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Piloto da MB realiza primeiro voo em helicóptero Lynx modernizado

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Primeiro AH-11B Super Lynx modernizado na Inglaterra
Primeiro AH-11B Super Lynx modernizado na Inglaterra

No dia 26 de março, um piloto do Esquadrão HA-1 da Marinha do Brasil realizou o primeiro voo em um helicóptero Lynx modernizado (AH-11B).

O voo marcou o início da parte prática do curso Co-Pilot/TACCO Difference Course, voltado para a conversão dos copilotos do Esquadrão HA-1 ao novo modelo MK21B.

Ao fim do curso, realizado na sede da empresa, em Yeovil – Reino Unido, entre 5 de março e 10 de abril, foram realizadas 20 horas de voo para os quatro copilotos participantes.

O Programa de Modernização das aeronaves Super Lynx prevê a entrega, ainda este ano, de três das oito aeronaves a serem modernizadas, com as demais sendo recebidas pela Marinha do Brasil até 2020.

FONTE: Marinha do Brasil

24 COMMENTS

  1. A MB não teria interesse de adquirir mais algumas unidades de SL, já que algumas destas foram retiradas de serviço da RN a pouco tempo? Valeria a pena modernizá-las também?

  2. Continuam no padrão atual, mantendo um mínimo em operação, até que se complete a modernização das oito células que foram selecionadas para modernização por oferecerem melhor perspectiva de ampliação da vida útil. E então as não modernizadas serão desativadas.

  3. Será que vão integrar o Marlim (MANSUP-01) nos novos Linx,s ?
    O que aconteceu com o interesse da MB nos drones helicópteros, tipo Schelber cam copter-100?
    Vale ressaltar que hoje empresa Flight Tecnologias possui o FH-200!
    E quanto ao Sea Eagle?
    A Fligth também possui produto similar ou melhor.

    • Foxtrot, sobre Mansup versão aerotransportada e Super Lynx, a pergunta não faz sentido: o peso e tamanho de misseis da categoria do Mansup não combina com helicópteros da categoria so Super Lynx, tanto que o Exocet não é empregado por helicópteros desse porte, e sim maiores, como Super Puma.

  4. Não conheço essa denominação Marlim, mas o MANSUP é SUP-SUP, ou seja, a plataforma lançadora é um meio de superfície… temos um projeto para MANAER (AR-SUP), mas vai demorar para sair da prancheta… abraço…

  5. Nas asas rotativas a Marinha do Brasil deve gastar cada centavo dos seus parcos recursos, seja em tempo, homens e materiais, por uma simples questão de prioridades dentre as possibilidades! Estamos ainda desembolsando US$ 1 milhão para formar pilotos nas inúteis (para nossas necessidades, possibilidades e realidades) asas fixas? Se sim, são gastos em uma estupidez rotativa!

    “Invenire Hostem et Delere”? Seu inimigos estão a bordo! São a falta de foco e de prioridade! Encontrem-os e destruam-nos!

    Se querem sonhar com algum vetor aéreo moderno no futuro de médio ou longo prazos (espero o meio termo) sobre novas embarcações, então sonhem com o Wildcat sobre as Tamandarés e/ou sobre FREMMs! Isso é planejamento proficiente não projeto tresloucado!

    • “(…) O problema é que o custo atual de se qualificar um aviador naval nos Estados Unidos gira em torno de 2 milhões de dólares.” (Os dilemas da administração Leal Ferreira na Aviação Naval – 14 de Fevereiro de 2018)

      Está pior que eu pensava: US$ 2 milhões! Não há dilema algum se confrontarmos aquele post e o presente.

      A decisão é clara e uma só, ao menos se esse assunto for debatido entre sérios homens do mar e não ébrios homens num bar . . .

      • Nesse ponto somos da mesma trincheira: não faz sentido gastar agora com formação de pilotos para aviação embarcada, que não terá barco por pelo menos 30 anos, a meu ver. Nem o piloto nem a doutrina serão aproveitados, melhor economizar essa verba e refazer a doutrina no futuro, se porventura alguma mágica fizer por aqui aparecer algum NAe.

    • “(…) Não há nenhum sentido em ter porta-aviões preparados para o combate armados com jatos F-35, se você não conseguir colocar alguém em terra”. (Royal Navy pode ter que desativar navios anfíbios e helicópteros Wildcat – 6 de outubro de 2017)

      Sem adentrar no juízo de valor das escolhas da Marinha Real, e o nível de especulação ou realidade da notícia, não obstante onde houver fumaça pode não ser apenas ‘fog’, mas a RN está elegendo suas prioridades diante das limitações orçamentárias!

      Lá há homens do mar! E sóbrios apesar dos famosos pubs!

      E a poderosa Marinha do Brasil quer ter, suprir, manutenir, tripular Linx, Skyhawk, Trader da sua multifacetada aviação naval!

      E durmam com um barulho de motores desses!

    • Para mim isso tem nome é sobrenome: improbidade administrativa!

      Que é caracterizada, em apertadissima síntese segundo a moderna doutrina, pela violação aos princípios da moralidade, impessoalidade e economicidade [na melhor das hipóteses do caso presente] e enriquecimento ilícito no exercício das funções públicas, a partir da lei que rege a matéria.

      A MB deveria paralisar todos os seus gastos na aviação de asa fixa, sabidamente inúteis num horizonte visível, hoje.

      • Só para não deixar passar, kkkk…
        Já nesse caso estamos em trincheiras opostas. Entendo que os poucos A-4 ainda significam um razoável potencial defensivo contra invasões aquáticas ou terrestres, ainda mais em face da pequena quantidade de F5 e A1 disponíveis. E para mim o VF-1 é a esperança de um dia termos uma pequena aviação naval de asa fixa de ataque, não embarcada, competente e moderna, de forma a termos, junto com submarinos, uma verdadeira defesa de nossa costa e ZEE (aviões bem armados, e não navios, parecem-me ser a principal defesa costeira). Exceção seria se a FAB assumisse tal papel, o que historicamente e previsivelmente não tem ocorrido.
        .
        Essa é uma das “pautas fixas” aqui no blog. Ter ou não ter aviação naval de ataque (asa fixa)??

        • Infelizmente é uma pauta fixa, Nilson. Antes de “dever ter”, a questão de fundo é “poder ter”. E a resposta é tão evidente diante da quase falência operacional da Marinha do Brasil que causa-me espécie essas notícias da aviação naval (de asa fixa) nas mídias oficiais com jargões ufanistas e retóricas panfletárias. Preocupa-me muito ver homens sexagenários, à frente de uma instituição armada, agirem assim. Se não acreditam no que falam – pelos fatos que todos veem – agem dissimuladamente, se acreditam no que falam – apesar dos fatos que todos veem – agem imaturamente. De um ou outro modo é deprimente. A República precisa ser refundada, e as Forças Armadas não são exceção.

  6. Reformar sai mais em conta estamos num ano eleitoral é a vontade do governo atual não poderá ser validada por outro,na dúvida reformem e compre os navios helicóptero canhões e obuseiros.Aproveitemos pois o novo presidente não pode ser agradável aõ EUA.O EB se ficart marcando toca e não comprar o supercobra pode ficar sem nada esperando helicóptero novos. É a marinha que compre o albion está todo revisado é dará uma capacidade inédita.Olhe que o chile está de olho em qualquer vacilada brasileira.

  7. Os antigos misseis Sea Skua foram projetados para lançamento dos Lynx. Eram colocados quatro nos cabides externos da aeronave.

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