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Brasil interessado nas fragatas OHP da Austrália

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HMAS Canberra (F-02) lançando míssil Harpoon, enquanto helicópteros UH-1 Iroquois fazem a cobertura aérea do lançamento

O renomado jornalista Roberto Lopes em sua coluna Insider do site Plano Brasil noticiou que, segundo uma fonte militar, a Marinha do Brasil (MB) demonstrou interesse em ficar com as fragatas porta-mísseis da classe “Adelaide”, que constituem a variante australiana das conhecidas fragatas americanas classe “Oliver Hazard Perry” (tratadas comumente como OHP), e estão perto de serem desativadas.

Dos três navios remanescentes dessa classe na Austrália, apenas os dois mais recentes – o Melbourne (FFG-05), comissionado em fevereiro de 1992, e o Newcastle (FFG-06), que entrou em serviço em dezembro de 1993 – foram efetivamente construídos em território australiano, pela empresa AMECON. A unidade mais antiga, Darwin (FFG-04), incorporada em julho de 1984, foi fabricada no estaleiro Todd, da cidade de Seattle, na costa oeste dos Estados Unidos.

Todas foram modernizadas no ano de 2000, e todas serão descomissionadas entre o fim deste ano e o início de 2018.

Os chefes navais brasileiros já teriam deixado claro, para a Marinha Real Australiana, a sua intenção de adquirir as embarcações – empreitada na qual não estariam sozinhos, pois as Adelaides também interessam à Força Naval do Chile.

Ainda não foi possível saber se a MB se interessa por todos os três navios, ou se apenas pelos dois mais “novos” (de 24 e 25 anos de uso).

HMAS Adelaide

FONTE: Plano Brasil

152 COMMENTS

  1. Cassiofrc 5 de outubro de 2017 at 17:06

    hahaha disse tudo!

    Tomara que o Brasil não compre, tem outras opções de prateleira que valem a pena.

  2. Quais são os outros navios usados que valem a pena?
    Depende da situação do casco dessa OHP.
    Se tiver em bom estado, seria ótima as da década de 90.
    Os americanos vão reativar suas OHP para utilizarem como patrulha.
    Pra US Navy são bons e para a MB é ruim? Ué?

  3. A vantagem destes navios é escala de produção, que oferece peças de reposição no mercado. A própria US Navy deve ter spare partes delas de “balde”.
    Torço para que isto seja verdade, pois seira uma opção dentro do bolso da MB e ainda, o mais importante viabilizaria a operação dos SH embarcados adequadamente.

    G abraço

  4. Olá Colegas
    Na entrevista do Comandante da MB para o Roberto Lopes, ele menciona a inexistência de compras de oportunidade, o que derruba esta história das OHP da USN para a MB.

    INSIDER – A renovação da nossa força de escoltas não exigiria a aquisição urgente, por meio de compras de oportunidade, de navios que estão sendo disponibilizados por outras marinhas?…
    CM – Quais marinhas? Se for para comprar as Maestrale, da Marinha italiana, que são da mesma época das nossas Niterói, eu prefiro ficar com as Niterói, que representam um projeto muito bom…

  5. Convém não esquecer que as OHP sairam de serviço á vários anos da US NAVY. Houve um programa de TV recente que relatava a operação das mesmas contra o tráfico de droga junto da fronteira do México, sendo recorrente problemas nas turbinas (e outros sistemas) ao longo de todo o programa.
    Um oficial ficou encarregue de falar com a logistica pedindo uma peça e recebeu a resposta que a peça já não era mais produzida fazia 10 anos!
    Será um pesadelo a sua operação e muito custosa.

  6. Será que os Australianos dariam preferência ao Brasil?
    Tendo em vista que a Inglaterra ainda agrada os chilenos pela ajuda destes na guerra das Malvinas, e a Austrália faz parte da Commonwealth?

    Ou já passou tanto tempo que isso é irrelevante?

  7. Para quem tem fragatas de repente de 40 anos de idade não seria besteira,só precisa ver o estado delas ne,nesse pacote a 3 mais velha estaria incluída?…A questão principal é quando se fala de compras de oportunidade ao meu ver é que o que está sendo disponibilizado pelo mercado ou tá só o osso ou simplesmente quem tem o seu não quer vender,e as OHPs de 1992,1993 respectivamente tem una boa idade resta saber qual seu estado de conservação e atenção com a concorrência ne.

  8. As fragatas australianas certamente estão em melhor estado que as OHP americanas, pelo simples fato de que a Marinha da Austrália opera bem menos … o Brasil já comprou fragatas de segunda mão antes e elas operaram por décadas muito bem, eu não sou contra.

  9. Creio que essas aí são as melhores OHP atualmente… Mas acho estranho retirarem já ano que vem. Investiram um bocado de dinheiro nalas faz pouco tempo, (SEA 1390) para tocar até 2021, se necessário e não entregaram todos os “Hobart”.
    .
    Tomara que seja verdade e de certo essa aquisição, pq não vai ser fácil achar coisa melhor… O problema é que antes de Brasil e Chile, os Poloneses já tinham demostrado interesse. Provavelmente surgirão outros interessados.
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    Não sei qual o estado do Mk-13, se viessem com os SM-2 Block IIIA, daria uma cobertura de área que a Marinha não terá tão cedo.
    Mas faz pouco que eles compraram esses mísseis. Talvez tenham intensão de usar nos “Hobart” depois.
    .
    HMAS Melbourne (III)
    http://www.navy.gov.au/hmas-melbourne-iii
    .
    HMAS Darwin
    http://www.navy.gov.au/hmas-darwin
    .
    HMAS Newcastle
    http://www.navy.gov.au/hmas-newcastle

  10. Aí sim! Essas OHP provavelmente não estão “no osso” como as americanas. Oportunidade melhor não haverá.

  11. Não é só o Chile que esta interessado não, a Marinha Polonesa já deixou bem claro que também esta interessada, portanto, a MB que vá preparando o bolso, porque vai ter que brigar por elas

  12. Compra as blueprints dos americanos e faz aqui.Meu deus…
    Tem gente que estudou ,outras investiram tudo na vida em torno dos estaleiros brasileiros e esta passando fome. por falta do que fazer no estado do Rio de Janeiro.
    Tem doca seca novinha aqui no Brasil
    E vem querer comprar sucata ?
    Brasil país de merda !!!!!

  13. Bla, Bla, Bla
    Navio velho, banguelo, desdentado é um ao eixo a Marinha já amargou péssima experiência com os Garcia agora está pensando de trazer esse Problema pra também .
    Ah !!!tem outra também!!!
    É turbina / turbina a propulsão inviável quanto à parte de consumo e queima combustível caro.
    Como o CM falou ficamos com o que temos mesmo.

  14. Olá, Acho muito interessante essa compra pois os meios se estiverem em boas condições obvio, vão segurar o piano na próxima década até que as Tamandaré cheguem, e também seria ótimo para escoltas do Ocean caso seja o mesmo adquirido nesse intervalo de tempo que já falei. melhor que do que temos é, com certeza.

  15. P..rra o governo não tem dinheiro ???!!!
    Compra as blueprints e licensa por 10 milhões para 8 fragatas.
    Tem siderúrgicas em dívida com a união ??
    -paga com 30.000 toneladas de chapas de ferro.
    Tem estaleiros falindo ??
    -abate a dívida com a união em aluguel do espaço e uso de ferramental na construção das fragatas, e paga 2 salários por soldador que está passando fome em torno dos estaleiros. (garanto que aparece gente que vai fazer).
    Esse país é uma bosta.Se os políticos não tiverem condições de faturarem com corrupção; nada anda.Vide o trem-bala São Paulo – Rio de Janeiro

  16. Desdentado? Não mesmo. Tem Standard, Harpoons, ESSM e torpedos além de deck pra levar Seahawks. Concordo que não é das mais adequadas em termos de custos e propulsão, mas considerando que é isso ou nada…

  17. Pessoal

    Desculpa a pergunta… Mas seria possível nesse lançador mk-13 operar os Exocet?
    Se não, como poderiam adaptar os lançadores?

  18. E o que dá para comprar.Elas darão um folego até quem sabe um negocio com a Coreia.Mas se elas vierem e esquecer que precisamos de mais unidades .Pois o Brasil é imenso e terá que formar outra esquadra no nordeste,para defender a amazonia.

  19. Penso que se for para comprar fragatas usadas, faz se necessário olhar muito a questão da idade, modelo. No novo conceito de compras da MB, a mesma desconsidera comprar vasos com mais de 25 anos e que seja necessário ter passado por um PMG recente.”Lessons Learned do A12″ Nesse quesito vejo duas fragatas que deverão dar baixa até 2020 e que atenderia muito bem as necessidades da MB.
    – FGS Brandenburg Type 123; Plataforma moderna, borda altae bem armada.
    https://youtu.be/-5TUoefoGy4

    – Fragatas Australianas Anza, plataforma moderna e bem armada.
    https://youtu.be/5JcAs_b1vks
    Ambas enteressa ão Chile.

  20. Não tenho dúvidas que estão anos luz à frente de tudo o que o que temos. VLS e towed array, nunca vimos por essas bandas. Segundo consta, a propulsão da Greenhalg está por um fio, e devem dar baixa em breve, então serão substitutas à altura.
    Resta saber sua real condição, e o preço, claro.
    Até a chegada das Tamandarés, taparão o buraco.
    Quem não tem cão…

  21. camargoer 5 de outubro de 2017 at 17:39

    Camargoer, se tem algo que aprendi do modus operandi da MB é que ela sempre nega toda e qualquer aquisição, e depois aparece a compra. Se ela negou, pode ter coelho (e tomara que tenha) nesse mato…

  22. Se eu fosse a MB, compraria as três e o navio mais velho usaria para canibalizar as peças. Não vale a pena adquirir só duas

  23. A OHP é um navio da década de 70, mas foi benchmark de fragatas e estava 20 anos a sua frente, tanto que a chinesa Type 054 é razoavelmente semelhante, bem como, a bellahorra do naval group. O porte de 4000 ton, a velocidade acima de 28 nós, os mísseis e capacidades antes vistas apenas em destroyers.

    Tendo isso por base, é um casco forte e muito bom. Leva uma vantagem enorme em cima da Vosper mk.10 (niterói): a turbina GE é fabricada e usada largamente no mundo (inclusive por navios novos). As vosper usam olympus que saíram de linha e por isso usam “remendos” de outros barcos que sairam de linha recentemente (type 42) e a manutenção delas na Rolls Royce tem data marcada pra ser inviável. Alguns armamentos das Vosper também saíram de linha, ou seja, apesar do projeto ser da mesma época, a vosper já “venceu”…

    Isso tem dois efeitos: 3 escoltas compensam a baixa oficial das Type 22 e um pouco da baixa “extraoficial” da vosper (desempenho reduzido a 22 nós e banguelas), que é positivo;
    O negativo é que suga recursos de operação que poderia ser usado num KDX-II por exemplo (ela consome combustível com voracidade).

    Dada a situação e se o preço for bom é uma aquisição de qualidade pra qualquer marinha do mundo, praticamente.

  24. Boa noite
    Duas questões:
    Caso venha a se concretizar essa compra, será que os EUA vão liberar os mísseis antiaéreos SM 2 para o Brasil?
    As OHP usam o Harpoon, seria possível adaptar os Exocet, padrão da MB?

  25. Caro AL.
    Você tem razão sobre esse morde-assopra da MB. Foi assim com o Bahia e poderá ser assim com o Ocean. Contudo é cansativo ler e reler comentários baseados em boatos, principalmente sobre as OHP “oferecidas” pela USN para a MB ou dos navios coreanos incrivelmente baratos. Talvez a MB compre estas fragatas australianas já que o ProSuper está indefinidamente adiado.

  26. Torço muito por esta aquisição!! Essas embarcações provavelmente estão em melhor estado que as OHP americanas, mas mesmo que adquiríssemos as ex-USN eu ainda estaria feliz, se fossem as menos desgastadas. É um belíssimo navio, e se pudermos ter SM-2 junto, aí estaríamos no paraíso!!

    Boa noite a todos

  27. “As OHP usam o Harpoon, seria possível adaptar os Exocet, padrão da MB?”
    .
    Só se instalar lançadores de Exocet sobre o hangar ou outro espaço disponível. As OHP levam o Harpoon no mesmo carregador giratório sob o convés de proa que alimenta o lançador conteirável MK13 instalado logo acima. O Exocet mar-mar não tem adaptação pra esse tipo de sistema de lançamento, só pra contêineres / lançadores fixos.

  28. Na boa! analisando bem está muito osso as fragatas ohp. Plataforma muito antiga, borda baixa, para a MB que vai enfrentar ondas altas do Atlântico Sul. Comprar essas tranqueiras cansadas para ficar só docadas. Aquela torre enorme dos anos de 70 que mais parece com torre de transmissão de energia elétrica que até um pesqueiro pequeno consegue detectar a centenas de quilômetros. Se for comprar usado, compre coisa boa. Há algumas no mercado como as Australianas Anzac class e as Alemãs FGS Type 123, são no mesmo nível do NDD Bahia e o Ocean e que o Chile está de olho.

  29. Top Gun Sea, os australianos não vão vender suas Anzac tão cedo, estão vendendo as OHP com a entrada da nova classe Hobart, que mal acabou de chegar o primeiro navio. Os eventuais sucessores das Anzac não foram nem selecionados ainda.

  30. Vale lembrar que as OHP australianas, diferentemente das americanas mencionadas em alguns comentários, mantiveram seus lançadores conteiraveis Mk13 de mísseis de defesa de área (ainda que o número de alvos simultâneos seja limitado a 2).
    .
    Além disso, na década passarsa receberam silos MK41 para mísseis ESSM num pequeno espaço vago à vante do lançador MK13.
    .
    Dá pra ver o lançamento de um ESSM por OHP australiana na última foto da velha matéria abaixo, sobre modernização nos mesmps moldes pretendida à época pela Turquia para seus navios da classe:
    .
    http://www.naval.com.br/blog/2009/02/19/fragatas-ohp-da-turquia-serao-modernizadas-para-disparar-essm/

  31. Essa Fragata é Fragata e não uma Corveta anabolizada.
    Essa Fragata é boa e colocaria a MB melhor do que está hoje, as três naus seria o ideal
    e é o mínimo.
    ___________________________

    Ter a intenção é uma coisa;
    querer é outra coisa;
    ir e negociar é outra coisa;
    ter grana é outra coisa;
    competir com Polacos e Centollas é outra coisa,
    adquirir e concluir todo o processo é outra coisa.
    Portanto, Atenolol, Captropil, Losartana, Vastarel, etc etc é a única coisa
    que continuaremos a adquirir.

  32. Estes navios tem muitos pontos positivos como a grande capacidade para operar helicópteros e o seu sonar os tornam ótimos para a guerra anti submarino, boa capacidade de defesa antiaérea com CIWS e o canhão Oto Melara de 76 mm. Mas tem algumas questões os norte americanos vão liberar o sistema Mk 41 VLS (Evolved Sea Sparrow missile) porque se não os navios não terão nenhum sistema de míssil, visto que, acredito que há muito tempo o sistema Standard esta inoperante em todas as OPH, porque foi descontinuado, creio que não é diferente nas australianas e também não tem mísseis anti navio, de resto tem ótimo espaço interno, são robustas boas de mar e usam turbinas a gás GM bem difundidas no ocidente. Se vierem a Marinha vai ter que acrescer mísseis anti navio nelas.

  33. O Brasil deveria comprar fragatas novas…logo se passam 15 anos de uso e voltaremose a atual situação que estamos.
    O problema do Brasil não é falta de dinheiro, é corrupção e decisões geopolíticas reféns de políticos despreparados.
    Defesa não pode ser decisão política ,nossa soberania é vulnerável!

  34. Apenas uma dúvida :
    Com tantas restrições constitucionais ao uso de poder militar no Brasil, tais Fragatas (com F maiúsculo) não seriam um exagero ?

  35. Canoa, balsa, jangada, armados com bodoque, estilingue, zarabatana, arco e flecha, catapulta, aríete, qualquer coisa, mas venha. Melhor isso do que nada. A nossa Marinha hoje é de faz de conta.

  36. Nunao
    Das 7 Fragatas Anzac modernizadas até agora e a oitava em PMG, estão previstas pelo menos 3 dar baixa em 2020 dando lugar aos 3 Destroyers Hobart. O primeiro destroyer Hobart entrou em serviço em Setembro de 2017, O segundo destroyer Hobart já fez prova de mar e seus testes previstos para início de 2018 com o seu comissionamento também previsto para 2018. Quanto ao terceiro Hobart, o mesmo fará prova de mar em 2018 com testes e comissionamento previsto para 2019. Quanto as novas fragatas Australianas que irão substituir toda a classe Anzac há uma tendência que serão as Frenns da Ficantieri a ganhar o short list e a Navantia preterida, já que a BAE System ainda está no papel, o resultado sai em 2018. Seria bom se MB conseguisse esperar as Anzacs até 2020 e formalizar uma intenção de compra bem antes pois, as Anzacs estão passando por PMG incluindo atualização nos sistemas de armas.

  37. Ao meu ver é o que tem e é melhor do que nada as T-22 estão nas últimas estão só o pó se virem sera uma excelente aquisição não devido ao meio até porque já são 25 anos de mar,outra coisa não se empolguem o Chile e os poloneses estão de olho então melhor esperar como disse um forista que comentou acima,ter interesse e querer é uma coisa fazer proposta a altura e adquirir é outra história,oultra coisa são valores também.enfim se vier poderá finalmente dar baixa nas cansadas Greenhalgh e Rademaker que a muito já passou seu tempo,e o que temos por hora podem surgir melhores mas enquanto não surgem devemos tentar ter algo navegando até porque o governo não tem um pingo de compromisso e amor ao país.

  38. Top Gun Sea, quem tá dando baixa pra entrada das Hobarts são as Adelaide (OHP), trocando navio velho de defesa aérea de área (que é o diferencial das OHP na Austrália desde a baixa das versões australianas da classe Charles F Adams) por navio novo de defesa aérea de área.
    .
    E, na minha opinião, só opiniao mesmo, com o mega programa de submarinos da Austrália que está começando, é provável que as Anzac tenham que servir por mais tempo que o programado, pois sua substituição vai disputar verbas com esse programa, fora o de aquisição de F-35. E os programas australianos não diferem dos de outros países quanto a eventuais atrasos.

  39. “Mas tem algumas questões os norte americanos vão liberar o sistema Mk 41 VLS (Evolved Sea Sparrow missile) porque se não os navios não terão nenhum sistema de míssil, visto que, acredito que há muito tempo o sistema Standard esta inoperante em todas as OPH, porque foi descontinuado, creio que não é diferente nas australianas”
    .
    Não vejo impedimento algum em adquirir ESSM dos EUA, se outros tipos de armamentos tão ou mais sofisticados e caros como mísseis Harpoon e torpedos MK48 foram adquiridos doa EUA pelo Brasil. O Standard na versão disparada pelas OHP australianas continua tendo apoio logístico, até onde sei. Tem link em comentário mais acima.
    .
    “também não tem mísseis anti navio”
    .
    Tem sim, o Harpoon, que é armazenado no mesmo carregador dos mísseis Standard e é diaparado pelo mesmo lançador MK13 deles. Na matéria há foto de OHP australiana diaparando Harpoon.

  40. Olá a todos!
    .
    Pela entrevista dada ao Plano Brasil, o CM disse que não pretende dar baixa em mais navios durante sua gestão. Citando principalmente as Niterói, que devem ser mantidas em serviço. Acho que a compra seria interessante, pelas qualidades que muitos comentaristas/outras matérias citaram e devido ao estado das Type 22.
    .
    Fico na dúvida se a MB terá condições de adquirir as 3 OHP, o Ocean, fazer os PMGs necessários e ainda manter o programa do submarino nuclear e as Tamandaré.

  41. Gostei da perspectiva de te-las na MB. Alojam os SH 70, o que potencializa em muito a sua ação. Mas acho que um survey completo é indispensavel. Especial atençao deve ser dada as turbinas (sempre elas, minha sina!) por que mesmo tendo facilidade de obtenção de spares no mercado ( GE), se ja possuem patologias graves é sempre um problema. Bela compra!
    Um comentario adicional: os estaleiros paralisados pelas tramoias PTnianas sao todos “inocentes”, coitados. Nunca usaram os operarios como massa de manobra….eso tiveram prejuizo…A PF tem que recuperar todos recursos desviados para os cofres dos eikes e cabrais da vida, e acabar com as embarcações ja iniciadas. Mas, nao vamos onerar a coitada da MB com mais esse onus representado pelo esforço hercúleo necessario para reerguer estes estaleiros, alguns surgidos das prifundesas sem a menor base de sustentaçao .

  42. Espero que a MB compre as três. duas , pelo menos. E canibalizar a mais antiga. Mas pelas informações estas fragatas estão em bom estado e foram recentemente modernizadas. Esperar para ver. Excelentes comentários e explicações. Gostei muito da Brandenburg Type 123 também seria uma excelente aquisição. Saudações a todos. Procuro ler e apreciar todos os comentários por isto agradeço a todos os comentaristas e redatores. Parabéns!

  43. Talvez essa seja a luz no fim do túnel para a MB poder continuar operando a contento por mais 10-15 anos, até que, quem sabe com muito custo um novo governo decida olhar com mais atenção as Forças armadas.

  44. Mais seguro ter 3 OHP do que contar com a entrada em serviço das Tamandaré dentro do cronograma, com esta crise politica e econômica, imagino que é o melhor que pode ser feito.
    Interessante, mais uma disputa por navios entre a Marinha do Chile e a do Brasil, Evidencia que a Marinha Chilena tem procurado se manter operacional com meios adequados ao seu orçamento. Que o Brasil leve esta, Combinar com o Chile, Brasil entrega o jogo no domingo e de quebra tira a Argentina da Copa, kkkk e nos ficamos com as OHP Australiana,
    Entrando 2018 na MB ficaria uns 17 anos em Serviço? Sai +/- em 2035, Em +/- 2028 as Tamandaré entram em operação /comissionadas Bom d+

  45. Infelizmente, o país sofre pela falta de programas reais de desenvolvimento militar, a marinha, volta e meia aparece com “compras de oportunidade”, se tivéssemos uma organização militar com administração profissional não enfrentaríamos essa penúria. Gastar grande parte da verba com aposentadorias na faixa de 50 anos, pensões para filhas de militares, carros para o almirantado, taifeiros para lavar a casa e várias outras benesses, tudo isto é o preço de termos a situação atual. Ou se muda a forma de administrar ou continuaremos com nossos projetos soltos e sem continuidade como: Porta aviões São Paulo (virou sucata), aviação de caça sem porta-aviões, aviões patrulha de “oportunidade” já apresentando falhas, submarinos sendo construídos há décadas e agora mais compras de “oportunidade”. Forças Armadas não é um bando de velhinhos barrigudos tomando Whisky no clube naval e esperando uma adidância para ganhar em dólar.

  46. As T-123s da marinha alemã nem mesmo contam pois não há previsão de baixa, ao contrário
    das fragatas australianas que já se sabia que iriam durar até 2018…a marinha australiana tem
    dificuldades para tripular seus navios e submarinos portanto, não dá para ficar com os navios
    antigos e com os novos entrando em serviço.
    .
    A T-123 mais antiga foi comissionada em 1992 e a marinha alemã costuma manter seus navios
    por 30 anos ou mesmo um pouco mais, portanto, a mais antiga deverá dar baixa no mínimo em 2022 e as demais da classe gradualmente depois disso…diferente da Austrália que estaria
    disponibilizando 3 unidades praticamente ao mesmo tempo.

  47. Há pouco mais de 100 anos os programas de reequipamento naval de Argentina, Brasil e Chile movimentavam disputas duríssimas entre governos e estaleiros na Europa e América do Norte, que brigavam para conquistar seu quinhão na venda de encouraçados de custos astronômicos aos três países.
    .
    Hoje os antigos “poderes ABC” da América do Sul brigam por quem vai pegar primeiro esse ou aquele navio de segunda-mão, como dois ou três cachorros na porta dos fundos do açougue esperando um osso pra roer.

  48. Acredito que a compra de oportunidade de 02 OHP (Austrália) + Ocean (Inglaterra), se vierem com as atuais capacidades de armamentos, sensores e equipamentos, são acréscimos significativos quando comparados com as Type 22 + São Paulo.

    Espero que as compras sejam confirmadas.

  49. Será que valeria a pena comprar também as as duas OHPs australianas mais antigas mas que modernizadas e mantê-las operacional? Se não me engano, Darwin e Sidney, está última descomissio em abril.

  50. Dalton, bom dia!
    Estou Viajando com as possíveis compras de oportunidade.

    Comprando as 3 OHPs australianas + (peça de reposição dos EUA pra manter ) + Ocean + +Bahia+ S-BR1 e outros meios , a MB estará com um bom grupo naval nos próximos 15 anos?

    Obrigado!

  51. Bueno…
    .
    talvez seja pessimista demais ou pé no chão demais…mas…sim…acredito que se isso tudo que
    você mencionou sair do papel, a marinha brasileira estará bem melhor do que encontra-se agora
    e condizente com o grau de ameaça percebido.
    .
    abs

  52. Marcelo Km , todavia tens toda a Razão , já havia publicado não sei em que site que estes Estaleiros Moderníssimos e parados ,seriam bem usados em construção Naval Militar , mas no Brasil não interessa as Castas Corporativistas desta Republiqueta , onde somente elas conseguem dinheiro fácil e abundante , para os Interesses da Nação nunca , e ainda com quase 400 Bi de Doláres de Reserva , esta Republiqueta foi uma Desgraça para o Brasil , caímos nas mãos destes Vagabundos Corporativistas começando pelo Judiciário , o Pior , mais Caro e Corrupto do Mundo .
    Outra saída para nossa Indústria Naval , já que tem gente neste Governo ou ligado a ele da turma de FHC , como Marcos Lisboa , que sempre repete que não deveríamos ter Construção Naval , seria a criação de ZPEs em torno destes Estaleiros , como o Atlântico Sul no Recife , e o da Cidade de Rio Grande -RS . tudo alí seriam construídos e exportados Embarcações com completa Isenção de Impostos , menos a Trabalhista !

  53. Marcelo…
    .
    só agora li sua ideia de “comprar blueprints” das fragatas dos “americanos”…veja que nem mesmo a US Navy está interessada em reviver suas próprias fragatas…mesmo os australianos
    que construíram as suas em estaleiros locais também não querem…trata-se de navios ultrapassados que não servem para o século XXI.
    .
    Aproveitar o resto de vida que porventura ainda tenham é uma coisa…mas…investir pesadamente em um navio ultrapassado e que deverão permanecer em serviço por pelo menos 45 anos depois dos muitos anos necessários para construir …não faz sentido.

  54. Nunao,
    Não sei ao certo como estão as industrias navais do Brasil e da Argentina mas tanto o Chile quanto o Peru, tem condições de construir as suas próprias fragatas. O problema está na gerencia de recursos. Pra que gastar 1 USD$ Bi na construção de 4 fragatas se por USD$ 250 Mi podemos ter capacidades, se não similares, pelo menos suficientes pras necessidades locais?
    Além do mais, aproveitar boas oportunidades em compras de segunda mão, tem permitido manter algumas Marinhas e Armadas à vanguarda dentro do TO em que estão inseridas.
    Tem assim, o exemplo das Type 23 que, ao meu ver, se são ossos de sobra do açougue, o açougueiro esqueceu de tirar a picanha desses ossos.

  55. Putz….o BraZil$$$l voltando ao “normal”. Comprando porcaria velha, usada e jogada no lixo. Bem! Se é “amiricana, inglesa” está tudo certo….Pode ser porqueira de 1800 que tem uma turminha que ama e jura de pés juntos que é a melhor coisa que esse paíseco faz…..Bom….pra paíseco isso está mais que bom mesmo. Como estamos destinados ao fracasso mesmo. Tambem pudera….Somos um povo que optamos pela pobreza eterna.

  56. Interessante que com mais de 6.000 visualizações desse post a MB não tenha lançado nota retificando ou modulando a notícia, o que torna plausível supor que onde há fumaça no horizonte possa ser das OHP…

    Por outro giro, a notícia diz que “a Marinha do Brasil (MB) demonstrou interesse em ficar com as fragatas porta-mísseis da classe “Adelaide” (…)

    Do jeito que a MB está: “mal amada”, “no osso”, “mal na fita”, como se dizia na minha adolescência, ela não tem essa moral financeira ou estética pra dizer que pretende “ficar” com alguém… Se a Adelaide “deu bola” propõe logo namoro ou casamento pra não ficar literalmente “a ver navios”…

  57. Roberto…
    .
    não diria que está 2×0 para o Chile…se isso é referência pela compra das 3 T-23s…o Brasil
    nem estava no jogo, pois em meados da década de 2000 quando foram negociadas, a
    marinha brasileira não fazia muito tempo havia adquirido 4 T-22s que esperava-se seriam
    modernizadas como aconteceu com as “Niteróis” a última das quais foi entregue modernizada
    em 2006 e ainda havia a corveta “Barroso” que finalmente seria entregue em 2008.
    .
    O outro gol a favor do Chile talvez na sua opinião seja o “Foudre” adquirido pelo Chile em 2011 quando ainda se estava muito otimista quanto ao “PMG” do Ceará…de qualquer forma…a marinha adquiriu o irmão mais novo dele o “Siroco”, hoje “Bahia” que irá completar 20 anos em 2018, enquanto o navio chileno completará 28 anos ano que vem.

  58. Pra mim uma aquisição ruim. Mais sucata defasada que daqui há 10/15 anos vai precisar descomissionada. Motores somente turbina (consumo alto), sistema de armamentos defasado e que a marina não tem know-how, borda baixa.. Pra mim a única vantagem e a compatibilidade com o Sh-60.. Acordem, precisamos de fragatas novas para no mínimo 30 anos de vida útil, as KDX coreanas são de longe a melhor opção em vez de gastar recursos com um meio velho, que vai dar muita despesa de manutenção, e prestes a ser descomissionado.

  59. Glasquis 7,
    Se tem ou não um pouco mais de carne no osso, o fato é que isso não depende da vontade do cachorro, por mais que ele abane o rabo. Vai depender do açougueiro jogar o osso com mais carne pra disputarem hoje, ou só o osso mesmo amanhã.
    .
    O que depende da vontade e capacidade dos três cachorros magros dos antigos poderes ABC, pra não dependerem do que sobrar do açougueiro, é se cacifar econômica e tecnicamente pra ser cliente do açougue, ou mesmo ter sociedade no açougue ou até ter o segundo próprio açougue, mesmo pequeno. E assim especificar e adquirir (seja construindo em casa, seja mandando construir fora) navios novos para suas marinhas, especificados conforme suas necessidades. Isso Chile tem feito com seus OPVs e submarinos construídos em casa ou comprados fora, o Brasil tem feito com seus submarinos construídos localmente e a Argentina… bom, essa deixa pra lá por enquanto.

  60. Obs 1 do corretor: “ter o segundo próprio açougue” = ter o seu próprio açougue.
    Obs 2 minha mesmo: antes que alguém comece a me atacar, dizendo que sou um lunático de não ver alguma vantagem em compra de oportunidade na atual situação da Marinha do Brasil, respondo que não sou contra se aproveitar a oportunidade dessas OHP Da Austrália, caso se confirme essa possibilidade. Mas não dá pra viver de quebra-galho de escoltas usadas (seminovas ou bem usadas) indefinidamente pra cobrir os buracos dos planos de reequipamento, e o Brasil já viveu isso com os 8 Cannon nos anos 1940, com os 14 Fletcher/Sumner /Gearing dos anos 1950-60-70, com as 4 Garcia dos anos 1990 e com as 4 Broadsword dos anos 1990.

  61. Obs da obs 2…
    Garcia dos anos 1980.
    (lembrando que me refiro à década de incorporação à MB, não de construção dos navios nos países operadores originais, exceto no caso dos 8 DDE classe Cannon, construídos na mesma década de transferência à MB.

  62. A sugestão do Marcelo km é interessante. Se o governo tá perdoando de agroindústria, bancos e outros, reduza a divida da industria naval façam paga-lá com produção.

  63. Se estas escoltas puderam operar por alguns anos e permitir que a Marinha economize recursos para terminar os submarinos pode ser uma boa escolha. Poderíamos ficar alguns anos sem escoltas?

  64. Com a recuperação de 10% que a corrupção endêmica, praticada pelos nossos honoráveis homens públicos e suas devidas catervas. O querido Brasil teria uma esquadra de fragatas, corvetas e patrulhas modernas e de respeito. E o projeto dos submarinos sem risco de serem paralisados. Pelo jeito tudo continua como dantes no quartel de Abrantes…

  65. Caro Antonio. Seus números são irreais. O orçamento do MinD é de 68 bilhões de reais por ano. Por outro lado, a Receita Federal estima uma dívida de 900 bilhões de reais em sonegação. A Receita Federal também identificou quem são estes sonegadores e quais são suas dívidas com o fisco. Com a queda na receita devido a inatividade econômica, a primeira ação seria apertar o cerco contra os sonegadores, começando pelos maiores sonegadores até chegar no menor deles.

  66. Olá Camargoer!
    .
    O orçamento do MinD será de mais de R$ 100 bilhões de reais este ano, mesmo com todos os contigenciamentos.
    .
    Quanto à sonegação, todos sonegam. Da padaria, boteco da esquina, pessoas que compram sem nota, até as grandes empresas. É tanto imposto para manter este enorme estado ineficiente, em todas as esferas, cabidão de empregos, que tem de sonegar mesmo para sobreviver.
    .
    O Brasil acabou. As instituições não valem nada, o estado está falido e não entrega nada que presta, somos prisioneiros dentro de nossas casas, o crime domina e ninguém está nem aí. Cada um quer defender seu bolso.

  67. Sinceramente pra mim seria uma vergonha para o Brasil, comprar essas fragatas, não vai resolver em nada para nossa e já sucata falida marinha brasileira. São tantos comentários distorcidos e desnecessários que poderia se resumir em apenas algumas linhas, o Brasil, não tem forças armadas. O que temos são simplesmente sucatas e mais sucatas chegando ao invés de nós investimos em ciência e tecnologia com navios novos e equipamentos de alta qualidade ficamos comprando sucatas com dinheiro público mal investidos isso é o fim. Isso tem gente que ainda concorda com isso. Veja no que deu o porta aviões são Paulo.

  68. Olá ZorannGCC,
    Ainda não li o documento do orçamento para 2018, mas o orçamento aprovado para o MinD 2017 é de 68 bilhões de reais (dos quais 40% foram contingenciados no início do ano). Se você sonega ou não, não posso dizer. Também não posso afirmar nada sobre a padaria da esquina. Contudo, a Receita Federal sabe quem sonegou, quanto sonegou e onde sonegou. Eles sabem se um canal de tv sonegou o IR sobre a transmissão de um campeonato ou torneio, sabem se um banco sonegou, sabem se um cantor sertanejo sonegou. Provavelmente sabem também se o dentista sonegou o tratamento de canal de um amigo nosso. Posso dizer também que o sistema de ciência e tecnologia das universidades publicas brasileiras é mais eficiente do que o sistema privado e mais eficiente do que os departamentos de P&D de muitas empresas, inclusive depositando mais patentes do que as empresas privadas. O número de produtos que estão sendo comercializados nas lojas e supermercados que nasceu nas universidades públicas brasileiras iria impressiona-lo.

  69. Como assim não resolveria nada Gilson? Se duas das atuais fragatas derem baixa nos próximos anos…mesmo que o Brasil invista em navios novos estes não ficarão prontos em tempo…entre a encomenda e os primeiros testes de mar no mínimo se passariam 6 anos fora o tempo necessário para se adequar a infraestrutura…então não há outra solução…ou adquiri-se navios de segunda mão ou se conforma com uma maior redução dos meios.
    .
    O novo”Hobart” da marinha australiana, razão da baixa das fragatas australianas levou 10 anos entre a encomenda e o comissionamento…ocorreram atrasos é verdade, mas, isso tem
    acontecido em todo lugar e poderá ocorrer novamente aqui.
    .
    Também não da para se comparar um NAe muito mais complexo que depende também do
    componente aéreo com uma simples fragata.

  70. Ótimos navios, depemdendo do valor de compra pode ser um bom negócio pra MB na falta de grana pra comprar novo.

  71. As T-23s não estão à venda e nem estarão pois são extremamente necessárias dentro de
    um universo de apenas 19 combatentes de superfície…ainda mais que há grande possibilidade
    de se ocorrer atraso nas entregas dos navios que irão eventualmente substituí-las …as T-26s
    e T-31s o que poderá reduzir o número de combatentes mesmo que temporariamente para
    18 ou até menos.

  72. Camargoer, caso a Receita soubesse tudo isso sobre cada centavo sonegado, seus auditores deveriam ser presos por prevaricação ao não tomarem atitudes de modo a cobrar o montante devido e solicitar a punição ao MPF.
    Há bilhões de reais sendo sonegados Brasil afora e a RF não tem como controlar isso, muito menos cobrar.

  73. Olá Camargoer!
    .
    O orçamento do MinD não tem como ser R$ 68 bilhões. Isto ai não paga nem a folha.
    .
    Em 2016 o orçamento de Defesa, de fato gasto, foi de R$ 81.9 bilhões. E o gasto com folha foi na média de 85% disto aí. Este ano ainda há o aumento parcelado nos soldos. Só a folha de pagamento dos militares em 2016, excluindo portanto os civis que prestam serviço nas Forças Armadas e no MinD, foi de R$ 66.4 bilhões.
    .
    O contingenciamento que você citou foi sobre os gastos não obrigatórios.
    .
    Até agora, (lembrando que há um delay de 2 a 3 meses até que as despesas sejam lançadas – portanto o total gasto em 2017 só estará disponível lá pra março ou abril de 2018 ), o MinD já gastou R$ 53.9 bilhões, segundo dados do portal da transparencia.
    .
    Desculpe, mas os valores que você citou estão errados.
    .
    Eu sinceramente acredito que o orçamento total do MinD (inckluindo-se ai gastos do PAC em programas de Defesa) este ano deve estar próximo de R$ 100 bilhões. Se realmente contigenciarem tudo que prometeram, talvez o gasto total fique proximo a R$ 90 bilhões. Não tem como ser muito diferente disto, já que só a folha de pagamento com militares deve chegar próximo a R$ 75 bilhões.

  74. Nunão. Desconhecia que o lançador Mk 13 das australianas estava operacional, mas sendo assim o navio tem um poder de fogo considerável. Lógico que são novos sistemas de armas para serem assimilados. No entanto, tudo pode ser mais uma notícia sem base. Vamos esperar.

  75. Se tivermos acesso ao SM-2 e ao ESSM, essa fragata já vai ser um grande avanço para nós. Estando em bom estado de conservação e não havendo dificuldade para peças no mercado, claro!!

  76. Há controvérsias aqui.
    O próprio blog está noticiando que os americanos pretendem reativar 7 fragatas OHP. E o Sr. Dalton rebate o meu comentário que a compra das Blueprints não fariam sentido, pois seriam um projeto obsolento.
    Se fosse tão ruim a US Navy não cojitaria em reativar as Perry, para patrulhas no Caribe e Pacífico.
    Eu gostaria que o Brasil pudesse ter pelo menos 8 fragatas MEKO A200 SAN (Classe Valour), mas não vai acontecer ……

    http://www.naval.com.br/blog/2017/09/26/us-navy-fragatas-oliver-hazard-perry-podem-ser-reativadas-para-combate-ao-trafico-de-drogas/

  77. Marcelo, reativar OHP’s encostadas é uma coisa, retomar a produção nos estaleiros já é outra bem diferente.

  78. As OHP australianas foram modificadas para operar a versão SM-2 do Standard, que só era compatível com navios “Aegis”. A versão utilizada é a SM-2 MR Block I.
    Na USN as OHPs operavam o SM-1 MR Block IV, que foi retirado de serviço junto com as fragatas.

    Só de curiosidade o SM-2 MR Block II foi a primeira versão lançada pelo VLS Mk-41 e as versões SM-2 MR Block III (A e B) e SM-2 ER Block IV são as versões do Standard SM-2 atualmente utilizadas pela USN nos Aegis.

  79. Camargoer, acho que você tirou maiores conclusões do que é possível inferir da notícia acima.
    Isso é só uma parte dos impostos devidos – aquela parte que a RF sabe porque as empresas dexaram de pagar e deixaram isso às claras (em muitos casos não dá sequer para chamar de sonegação) .

  80. Tem um cara no trabalho que está vendendo um Audi A6 1999 que é uma beleza. O motor foi refeito em 2010….
    Que tal? É o famoso “resto de rico”…. Barato de comprar e caríssimo de manter… Fico até com medo que essa aquisição das OHPs australianas dê certo.

  81. Adriano R.A.,
    O que precisa é comparar o custo de adquirir e manter esses navios, frente ao benefício operacional, comparado ao custo de manter e benefício operacional dos navios que eles substituiriam caso fossem comprados. No caso, as fragatas classe Greenhalgh, duas ainda em serviço e duas já desativadas.
    .
    No caso das Greenhalgh, são navios mais velhos (poucos anos no caso da OHP australiana mais antiga, e mais de 10 anos no caso das duas mais novas), que também têm custo operacional elevado quanto a combustível (propulsão por turbinas aeroderivadas, embora as duas Tyne de cruzeiro das Greenhalgh devam gastar menos que uma única LM2500 usada pela OHP para cruzeiro, e na velocidade de pico – duas Olympus x duas LM2500 deva ficar elas por elas), porte e quantidade de tripulantes similares, sistemas em obsolescência nas OHP x sistemas totalmente obsoletos nas Greenhalgh, mísseis antiaéreos descontinuados e vencidos no caso das Greenhalgh x mísseis antiaéreos novos de dois tipos nas OHP australianas (não confundir com as americanas, não modernizadas). Os sensores das OHP australianas são também muito mais disseminados nesta e em outras classes de nqvios pelo mundo, seja o radar de busca e os dois de direção de tiro, comparados a seus similares nas Greenhalgh, que se nos anos 1990 eram bons e com similares em serviço, hoje estão quase sozinhos no mundo. Ainda quanto à propulsão, apesar de gastonas as turbinas LM2500 têm muito mais unidades em operação no mundo para facilitar os serviços de manutenção do que as Olympus e Tyne das Greenhalgh, que um dia foram bem disseminadas, mas hoje a maior parte dos navios que as utilizavam deram baixa pelo mundo.
    .
    Em resumo, se esse eventual negócio vingasse, substituiríamos fragatas de sensores e armas antiaéreas obsoletos ou inoperantes, sem canhão médio, sem CIWS (seus canhões de 40mm são de modelo não automatizado retirados da classe Niterói quando esta modernizou) e que hoje só têm de destaque entre seus equipamentos e características os lançadores de mísseis mar-mar MM38 e MM40, lançadores de torpedos ASW,os sonares e o hangar cqpaz de abrigar dois helicópteros do porte do Super Lynx.
    .
    No lugar delas, colocaríamos fragatas com mísseis antiaéreos modernos (ainda que limitados pelo número de dois radares DT para dois alvos simultâneos), CIWS, canhão médio, lançadores de torpedos ASW, sonares, e radares ainda em uso em outros naviosno mundo, capacidade de empregar o missil mar-mar Harpoon, e convoo/hangar adequado ao Seahawk. Os grandes defeitos em relação à hoje totalmente obsoleta classe Greenhalgh é ter um só eixo e o provável consumo maior em cruzeiro.
    .
    Dependendo do valor pedido pelos australianos, pode sim significar um avanço frente ao material que demos baixa ou daremos em breve. Mas se cada uma custar, por exemplo, metade de uma corveta classe Tamandaré, eu vejo mais vantagem em insistir nas novas corvetas, ainda que isso signifique redução no número de escoltas até isso se concretizar.

  82. Vale acrescentar que, em capacidade antiaérea, com essas OHP australianas (novamente friso, se a negociação realmente existir e os custos de aquisição compensarem), a MB ficaria com capacidade similar à chilena, que adquiriu de segunda mão duas fragatas holandesas Tipo L que utilizam mísseis Standard (até onde sei versão mais antiga que a operada nas OHP australianas) em lançadores MK13 e Sea Sparrow (teoricamente poderiam integrar ESSM caso a compra anunciada ano passado para modernização de suas Tipo 23, mas posta em dúvida pouco depois, se realizasse) de lancador MK29 conteirável. Os navios chilenos também usam radar DT para os mísseis Standard igual aos da OHP, com a vantagem de ter dois e não só um, e um DT diferente para alcance menor (para os Sea Sparrow). A vantagem dos navios do Chile é terem mais um radar de busca, nais um radar DT, porém com a desvantagem de usar mísseis de geração anterior. Seria enfim uma equiparação na MB a capacidades já existentes em outra marinha da América do Sul.
    .
    Mas tudo isso, reafirmo, só faria sentido com custos de aquisição compatíveis com nosso bolso e prioridades. Eu acho que seria algo difícil de concretizar, dadas as condições variáveis (bolso e prioridades) atuais e que, na próxima década, nossa força de escoltas deverá cair para uns 8 navios no total, entre fragatas e corvetas. Não muito diferente do que efetivamente opera hoje, pois parte dos onze atuais estão em prolongados períodos de manutenção. Assim, dos oito que acho que sobrarão na próxima década, uns cincos estarão efetivamente operando. Essa seria uma projeção que poderia ficar menos pior com a aquisição dessas três OHP australianas, se viabilizada financeiramente.

  83. Até onde li, os australianos compraram SM-2 IIIA para as OHP. Os mísseis foram adaptados para serem disparados do lançador.
    .
    Para os “Hobart”, compraram SM-2 IIIB.

  84. Marcelo…
    .
    não foi confirmado se as 7 “OHPs” serão de fato reativadas…a probabilidade é pequena pois
    haveria dificuldade em se encontrar 1400 tripulantes para elas e pagar pela reativação…é
    apenas mais uma ideia que eventualmente surge dentro da US Navy para mais rapidamente
    aumentar o número de unidades.
    .
    Mesmo assim, isso apenas seria feito, devido aos atrasos ocorrendo com as entregas dos
    “LCS”…esperava-se que 15 estariam devidamente comissionados até o fim de 2017 e a realidade é que apenas 11 foram entregues e dois nem mesmo foram ainda comissionados.
    .
    As fragatas da classe “Oliver Perry” já vinham sendo sub utilizadas…em missões contra o narcotráfico, ajuda humanitária e passando por navios “inimigos” durante a última fase
    de treinamento dos NAes e caso reativadas continuariam fazendo as mesmas coisas.
    .
    E para completar…ainda na década passada…quando existiam mais de 30 unidades em serviço na US Navy,as duas “Oliver Perry” que estavam baseadas no Japão, portanto, área de suma importância, foram substituídas por 2 “Arleigh Burkes” muito mais capazes.
    .
    Para quebrar um galho na US Navy ou qualquer outra marinha servem…

  85. Eu só estou incistindo em projeto obsoleto americano; porque qualquer suspeita de corrupção o Departamento de Justiça americano, manda prender em qualquer lugar do mundo. Vide José Maria Marin, que foi preso na Suiça e extraditado para o Estados Unidos, pois a FIFA prejudicou empresas americanas.
    Se a Alemanha for capaz de mandar prender corruptos em qualquer lugar do mundo, eu optaria pelas MEKO 200.

  86. Se a MB não desmentiu até até agora significa que tem um senhor incêndio de onde vem essa fumaça das OHPs,visto que não criou expectativa vamos aguardar esse aguardar ano acabar para ver se algumas coisas se concretizam a médio prazo se houver cash em 2018,este ano pode ser interessante é claro pode ser horrível também dependendo do tamanho do facão o ano que vem,curioso para ver se o SBR-1 sai mesmo o ano que vem ,como diria o profeta vamos aguardar.

  87. O fato é que a MB está adquirindo os UH-15 de manobra, os UH-15A de ataque de superfície e SH-16 de guerra anti-submarino e esses vetores e seus esquadrôes precisam de uma plataforma da qual possam operar! Pelo menos daria prá salvar suas operações, já que não temos algo para os AF-1 Skyhawks! Acho que a MB está se sentindo obrigada a adquirí-las para garantir o emprego da maioria da sua Aviação Naval!

  88. Eu entendo e concordo com os muitos argumentos excelentemente colocados pelo Nunao, mas vou sempre achar triste o fato de continuarmos a nos colocar como receptores de armamento de segunda… Se os australianos estão descomissionando esses navios, não deveria nem passar por perto a ideia de adquirí-los… Entendo que seria para substituir navios ainda mais antigos, que existe alguma urgência, etc., mas é uma postura incompatível com o tamanho de nosso PIB, do papel que pretendemos exercer em um mundo em rápida transformação, e com a aspiração por um assento no Conselho de Segurança.

  89. De fato não é o melhor das coisas adquirir assim de segunda mão,mas é o que temos para o momento e ainda que as Tamandares sejam levadas a sério levaremos pelo menos uns 4 anos ainda para ter a primeira o que ate lá as duas T-22 já terão dado baixa e provavelmente já estarão servindo algum exercício de treinamento,e claro na próxima década haverá mais opções no mercado de usados ,mas é evidente que as T-22 já estão o osso e essas fragatas podem agregar ao poder hangarear o Seahawk Sh-70 além de possuir capacidades das quais já foram descritas pelos amigos que já comentaram e descreveram aspectos que a qualificam como superior,a questão ao meu ver é entre interesse e concretização do fato.

  90. Realmente,
    Não me lembrava dos australoptecos disparando a SM2 block 3A. Na realidade não fazia a mínima ideia que um SM2 Block 3 poderia ser lançado de lançador conteirável.

  91. Famosa “compra de ocasião” nada mais é que uma marinha de guerra não se tornar uma guarda costeira gigante com 85 mil homens.

    E certamente os australianos que não são bobos nem nada, vão vender as 3 escoltas em único pacote, isso porque 2 marinhas já tem interesses nelas.

    Sem duvidas se a Armada do Chile fizerem essa compra, vão se manter mais hegemonia que já estão na AL

  92. Não consigo entender a mente do Brasileiro, pois se o infeliz do Brasil compra, este comprou sucatas, mas, se o Chile compra, este sabe fazer compras dentro da realidade e tem por finalidade a projeção de poder. O Chile pode o Brasil não ter condições nem motivos de projetar poder.

  93. O Chile tem rivais externos (Argentina, Peru e Colômbia); o Brasil tem inimigos Internos ( políticos, mst , “socialistas”, traficantes e rede g.obo de televisão), que simplesmente não podemos bombardear com canhões ou lançar bombas.

  94. marcelo km,

    O Chile está no estremo Sul da América do Sul enquanto a Colômbia está no extremo norte da mesmo. A Colômbia está longe do Chile. Os inimigos históricos do Chile são Peru, Bolívia e Argentina.

    Johan,
    “O Chile pode o Brasil não ter condições nem motivos de projetar poder.”

    Não se trata da compra mas sim do estado em que se encontram ambas forças. A MB pena pra manter parte da sua frota operando enquanto que o Chile mantem a sua frota com altíssimos índices de operabilidade, modernidade e eficiência, mantendo suas ameaças relativamente controladas, tendo um orçamento equivalente a 10% do orçamento da MB.

    Pra ter uma ideia. Acaba de ser anunciado no fim de setembro o orçamento pra 2018 e é de U$ 2,9 Bi. Mesmo assim, a ARCh é a mais moderno e poderosa força da América latina. Isso num país com apenas 17 milhões de habitantes.

    Não é o Chile que está bem. É o Brasil que se mantem muito aquém do que deveria.

  95. Johan,
    Tal vez mas ao meu ver, o problema da MB continua sendo gerencial. No importa quanto inchada esteja a MB, o problema está em que o volume de recursos é enorme e mesmo assim não dá.
    Os vasos navais estão defasados se considerarmos a importância geoestratégica e econômica do Brasil frente a seus vizinhos e no próprio mundo.
    Acho que é uma falha de apreciação sobre as prioridades da força.
    O que é mais importante, manter as unidades operativas e atualizadas ou manter aquele pessoal todo? Todo depende do ponto de vista e das prioridades de cada força.

  96. Glasquis 7,

    Exatamente, temos forças armadas com oficialato com visão de que, se surgir um conflito, já teremos pessoal treinado, mas os meios atingiram uma complexidade tão grande que não acredito que seria possível construí-los com a velocidade que foi na II guerra e, portanto, ficaríamos em sérios apuros. Não adianta termos profissionais “bem treinados” em equipamentos com tecnologia de 30 anos atrás e nem mesmo termos meios para tanta gente.
    Lembro de um editorial da revista “Força Aérea” em que um oficial da FAB descreveu a cena abaixo:
    Indiana Jones se viu cercado por um espadachim com a sua cimitarra com um perfeição dos movimentos que demonstrava anos de intenso treinamento o qual levou a perfeição no manuseio daquele armamento.
    O semblante de Jones de preocupação em enfrentar aquele exímio guerreiro ao ver toda aquela demonstração logo se tornou uma aparência de desdém, pois se lembrou que estava com sua arma de fogo. Então a puxou e, com um único tiro, pôs fim aquele que guerreiro que passou anos, quem sabe décadas, até chegar a perfeição o que não lhe foi útil, já que a tecnologia estava totalmente ultrapassada.
    Esta descrição foi passada para responder ao repórter, na época, a pergunta sobre a importância em substituir os já ultrapassados Mirage III.

  97. Acho que seria um grande erro, maior furada, navio velho, só tem 01 lançador de mísseis … mais vale um kit HMS Ocean + umas 3-4 Type 23 que já tem lançadores verticais e são mais novas ou outras opções, fragatas alemãs, holandesas ou mesmo fragatas novas made in South Korea…

  98. A única vantagem que vejo nas OHP é para a Gerra A/S – o Towed Array, se é que ainda têm, o sonar de casco que deve ser melhor que o EDO 997 e por fim a capacidade de operar com os Mh-60 SeaHawk da MB como aeronave orgânica

  99. diego…
    .
    as T-23s não foram nem cogitadas em se dar baixa…a primeira deverá se retirada somente em 2023 e não há nada disponível por parte de outros também.
    .
    As fragatas australianas ao contrário das similares americanas receberam um lançador de mísseis vertical de o silos para 8 SM-2s ou até 32 ESSM já que 4 deles cabem em cada silo.

  100. se vierem para substituir a lacuna dos CT e ainda assim vierem umas Type 23 para preencher a lacuna das FCG que já deram baixa e das FCN que em breve darão baixa ai já começa a ficar legal… Pense numa MB porreta: 03 OHP operando com Towed array e Seahawk + 4 Type 23 para substituir as 2 FCG que deram baixa e 01 ou 2 FCN que em breve devem dar baixa + 01 HMS Ocean no lugar do SP… já dá pra ficar feliz né?

  101. Dalton,

    Segundo a nota, 3 unidades Type 23 serão dadas de baixa de uma só vez assim que forem entregues as primeiras Type 26. Estas 3 unidades seriam as mais novas da Royal Navy e já teriam sido oferecidas ao Chile.

  102. Glasquis…
    .
    grato pelo link…estão no páreo as fragatas australianas e canadenses também…só acho estranho as canadenses e britânicas pois não há nada para substitui-las de imediato…a
    primeira T-26s só será incorporada lá por volta de 2023 quando a mais antiga T-23 está programada para dar baixa…se mudarem o cronograma…então além das 3 novas que o
    Chile estaria pleiteando as mais antigas terão que ir também e haverá uma falta grande de
    unidades pois as mais novas deverão ser substituídas pelas T-31s que já fala-se irão
    sofrer atrasos!
    .
    abs
    .
    não faz muito sentido…a primeira T-26 levará vários anos até ser comissionada ainda…cerca
    de seis anos portanto coincide com a proposta inicial de dar baixa nas T-23s a partir de
    2023.
    .
    Se resolverem dar baixa primeiro nas mais novas para serem vendidas ao Chile…a situação da Royal Navy irá complicar-se ainda mais pois as mais antigas terão que ir de qualquer jeito e é
    bem possível que as T-31s conforme li sofrerão atrasos!.
    .

    pois além das 3 que você relatou

  103. Dalton,

    Pelo que entendo, as Halifax estão em processo de modernização até 2018 mas já está sendo elaborado o plano de substituição da frota canadense por um navio de combate único pra superfície.
    Estas unidades não estão no páreo. Já são avançados os contatos por parte da ARCh e a interação com as empresas que realizam a modernização das Halifax. A ARCh contratou a Lockhed Martin Canada pra modernizar as Tipe 23 e tem participado em exercícios conjuntos com a RAC nos últimos anos. A aproximação entre ambas forças tem proporcionado num substancial estreitamento de laços. A ARCh tem colocado a disposição da RAC o seu abastecedor Alm. Montt: http://www.webinfomil.com/2017/08/buque-chileno-almirante-montt-finalizo.html
    Permitindo uma familiarização por parte da ARCh com as Halifax.
    Como sabemos que já está em andamento o estúdio pra sua substituição, estas fragatas seriam pra troca das Type L, a Type 22 e a mais antiga Type 23.

    Sobre as Type 26. Segundo informado pela BAE SYSTEMS, elas deverão ser incorporadas a partir de 2020. Assim sendo, substituiriam as Type 23 mais novas que viriam pra suprir as duas Type 23 restantes e as duas Classe M, deixando a ARCh com 4 Halifax e 4 Type 23 com um custo de aquisição moderado pra ARCh.

    Acho que as OHP Australianas estão sendo sondadas pra ter uma opção ante as Halifax ou pra ter um mixto de 2 Halifax e 2 OHP ficando com 3 classe de navios: 4 Type 23 multi-propósito, 2 Halifax e 2 OHP sendo estas últimas 4 divididas em 2 pra Defesa de Zona (Antiaéreas) e 2 pra combate Antissubmarino.

  104. Glasquis…
    .
    em 2020 se pode esperar o lançamento ao mar da primeira T-26…para mais uns 3 anos de
    trabalho atracada à algum pier…ou então os britânicos se tornaram os mais rápidos na
    construção naval e não fiquei sabendo !!!

  105. Estes que estão no Poder da linha FHC , tentarão destruir novamente a Nossa Construção Naval , farão todos os esforços para levarem encomendas da Petrobras para o Exterior , alegação Construção mais Cara , porém mais cara pelos Impostos do Estados brasileiro , os diminuindo ou equalizando , continuariam a arrecadar ;Encomendando no exterior o movimento comercial gerado pela Mão de Obra dos Estaleiros também cessaria . A Solução seria a criação de ZPEs ( ZONAS DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO ) em torno destes Estaleiros como o Atlântico Sul no Recife e o de Rio Grande , receberiam tudo isento de Impostos e Exportariam da mesma forma, os Custos ficariam a Níveis Internacionais !

  106. A Marinha do Brasil, adora compra navio velhos, se ele não presta mais no seu país de origem, como vai prestar aqui.

  107. Mais ou menos, Everaldo. A proporção de navios de segunda mão acho que foi até maior no passado.
    .
    Das 11 fragatas e corvetas atuais, só duas são de segunda mão.
    .
    Dos navios-patrulha que operam no Atlântico, 14 foram adquiridos novos (classes Grajaú e Macaé), três de segunda mão novos (Amazonas), e apenas quatro de
    segunda mão usados. Praticamente a mesma coisa vale para os navios-patrulha fluviais.
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    Todos os cinco submarinos classe Tupi e Tikuna foram adquiridos novos. E quatro S-BR estão em construção.
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    É em outros meios, os “anfibios” e de “apoio” que a proporção muda. O NDM Bahia e os NDCG foram adquiridos usados. O NT foi comprado novo.
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    Os rebocadores de alto-mar há tempos vem sendo comprados de segunda mão. Já os da hidrografia, há uma proporção perto de meio a meio, se não me engano.
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    Há fases em que as compras de oportunidade são mais frequentes, normalmente quando programas de reequipamento atrasam, e tem época que pode dar a impressão de que só se compra isso, mas se formos olhar a frota como um todo, não dá pra dizer que a MB “adora comprar navios velhos”.

  108. Everaldo Santos, um navio dar baixa em uma marinha não quer dizer que “ele não presta mais no seu país de origem”, mas sim que foi substituido em serviço por um navio mais novo e mais eficiente na sua função, esse navio que você e muitos outros estão chamando de lixo e velharia e mais valor militar e é mais eficiente que qualquer outro navio da américa latina, então é uma aquisição válida sim, desde que o valor seja bom e que o navio esteja em bom estado.
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    E pra quem está dizendo que o navio está obsoleto e não possui misseis, essa OHP é australiana, portanto, os navios foram modernizados e receberam containers MK-41 na proa com 8 celulas cada celula dessa podendo lançar 1 SM-2, 1 VL ASRoc, 1 Harpoon ou 4 ESSM, então mesmo que inutilizem o lançador MK-13 (mais a ré na proa) o lançador MK-41 poderia operar uma combinação de 4 SM-2 + 16 ESSM ou 4 SM-2 + 8 ESSM + 2 Harpoon ou 8 ESSM + 3 Harpoon + 3 VL ASRoc, entre outras combinações, o que daria a MB uma capacidade modular de operação inedita, muitos podem dizer que seriam poucos misseis, mas temos que botar na balança que de nada adianta muitos silos vazios, pois seria a realidade da MB com um Arleigh Burke por exemplo), isso claro sem contar com o lançador MK-13, mas se ele se mantiver operacional por mais uns 10 anos seria melhor ainda.
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    Ainda tem o pró da manutenção, pois a grande parte dos spare parts do navio ainda são fabricados, radares ainda são usadoa na Us Navy, turbinas LM 2500 amplamente usada e ainda em produção (diferentemente das RR Tyne e RR Olimpus) e etc
    resumindo, recomendo a compra se o valor pedido pela Australia permitir um bom custo beneficio

  109. Glasquis…
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    o que a BAE Systems diz…é “2020s”…o “s” faz toda a diferença porque significa que estarão operacionais em algum ponto da década de 2020 e não já em 2020.
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    Os T-45s levaram cerca de 6 anos para serem completados…e mais um ano até serem declarados “operacionais”.

  110. Dalton,
    O que a BAE diz e que estarão prontos A PARTIR de 2020.
    Essa é a informação oficial e essa com a qual a ARCh trabalha e a ARCh não tem como costume errar por muito.

  111. Então tá Glasquis…daqui 3 anos veremos se a primeira T-26 estará devidamente comissionada.
    Há informações pela própria “BAE’ que dizem ao longo da década…2020s…

  112. Dalton,
    veja bem, eu postei “A PARTIR” ou seja, poderão ou não estar operativas em 2020. De qualquer forma, a ARCh já está com seu lugar garantido na fila, seja isso em 2020, 2025, 2030 ou quando for.
    Não quis em nenhum momento desmentir a sua colocação, apenas aportar um dado a mais pra apimentar o debate.

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