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A Associated Press noticiou que os estrategistas navais americanos estão preocupados com o míssil balístico chinês Dong Feng 21D, capaz de atingiar navios-aeródromos americanos a uma distância de 1.900 milhas (3.000km).

O Departamento de Defesa dos EUA vem acompanhando o desenvolvimento de uma versão convencional do DF-21, um míssil balístico antinavio (ASBM – anti-ship ballistic missile).

Este seria o primeiro míssil balístico capaz de acertar um navio-aeródromo em movimento, disparado a partir de lançadores móveis. O míssil seria dotado de veículos de reentrada (MaRVs) com algum tipo de guiagem terminal.

O primeiro míssil pode ter sido testado entre 2005-6 e o lançamento dos satélites como o Jianbing-5/YaoGan-1, Jianbing-6/YaoGan-2 entre outros, poderá dar aos chineses informações de localização dos alvos e imagens SAR para o míssil.

Segundo analistas, a nova arma representará um enorme salto na capacidade chinesa de negar o uso do mar ao redor de Taiwan.

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O US Navy colocou em operação as primeiras aeronaves E-2D Advanced Hawkeye, de Alerta Aéreo Antecipado.

Os novos Advanced Hawkeye são dotados do radar AN/APY-9 no característico “rotodome” acima da fuselagem, capaz de operar em conjunto com o sistema Aegis de navios de superfície, sendo capaz de detectar, rastrear e derrotar ameaças de mísseis de cruzeiro a longas distâncias.

O novo “rotodome” provê capacidade de busca em 360°, com um sistema de varredura eletrônica que permite ao operador focar o radar em áreas selecionadas.

O primeiro esquadrão a operar o E-2D é o VAW-120.

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O USS Wasp (LHD 1) está conduzindo os testes de um UH-1Y Huey e um AH-1Z Cobra, pertencentes ao Rotary Wing Aircraft Test Squadron (HX) 21, baseados em Patuxent River, para avaliação dos limites e capacidades das novas aeronaves embarcadas.

O UH-1Y possui duas pás a mais no rotor principal e um motor maior que os dos antigos UH-1N, que erão substituídos pela nova versão.

O AH-1Z Cobra também ganhou mais duas pás no rotor principal e um motor maior, ganhando mais potência e manobrabilidade.

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A Vale realizou ontem (4) a cerimônia de batismo dos rebocadores “Brucutu” e “Itabira”, duas das 51 embarcações encomendadas pela empresa a estaleiros brasileiros, para garantir segurança e competitividade na ampliação de suas operações portuárias e marítimas. Construídos no Estaleiro Detroit, em Santa Catarina, os rebocadores receberam investimentos de cerca de R$ 24 milhões.

Os rebocadores “Brucutu” e “Itabira” incorporados à frota de apoio às operações do porto de Tubarão e estão entre as embarcações mais modernas e eficientes que operam nos portos brasileiros. Com 55 toneladas de tração estática, irão aumentar a produtividade do porto, além de proporcionar mais segurança às manobras de atracação e desatracação dos maiores navios graneleiros que operam hoje no mundo.

As encomendas da Vale a estaleiros nacionais totalizam investimentos de R$ 403,9 milhões e contribuem para o aquecimento da indústria naval brasileira, com a geração de 2.465 empregos diretos e indiretos. Além do “Brucutu”, do “Itabira” e do “Sossego” (este último entregue ano passado), estão sendo construídos outros 12 rebocadores, dois comboios fluviais – formados por 32 barcaças e dois empurradores – e dois catamarãs para transporte de passageiros, totalizando 51 embarcações.

Os rebocadores irão operar no Complexo de Tubarão (ES), no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (MA), no Terminal da Ilha Guaíba -TIG (RJ), no porto de Vila do Conde e em Porto Trombetas (PA). Os catamarãs, por sua vez, farão o transporte de empregados da Vale que trabalham no Terminal da Ilha Guaíba (TIG). Já os comboios fluviais atenderão à Mina de Urucum, em Corumbá (MS).

Além destas embarcações, a Log-In Logística Intermodal, empresa coligada da Vale, está construindo sete novos navios, sendo cinco porta-contêineres e dois navios para transporte de bauxita. As encomendas foram feitas ao Estaleiro Ilha S/A – EISA, localizado na Ilha do Governador (RJ) e somam R$ 700 milhões.

Dos 15 novos rebocadores, 11 estão sendo construídos no estaleiro Detroit, em Itajaí (SC), e os outros quatro, no estaleiro Santa Cruz, em Aracaju (SE). Quando estiverem prontos, a Vale passará a contar com 29 rebocadores. Somente com a construção dessas embarcações serão gerados 1,53 mil novos empregos, entre diretos e indiretos.
Os dois comboios estão sendo construídos no estaleiro Rio-Maguari (PA) e os dois catamarãs estão em construção no estaleiro Arpoador, em Angra dos Reis. As encomendas deverão ser entregues em 2010 e 2011. A construção dos comboios e catamarãs vai gerar 695 empregos diretos e outros 140 empregos indiretos.

Características dos rebocadores “Brucutu” e “Itabira”:
Boca Máxima (largura): 10,25 metros
Pontal moldado (distância da linha de base ao convés): 4,31 metros
Comprimento: 24,40 metros
Calado máximo: 2,90 metros
Tração estática: 55 Toneladas
Estaleiro: Detroit Brasil LTDA. Itajaí – Santa Catarina
Sociedade Classificadora: RBNA

FONTE: Portos e Navios

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Chegou a Portugal no dia 2 de agosto, o NRP Tridente, primeiro submarino U209PN adquirido pela Marinha Portuguesa.

O moderno submarino de projeto alemão vai substituir quatro submarinos franceses da classe “Albacora” (Daphnè), adquiridos nos anos 1960.

O U209PN na verdade é um Type 214, que reúne as características da classe Type 212 e Type 209. É dotada de propulsão independente da atmosfera (AIP), que aumenta sobremaneira a autonomia e a discrição do submarino, sem a necessidade de usar esnorquel.

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A BAE Systems ganhou um contrato que pode chegar a US$ 500 milhões, para modernizar 11 navios da classe “Arleigh Burke” (DDG 51).

A companhia vai começar a executar o contrato em agosto, com o planejamento, modernização, manutenção e reparos no navio líder da classe, USS Arleigh Burke.

Serão realizadas obras no casco, modificações mecânicas e elétricas, bem como atualizações no sistema de combate.

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HMS ‘Ocean’ para o Brasil?

O navio de assalto anfíbio HMS Ocean da Marinha Real Britânica, que está realizando uma comissão de cinco meses no Atlântico e no Caribe, deverá visitar as águas brasileiras em setembro próximo, quando realizará exercícios com unidades de superfície da Marinha do Brasil e com o Corpo de Fuzileiros Navais.

Segundo fontes em Londres, o navio provavelmente será acompanhado de uma fragata britânica e fará escala no Rio de Janeiro.

A escala do navio coincidirá com a visita ao Brasil de uma delegação oficial do Reino Unido, encabeçada pelo Ministro da Defesa e integrada por representantes da indústria de defesa do país europeu, que oferecerá vários equipamentos militares.

Circulam rumores de que o navio poderá ser oferecido ao Brasil, pois estará disponível em alguns anos.

O HMS Ocean desloca 20.000 toneladas carregado, pode levar até 12 helicópteros do porte do Sea King mais 6 Lynx. A tripulação é de 285 pessoas e 700 fuzileiros podem ser trabnsportados.

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Nova regra de partilha de royalties tira receita de Estados e municípios, podendo afetar repasses de programas sociais como SUS e bolsa-família

BRASÍLIA – O novo marco regulatório para exploração de petróleo no Brasil esconde uma mudança tributária significativa, que garantirá mais dinheiro para a União e menos para os Estados e os municípios. A adoção do regime de partilha da produção, que substituirá o atual sistema de concessão, reduzirá a arrecadação de impostos que o governo federal é obrigado a repartir. A mudança pode representar um corte médio de R$ 12,3 bilhões no volume de recursos compartilhados.

“Os governos estaduais e municipais e os programas sociais em especial não serão beneficiados pelos potenciais ganhos esperados da exploração do pré-sal”, afirmam os economistas José Roberto Afonso e Kleber Pacheco Castro, responsáveis pela avaliação.

Repasses do Sistema Único de Saúde (SUS) para governos locais, bem como o Bolsa-Família e o seguro-desemprego são alguns dos programas que poderão ser afetados por conta da nova sistemática tributária embutida no marco regulatório.

Pelo sistema de exploração vigente, o petróleo retirado do mar é de propriedade das empresas que operam os campos. As companhias são obrigadas a pagar à União algumas compensações financeiras pelo direito de exploração, além de todos os impostos que incidem sobre as receitas e lucros obtidos.

No modelo do pré-sal defendido pelo Palácio do Planalto, o petróleo passa a ser da União. Essa mudança de “dono” vai provocar uma queda na arrecadação dos tributos por uma simples razão: a União não tem de pagar impostos. “Como a União não fatura e muito menos lucra como uma empresa, conclui-se que ela não é contribuinte”, afirmam os economistas.

Engorda. Enquanto Estados e municípios vão deixar de ganhar, a União manterá o ritmo de engorda do seu cofre, por conta do dinheiro que irá receber com a venda do petróleo. “A mudança significará aumento direto da receita própria da União, sem saber como tais recursos serão alocados no orçamento futuramente”, ponderam os economistas.

O novo modelo trará, portanto, um impacto significativo sobre a arrecadação de importantes tributos federais que são compartilhados com Estados e municípios, como Imposto de Renda, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Cofins, PIS e Cide. Também haverá efeitos sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos Estados.

Com base em estimativas sobre a produção de petróleo e gás do pré-sal feitas por Samuel Pessoa, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Afonso e Castro estimam que em 2031, ano de pico da produção, cerca de R$ 21,5 bilhões deixarão de ser arrecadados.”Na média, entre 2010 e 2040, o impacto seria de 0,34% do PIB (Produto Interno Bruto), o equivalente a R$ 12,3 bilhões a preços médios atuais”, calculam os economistas.

FONTE: Estadão

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje a lei que cria a estatal que será responsável pela administração dos contratos de exploração de petróleo da camada pré-sal. O projeto havia sido aprovado pelo Senado no dia 7 de julho. A lei foi ratificada por Lula sem nenhum veto e será publicada na edição de amanhã do Diário Oficial da União.
Ainda no Senado, uma única modificação foi feita no projeto, que foi a mudança do nome da empresa de Petro Sal para Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA). A mudança foi necessária porque o nome Petro Sal já havia sido registrado por uma outra empresa. Como a alteração foi tida como ajuste de redação, o texto não precisou retornar à Câmara e seguiu direto para sanção presidencial.
Dos quatro projetos inicialmente encaminhados ao Congresso para formar o novo marco regulatório do pré-sal, dois já foram aprovados pelo Congresso e sancionados pelo presidente: o da estatal e o da capitalização da Petrobras, sendo que este segundo era tido como o mais urgente.
Falta ainda a aprovação pelo Congresso de outras duas propostas, que foram condensadas em um único projeto: a que cria o Fundo Social, que receberá parte dos recursos obtidos com a produção do pré-sal; e a espinha dorsal do modelo, que é o sistema de partilha da produção. O projeto que reúne esses dois temas, porém, só será rediscutido na Câmara, onde estava tramitando, após as eleições.

FONTE: O Estado do Paraná

A Capitania dos Portos informa que, na noite de ontem, o navio de bandeira das Bahamas “AUK ARROW” sofreu uma explosão enquanto se submetia a reparos nas dependências do estaleiro RENAVE/ENAVI, na cidade de Niterói, causando, infelizmente, o óbito de dois operários e ferindo seis outros, que foram removidos para o Hospital Estadual Azevedo Lima, naquela cidade.

Pela madrugada, logo após ser informada pelo estaleiro, uma equipe de Inspetores Navais desta Capitania esteve no local de forma a realizar uma perícia inicial; pela manhã outra equipe de inspetores conduzirá uma perícia complementar.

A Capitania dos Portos abrirá inquérito administrativo de forma a apurar as causas deste acidente, com prazo de conclusão de noventa dias.

FONTE: Seção de Comunicação Social do 1º Distrito Naval

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A Royal Navy (Marinha do Reino Unido) pode trocar o JSF pelo F/A-18E Super Hornet e economizar 10 bilhões de libras esterlinas. Esta informação foi dada pelo jornal inglês “Sunday Times” ontem (1/8).

A encomenda atual é de 138 aeronaves, cujo custo “fly away” foi estimado pelo jornal em cem milhões de libras. A troca do JSF pelo Super Hornet foi abordada durante um encontro ocorrido entre o ministro da defesa, Liam Fox, e os comandantes das três forças. A reunião tinha como propósito a discussão dos cortes no orçamento militar.

Uma outra opção comentada recentemente foi a possibilidade da Royal Navy adquirir caças franceses Rafale.

“O programa JSF é inacreditavelmente caro, não faz sentido no atual momento e se nós insistirmos não conseguiremos comprá-lo”, informou uma fonte ao jornal inglês.

Recentemente o Reino Unido divulgou que estaria interessado na instalação uma catapulta eletromagnética nos futuros navios da classe “Queen Elizabeth”, caso o F-35 não fosse escolhido como a aeronave principal do grupamento aéreo embarcado.

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Em cerimônia realizada na Naval Submarine Base New London, em 31 de julho, foi comissionado o USS Missouri, sétima unidade da classe Virginia.

Aproximadamente 3.000 pessoas compareceram a cerimônia, que foi transmitida ao vivo pela internet e que contou com a presença do Secretary of the Navy, Ray Mabus e do Chief of Naval Operations Adm. Gary Roughead .

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