NPaOc classe ‘Amazonas’ no NGB

O s três navios da classe Amazonas já estão com suas paginas abertas no NGB – Navios de Guerra Brasileiros.

A134-f005

  • Amazonas (P 120) – Comandante CC Giovani Corrêa
  • Apa (P 121) – Comandante CC Carlos Marcelo Fernandes Considera
  • Araguaia (P 122) – Encarregado do Grupo de Recebimento/Comandante CC Robledo de Lemos Costa e Sá (previsto para ser incorporado à Armada ainda no primeiro semestre de 2013).

Boa Estação e Boa Patrulha!

FOTO: Maritime Photographic

6 Comentários para “NPaOc classe ‘Amazonas’ no NGB”

  1. roberto bozzo 27 de fevereiro de 2013 at 11:44 #

    Gostaria de entender porque a MB mantém os 5 Navios Patrulha no Prosuper se compramos a Classe Amazonas, inclusive com a licença para a construção de mais unidades no país…

  2. Ribeiro 27 de fevereiro de 2013 at 20:58 #

    Roberto, em combate a incêndio, costuma-se dizer quanto aos meios (viaturas) que quem tem 2, tem 1 e quem tem 1, não tem nenhum… acho que a Marinha tem que deixar no escopo mesmo, e se algum dia houver uma decisão do Prosuper, mas tiver que cortar algo por contingenciamento, ela já saberá o que cortar…

    Abraços

  3. nunes neto 28 de fevereiro de 2013 at 19:54 #

    Roberto, o número mínimo ideal de navios patrulhas de 1800/2000T estipulado pela MB e algo entre 8 a 12, foram comprados 3 amazônas, e os mesmos (projeto) não cumpre todas as especificações da MB (entre eles um convôo coberto,sistemas de comunicação,navegação,armas etc… ) foi uma ótimacompra de oportunidade,mas não era bem o que a marinha queria; o quê para mim continua como uma incognita é para onde vão os 3? Todos no Rio não dá né! Lá já tem muito návio que querendo ou não faz papel de patrulha mesmo não sendo, agora os demais distritos……

  4. Roberto Bozzo 1 de março de 2013 at 11:37 #

    Ribeiro disse:
    27 de fevereiro de 2013 às 20:58

    Até entendo, mas são meios diferentes, de fornecedores diferentes…não dá a escala suficiente para baixar os custos de aquisição nem padronização. E numa negociação você chegar pro vendedor e falar “então corta este item pra baixar o preço” é osso duro… trabalho com vendas e sei que isso já te faz colocar os 2 pés atrás com o cliente.

    nunes neto disse:
    28 de fevereiro de 2013 às 19:54

    já li isso também aqui no Naval e que a MB talvez modifique estes itens nas próximas encomendas e,quando da atualização destas unidades, padronize tudo.
    Quanto a localização, deixaria em Salvador ou no Sul (esqueci o nome do local no momento) já que no RJ já temos a frota inteira.

  5. Ribeiro 1 de março de 2013 at 14:55 #

    Roberto, é perfeito teu pensamento quanto as especificações e utilidade… mas o problema é quem manda cortar orçamento não entente bulhufas…
    Neste sentido é que digo que se um dia tivermos uma definição do Prosuper (e no meio do caminho aparecer uma uma galinha ou um porco espirrando pelo mundo, ou algum pais europeu acordar e se der conta que não tem o dinheiro que acha que tem, trazendo aquela novela de crise internacional), e a MB tiver que contigenciar investimentos….
    Em tempo – A base naval aquí no sul é em Rio Grande (5° DN) que conta com a Interminável Imperial Marinheiro e o fantástico Benevende… uma desgraça, com todo o respeito que a MB e a tripulação destes navios merecem….
    Abraços

  6. nunes neto 1 de março de 2013 at 16:10 #

    Roberto, sem dúvida colocaria pelo menos um no Sul, no nordeste quem deve receber é Natal,Salvador já têm os P-3 Orion e os navios varredores da classe Aratú, e se não estou enganado ,na parte de patrulha naval quem cobre aquela área e o terceiro DN,mas Natal já recebeu o Mácau , Belém vai receber o Matinhos (Classe Macaé) e o Rio Grande vai ficar só com navio antigo,por enquanto? Se fosse para distribuir fora do RJ, mandaria, 1 para o PA,1 para o RN e uma para o RS; mas seguindo a lógica devem ficar duas no Rio, e a terceira? Vai ficar lá tb? Ou vai para outro DN, alguém me tire dessa dúvida :)!

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