Home Indústria de Defesa Depois de 10 anos, US Navy compra mísseis antinavio para seus LCS

Depois de 10 anos, US Navy compra mísseis antinavio para seus LCS

5655
37
Dez anos após o primeiro navio LCS ser comissionado, a Marinha dos EUA finalmente ordenou um míssil de longo alcance para esses navios, cuja única arma é uma torre de 57mm. O Naval Strike Missile é feito pelo grupo Kongsberg da Noruega. (Foto de Kongsberg)
Dez anos após o primeiro navio LCS ser comissionado, a Marinha dos EUA finalmente encomendou um míssil de longo alcance para esses navios, cuja única arma é uma torre de 57mm. O Naval Strike Missile é feito pelo grupo Kongsberg da Noruega. (Foto de Kongsberg)

A Raytheon recebeu contrato que pode chegar a US$ 848 milhões para equipar os Littoral Combat Ship

O Naval Strike Missile – NSM, de fabricação norueguesa, foi oficialmente selecionado para servir como arma antinavio do Littoral Combat Ship, de acordo com um anúncio do Pentágono na quinta-feira.

O contrato de US$ 14,8 milhões concedido à Raytheon comprará o primeiro lote de mísseis que serão incorporados às variantes “Freedom” (LCS-1) e “Independence” (LCS-2) dos Navios de Combate Litorâneos como parte dos fundos do Ano Fiscal de 2018 para pesquisa e desenvolvimento de armas OTH – Over The Horizon. O valor pode crescer para US$ 847,6 milhões se todas as opções de contrato forem exercidas.

O contrato determina a entrega dos mísseis “conteinerizados” da Kongsberg, carregados em mecanismos de lançamento; e um único pacote de controle de tiro. ”O contrato não especificou quantos mísseis estão incluídos, mas o valor deve cobrir cerca de uma dúzia de mísseis.

O NSM subsônico está em serviço na Marinha Real Norueguesa desde 2012. A arma tem um alcance de cerca de 100 milhas náuticas com um custo ligeiramente menor do que o míssil de cruzeiro Raytheon Tomahawk Block IV (a Marinha cita o preço por unidade dos TLAMs em US$ 569.000 no ano fiscal de 1999 (cerca de US$ 868.000 em 2018, ajustados pela inflação).

USS Freedom (LCS-1) e USS Independence (LCS-2)

37 COMMENTS

  1. Será o único míssil de origem estrangeira nas forças armadas americanas depois de muitos anos. O último foi o Penguin, do mesmo fabricante. Antes tinha também o Popeye, israelense.
    Esse é o começo do fim do Harpoon!
    Agora as LCS vão ficar muito bem armadas:
    1 canhão Mk-110 (57 mm)
    2 canhões Mk-46 (30 mm)
    1 sistema RAM
    32 mísseis SSMS (Longbow)
    8 (?) NSMs

    No futuro deverão receber os LRASMs, que deverão poder ser lançados de lançadores inclinados individuais instalados no convés.

    • Bosco,
      O míssil Harpoon será substituído pelo míssil de cruzeiro Raytheon Tomahawk Block IV TLAM, que terá capacidade anti-navio. A certificação para os mísseis começará ainda em 2019.
      Enquanto isso a marinha dos EUA comprará alguns misseis estrangeiros pra servir de míssil “tampão”.

      • Fox,
        Mas o Tomahawk Block IV com capacidade antinavio (TASM) só será levado por navios que contam com os lançadores Mk-41/Mk57. Nos demais o Harpoon irá coexistir com o NSM até provavelmente ser totalmente substituído por este.

        • Há! E tem a possibilidade do LRASM vir a ser lançada de lançador instalado no convés e aí provavelmente iria substituir o NSM.

        • Acredito que o que o Fox falou eata correto. Nao se trata do Tasm, que ja foi aposentado a anos, mas sim de uma nova capacidade adicionada aos TLAMs para ASuW.

        • Blind,
          Realmente me equivoquei na sopa de letrinhas. A nova versão com capacidade antinavio do Tomahawk é denominada de MST (Maritime Strke Tomahawk).
          A denominação TASM era da antiga versão antinavio, que era exclusiva contra navios e não tinha capacidade de ataque terrestre, e que foi retirada de serviço na década de 90.

  2. Bosco…
    .
    dependerá da configuração…a maioria dos “LCSs” será para guerra de minas, 14 unidades
    incluindo 2 dos 4 navios iniciais que serão usados para testes.
    .
    Outros 9 incluindo um dos 4 navios testes serão configurados para ASW e outros 9
    incluindo o outro navio teste serão configurados para SUW.
    .
    Isso dá um total de 32 LCSs, mas acredito que apenas os configurados para SUW receberão
    os mísseis anti navios.
    .
    abraços

    • Daltão,
      O que irão colocar nas áreas dos módulos de missão para cumprir missão antiminas e antisubmarino?
      A versão antiminas deve usar os canhões Mk-46, que ocupam dois “espaços”. Sobra um. O que irão por lá? E nas configurações ASW? O que vão instalar nos espaços que serve pra ASW??

  3. Dalton,
    Sem dúvida! Mas é essa que eu “gostio”. rsrsss
    Mas se bem que os locais designados aos módulos de missão (3 em cada) não serão os utilizados pelos mísseis NSM, que provavelmente serão instalados em lançadores à frente da superestrutura.
    Ou seja, se Deus quiser (rrsssssssssssssss) os LCSs de “qualquer configuração” serão armados com SSMs.

    • Bosco…
      .
      pelo que entendi, cada LCS independente da configuração terá o canhão de 57 mm, algumas .50 e o RAM/SeaRAM…todo o resto incluindo helicópteros tripulados ou não e duas tripulações para cada navio, incluindo o pessoal do módulo atenderão configurações específicas…posso estar errado, mas, não faz muito sentido ter mísseis anti navios nos navios configurados para guerra de minas até porque não haverá um estoque ilimitado de mísseis.
      .
      abs

        • Se é que tal doutrina será de fato efetivada Boscão…duvido que todo navio da US Navy venha a ser armado ou mais armado do que já está…de boas ideias o inferno está cheio… há quem queira por exemplo instalar mísseis Harpoon nos “EPFs” da classe “Spearhead”…mas, quem pagará por tudo isso ?
          .
          Estão prolongando um pouco a vida dos navios de guerra de minas “Avenger” devido aos atrasos no programa LCS, mas, alguns LCSs eventualmente irão operar baseados no Golfo Pérsico e serão de qualquer
          forma muito mais armados que os “Avengers” e outros LCSs com o módulo de guerra de superfície, aí sim armados até os dentes , também deverão ir para lá complementar e eventualmente substituir os PCs da classe Cyclone.
          .
          Vai demorar um pouco para tudo isso funcionar…há poucos LCSs ainda, mas, será interessante.
          .
          abs

          • Admiral Dalton,
            .
            LCS caríssimo e sofisticado substituindo os baratos e simples Patrol Craft classe Cyclone faz sentido apenas para o almirantado norte americano.
            .
            Cada casco com sua missão.
            Arriscar um Cyclone próximo à uma ilhota no Golfo Pérsico para desembarcar uma equipe de SEALs é uma coisa, arriscar um navio como os Freedom ou Independence é outra coisa, com alguns milhões de dólares a mais.
            .
            Abraço,
            Ivan, o antigo.

  4. Um revisão dos mísseis estrangeiros utilizados pelos EUA:
    SS-10 – francês – substituído pelo ENTAC
    SS-11 – francês- substituído pelo TOW
    ENTAC – francês- substituído pelo TOW
    Popeye – Israelense – substituído pelo AGM-130, JASSM-ER, etc.
    Penguin – norueguês – substituído pelo Hellfire II

    Alguns outros foram testados mas nunca adquiridos: Roland, ADATS, Starstreak, etc.

    Alguns que podem vir a ser adquiridos: Stunner (David’s Sling) e Tamir (Iron Dome).

    • Prezado,

      Por que o País líder mundial em tecnologia, particularmente a tecnologia bélica, iria exigir ToT de um míssil com este (ou qualquer outro ) ?

      Dependendo do caso eles exigem sim construção de fábrica e mão-de-obra americana. Vide o exemplo da Embraer no Projeto LAS com os Super Tucano.

      Portanto ……………

  5. Vejo porque os EUA não desenvolve misseis supersônicos iguais a Rússia, e até a India,esses misseis subsônico podem ser interceptados mais facilmente.Gostaria que o Brasil antes de desenvolver um misserl naval de longo alcance compra-se o Brahmos indiano e armasse algumas fragatas com ele.Séria um grande poder nde dissuasão por um preço razoável.

    • Ronaldo,
      O porquê dos russos optarem por mísseis supersônicos e a OTAN optar por mísseis subsônicos não tem nada a ver com maior ou menor capacidade de ser interceptado.
      Isso já foi discutido na Trilogia algumas dezenas de vezes e nos fóruns de discussão mundo afora algumas milhares de vezes.
      O fato dos mísseis russos serem supersônicos é uma necessidade que é fácil de ser compreendida, e não representa necessariamente uma vantagem.
      Primeiro, os soviéticos visavam os grandes porta-aviões americanos, que pesavam 70 mil toneladas. Para neutralizar um navio desse porte é preciso uma grande carga bélica. Nada menor que 500 kg seria aceitável. Uma grande carga precisa de um míssil igualmente grande para ser levada até o alvo.
      Além disso, um porta-aviões americano tem supremacia aérea em torno dele num raio de pelo menos 500 km. Só aí já temos duas complicações: um alvo grande que precisa ser atingido de longe. O míssil tem que ser beeeemmmm grande.
      Não bastasse isso, um míssil lento (subsônico) levaria 30 minutos para atravessar esses tais 500 km, o que dá condições dos caças supersônicos o interceptarem e o faria alvo fácil para as defesas dos navios.
      Daí, o jeito é fazer mísseis mais rápidos, e chegamos nos famosos mísseis … supersônicos.
      E temos mísseis com 7 toneladas, como o SS-N-19, que é o maior exemplo desse conceito.
      O problema estaria resolvido para o lado dos russos/soviéticos se esses mísseis tivessem uma assinatura radar e térmica diminuta, voassem rente ao nível do mar (sea skimming) e fossem super manobráveis, mas infelizmente a física não perdoa e um míssil desses tem que voar alto, tem uma imensa assinatura térmica e radar e são literalmente “engessados”.
      Tudo isso junto, apesar da velocidade alta, facilita a interceptação seja pelos caças seja pelos sistemas AA dos navios.
      Dos AS-4 e SS-N-19 até hoje houve vários avanços na forma de mísseis como o Moskit, o Brahmos, o 3M54K , o Kinzhal e o Zircon, mas os russos ainda estão tateando em volta do escudo levantado em volta de um porta-aviões e até hoje não se decidiram quem vai levar o título derradeiro de “exterminador de porta-aviões”, tantas vezes aclamado mas sempre substituído.

      • Desses mísseis antinavios de alta velocidade que eu respeito é o Brahmos/SSN26 e o 3M54K. Esses são mísseis avançados com propostas inteligentes e que não buscam vencer só por conta da “força bruta” da velocidade. Nem esse Kinzhal me convence e aliás nem se sabe se terá função antinavio ou se será estratégica/nuclear.
        Outro míssil avançado supersônico é o japonês XASM-3 que deve estar operacional esse ano. Ele é leve (pesa menos de 1 t) e é altamente furtivo.

      • Bosco 1 de junho de 2018 at 23:43

        Seus comentarios tecnicos sao sempre brilhantes Bosco.

        Bosco, com base na sua resposta para o Ronaldo, me diga, no seu ponto de vista qual seria a estrategia ideal para suplantar as defesas de uma força tarefa de um porta avioes? Se vc fosse o comandante de um país que tivesse que se defender da frota americana nucleada num porta avioes, qual seria a sua estrategia? Um ataque de saturacao igual o outro forista comentou?

        • MG,
          Eu faria exatamente o que a Rússia e a China estão fazendo. Não tem outro jeito.
          Ataque de saturação com mísseis supersônicos e hipersônicos, tentando entrar no perímetro de defesa na base da força, combatendo na base do mano a mano os caças e chegando na zona de lançamento e lançando a maior quantidade possível de mísseis de alta velocidade.
          Isso, até que tivesse meios furtivos mais efetivos, tanto de ataque como de reconhecimento. Quando russos e chineses tiverem meios de ataque stealths (nível VLO) a coisa muda de figura e aí será possível penetrar furtivamente para coordenar um ataque de muito longe (misseis com o Kh-32 com 1000 km de alcance, como o Kinzhal ou o ASBM chinês) ou atacar diretamente.
          Valeu!

    • Vale salientar que hoje os EUA têm dois mísseis antinavios supersônicos, o SM-6 e o HARM/AARGM.
      Fala-se também que estariam desenvolvendo uma versão antinavio do Iskander e com certeza o USA contará com versões antinavios do futuro míssil PrSM (antigo LRPF), que deverá também ser lançado por aviões.

    • Enquanto a Rússia previa o uso dr seus mísseis ASM por bombardeiros a US Navy prévia o uso por caças táticos. Enquanto os EUA possuem um escudo com caças e aeronaves AEW&C a marinha russa estava limitada ao horizonte radar e não tinha caças embarcados. No fim os EUA optaram por mísseis compactos e furtivos e a Rússia por mísseis do tamanho de um caça e supersônicos. Ironicamente os mísseis subsônico e mais furtivos é que possuem um histórico comprovado de sucesso.

  6. Essa ideia de alta velocidade é como o Bosco descreve um tanto ilusória, porque as distâncias são muito grandes e mesmo com velocidades hipersônicas os sistemas de mísseis norte americanos tem tempo de reação para abater qualquer coisa que venha do alto independente da velocidade.

    Na minha opinião o pulo do gato para atacar uma força capitaneada por um porta aviões nuclear, se encontra na saturação, claro que no meio do oceano esta prática é muito difícil de ser implantada pois aí trata-se de um combate esquadra versus esquadra.

    Mas quando o grupo tarefa esta próximo da costa, talvez seja possível. O Irã tem montado esta tática de guerra assimétrica, com o uso kamikase de seus guardas revolucionários, claro que com poucas chances de sucesso, visto o usarem tecnologia básica.

    Mas a ideia básica é a saturação. Com o avanço cada vez maior da inteligencia artificial, poderão no futuro ser concebidos: drones que lancem dispositivos de engodo ou mísseis menores produzindo múltiplos alvos pequenos, que terão que ser destruídos pelos caros mísseis norte americanos sob pena de que se um passar possa atingir as belonaves; Pequenos submarinos não tripulados que serão uma dor de cabeça absurda para detectar e destruir; Pequenos barcos não tripulados com características furtivas, podem se aproveitar da confusão para chegar perto e produzir ataques suicidas. Misseis balísticos com orientação terminal se juntam a festa. Multiplique tudo por centenas e aí se tem algum resultado.

    O recente ataque de um barco não tripulado com carga explosiva, uma ogiva de míssil Termit russo, contra a fragata da Árabia Saudita é um exemplo das formas não convencionais. O Pantsir atingido por um drone na Síria outro exemplo. Centenas de drones, barcos não tripulados, mísseis de cruzeiros, balísticos e armas submarinas todos ao mesmo tempo poderão vencer. O futuro pertence a guerra robótica.

  7. José Luís
    A guerra robótica é uma realidade. Temos em ação muitos exemplares de armamentos robóticos como vc listou. A grande pergunta que fica no ar é a seguinte: e nós, no Brasil, o que adotaremos como armas nos nossos navios, aviões e carros de combate? E os nossos programas de misseis, que mal ou bem vão se desenvolvendo? Deveremos colocar mais verbas para recuperar a dianteira que os demais paises já conseguiram? Ou fazer como nesse caso, dos EU, que compraram um missil Noruegues, adequado para suprir suas deficiencias?

  8. Só acrescentando que a empresa norueguesa é parceira de uma empresa americana, a
    Raytheon , que construirá os mísseis em solo americano utilizando mão de obra americana,
    então não é exatamente “comprar de prateleira”.

  9. Arrisco a escrever Marcelo que essa parceria, já antiga, entre a empresa americana e a norueguesa foi fundamental para à US Navy aceitar o míssil e a participação americana conforme
    li poderá aumentar para 25% ou mais.

  10. Fazendo um exercício de raciocínio temos para mísseis diversos (com RCS de 0,1 m²), tendo em vista um navio como o Arleigh Burke, com radar a 20 m de altura, os seguintes tempos de reação:
    1- míssil subsônico (300 m/s) a 3 metros do nível do mar (ex: Exocet) : 83 segundos (1 minuto e 23 segundos)
    2- míssil supersônico Mach 1.5 (510 m/s) a 15 metros do nível do mar (ex: Brahmos): 66 segundos (1 minuto e 6 segundos)
    3- míssil supersônico Mach 3 (1000 m/s) a 14.000 metros do nível do mar (ex: Brahmos): 400 segundos (6 minutos e 40 segundos)
    4- míssil hipersônico Mach 10 (3 km/s) a 40.000 metros do nível do mar (ex: Kinhzal): 133 segundos (2 minutos e 13 segundos)


    *míssil subsônico stealth a 3 metros do nível do mar (ex: NSM e LRASM): ???? Chuto menos de 15 segundos.

    https://mostlymissiledefense.com/2012/08/03/ballistic-missile-defense-the-aegis-spy-1-radar-august-3-2012/

    http://members.home.nl/7seas/radcalc.htm

    • Fui dar uma olhada em sites russos e indianos e eles alegam que o Brahmos pode fazer Mach 2 a 4 a 5 metros de altura do nível do mar.
      Então fica assim para o Brahmos a 4 metros e a Mach 2: 38 segundos de tempo de reação.

      Concluindo, do modelo que dá mais tempo para o modelo que dá menos tempo de reação, temos:
      1- Brahmos a 14.000 metros e Mach 3: 400 segundos
      2-Kinzhal a 40.000 metros e Mach 10: 133 segundos
      3- Exocet a 3 metros e Mach 0.9: 83 segundos
      4-Brahmos a 4 metros e Mach 2: 38 segundos
      5-NSM a 3 metros de Mach 0.9: 15 segundos (chute meu).

  11. A aquisição do NSM vai de encontra a uma necessidade emergente na USN. Sem dúvida há uma gap na capacidade antinavio de superfície americana quando comparada com a capacidade de russos (e provavelmente de chineses).
    O único sistema antinavio OTH operado por unidades de superfície se limita ao míssil Harpoon, que apesar de ainda dar conta do recado, já se mostra exaurido nas suas potencialidades e só teria chances contra unidades navais russas se combinado com uma tática de saturação.
    Para sanar esse gap “OTH” os americanos estão introduzindo os mísseis SM-6 Dual II, com capacidade antinavio e alcance de prováveis 400 km.
    Também irão introduzir o Tomahawk MST para navios dotados do lançador Mk-41/Mk-57 e o NSM para os LCS.
    E com a introdução do Standard MR SM-2 Block III C e do ESSM Block 2 e mais dois mísseis supersônicos se somarão ao inventário antinavio.
    Em relação à capacidade antinavio OTH aérea (lançada de aeronaves) a situação é bem menos inquietante, havendo diversos meios, alguns inclusive que poderão se combinar com o caça stealth F-35, que atuaria como um multiplicador de forças sem precedentes no combate naval, não só no papel de vetor de armas como de plataforma de ISTAR. Esses meios são:
    mísseis Harpoon, SLAM-ER, HARM, AARGM, MALD-J/N
    bombas planadoras: JSOW-C1, SDB-2
    Para o futuro a curto prazo ainda se somarão os mísseis LRASM, o JSOW-ER, o JASSM/CHAMP, o AARGM-ER e possivelmente versões avançadas do MALD com capacidade de ataque direto.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here