais ao convoo.
    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/02/FS_CDG_aster.jpg
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    O porta aviões italiano Cavour, também utiliza lançadores de mísseis Aster 15 do modelo A43 Sylver, salvo engano na popa, no canto à bombordo.
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    Mas os ‘ianques’ aparentemente não querem (eu concordo) SAMs passando por sobre o convés de voo. É sempre bom lembrar que em operações aéreas haverá sempre um helicóptero (Pedro ou Paulo, sei lá) revoado em torno do Carrier.
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    Um par de Mk29, cada um com 8 (oito) ESSM tá de bom tamanho.
    Entretanto, penso que apenas um par de 2 lançadores RAM (2 x 21 RIM-116 Rolling Airframe Missile) e 2 Phalanx (6 x 20mm) é pouco. Talvez o dobro de canhões (4 quadrantes de 90º) e mais um RAM (setores de 120º).
    .
    No geral, aparentemente, os americanos optaram por colocar o fogo antiaéreo de maneira radial ao porta aviões. Evitando que mísseis ou projéteis “sobrevoem” o convoo.
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    Por fim, lembrando a eterna questão de espaço.
    Os lançadores Mk29, RAM e ‘Phalanx’ ficam nas bordas do navio, abaixo da linha do deck de voo.
    .
    Abraço,
    Ivan.

  10. Ivan,
    Apesar de não ser um míssil que se possa chamar de “novo” o Mistral é lançado por diversos tipos de lançadores conteiráveis, tanto disponível para a venda a clientes estrangeiros mas também utilizado pela Marinha Francesa. O navio de assalto Mistral utiliza o Simbad e não creio que esteja nos planos de curto prazo a sua substituição por mísseis lançados verticalmente (MICA e Aster 15). O Charles de Gaulle tem o Aster 15 mas também utiliza o lançador conteirável Sadral para o Mistral.
    O Ocidente “descobriu” que seus mísseis termoguiados portáteis são uma boa opção de defesa de ponto contra os mísseis supersônicos gigantes.

  11. Mestre Bosco,
    .
    Mistral (SAM Manpad) é lançado por suporte coteirável, com o Simbad (2xMistral) ou Sandral (6xMistral).
    Mas são mísseis de curto alcance, curtíssimo considerando a proteção de porta aviões, ou ao menos como único SAM de defesa aérea da belonave. O CDG dispõe de dois lançadores Sandral.
    Menor e menos capaz que um RIM-116 Rolling Airframe Missile – RAM, é uma alternativa para alvos assimétricos, mas tenho dúvida se conseguiria deter um SSM de 800 kg., quanto mais um monstro russo de duas toneladas.
    .
    Não.
    Mistral não conta.
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    Abraço,
    Ivan, o Terrível.

  12. Ivan,
    Sem dúvida mísseis como o RAM com ogiva de 11 quilos são mais adequado que um com ogiva de 3 kg, mas como os mísseis (atacante e defensor) se encontrarão frontalmente e como há reais chances de impacto direto (hit-to-kill) utilizando a guia térmica e principalmente em caso de um engajamento frontal contra um alvo que pouco manobra (ou não manobra nada) nas últimas 5 milhas, há a combinação das velocidades e da energia cinética o que pode fazer um estrago, se não fazendo-o detonar sua ogiva (hard kill) pelo menos causando danos a ponto dele perder o controle (control kill).
    Como último recurso de defesa um Stinger ou um Mistral podem fazer a diferença principalmente em navios que não dependem de um CIWS baseado em canhão. Se apenas um impacto de um projétil de 20, 25 ou 30 mm pode ser suficiente para neutralizar a ameaça supersônica, não acho que uma ogiva semi-perfurante de 3kg de um manpads também não o possa.
    O calcanhar de Aquiles na função antimíssil no caso do navio Mistral está não no míssil ser portátil mas sim no sistema Simbad, de operação manual. Operar manualmente um míssil defensivo quando um monstro de 4 t vem em sua direção a velocidade supersônica é no mínimo uma temeridade e as chances de sucesso são quase nulas. Tal problema foi resolvido com a adoção do sistema Sandral, totalmente de controle remoto e com auxilio de um sistema de aquisição de alvos IR com capacidade de auto-tracking capaz de adquirir o alvo muito antes da cabeça de busca térmica do míssil, dando maior tempo de reação à defesa.
    Um abraço.

  13. Sob pena de cometer uma injustiça é bom lembrar que o manpads russo Igla também é muito utilizado na função de defesa de ponto naval.

  14. Almirante Dalton,
    O Mk-29 é conteirável mas não é “direcionável”. Ele não precisa apontar diretamente para a ameaça/alvo. Um único lançador cobre pelo menos uns 120º já que os mísseis manobram 60º para cada lado e se põem em direção ao alvo. Como os lançadores devem poder conteirar em azimute uns 60º (não há necessidade de conteirar em elevação, que permanece fixa) em tese dois lançadores cobrem 360º ao redor do navio. Vai depender se o navio possui radares iluminadores Mk-95 distribuídos ao redor do navio em 360º, o que não me parece ser o caso.
    Já um lançador fixo vertical tem que ter um míssil capaz de manobrar 180º, o que geralmente exige um sistema JVC (Jet Vane Control) para mísseis de curto alcance. O Sea Sparrow (M e P) tinha um JVC ejetável após o laçamento e o ESSM tem um incorporado à célula nas versões (A, B, C).
    Seja lançado de um lançador conteirável inclinado ou de um lançador fixo vertical o fato é que o ESSM (e antes, o Sea Sparrow) não são as melhores opções para a defesa da camada mais interna. Para isso tem o RAM e o Phalanx. Não acho que o uso do Mk-29 seja para possibilitar um engajamento mais fácil de mísseis antinavios na última fase da defesa porque ele não aponta diretamente para o alvo como fazem os lançadores de mísseis guiados por comando LOS ou por IR do tipo LOBL.
    Como também não acredito que seja por receio do míssil cair sobre o convoo no caso de um defeito e como não creio que haja risco de colisão com aeronaves decolando ou pousando tendo em vista que no caso de defesa contra mísseis acho pouco provável que aeronaves fiquem sendo lançadas e recolhidas, só falta uma opção: tradicionalismo exagerado ou melhor, birra de almirante. rsrsss

  15. Bosco…
    .
    lembro que uma vez conversamos sobre originalmente haver 3 MK-29s a bordo dos NAes, um
    dos quais acabou deletado em favor de um RAM e também um dos 3 ou 4 “pahalanx” foi removido e substituído por outro RAM e houve quem acreditasse que o “phalanx” não era mais necessário, mas, ele acabou retornando aos NAes e assim a padronização que está sendo feita é de 2 unidades de Mk-29s, 2 de RAM e 2 phalanx, além dos 4 de 25 mm.
    .
    Aparentemente a US Navy acredita que os 3 sistemas são complementares quando trata-se de defesa de ponto e o ESSM também pode ser usado contra alvos de superfície, assim,
    é melhor ter alguns poucos ESSMs de qualquer forma.
    .
    Outras marinhas não tem o luxo de poder defender tão bem um NAe com boas escoltas, uma mais robusta patrulha aérea de combate e aeronaves de alerta aéreo antecipado então precisam que o mesmo seja melhor armado defensivamente…com silos verticais para mísseis e mesmo assim a diferença não é tão grande quando se compara com os NAes da US Navy.
    .
    Na US Navy , as armas de defesa do NAe existem para serem usadas apenas em último caso então para não complicar e/ou encarecer o que já é muito caro, um MK-29 é mais simples e barato de instalar do que um mk-41.
    .
    E concordo com você…em caso de ataque operações aéreas são suspensas até por conta das
    manobras evasivas que o NAe necessitaria fazer.
    .
    abraços

  16. Dalton,
    Ter 2 Mk-29 e 2 Mk-49 á aceitável principalmente tendo em vista a distribuição cruzada mas considero uma temeridade ter apenas 2 Phalanx. Há uma extensa zona cega e a zona coberta pelo sistema não parece ser nem 90º. Melhor não ter então, já que o problema é din-din, do que gastar milhões com um sistema claramente inadequado.

  17. Uma correção e um observação no meu comentário do dia 21 às 12:32:
    Correção: quis dizer que um míssil lançado verticalmente deve poder manobra 90º e não 180º.
    Observação: dei uma olhada na distribuição dos radares iluminadores Mk-95 e eles são sim distribuídos de modo a prover uma cobertura de 360º.

  18. Bosco…
    .
    não há muito espaço sobrando para muito mais e quando escrevo espaço é espaço que não
    interfira com outras armas e sensores, ainda mais que a US Navy não quer suportes muito
    grandes na parte dianteira do casco que são mais facilmente danificados quando o NAe
    está sustentando alta velocidade ou mesmo mar pesado e o suporte (sponson) que sustenta
    o convés em ângulo é bastante aerodinâmico, sem plataformas/apêndices.
    .
    De minha parte, penso ser melhor ter 2 “phalanx” que também podem ser usados contra pequenos alvos de superfície do que nenhum.
    .
    abraços

  19. Daltão,
    Claro que há restrições de engenharia relativas ao peso dos sistemas mas do ponto de vista prático, já que colocaram dois Phalanx, o melhor teria sido instalar eles diametralmente opostos como fizeram com os lançadores de mísseis, um no suporte de vante e outro no de ré do lado oposto. Isso em tese permitiria que os dois bordos fossem cobertos além de alguma zona a ré e à vante.
    Valeu!
    Um abraço.

  20. A melhor distribuição de armas defensivas para navios de modo a prover cobertura de 360º é sem dúvida situá-las uma a vante da superestrutura e outra a ré da superestrutura, como ocorre no DDG-51, com um Phalanx (em geral) a vante e outro a ré. No caso de um porta-aviões essa distribuição é dificultada tendo em vista o grande convoo que cria grandes zonas cegas para os sistemas de armas defensivos instalados nos suportes laterais situados abaixo do nível do convés.- Mas pelo menos que se posicione os sistemas de armas em locais diametralmente opostos, com o maior arco de tiro possível. Isso combinado com a capacidade maior de manobrar dos mísseis atuais e é seria suficiente para possibilitar uma cobertura se não ideal , pelo menos próxima do ideal.
    Claro, isso é um idealismo bobo de minha parte já que a realidade teima em ser diferente. rsrsss

  21. Bosco, meu amigo…com tantos navios/submarinos novos que devido à atrasos ainda não foram entregues, outros como o “Zumwalt” entregue, mas, com muita coisa ainda a ser feita e com o “Gerald Ford” não será diferente, nem mesmo há uma ala aérea para ele, outros tantos que ainda não foram devolvidos por conta de manutenções mais longas e outros que estão aguardando atracados em seus piers verbas para iniciar suas manutenções, garanto que a preocupação com um par de “phalanx” é próxima de zero.
    .
    Claro que há muitas outras marinhas em situação semelhante, guardadas as devidas proporções e muitas em muito pior estado e há também outras preocupações no horizonte dos
    NAes, provavelmente o submarino, sendo a mais séria de todas, não a toa os NAes estão
    recebendo um sistema de defesa anti torpedo…se de fato funcionará é outra coisa, mas,
    acaba tirando recursos que poderiam ser usados até para melhorar a defesa contra mísseis
    que percebo ser sua grande decepção e que você expôs brilhantemente.
    .
    abraços

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