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O destroier USS Paul F. Foster (DD 964) foi descomissionado no dia 27 de março de 2003, mas ainda continua trabalhando, desta vez pelo Naval Surface Warfare Center de Port Hueneme, como Self Defense Test Ship (SDTS).

O navio, agora como EDD 964, é operado por controle remoto em missões de testes de mísseis antiaéreos e outros sistemas defensivos para a Marinha dos EUA.

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Testes do CAAM

Os trabalhos do projeto CAAM (Common Anti-Air Modular Missile) continuam. O míssil deve entrar em serviço em 2016 nas forças britânicas substituindo os mísseis Rapier e Sea Wolf. O CAMM é baseado no míssil ASRAAM. A versão terrestre terá alcance de 25 km (contra 8 km do Sea Wolf). As versões terrestres e navais terão barbatanas dobráveis para disparo vertical. Serão disparados com a técnica “soft vertical launch” sendo ejetados do tubo por um pistão. Pequenos motores foguetes irão direcionar o míssil para o alvo antes do motor foguete principal ser acionado. A imagem acima mostra os testes de disparo do lançador terrestre. Sem a necessidade de tubos de desvio da fumaça do motor e por ter um corpo de menor diâmetro será possível instalar quatro mísseis no lugar de um lançador vertical do Sea Wolf. O CAAM usará guiamento terminal por infravermelho com atualização de dados por datalink. A versão ar-ar poderá ser uma família de mísseis com sensores ativos e passivos.

 

A Marinha vietnamita contou com embarcações de construção russa no passado

 

A Marinha do Vietnã recebeu seu primeiro navio de guerra fabricado localmente, equipado com sistemas de artilharia e de mísseis, informou a imprensa local. A empresa de construção naval Hong Ha começou a construir o modelo em 2009 e testou o navio no ano passado.

O projeto teria sido comprado de uma empresa estrangeira. Um alto funcionário da marinha disse que o navio vai patrulhar as águas territoriais do país, em meio a crescentes tensões no Mar da China Meridional.
Existem tensões em curso entre Vietnã e China sobre disputas marítimas territoriais.

No ano passado, ocorreu um confronto entre um navio de pesquisa de de óleo e gás vietnamita e barcos de patrulha chinesa, o que provocou manifestações anti-China em Hanói.
O novo navio tem 54m de comprimento e tem um alcance operacional de mais de 2.000 milhas náuticas.

O Vietnã disse que pretende construir mais navios de guerra no futuro. No momento, a maioria dos seus navios vêm da Rússia e da antiga União Soviética.

FONTE: BBC

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Na segunda-feira, 9 de janeiro de 2012, a fragata F-105 “Cristóbal Colón” (Cristóvão Colombo), em construção para a Marinha Espanhola no Estaleiro Fene-Ferrol da Navantia, realizou a manobra de saída da doca n º 2 do estaleiro, após um período de docagem para o condicionamento do casco para as provas de mar dos sistemas da plataforma, que estão agendadas para março de 2012.

Da mesma forma, e durante todo este mês, ocorrerá a integração completa de testes funcionais de subsistemas do sistema de combate, cujas provas de mar terão lugar no mês de maio. A construção da fragata está agora em fase final de conclusão e teste de armas, com a entrega final esperada pela Armada Espanhola em julho deste ano.

Apesar da fragata F-105 ser uma continuação das quatro irmãs da série F-100, o novo navio incorpora soluções de design e aplicações de tecnologia no século atual. O resultado é um novo projeto, comparado aos navios mais avançados do mundo, capaz de enfrentar os desafios mais exigentes às ameaças presentes e futuras, especialmente os pontos a seguir:

  • Desempenho multifunção excelente em todos os estados de mar.
  • Escolta oceânica de grande capacidade.
  • Otimizado para funcionar como navio de comando e controle em um ambiente de conflito, capaz de operar integrado com uma frota aliada e fornecer cobertura para forças expedicionárias.
  • Pronto para operar em áreas costeiras e em alto mar de forma flexível, de acordo com as exigências de cada situação de conflito.
  • Elevada capacidade antiaérea.

Também são dignas de nota as seguintes melhorias para o F-100 série:

  • Sistema Aegis da Lockheed Martin em torno do Radar SPY-1D (V).
  • Integração do Sistemas Aegis a novos sensores e armas através de uma nova versão nacional de sistemas de CDS desenvolvido pela Navantia Faba.
  • Sistema de Controle de Nova Plataforma Integrada desenvolvido pela Navantia Faba.
  • Atualização do Sistema de Rede de Distribuição de Dados de Navegação.
  • Motores propulsores Navantia / Caterpillar Bravo 16V.
  • Novo sistema para “abastecimento no mar”.
  • Propulsor retrátil propulsor para manobras e emergências.

Vale ressaltar que a excelência da fragata F-105 tem encontrado o seu melhor respaldo na eleição da Navantia, pela exigente Marinha Australiana,  como projetista dos seus destróieres AWD, atualmente em construção, cujo projeto se baseia na F- 105.

Fragata F-105  ”Cristóbal Colón”

Principais Características:

  • Comprimento: 133,20 m.
  • Deslocamento de carga total: 6.041 t.
  • Calado com carga total: 5,00 m.
  • Velocidade máxima: 28,5 nós
  • Velocidade de cruzeiro: 18 nós
  • Alcance em velocidade de cruzeiro: 4.500 milhas
  • Tripulação: 234 pessoas

Destaques da construção:

  • Número de compartimentos …………………….. 573
  • Toneladas de aço de casco ………………… 2.450 t.
  • Metros de cabos ……………………………….. 315.000 m.
  • Metros de tubulações ………………………………. 37.000 m.
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O terceiro navio de comando e projeção de força da Marinha Francesa BPC Dixmude, da classe “Mistral”, foi entregue à agência francesa de compras de defesa (DGA) três meses antes do cronograma inicial do contrato.

A DGA teve a entrega formal do navio em 3 de janeiro de 2012. Este sucesso é o resultado de extraordinária cooperação entre as indústrias parceiras DCNS e STX France. A concepção, construção e testes do navio foram realizados em estreita parceria com a DGA e equipes da Marinha Francesa.

Gérard Longuet, o ministro francês da Defesa e Assuntos dos Veteranos, elogiou esta conquista depois du uma vista ao BPC Dixmude em Toulon, no sábado, dia 14 de janeiro de 2012.

A DGA encomendou o BPC Dixmude em abril de 2009, no âmbito do pacote do governo francês de estímulo econômico. A entrega à DGA foi marcada para o final do primeiro trimestre de 2012 e a entrada em serviço ativo na Marinha francesa no final do ano. No entanto, a DGA foi capaz de aceitar a entrega formal do navio em 3 de janeiro de 2012, três meses antes do prazo do contrato.

O BPC Dixmude, terceiro navio de comando e projeção de força (BPC) da Marinha Francesa, se beneficiou das lições aprendidas durante a construção dos dois primeiros navios da classe “Mistral” e uma cooperação eficaz entre o construtor naval STX France e a DCNS, que tem a responsabilidade pelo sistema de combate e apoio logística.

A STX France coordenou as operações industriais e construiu o sistema de plataforma e de propulsão, bem como a instalação de equipamentos de bordo. Depois de testes no mar bem sucedidos, o BPC Dixmude voltou a Toulon em julho de 2011. A DCNS, em seguida, integrou e testou o sistema de combate, incluindo sistemas de comunicação, navegação e capacidades de gerenciamento de combate.

Entre abril de 2009, quando o primeiro aço foi cortado, e julho de 2011, quando a plataforma foi entregue, a STX France ultrapassou consistentemente o cronograma de produção. A DCNS também foi capaz de validar o sistema de combate com apenas três testes no mar, em vez dos seis programados no âmbito do contrato.

O compromisso e a disponibilidade dos participantes da DGA e equipes da Marinha e o pronto apoio naval e aéreo garantiu que os ensaios fossem bem sucedidos.

O fato da tripulação do BPC Dixmude da Marinha ter sido capaz de trabalhar a bordo e familiarizar-se com o novo navio a partir de de junho 2011 contribuiu ainda mais para o sucesso dos ensaios.

Em 2012, o BPC Dixmude será utilizado como navio de treinamento para a missão Jeanne d’Arc da Marinha Francesa . Nesta capacidade, ele vai hospedar um novo grupo de cadetes para a instrução e exercícios no mar, bem como um destacamento de pessoal do Exército Francês.

Os dois primeiros navios da classe “Mistral”, BPC Mistral e BPC Tonnerre, foram co-projetados pela DCNS e STX France e entregues à Marinha Francesa em 2006 e 2007, respectivamente.

O caça naval chinês J-15 (fotos), cópia do Su-33 russo, realizou passagens em baixa altitude sobre o primeiro porta-aviões chinês, no Mar Amarelo, em 11 de dezembro de 2011.

O J-15 também já teria realizado decolagens de rampas “ski-jump” em instalações terrestres, o que mostraria o estágio avançado da aeronave, que não deverá demorar muito para pousar pela primeira vez no porta-aviões chinês.

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Mais contratos de ESSM para consórcio da OTAN e para o Japão

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Raytheon divulgou contratos no total de 212,8 milhões de dólares para o míssil superfície-ar de emprego naval ESSM

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Nesta semana, a Raytheon informou que recebeu dois contratos, no valor total de 212,8 milhões de dólares, para a produção do ESSM – Evolved Seasparrow Missile, com uma opção de 33 milhões para trabalhos adicionais.

O primeiro contrato é para o NSPO (NATO Seasparrow Project Office – escritório de projetos do Seasparrow da OTAN) da Marinha dos EUA (USN), que refere-se à produção do EESM ao longo do ano fiscal de 2014, contendo uma opção para mais produção. O acordo também provê a marinhas que fazem parte do consórcio NSPO com diversas peças de reposição, contêineres e equipamentos de teste.

Já o segundo contrato, com dois anos de duração, é uma venda direta para a japonesa Mitsubishi Electric Corporation (MELCO), englobando componentes e maquinário necessário para a fabricação e entrega do ESSM para o Ministério da Defesa do Japão. A produção sob licença será feita nas instalações da MELCO no Japão.

Segundo Ed Roesly, diretor do programa do ESSM na Raytheon Missile Systems, “a Raytheon, juntamente com nossos 18 parceiros industriais internacionais, colocamos esse sistema de classe mundial em destaque na autodefesa de navios. Continuaremos a fazer melhoramentos no míssil para vencer as ameaças.”

O ESSM tem guiagem semi-ativa e provê defesa de navios tanto contra ameaças de alta velocidade, como mísseis antinavio manobrando em altas cargas G , quanto contra ameaças de superfície e aéreas de baixa velocidade. O consórcio ESSM inclui Alemanha, Austrália, Canadá, Dinamarca, Espanha, Grécia, Holanda, Noruega e Turquia, além dos Estados Unidos. O Japão e os Emirados Árabes Unidos também são clientes, segundo a empresa.

O míssil é controlado pela cauda e utiliza aprimoramentos em seu sistema de guiagem para aproveitar as vantagens de um melhoramentos na sensibilidade de sua cabeça de busca, na propulsão e na precisão. Assim, o ESSM pode chegar ao ponto de interceptação com mais velocidade final e agilidade para se contrapor à ameaça. O míssil faz a ponte entre os sistemas de defesa próximos (CWIS) e de defesa de área, com reduzido tempo para alcançar o alvo e capacidade multimissão.

As quantidades de mísseis a serem produzidas no contrato não foram divulgadas no informe, e ainda não foram divulgados, também, os números produzidos no ano passado. Mas em abril de 2011 a empresa divulgou os números da produção de 2010: foram 366 mísseis, mais do que dobrando a produção de 2009 (ano em que foi produzido o milésimo míssil do tipo). À época, o ESSM já acumulava mais de 200 disparos, incorporando também mais de quatro décadas de desenvolvimentos tecnológicos e de projeto.

FONTE / FOTOS: Raytheon

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Não é só a versão B do F-35 que enfrenta sérios problemas de projeto. O F-35C, versão naval CTOL (Conventional Take-off and Landing), em oito pousos de teste em Lakehurst, não conseguiu enganchar nenhuma vez o cabo de retenção.

De acordo com o “Quick Look Review” sobre o programa Joint Strike Fighter publicado recentemente, a geometria do F-35C apresenta uma distância muito curta entre o gancho e o trem de pouso principal quando baixado, que não levou em conta o posicionamento dos cabos e tem um amortecedor ineficaz que não leva em consideração as irregularidades do convés de voo.

Segundo o “Quick Look Review”, o gancho terá que ser redesenhado e isso demandará mais atrasos e custos adicionais ao problemático programa do F-35. Ver mais problemas do F-35 aqui.

Compare na foto abaixo a distância do gancho no Super Hornet em relação ao trem de pouso principal e seu posicionamento.

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O estadista britânico Winston Churchill disse uma vez que na guerra a verdade é tão importante, que ela normalmente vem escoltada por muitas mentiras.

O Irã parece que aprendeu bem a lição e volta e meia lança na mídia imagens de “novos” mísseis e armamentos que muitas vezes são velhas armas adquiridas há decadas, mas que são apresentadas com nova roupagem e novos nomes.

Tente descobrir qual é o verdadeiro míssil que nesta semana foi apresentado com o nome de Mehrab e que teria longo alcance e capacidade de escapar de detecção de radares.

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A Corveta “Barroso”, mais novo navio escolta da Marinha do Brasil, está sendo submetida, ao longo de 2011 e 2012, a uma importante etapa da sua vida operativa, a Avaliação Operacional (AO), com o propósito de verificar o desempenho dos principais sistemas do navio.

Atendendo à programação da sua AO, a Corveta realizou, na primeira quinzena de dezembro de 2011, testes com o canhão de 4,5” e com o sonar. Os testes do canhão visaram determinar a capacidade de engajamento em Apoio de Fogo Naval, utilizando as instalações da Raia de Tiro Almirante Newton Braga de Faria, do Centro de Apoio a Sistemas Operativo, localizada na Ilha de Alcatrazes, em São Paulo. Os tiros efetuados pelo navio impressionaram a todos os envolvidos na condução do teste, devido à precisão das salvas e à eficácia do sistema em atender às correções introduzidas durante a espotagem. As mais de 50 granadas disparadas confirmaram, também, a confiabilidade do sistema de armas para emprego em engajamentos prolongados.

Para os testes do sonar, a “Barroso” contou com o apoio do Submarino “Timbira”. Nessa ocasião, foram realizados exercícios em que o sonar do navio mantinha o acompanhamento do submarino, em diferentes condições.

Os dados de todos os testes realizados serão, agora, analisados em detalhe pelo Centro de Análises de Sistemas Navais. Entretanto, os resultados preliminares altamente satisfatórios atestam a capacidade da Marinha do Brasil em projetar e construir um escolta eficaz, cujo sistema de armas tem capacidade de atuar contra ameaças, tanto acima como abaixo d’água.

FONTE: Nomar / FOTO: Guilherme Wiltgen

NOTA DO PODER NAVAL: Bravo Zulu à Fênix e toda sua tripulação! “Sustentar o fogo que a vitória é nossa!”

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