Helicóptero SH-16 ‘Seahawk’ embarca no NDM ‘Bahia’

Helicóptero SH-16 ‘Seahawk’ embarca no NDM ‘Bahia’

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No período de 19 a 23 de setembro, foi realizado o primeiro embarque de uma aeronave SH-16 SeaHawk no Navio Doca Multipropósito “Bahia”, oportunidade que permitiu o primeiro contato dos militares do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino com o navio.

Foram realizados exercícios de hangaragem e desangaragem da aeronave, armamento e desarmamento com míssil e torpedo de manejo, qualificação e requalificação em pouso e decolagem de três pilotos (para um deles foi o primeiro pouso a bordo na carreira), além de adestramentos voltados para as equipes do navio e para o Destacamento Aéreo Embarcado.

Todos os eventos foram em proveito da comissão PAD-MAR II do “Bahia”. O embarque possibilitou atestar as capacidades do navio que atendem satisfatoriamente às necessidades para a aeronave embarcada.

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FONTE: MB

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60 COMMENTS

  1. É bonito o Seahawk.
    .
    Com o ‘desenvolvimento’ do H225M, a MB tem pretensões em adquirir mais SH-16, ou aquele vai carregar o piano a partir de agora?
    .
    Sds

  2. Matheus
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    Espero que o h225m.er.d não seja usado, corre o risco de cair e danificar o navio. E não é folclore, é sério.
    .
    Saudações.

  3. Observem a diferença ente uma gambiarra master foderation (Kombi) e um anv pensada e criada para operar embarcada:
    Pontos de apeamento, pás de hélice dobráveis, profundores dobráveis, alinhamento de todas partes dentro das bitolas de largura e comprimento e altura.
    Parabéns Sikorski, vocês sabem fazer um heli naval na acepção da palavra.

    G abraço

  4. Não vejo isso como novidade, novidade vai ser quando essa lata velha ficar inativo igual ao São Paulo. Duas péssimas compras.

  5. Off
    Seria irônico se não fosse trágico:
    Hoje ao redor do meio dia, dois F/A 18 dos Marines se chocaram durante um treinamento em Miramar, ao norte de São Diego na Califórnia. Um dos caças caiu ao mar e o piloto se encontra desaparecido. O outro piloto está ileso.

  6. Ola Marcos e Roberto, quando o G40 tiver problemas e é certeza que terá, poderá ser reparado como foram algumas Niteroi ou descomissionado como fizeram com a V33 e as F47 e 48..Por outro lado, voce pode estar apenas mencionando que o G40 ficará atracado no AMRJ ao lado do A12 durante o reparo, o que´também é um fato.

  7. Caros
    .
    Sou um dos detratores dessa compra (pro mim comprariam 2 Makassar). Porém, esse casco é bom (melhor aço francês possível a época). O que vai dar dor de cabeça é o motor, que, em tese, também é substituível. Como ele terá muita vida útil pela frente, um dia será possivelmente necessário trocar…
    .
    Saudações a todos.

  8. Olá Ivany. Legal seu comentário. Provavelmente a eletrônica será trocada antes, mas o motor dará problemas sim mas não porque seja francês ou não-francês, porque é um modelo antigo ou inovador.. dará problemas porque é uma máquina complexa que sofre desgaste e fadiga pelo uso. Talvez um dia seja trocado por outro…. ou talvez não haja dinheiro para isso… ou uma válvula irá dar problema quando estiver atracado e afunde na noite de natal…

  9. Camargo
    .
    Já conversamos bastante sobre o tema em outro tópico do mesmo navio. O problema do SEMT é que a fábrica de Saint-Nazaré onde era produzido, fechou. A despeito de um projeto base da Colt americana ser licenciado, a eletrônica dos motores é diferente, o comando de válvulas, a posição do bloco…
    O problema pode acontecer ou não. Veja as olympus das Niterói: tem vezes que eles retiram a turbina e mandam pro Reino Unido, talvez seja por isso que os PMG’s “rápidos” tenham durado anos. Motor fora de linha é motor fora de linha.
    .
    Saudações.

  10. Roberto, me desculpe, mas por favor, explique pq o Bahia é uma lata velha, juro que fiquei sem entender, o que e um navio navo para vc , por favor, me de uma luz ?

    abs

  11. Dalton 10 de novembro de 2016 at 8:49

    Entendo, a notícia que eu recebo é do dia de ontem, quando ainda não tinham recuperado o piloto.
    Que bom que foi encontrado, imagina como deve ser difícil conseguir um piloto de F18 treinado em Navios Aeródromo.

  12. Glasquis.>.
    .
    só para esclarecer …o piloto que ejetou foi salvo cerca de 30 minutos após a colisão…o que deve
    ter demorado foi o press release que tivemos acesso apenas hoje.
    .
    Não sei se ambos os pilotos estavam certificados para operações a bordo de NAes, normalmente
    2 ou 3 esquadrões dos fuzileiros tem operado com NAes nos últimos anos , mas nenhum com o USS Carl Vinson nos últimos anos e que encontra-se no momento preparando-se para sua próxima missão e não simplesmente treinando pilotos da US Navy e USMC que é um encargo de todos os NAes.
    .
    Em teoria todos os esquadrões dos fuzileiros equipados com FA-18Cs podem´operar a bordo de
    NAes, mas, alguns deles, não tem estado à bordo já há vários anos o que me leva a supor que
    certificações teriam que ser necessárias e também tem o fato de que as notícias dão que eles decolaram de Miramar.
    .
    abs

  13. Ivany, onde e com quem vc conseguiu tais informações sobre o H225M ? As FFAAs brasileiras e de mais 7 outros Paises (Cingapura e o mais recente) que o encomendaram/receberam vão querer saber sobre tal informação “privilegiada”!!!!!!

  14. Dalton, até onde eu sabia, e não sei se está correto ou se estou desatualizado, mas antes de qualquer período de deployment, todos os pilotos são imediatamente requalificados para operações à bordo, tendo que efetuar um determinado número de day e night traps até que possa ser declarado novamente qualificado. E salvo engano, as regras se aplicam igualmente para USN e USMC.
    .
    Claro que, esquadrões do USMC que não operam embarcados a mais tempo talvez tenham mais dificuldade incialmente, mas imagino que uma vez selecionados para tal, eles teriam dado ênfase em treinos para operações embarcadas e reviews frenéticas do NATOPS antes de se requalificarem.
    .
    De qualquer forma fico contente que os envolvidos estejam sãos e salvos.

  15. Como alguém, entendedor de assuntos militares pode criticar a compra do Bahia? A do São Paulo é compreensível, mas por que o Bahia? Ele é um navio com 18 anos de serviço, com margem para mais 20 anos navegando sem problema algum de defasagem. Seu motor é compartilhado por inúmeros navios da marine nationale, os próprios mistral tem semelhanças de motor com o siroco. Se houver algum problema, enfatizando, SE houver algum problema no motor é quase certo que a linha de montagem ainda estará aberta, senão estiver à inúmeras opções de peças semelhantes em outros fabricantes. Tem gente que parece que torce que os navios da MB estraguem…

  16. Sim Leandro…é isso mesmo…e como não há mais um NAe “escola” todos os NAes tem que dar suas contribuições para treinar os jovens pilotos nos T-45s, manter a proficiência de alas aéreas
    cujos NAes designados encontram-se em manutenção , os esquadrões de treinamento e reposição.
    .
    Também os esquadrões selecionados dos fuzileiros navais que foram designados para alas aéreas da US Navy passam por treinamento intensivo antes de uma missão, os demais operando de bases terrestres como por exemplo o esquadrão VMFA dos fuzileiros que é enviado ao Japão de forma expedicionária e não embarca no NAe lá baseado, o USS Ronald Reagan.
    .
    abs

  17. sim, Dalton, um amigo do USMC se qualificou à bordo ano passado em T-45’s e posteriormente foi designado para um esquadrão de Harriers, o que provavelmente significa que em breve estará convertendo para o F-35B.
    .
    A pouco tempo foi noticiado que o primeiro esquadrão ativo do F-35B seria enviado ao Japão em 2017, e seria exatamente da forma como descreveu. ‘Pegando uma carona’ mas operando à partir de base em terra quando lá chegasse.
    .
    De cabeça não lembro quando foi o último NAe escola da USN. Talvez o Lexington?

  18. Basta ver no flightradar24.com o domínio quase absoluto do Tio Igor em operações offshore,
    um ou outro AW.
    Já o Caralhal …. nem sombra !
    Menos o quê ?

  19. cronos
    .
    Procura ali em cima, no campo de busca, “h225m noruega”. Depois vai ver o punho do rotor que solta, que a airbusão já colocou a culpa em várias pessoas e não resolveu o problema. Isso simplesmente não presta, e voce deve estar chegando agora para não saber.
    .
    Lucas
    .
    A SEMT foi adquirida pela MTU (que fechou a fábrica) e depois revendida a MAN do grupo Volkswagem. A fábrica francesa de Saint-Nazaré está fechada e a SEMT foi desmantelada justamente por perder a concorrência do conjunto propulsor da FREMM francesa.
    .
    Saudações, e principalmente, informações a todos.

  20. Ivany Junior 10 de novembro de 2016 at 21:13
    .
    “A SEMT foi adquirida pela MTU (que fechou a fábrica) e depois revendida a MAN do grupo Volkswagem. A fábrica francesa de Saint-Nazaré está fechada e a SEMT foi desmantelada justamente por perder a concorrência do conjunto propulsor da FREMM francesa.”
    .
    Não inventa.
    .
    Em 1988 a MAN B&W já tinha metade da SEMT Pielstick, hoje tem 100%.
    .
    Sobre Saint-Nazaré…
    http://primeserv.man.eu/academies/locations/saint-nazaire
    .
    A MTU é da Rolls-Royce.
    .
    Muita maionese…

  21. Ivany, realmente estou chegando agora, assim como diversas instituições civis e militares que o utilizam, encomendaram e continuam o encomendando. Instituições estas que, com certeza, não ouviram sua opinião, embasada no fato ocorrido na Noruega. Me esqueci, a alguns anos a Guarda Costeira Japonesa encomendou algumas unidades do helicoptero em questão e vc deve saber que as condições de voo do Pacifico japonês são iguais ou piores que as do Atlântico norueguês.
    O “cavalo” de carga do Bahia, alias de toda MB, com certeza será o H225M. Corra para lá e avise todo mundo!!!!

  22. Bardini, olha a invenção aí.
    .
    “SEMT Pielstick[1] is a French diesel engine manufacturer based in Villepinte, France and owned by MAN Diesel, a subsidiary of MAN AG.

    SEMT Pielstick was formed in 1988 when the business was acquired from GEC Alsthom by MAN and MTU, originally as a 50/50 partnership. MAN increased its shareholding in February 1998 and in December 2006 bought the remaining 33% of the shares held by MTU, thus making MAN the sole shareholder of SEMT Pielstick. The company has been renamed MAN DIESEL SA and trades under this name.

    Since 2010, the company has been renamed MAN DIESEL & TURBO, following the Group’s new name.

    PIELSTICK parts & services are traded and manufactured by MAN Diesel & Turbo France and under the licensees’ name, as it is an active company of the MAN group specializing in nuclear-power-plant emergency generators (PA6B N & PC2.6B 600 N) and in Naval propulsion (PA4 200 SMDS, PA6B STC, PC2.5 STC).”

    https://en.wikipedia.org/wiki/SEMT_Pielstick
    .
    Sobre a “fábrica” Saint-Nazaire (retirado do link que voce mandou):
    .
    “The Saint-Nazaire academy is the product academy for all S.E.M.T. Pielstick engines. It offers theoretical, hands-on and on-site training on S.E.M.T. Pielstick engines, MAN 48/60 and 51/60 Dual Fuel engines, turbochargers and control systems. Our instructors conduct courses according to our catalog or respond to specific customer requests. Our academy, with 30 years of experience is located in a new building with up to date multimedia equipment as well as a spacious shop floor with real size engines and turbochargers. Participants are offered a visit to the production and assembly facilities. On-site training courses can also be implemented at the customer’s location all over the world.”
    .
    Eu acho que tem muita maionese por aí mesmo. Uma unidade de treinamento é bem diferente de uma fábrica. Eu acho, inclusive, que a maionese tá azeda. Cuidado aí.
    .
    cronos
    .
    Os problemas simplesmente não foram resolvidos, além de que uma missão SAR é diferente de uma ASW/ASuW. Quando isso disparar exocet eu gostaria muito que o presidente da helibrás estivesse a bordo. Os problemas não foram solucionados. É simples. Eu não vou correr lá, simplesmente porque os operadores sabem muito mais dos problemas do que eu. Na FAB ele virou “super pane” e olha que o maior armamento que ele usa lá são duas metralhadoras 12,7mm. Você veja se essa encomenda do Japão foi antes ou depois do acontecido na Noruega. Espero que não tenha que morrer gente para que a Airbus conserte a aeronave/substitua por Super Pumas (muito melhores que esse caralhal).
    .
    Saudações.

  23. Ivany, haja “argumentos”!!!
    Só espero que consiga convencer todos os clientes do H225M com “eles”!!! Boa sorte!!!

  24. Ivany, outra coisa: simplesmente pelo fato de o Japão ter encomendado e recebido ANTES do ocorrido na Noruega, por que tal acidente não ocorreu lá antes? Quando o produto é ruim, mesmo uma boa manutenção não o conserta. Provavelmente foi alguma gambiarra norueguesa, daí a Airbus ter tirado o time de campo.

  25. Cronos já que tu sabes ra to sobre Ec 725, explicará para mim, porque é que a cada 10 horas e necessário uma desmontagem parcial do filtro da transmissão para checar presença de limalha e no BH eu faço 120 HORAS sem sequer abrir uma porta de inspeção??????
    Explica ai para mim….

    G abraco

  26. Aproveita, explica para mim porque é que no Tchade, o EC teve sua disponi bilidade abaixo de 15 por cento em função da baixa qualidade de suas palhetas de rotor srnciveis a sílica dolomitica presente na areia do deserto, mas os Chinooks que por lá operavam não tiveram problema algum????
    Explica ai para mim…..

    G abraco

  27. Cronos, explica ai para mim, porque é que ele não consegue efetuar a missão ASW pois não consegue manter o pairado por mais de 15 mins, sua transmissão derrete, enquanto o BH voa até 20 minutos sem óleo?????
    Explica ai, to curioso…..

    G abraco

  28. Sim Leandro, foi o “Lexington” que deveria ter sido substituído pelo “Forrestal” que foi inclusive
    redesignado como NAe de treinamento (AVT-59), mas, com o fim da guerra fria e os imensos cortes no orçamento a US Navy simplesmente não podia mais manter um NAe exclusivo para
    treinamento e a conversão pela qual ele já estava passando e que permitiria seu uso por pelo menos outros 10 anos foi interrompida e ele foi descomissionado em 1993 com meros 38 anos
    nem mesmo indo para a reserva.
    .
    abs

  29. Dalton, estou olhando para a minha parede onde se encontra um calendário de 1992 da revista Air Forces Monthly com imagens do Forrestal e a manchete “Forrestal’s Last Fight” que cobriu o último deployment dele no Med e inclusive fex exercícios com a Marinha Italiana com o Giuseppe Garibaldi e Royal Navy com o Illustrious ou Invincible. Eu não sabia que ele havia sido selecionado como futuro NAe de treinamento. Talvez seja uma boa eu procurar a revista e ver se ela ainda existe por aqui para dar uma olhada, mas de qualquer maneira obrigado pela informação.
    .
    Uma pena de não ter virado museu, afinal de contas não se pode, aparentemente, fazer o mesmo com seus irmãos nucleares.

  30. Iväny
    Simples:
    Tio Igor opera onshore mundo afora e é absoluto.
    AW vem depois em bem, mas bem menor número.
    E o Caralhal ? rsrsrs …. nunca ouvi nunca vi nem ouço falar !
    E me refiro ao planeta terra tá.
    No Brasil ninguém opera Caralhal onshore.

  31. Leandro…
    .
    como a US Navy já declarou que pretende enviar o ex-USS Kitty Hawk que encontra-se na reserva para o desmanche isso deixará apenas o ex-USS John Kennedy como candidato a um NAe museu , na verdade o único “Super NAe museu”, o “super” sendo uma denominação não oficial da geração iniciada com o “Forrestal”.
    .
    Os Estados de Massachusetts e Rhode Island estão na corrida, mas, apesar do ex presidente
    Kennedy ser um nativo de Massachusetts, Rhode Island aparentemente oferece melhores
    condições para manter tal imenso navio, mas, ainda não há nada de concreto.
    .
    E de fato, NAes “nucleares” exigem enormes desconstruções para remover os reatores e não
    seria viável um “remendo” para então tornar o navio elegível para conversão em museu.
    .
    abraços

  32. Sim, me cortou o coração quando eu li que o Enterprise não poderia ser colocado em exposição como museu. Além de gostar do assunto ainda sou Trekkie de carteirinha hehehehe.
    .
    E é verdade, seria o primeiro ‘supercarrier’ à virar museu, todos os outros são Essex e o Midway, que é aquele Essex super-ultra-puxa modificado ao longo dos anos. Sobrou algum CVE? Sei que alguns ainda estavam vivos até a metade da década de 1970, mas não acho que algum tenha virado museu.

  33. cronos, to sem paciência mesmo pra torcidinhas. Já deu. Negócio infantil.
    .
    http://www.aereo.jor.br/2013/03/30/rmaf-furiosa-com-problemas-nos-seus-ec725/
    http://www.aereo.jor.br/2013/04/20/solucao-interina-para-os-ec225-que-operam-com-restricoes/
    http://www.aereo.jor.br/2012/10/26/novo-pouso-forcado-de-ec225-no-mar-do-norte-transmissao-pode-ser-a-causa/
    .
    To colocando 3 links de problemas da mesma porcaria. Pesquise por soluções destes problemas que você não irá achar. Destaque para as limitações de uso da Malasia que são iguais as do brasil. Se você não entende que a porcaria deu defeito onde passou, que simplesmente é um falha grotesca de projeto e que o problema da transmissão NÃO foi definitivamente solucionado ainda, volte ao ensino fundamental e estude interpretação de texto.

  34. Ivany, independente de sua opinião, tenha certeza de a coisa: O H225M será o “burro” de carga da MB!! Infantil é sua posição como “ispecialista” . É com tal tipo de gente eu não discuto, ignoro, desprezo!!! Tenha uma boa vida!!

  35. Eu realmente gostaria de saber como é que o EC 725 vai ser burro de carga se o desempenho aerodinâmico dele é pior do que o SP.
    Eu gostaria de saber porque é que no SH nos fazemos 120 horas sem se quer abrir uma porta de inspecão e no EC 725 e necessário uma inspeção no filtro da transmissão a cada dez horas.
    Eu gostaria de saber dos “inspicialistas” a bordo como é que ele vai cumprir a missão com todas as limitações de velocidade relativa, payload, G e torque que foram impostas pela Airbosta.
    E principalmente eu gostaria de saber quem vai pagar o custo gerado por todas estas TOs geradas pelo fabricante???
    Fala aí “inspivialista”

    G abraco

  36. Nenhum CVE nem CVL sobreviveu Leandro…houve uma tentativa de converter o ex USS Cabot (CVL) em museu, o mesmo que os espanhóis adquiriram nos anos 60 e o batizaram como “Dédalo” que após seu descomissionamento na marinha espanhola foi doado aos EUA para uma empresa privada, mas, depois de vários anos, sem os fundos necessários, acabou desmantelado.

  37. Outra correção: “E (não “É”) com tal tipo de gente…”. Preciso reconfigurar o auto corretor.
    Aproveitando o clima de despedida: a FAB recentemente resgatou em ALTO MAR um comandante de navio que sofreu um enfarto. Advinha o helicoptero utilizado? Infelizmente para os fanboys não foi um blackhawk. Pesquisem no Google “fab resgata”.
    Vc, Dom Ivany, ainda não conseguiu me explicar por que o Caracal continua recebendo encomendas civis e militares. Argumentos fracos não me convencem. Tchau!!!!

  38. Dalton, é uma infelicidade, tendo em vista o papel importantíssimo que tiveram tanto no Pacífico quanto no Atlântico em Hunter Killer teams. Haviam dois deles em um dos filmes do Dirty Harry na década de 1970 hehehehe. Cheguei à pesquisar quais eram, mas já faz tanto tempo que esqueci. Uma pena terem sido sucateados.

  39. Juarez, agora que vi seus questionamentos. Se vc prestasse atenção perceberia que era EU que estava perguntando ao “ispecialista” os motivos de tantas afirmações ditas com tamanha propriedade de “conhecimentos”. Se vc prestasse um pouquinho mais de atenção perceberia que a principal pergunta era “se o produto é tão ruim por que recebe tantas encomendas?”
    Não sei de onde vc pegou tantos dados (não me interessa fornecer-me) sobre o H225M. Mas que o bicho vai ser o “burrinho” de carga da MB, vai!!! Se é que já não o é.

  40. Perdão Cronos, o burro de carga da MB ainda é o esquilo e ainda o será por algum tempo, pois temos poucos Linx disponiveis ainda e os SH-16 e UH-15 não podem embarcar em quase nada da MB (somente no G-25, G-29 e G-40), e os navios que carregam o piano da MB só embarcam AH-11A e UH-12, não estou falando da capacidade de carga, mas da capacidade de emprego nos principais navios da esquadra, o que é o principal na MB.

  41. Gostaria da opinião do Lynx,
    piloto de Héli offshore e piloto da MB.
    ______________________________

    Juarez & Iväny
    Vão continuar a jogar xadrez com pombo ?
    ______________________________

    Acabei de consultar o flightradar24.com
    Não tem um caralhal no ar, essa é a média diária.
    Dia a Dia, “forrado” do Tio Igor, há AW e Bell também, já caralhal …. difícil.
    ______________________________

    Colega Lynx, cadê você ?

  42. Carlos Alberto, shalon!!!
    E assim encerro minha participação neste Post.
    Não sou pombo! Sou carcará!!!
    Continue no flightradar procurando “Carvalhal”!!!!
    Tchauuuuu!!

  43. Cronos, até a MB adquirir alguns escoltas com capacidade de operar helicopteros médios/ pesados, na classe do SH-16 e UH-15, pois é o que vai passar a ser a espinha dorsal de helicopteros da MB junto com meia duzia de Super Linx que estão sendo modernizados atualmente na Inglaterra, e os esquilos logo logo estarão dando baixa, e até que se defina seu substituto e se adquira um novo he emprego geral a situação vai continuar a mesma.
    .
    o SH-16 (Sea Hawk) é um helicoptero ASW/ASuW/emprego geral testado, provado, com manutenção comprovada, enquanto que o UH-15/UH-15A (Super Cougar) é um he com duas versões distintas, o UH-15 é emprego geral e o UH-15A é ASuW, e não tem capacidade ASW, é a evolução de uma excelente familia de helicopteros, porém é de conhecimento de todos os problemas no MGB dele que já ocasionou alguns acidentes e que até o momento o problema não foi resolvido 100%, o que requeria o caso de um recall geral com todos os operadores, o groundeamento de uma frota de helicopteros não é algo que deva ser deixado de lado, principalmente para uma aeronave militar, que deve ter sua confiabilidade acima de qualquer coisa, tem muita gente que torce contra, outros que torcem a favor, mas temos que ser realistas, os problemas existem, e no momento o SH-16 são mais confiavéis, além de mais versáteis, enquanto os UH-15 tem emprego dedicado.

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