Não é só parte dos royalties que o Rio pode perder. O Estado que até uma década tinha 80% da indústria naval, também deve ficar a ver navios. É que os novos estaleiros que produzem plataformas e navios para a Petrobrás vêm sendo erguidos preferencialmente em outros Estados. Trata-se de um mercado que fatura uns R$ 5 bilhões e com o pré-sal vai dar saltos.
FONTE: Coluna Ancelmo Gois, O Globo






Acho é pouco!!!
Tem que ter estaleiro em cada estado costeiro com condições, assim como o petroleo é do Brasil e não só do Rio. Que o Rio deve receber um pouco a mais sim…mas que cada estado Brasileiro deve se beneficiar também. Ou então manda não dar um puto aos outros estados do dinheiro retirado de carajás ou das industrias de São Paulo.
Oras, o Rio de Janeiro não quer dividir os royaltes do petróleo com os outros Estados? Simples, declare independência!
Ou então pare de chorar!!!
Aliás, bem precisado está o Brasil todo de uma revisão no pacto federativo. É um acinte estados e cidades com enorme população e produção industrial terem de dividir o “bolo” da maneira que é dividido, com estados de população minúscula recebendo imensas fortunas que ao invés de irem para o povo acabam nos bolsos dos “Coronéis” regionais.
Outro problema é a super-poderosa União Federal, concentrando a maior parte dos tributos em suas mãos, e os governos estaduais e municipais tendo de fazer o famoso “beija-mão” para conseguir liberar recursos para suas comunidades. Quem é “aliado” do governante de plantão recebe recursos, quem não é morre à míngua.
Tenho certeza que se o Rio faz alguma coisa será seguido por vários outros Estados, especialmente os do Sul e Sudeste. Mas como o patético governador do Rio, amigo de Lulla, não fará nada (porque pra isso é preciso culhões e ele, como todos os políticos brasileiros, não os tem), isso é tudo balela!
Sds.
Quer um exemplo de mesquinhesa.
Moro em Uberlândia. É a segunda cidade do estado de Minas em população e e em economia. Os tributos que entram por aqui são repassados para cidades do norte de Minas e do Jequitinhonha, áreas pobres e que carecem de recursos para se desenvolver. Ok, a cidade tem necessidades e precisa de dinheiro, mas os UberlÂndenses querem tudo o que pagam e não aceitam dividir com o resto do Estado, acham uma injustiça e tem planos de se separarem do Estado, formando o estado do Triangulo. Veja se isso não é loucura!!! e mesquinhesa!!!!
O dinheiro que entra no Rio, não é só do Rio. Somos um pais!!! temos que desenvolver areas pobres com o dinheiro das ricas, se não for assim, feito Robin Hood, criaremos ainda mais discrepancias, sociais e economicas e que no futuro tendem a se tornar separatistas, como foi em 1932. Isso é um perigo e uma burrice!
Vinícius: será? “Unidos venceremos”?
Não tenho tanta fé assim na União Federal, como tampouco tenho fé na república. Mas isso são outros quinhentos…
Abs.
Felipe
Para mim é uma questão básica. O bolo tem que ser repartido. todos devem ganhar. É mais lógico assim. Imagina se todo dinheiro de impostos ficasse retido no lugar onde foi cobrado e lá reinvestido? Isso seria feudalismo e não federalismo.
Pode parecer legal reinvesitir tudo em um só lugar, mas isso gera proplemas estruturais que se tornam insolúveis com o tempo. Desenvolver otras regiões do país só colabora para o desenvolvimento conjunto e dele mesmo.
Nos outros países, como funciona?
Nessa questao especifica.
Imagina um estaleiro no Ceará ou em Alagoas. O impacto social é muito maior do que no Rio. Isso gera uma economia de escala mensa pra regiao. Gera riqueza e tira o atraso desse lugar.é questao de planejamento territorial em escala nacional.
Bom meu pensamento segue mais ou menos por esse caminho.