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Malvinas 37 anos – Tu-95 soviéticos espionaram navios da Marinha Britânica

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Tupolev Tu-95
Tupolev Tu-95

Por Jaime Nogueira

Durante a Guerra das Malvinas, o destacamento de bombardeiros Tu-95 do Exército soviético, implantado em Angola desde 1977, se encarregou de seguir a frota britânica, estudar sua composição e formação, tirar fotos e reunir inteligência eletrônica.

Os Tupolev Tu-95 (denominados “Urso” pela Otan), empregados pelo 392º Regimento Aéreo Independente de Reconhecimento de Longo Alcance do Exército soviético no aeroporto de Luanda (Angola), contavam com excelentes radares e equipamentos eletrônicos. Além disso, suas tripulações tinham experiência em interagir com navios e submarinos – algo considerado “normal”, já que uma de suas missões era buscar alvos para os mísseis antinavio de longo alcance que eles carregavam.

A partir de sua base em Angola, os Tu-95s monitoraram o tráfego comercial que, passando pelo Cabo da Boa Esperança, se dirigia ao hemisfério Norte. No entanto, a eclosão da guerra das Malvinas tornou esse destacamento especialmente ativo.

Vigiados por ursos

Alguns marinheiros britânicos ainda se lembram da imagem dos imponentes Tu-95 voando alto sobre seus navios enquanto se aproximavam da zona de combate nas Malvinas. Mas de onde saíam aqueles aviões russos? Desde 1977, esses veteranos da aviação (o primeiro voo deste bombardeiro ocorreu em 1952) operavam a partir da ex-colônia portuguesa de Angola. A espionagem não chegava apenas da órbita terrestre.

De acordo com “Fidel, futebol e Malvinas”, livro do apresentador e analista político Serguêi Brilev baseado em informações obtidas em entrevistas com militares da União Soviética, o apoio soviético à Argentina não se limitou a fornecer dados coletados pelos satélite Kosmos-1365, 1368 e 1372. Brilev afirma em seu livro que os soviéticos utilizaram também aeronaves Tu-95 para seguir a força-tarefa enviada por Margaret Thatcher ao Atlântico Sul, na área entre a baía de Biscaia e o Equador.

Tu-95 acompanhando por um jato britânico sobrevoando o HMS Hermes
Tu-95 acompanhado por um jato britânico sobrevoando o HMS Hermes

Espionando o Hermes

Às vezes, os gigantescos aviões soviéticos sobrevoavam os navios da Marinha Real a uma altura de apenas 30 a 40 metros. O coronel soviético Gueôrgui Bulbenkov confirmou ao site Sovsekretno.ru sua participação nesses voos rasantes. Bulbenkov descreveu, por exemplo, como, além de fotografias aéreas, o porta-aviões britânico HMS Hermes também foi espionado por monitoramento rádio-técnico, no qual se escutava, registrava, decodificava e analisava “tudo o que navios irradiavam no ar”.

Os navios britânicos também foram espionados em seu retorno ao Reino Unido. “Fomos informados de que o porta-aviões HMS Hermes havia sido atingido por mísseis argentinos e que poderia ter que entrar no dique seco conserto por um longo período”, disse Bulbenkov. Os britânicos não reconheceram o dano causado por argentinos, embora o navio tenha passado por reparos durante quatro meses, até novembro de 1982.

Porta-aviões HMS Hermes e navio de transporte Tidespring clicados a partir do Tu-95 de Bulbenkov
Porta-aviões HMS Hermes e navio de transporte Tidespring clicados a partir do Tu-95 de Bulbenkov

Interceptado

Durante o voo de observação sobre o porta-aviões britânico HMS Hermes mencionado por Bulbenkov, o avião espião russo acabou sendo interceptado por um Phantom FRG.2 do Esquadrão 29 da RAF (do inglês, Força Aérea Real), que decolou do aeroporto de Wideawake, na ilha de Ascensão.

Quando o conflito terminou, os “ursos” voltaram às suas tarefas habituais e, anos depois, deixar de voar de Angola.

Uma dúvida, porém, permanece: os dados obtidos pelos Tu-95 foram transmitidas a esquadrões de ataque argentinos? Caso sim, ajudou? Agora resta esperar até que todos os arquivos – quase 40 anos depois, ainda secretos – sejam desclassificados.

FONTE: Russia Beyond

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Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Se a ditadura militar argentina na época, assim como a brasileira e a chilena, eram aliadas dos americanos e todo mundo caçava comunistas na América do Sul na época, porque a URSS “ajudaria” os argentinos com esses dados?

Elton
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Elton

O inimigo do meu inimigo e …..os comunistas da Argentina e Brasil não significavam nada para a URSS.

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Fato indiscutível pois se os comunistas daqui ou da Argentina valessem algo para URSS nós teríamos uma longa história de guerrilha aqui no Brasil.

carvalho2008
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carvalho2008

Como um dos componentes mais importantes da OTAN, qualquer coisa que pudesse enfraquecer as forças da Otan era bem inda. Quanto mais navios a Inglaterra viesse a perder ali nas malvinas e ficasse enfraquecida, melhor paa os Russos e Pacto de Varsovia….

A melhor de todas as questões é….isto poderia voltar a acontecer? Quais os locais em que Russos ou Chineses poderiam fomentar um enfraquecimento de componentes da Otan e/ou importantes aliados dos EUA?

Enes
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Enes

Venezuela?

Evgeniy (RF).
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Evgeniy (RF).

Dado o nível dos políticos europeus e americanos e a política de migração da União Europeia, a Rússia e a China não precisam fazer absolutamente nada. Você apenas tem que esperar.
Às vezes é muito mais fácil.

Dalton
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Dalton

Em maio de 1982 a US Navy estava em plena ascensão, recentemente haviam
comissionado o terceiro NAe da classe Nimitz, o USS Carl Vinson, que somou-se aos outros 13 NAes e foi oferecido aos britânicos caso precisassem o
USS Iwo Jima um porta helicópteros que podia operar com jatos “Harriers”.
.
Os argentinos no fim das contas não poderiam afundar tantos navios britânicos assim e/ou enfraquecer a OTAN e estavam já em maio começando a definhar.

carvalho2008
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carvalho2008

Mestre Dalton, a Otan deixar de contar com quase 15 navios de combate é bem relevante….ao menos 6 foram totalmente destruidos….e poderiam ser de fato 15 afundados…afinal, foram certeiramente atingidos apesar de qualquer defesa aerea ou de missil que tivessem empregado….os danos não foram maiores porque não foram alvejados ou eficientes em se defender….e se colocar na conta uns 2 a 4 ataques de SSK a queima roupa….ou seja…torpedo disparado igual a torpedo no casco, teria sido pior….

Para repor tudo isto, iria demorar muito e a OTAN ficaria sim com um desfalque…

Antony
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Antony

Brasil nao teve “ditadura” e sim um Estado de excessão…

Esteves
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Esteves

A primeira tentativa foi a de Prestes. Não deu certo. A segunda foi a de Cuba que treinou infiltração, sabotagem, guerrilha. Ainda no início dos anos 1960. 4 anos antes do 31 de Março.

Che achava o Brasil muito grande. Com muitas diferenças mesmo no campo. Preferiu começar a revolução pelos latinos. Países menores, língua fácil, pobreza idêntica.

Seria muita idiotice nossa permitir a essa gente golpear novamente após 2 tentativas fracassadas. Se eleitos fizeram o que fizeram…

Omni
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Omni

Ditadura é Estado de exceção, ainda há quem lute contra a verdade Pai do céu.

Tiago Gimenes
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Tiago Gimenes

Teve um embargo contra a URSS na época da guerra fria, não me recordo dos detalhes, mas parece que na América latina, a Argentina foi a unica a ignorar o embargo, e os soviéticos jamais esqueceram isso, daí a ajuda na guerra das Malvinas.

Esteves
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Esteves

Complicado. Comunistas ajudando ditaduras que combatiam comunistas. O inimigo do meu inimigo é meu…amigo?
Ou os russos aproveitaram o conflito para adestrar, interagir, provocar?

Um avião desse tamanho voando 30 metros acima das cabeças dos tripulantes. Tem que ter muito sangue frio pra não derrubar. E provocar um novo conflito. E transformar a Antártica em palco de guerra. Guerra que os russos adorariam travar. No gelo.

Uma coisa são os políticos. Outra coisa é militar. Gente de parafuso solto. Vide o filme Dr. Fantástico de Kubrick.

Wellington Kramer
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Antártica?

Silva
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Pela proximidade das Falklands com o continente antártico.

Humberto
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Humberto

Fazer resumo é complicado, mas vou tentar colocar aqui os meus pitacos. A Europa (entenda-se grande parte da Otan), estava ao lado da Inglaterra, então para a URSS era uma ótima oportunidade para: 1- Conhecer de fato a estratégia militar da Inglaterra (que estava totalmente integrado com a doutrina militar a Otan); 2- Conhecer e gravar todas as emissões eletrônicas da Inglaterra que estariam sendo utilizadas em combate (e não em exercícios). Além deste conhecimento que poderia ser utilizado em uma futura guerra, para a URSS era extremamente interessante: 1- Iria sobrecarregar o trabalho de outros países da Otan (no… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

É isso.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Normal, e deve estar acontecendo agora em algum lugar do mundo.

Segue o jogo

AEDO ROCHA
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Gostaria de ler sobre a participação de aeronaves brasileiras no conflito, especialmente os os P-95. Tudo que li e escutei até hoje não traz muitos detalhes. Salve a patrulha !

sub urbano
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sub urbano

Mais uma fonte confirmando que o Exocet vitimou um Porta-Aviões britânico.

Em tempo, os russos sempre foram amigos da América Latina.

Sagaz
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Sagaz

Muy amigos, vide Venezuela.

Dalton
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Dalton

Depois de uma campanha dura, era natural que o velho Hermes que teria sido descomissionado justamente em 1982 necessitasse de reparos que permitiram a ele continuar em serviço até abril de 1984 quando então o terceiro NAeL da classe “Invincible” já estaria em um estágio avançado de construção.

SmokingSnake 🐍
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SmokingSnake 🐍

Russo não tem nada de amigo, eles só querem criar o caos por aqui para incomodar os EUA

Marcio Cosentino
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Marcio Cosentino

Incrível como tem pessoas que ainda pensam em termos de amigo ou inimigo na geopolítica.

Enes
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Enes

Na geopolítica realmente não tem essa de amigos, quando ha interesse em comum, agem como amigos, porem quando acabam os interesses em comum pode surgir uma guerra, Ex, guerra da lagosta.

Alessandro
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Alessandro

Comunista não é amigo de ninguém, apenas segue ordens superiores de seus ideólogos partidários, e se essas ordens for uma lista negra para assassinar seus “camaradas”, eles fazem e fim de papo.

Eles “ajudaram” os argentinos apenas para confrontar a OTAN, com ou sem o consentimento dos comunistas argentinos.

Francisco Santos de Oliveira
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Quanta imaginação e teorias da conspiração. Quem sabe o outrora Império Britânico simplesmente viu-se obrigado a defender sua antiga hegemonia e orgulho numa guerra que sabia que não tinha como perder? Essa “intervenção” dos russos nos moldes que se apresenta está mais para fake. Vôos a 30 metros? E se o bicho caísse, ou fosse abatido? Terceira guerra mundial? Dessa “guerra” sobraram o desvio momentâneo da merda em que viviam os argentinos, o quê a Junta Militar esperava e o recado de Sua Majestade de que ainda era “a Cara”. E ponto final.

Antônio Schaab
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Pra que exigir esclarecimentos se a guerra já acabou. Isso iria servir pra mexer numa ferida sara.

Art
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Art

Russo só quer o caos para incomodar o TIO SAM eles tinham patrulhas frequentes no Brasil espionagem nada de amigos. Tem uma muitos relatos de marinheiros russos em nossas costas em patrulha. Tem uma UNITAS que detectaram um sub russo.

https://www.naval.com.br/blog/2015/03/16/mb-na-guerra-fria-submarino-sovietico-na-unitas-xxi/

Humberto
Visitante
Humberto

Eu particularmente tenho um viés anti petralha, mas não é porque tenho simpatia pelos gringos que acho que eles sejam vítimas. Como a URSS (e hoje Russia) são tecnologicamente e financeiramente inferiores aos americanos, eles usaram o que podiam para incomodar e espionar (vide o programa nuclear americano) os americanos MAS sendo justos, não sei de programas russos de voos de espionagem nos EUA (como os voos do U2 e SR-71 americanos em território Russo, particularmente não gostariam que fizessem isto no Brasil) nem o resgate de mísseis nucleares de um submarino Russo afundado. Não tem santo de um lado… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Fatos. Histórias de russos provocando americanos desde o final da IIWW tem às pencas. No mar, no ar, em terra. Em Top Gun, filme. Espionagem de um lado e de outro. No Polo Norte ficam à distâncias curtas. OTAN X Russos. No Alaska. Em tempos de guerras…claro que muito mais. A KGB teve departamentos que disseminavam notícias falsas usando jornais de varios países. Fakesnews de 70 anos. Russo amigo? No mundo corporativo quando havia almoço ou café com os concorrentes dizíamos que era encontro com os russos. Porque russo é estranho. Gente que passou por expurgos, guerras, invasões, doenças, fome,… Read more »

Fernando Vieira
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Eu sempre me refiro a pessoas do outro lado de uma negociação como russos também, mas por um motivo bem mais lúdico: A frase do saudoso Garrincha “Tá bom professor, só falta agora combinar com os russos”

Esteves
Visitante
Esteves

Sobre esse jogo na Copa de 1958, Garrincha teria perguntado se o time do America do Rio também era comunista.

Os outros comentários incluindo o rádio que Garrincha não queria trazer porque não tocava música brasileira, foram provocações dos colegas.

O Brasil venceu por 2X0. A jogada que até hoje passa na TV, é um corte seco de Garrincha no lateral e um petardo que explodiu na trave.

Feola, o técnico brasileiro, não tinha o apelido de professor. Isso é coisa recente…do tempo do Claudio Coutinho pra cá.

kemen
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kemen

Os T-95 espionaram não duvido, mas para informação propria não para ajudar a Argentina.

Roberto Bozzo
Visitante
Roberto Bozzo

Srs um offtopic:

https://www.janes.com/article/87991/brazil-eyes-first-mansup-missile-acquisition

Ao que parece a MB vai assinar a compra do primeiro lote do ManSup….

Rodrigo Martins Ferreira
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Adiantou bastante…

Rússia…

Sempre do lado perdedor e invasor.

ahaahahaha

100nick-Elã
Visitante
100nick-Elã

Tipo Vietnã, Cuba, Coreia, Síria, etc? e os EUA estão do lado vencedor, tipo Ucrânia, Georgia, Libia, terroristas da Síria, Curdos?

Antonio Morales
Visitante
Antonio Morales

O partido comunista argentino aparelhou a fábrica da Coca-Cola e assim enviava dinheiro para a URSS. E Perón sabia, os militares argentinos receberam ajuda militar de Moscou http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=24526

Passos
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Passos

No livro argentino Malvinas, Gesta e Incopetência, o Gen Martin Balza, que chegou ao comando do Exército Argentino, declarou que os soviéticos ofereceram atacar os navios britânicos com submarinos, e dependiam da concordância argentina para assumir os afundamentos. Os argentinos não aceitaram, por medo de serem o estopim de uma 3ª guerra mundial.

Rene Dos Reis
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Rene Dos Reis

Materia fantástica, agora só falta a a marinha Russa abrir os arquivos da época , o trafego de subnucs soviéticos deve ter sido intenso também.

Hawk
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Hawk

Eu já li um monte sobre a Guerra das Malvinas, tinha livros e revistas e ninguém nunca comentou algo parecido. Parece muito um script de algum filme do James Bond que não foi feito. Conhecendo os “ânimos” daqueles tempos, era algo que iria deixar os Americanos bem agitados, principalmente com Reagan como presidente.