A China comissionou a 33ª corveta Type 056, com mais 9 navios do tipo em construção

Embora a produção desta classe de navios tenha começado em 2012, a Type 056 já é uma das mais numerosas da PLA Navy. Foram 33 navios em 4 anos, mais ou menos 8 corvetas por ano.

Não custa lembrar que o Brasil demorou 14 anos para construir a corveta Barroso.

62 COMMENTS

  1. Guizmo, podemos dizer que a mentalidade de defesa naquele país é 112 vezes mais disseminada do que no nosso. Também podemos dizer que veem as FFAA como a proteção do território contra os inimigos externos. Já aqui, não querem nem saber de proteger o próprio território contra os inimigos internos. o Que faltou a MB foram verbas para continuar a construção. Quanto a eficiência, veja que na mesma época da Barroso, foram lançados os Classe Tupy e o MOD Tikuna.

  2. Pessoal, com todo respeito à opinião de todos, mais é muito fácil jogar a culpa apenas nos políticos. Os militares também tem culpa, pois falta prioridades na marinha. Eu me pergunto como o Chile com um orçamento menor que o nosso tem uma marinha moderna, assim como o restante das forças armadas? Os militares brasileiros, em especial os da marinha vivem fora da realidade, ao invés de cair de cabeça no sub- nuclear, deveria investir esse imensa quantidade de dinheiro em renovação da frota de superfície e em sub convencionais.
    Ainda tem o fato do orçamento ser apertado, então por qual motivo não compram embarçoes da China, e colocam o sistema que desejam? Infelizmente, dominar, projetar e construir é muito caro, como o orçamento militar é curto, tem que comprar de fora que é mais barato. Essa é a realidade, em breve teremos a maior guarda costeira do mundo.

  3. Obs: A marinha poderia buscar transformar projeto de embarçoes offshore, em uso militar. Não seria a melhor solução, mais seria uma forma acessível de ampliar e modernizar a frota.

  4. A MB precisa mesmo é de submarinos, principalmente nucleares; com capacidade de lançar mísseis antinavios e anti aéreo. Muito mais eficaz, amedrontador, e fácil de esconder uma frota inteira e fazer um ataque mortal a armada inimiga, sem mesmo precisar chegar perto.

  5. Vai la em 2018 e vota nos mesmos partidos, farsantes e canalhas de sempre e depois vem aqui se lamentar que o Brasil lwva 14 anos pra contruir uma corveta enquanto os ratos roubam bilhoes da riqueza Nacioal.

  6. E inveja pqp ” 9 em construção” o segredo deve ser a produção em larga escala, os custos devem cair bem por unidade não ?

  7. Um exemplo da má gestão dos recursos é a MB investir nos C-1, que além de velhos e defasados nós não temos mais um NAE.

  8. Pessoal

    Desculpa o off-topic, mas como o Cadu falou acima a Marinha não poderia usar os casco ainda não acabados dos navio petroleiros que eram para atender a Petrobras para fazer um navio logístico ou um reabastecedor para os navios.
    Desculpa se eu estiver viajando na maionese, mas li outro dia que o HMS Ocean foi baseado em um navio offshore..

  9. No meu achismo de leigo, o que vejo é que falta um planejamento e uma prioridade. A muito eu li um artigo sobre um país do báltico, não me lembro qual, que no meio da decada de 70 percebeu que com o orçamento que produzia, não teria como ter uma força moderna produzida localmente, então optaram por produzir apenas o critico, aquilo que fosse o mais caro, o resto viria de fora. O programa escolhido como prioridade para desenvolvimento foi o de misseis, hoje eles contam com uma família de misseis para todos os empregos, ar-ar, terra-ar, ar-mar, mar-ar e por ai vai. Não adianta querer desenvolver como nosso orçamento, mas da pra manter um ou dois programas como aporte verdadeiros e ainda manter uma força, se não estado da arte, ao menos moderna.
    Se planejar é claro!

  10. Não sei nem o que comentar depois dessa dos 33 navios(desta classe ,fora os outros) em 4 anos. A falta de administração deixou a MB como está, ao menos o atual CM está ,ao que parece, fazendo um bom trabalho.
    Nem tanto ao céu e nem tanto ao inferno.
    Há vários estaleiros enormes em construção neste momento no país e a maioria está quase parada as obras depois da lava jato (que é uma bênção pra nação) que ao meu ver não deveria frear obras e tal e sim apenas condenar os donos e administradores corruptos das empresas sem lesar o trabalhador lá na base da pirâmide que nem sabe por que perdeu o emprego repentinamente .

  11. O que tenho a dizer:”Foram 33 navios em 4 anos, mais ou menos 8 corvetas por ano. Não custa lembrar que o Brasil demorou 14 anos para construir a corveta Barroso.” Pois é gente, enquanto isso vamos que vamos liberar o “pancadão de funk” por que isso que é cultura nesse país de governo sem vergonha….

  12. As corvetas classe “Inhaúma” foram construídas e incorporadas dentro de razoáveis 6 anos
    em média…a “Barroso” foi uma exceção e não regra, aliás, praticamente no mesmo período algumas das atuais corvetas argentinas levaram até mais do que 14 anos para serem incorporadas.
    .
    Quanto à marinha chilena, não sinto a menor inveja dela…está se falando de apenas 8 principais combatentes de superfície e 4 submarinos e eles tem como vizinho o Peru, um país com uma população bem maior e com o qual existem pendências fronteiriças, além do mais,
    o Chile não precisa investir tanto em meios distritais, assim pode se dedicar mais à Esquadra.

  13. Infelizmente muitos que comentam nos blogs de “defesa” não tem o mínimo conhecimento da estrutura das Forças Armadas brasileiras e das missões a elas atribuídas (previstas em Leis e em Leis Complementares).
    Em função do desconhecimento ou conhecimento parcial equivocado, são feitas varias colocações improcedentes (para não dizer, “sem pé nem cabeça”).

  14. Gabriel,
    No atual momento da vida nacional ninguém nem nada está livre de críticas e goste os militares da ativa ou da reserva, nem as Forças Armadas.
    A lama (pra não dizer outro material de consistência e cor similar, mas com cheiro bem mais desagradável) cobre a todos nós e a todas as instituições, sejam públicas ou privadas, sejam federais, estaduais, municipais, do legislativo, do judiciário, do executivo, do MP, civil ou militar.
    Nos matamos a taxa de 60 mil por anos e não somos assassinados por ETs marcianos. São outros brasileiros que o fazem. Mais 300 mil são vítimas diretas de violência (facadas, pauladas, chutes, tiros, etc.) e não morrem, pelos motivos mais fúteis e novamente, não são os ETs que perpetram tais crimes. Mais de 1 milhão de brasileiros morrem por ano por mortes evitáveis e os responsáveis são outros brasileiros ditos “honestos”. Os mesmos que reclamam da corrupção, dos políticos e da violência são os que roubam carga de caminhões acidentados nas estradas. Os mesmos que morrem nas filas dos hospitais por falta de atendimento são os que jogam lixo no passeio público.
    Com exceção das crianças (até uns 10 anos de idade) não há inocentes nesse país e estamos fazendo por merecer cada espinho que se soma à nossa coroa de espinhos, tendo em vista sermos o povo que somos. Felizmente há saída para o Brasil e é o aeroporto. Não pra mim que já somo 55 primaveras e não seria bem vindo em lugar nenhum um pouco mais civilizado que essa terra esquecida por Deus mesmo com o nível de especialização que tenho na minha área… mas talvez para minhas filhas ainda haja esperança.

  15. Também podemos dizer que os Chineses seguem a mesma metodologia de fabricação que aplica nos seu carros.
    Se os carros são uma porcaria, o que podemos dizer dos navios?
    Navios de guerra Chineses, os melhores navios do Universo.

  16. Concordo com o Bosco!
    Militar brasileiro é de uma sensibilidade incrível. Qualquer coisa que não seja homenagem os ofende. Imagino esse povo sob influência de ataques de operações psicológicas por um inimigo…

  17. Para somar ao nosso horror de cada dia crianças já são baleadas no ventre da mãe, antes de nascerem e os criminosos agora atropelam as vítimas antes de lhes “aliviar” de seus pertences pra reduzir as chances de reação. Só no estado do Rio, esse ano, mais de 600 pessoas foram atingidas por balas perdidas. E o Estado se cala. A ordem é “não reagir”.
    No alto escalão, mais de 200 bilhões de reais já foram surrupiados do erário só este ano, com Lava Jato e tudo.
    E ninguém faz nada! É estrutural. Se mexerem com isso o Estado literalmente desaba como um castelo de cartas e sobrevêm o caos, como se já não vivêssemos em um, sobrevivendo num mundo pós-apocalíptico habitado por zumbis canibais e tendo que matar um leão por dia pra sobreviver.
    Pelo amor de Deus… ou de Alá…. que venha o Estado Islâmico ou os Chineses ou os Marcianos pra ver se põem alguma ordem nessa baderna que virou o Brasil, porque solução de dentro, com o nível de “homens sérios” que o país tem, podemos esquecer.

  18. Navio barato de fazer para dar volume e mostrar a brandeira Chinesa… Coisa semelhante deveríamos começar a fazer por aqui, com um Navio Patrulha nacional na faixa das 2.000 tons.

  19. Concordo com quase tudo que você disse Bosco, o final é a única parte que discordo. Não podemos desistir do país, por mais difícil que seja a luta para mudar a mentalidade do povo brasileiro. Tem um texto de Ana Carolina que trata bem sobre isso:

    Só de Sacanagem – Ana Carolina

    Meu coração está aos pulos!
    Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
    Por quantas provas terá ela que passar?
    Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
    Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
    Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?
    Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
    É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
    Meu coração tá no escuro.
    A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
    ” – Não roubarás!”
    ” – Devolva o lápis do coleguinha!”
    ” – Esse apontador não é seu, minha filha!”
    Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
    Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem!
    Dirão:
    ” – Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba.”
    E eu vou dizer:
    “- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.”
    Dirão:
    ” – É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”.
    E eu direi:
    ” – Não admito! Minha esperança é imortal!”
    E eu repito, ouviram?
    IMORTAL!!!
    Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.

  20. Bosco, eu no alto dos meu 53 também faria a mesma coisa. Não tem mais saída democrática, só a Francesa(a do Dr. Guilhotan), mas ainda acho que não chegamos ao fundo do poço da degradação moral e humana, mas em breve chegaremos.

    G abraço

  21. Bardini, exatamente, poderia se utilizar o projeto base do casco da Barroso e fazer um O P V um pouco mais “encorpado” tentar achar um estaleiro no Brasil que se consiga reunir meia dúzia de engenheiros navais que saibam fazer um cálculo de trigonometria sem pedir ajuda a wiki, 20 soldadores que saibam que o maçarico da TIG deve ser bem aterrado e pego pelo suporte inferior(os do Pronatec ainda não descobriram a diferença entre ele e um melancia) e uns 150 operários que saibam que dois mais dois e quatro sem usar o celular, que tenham pelo menos uns 90% de assiduidade no trabalho, não peçam atestados médicos frios para irem no carnaval, na micareta, na festa de São João,no aniversário do irmão que mora no interior, e ainda que não olhem o celular a cada cinco minutos para ver quem está no “face”.
    Eu sei, vai ser muito difícil achar estas pessoas, no Brasil de hoje.

    G abraço

  22. Defesa nesse país é algo secundário ! Enquanto a MB não tem verba para ir para a UNITAS LVIII, quase R$ 1 bilhão em emendas parlamentares aparecem em um estalar de dedos sem problema.

    Tudo isso é culpa desse povinho de merda que aceita políticos,juízes e procuradores com super salários e esse absurdo de partidos e esse fundo partidário que poderá passar de R$800 para R$ 3,5bilhões…
    Nosso povo não tem moral nem para falar mal dos argentinos,pois são muito mais corajosos que esse povo tacanho e frouxo.

  23. Talvez seja o hora de uma parceria com os Chineses, mesmo que forneçam o casco e a MB o preencha com “recheio” ocidental.
    Acho que seria mais rápido e barato para a MB voltar a ter uma esquadra moderna.

  24. Os navios chineses sempre impecáveis. Lembro na década de 60 e 70, quando a marinha chinesa era basicamente uma guarda costeira, mas seus navios sempre impecavelmente limpos, pintura nova, marinheiros disciplinados em oposição aos navios soviéticos sempre descuidados, parecendo sempre precisar de uma “recauchutagem”.

  25. Tiago Jeronimo (@TiagoJL) 14 de julho de 2017 at 12:53
    Belo e inspirador texto.
    Também creio que deveríamos fechar uma compra de ao menos umas seis corvetas desta classe pra amenizar as coisas e criar uma doutrina de manutenção de eqp Chinês.

  26. Estão substituindo algumas dezenas de navios mais antigos, como fragatas T-53 e caça
    submarinos T-37.
    .
    E “Caipira” …não diria que na década de 60 e 70 a marinha chinesa era “basicamente
    uma guarda costeira” já que contava com destroyers, fragatas e submarinos de projeto soviético sendo construídos sob licença já nos anos 60 e nos anos 70 incorporaram seu primeiro submarino de propulsão nuclear apesar de pouco se saber dele na época.

  27. A Esquadra Brasileira está afundando. Toda ela. E no porto. Não pela ação de algum oponente externo. Mas pela inação de nossas autoridades políticas e, especialmente, navais!

    Os compromissos nacionais e internacionais que demandam a presença de nossa frota não estão sendo realizados num nível próximo das gloriosas tradições da Esquadra Brasileira.

    Nossas escoltas estão sucumbindo não à força das ondas, mas da sua própria idade.

    Não temos meios de apoio logístico para suprir ou manutenir nossos homens e nossa frota dispersos pelos oceanos. A vergonha nos encobre como o mar cobre o leito dos oceanos.

    Nosso último NAe, finalmente descomissionado, tornou-se o símbolo do nossa obsolescência e falta de perspectiva, conquanto sua chegada, há 15 anos, dentro de um contexto financeiro diverso, fora realizado em perspectivas que não se concretizaram, e ao revés, sucumbiram nossos minguados recursos financeiros e ainda sucumbem com o resíduo de um projeto de força aeronaval claudicante e estupidificante.

    Nessa esteira, deveríamos rever esse fantasioso e hilariante PAEMB em vigor, redirecionando os objetivos da Esquadra para meios e quantidades mais factíveis e exigíveis à nossa mediana projeção política e econômica. No tocante à ausência de um NAe, na eventualidade de um conflito futuro que o demande, roguemos a Deus que nosso oponente não disponha de tal meio, e caso contrário, que façamos parte de uma coalização de forças que supra nossa carência nesse quesito, ou, ainda, que nossos meios diplomáticos vençam a batalha em seu terreno apropriado.

    Oxalá tivéssemos até o fim dos próximos 15 anos uma linha de batalha no mar com, ao menos, 04 fragatas de 6000t, 04 corvetas de projeto nacional, e 04 submarinos convencionais, todos no estado da arte, e não no estado do desastre, como hoje nos encontramos. Sem prejuízo dos meios navais de apoio logístico.

    O tempo chegou. De dizermos se queremos ter uma Marinha de Guerra ou não.

    Por fim, como disse em outro post, e como causa primeira desse estado de desastre, com muita tristeza, ultimamente, tenho observado aquilo que me parece uma baixa capacidade intelectual dentro das FFAA brasileiras, mesmo entre a fileira dos oficiais, e especialmente na MB. Um potencial de articulação de ideias baixo, por vezes absurdamente sofrível, reproduzindo à exaustão chavões de caserna, sem nenhum juízo crítico ou criatividade de raciocínio.

    A ordem unida, como se espera dela, promove uma uniformização de gestos marciais, não obstante a mente devesse ser livre para pensar e articular conforme o contexto. Não é o que ocorre. E as gestões administrativas temerárias na MB, nos últimos 20 anos, ao meu sentir, são reflexos de profissionais autômatos e antolhados por uma doutrina naval repetitiva e ultrapassada, que não sabem ou não querem pensar, apenas “marcar passo” até o corneteiro tocar “em frente”, “alto”, ou “fora de forma”…

    E os próximos, e os próximos, seguem nessa formatura enfadonha. Até quando?

    Parabéns, dessa vez à China…

  28. Fugindo levemente do tópico. Sobre gastos com defesa. Aquele Hércules 130 que caiu nos EUA.
    O avião era baseado em nova Iorque, os soldados eram da Carolina do norte e estavam indo para o Arizona. Apenas 16.
    Muito gasto, muito deslocamento. Poucos soldados.
    Aparente ineficiência.
    Para um simples treinamento.
    Será que isso não ocorre no Brasil?
    Excesso de viagens, deslocamentos, diárias…
    Muitas vezes desnecessário.
    Um avião sai de São Luiz para levar a correia de um motor da bomba da caixa de água de um destacamento no Paraná…
    Um vôo de Santa Maria para levar dois mecânicos que vão fazer um treinamento em minas gerais.
    Um navio que vai levar combustível para um navio que vai levar arroz para a base naval do nordeste que não tem navios mas tem 500 marinheiros.

  29. Pensem: Vinte cascos “Tamandaré” em quatro anos, completamente desdentados, construídos em algum estaleiro chinês, trazidos para a Ila das Cobras, oito com previsão de serem corvetas e doze com previsão de serem NaPaOc armados com um Pantsir M como armamento principal, duas 20mm e duas 12.7mm. Aço chines é feito com nosso minério, mesmo assim é infinitamente mais barato que o nosso.

  30. Oque todos acham melhor para o Brasil, a curto prazo, 4 corvetas Tamandaré, ou 10 corvetas Visby pelo mesmo preço?
    Opinião minha 10 Visby e quando poder mais 10 Visby.
    Ae da para pensar em Fragatas e Corvetas maiores
    Abraços

  31. MO a de convir, as Tamandaré são bem mais armadas e tem autonomia bem maior que as Visby. Para se manter uma capacidade mínima de combate em nossas águas jurisdicionais elas servem, e servem ainda se tivermos junto com as Tamandarés uma quantidade boa de NaPaOc “carregando” nossa bandeira. Pra que montar uma esquadra se nem capacidade de patrulha temos, se não conseguimos marcar presença? Meu sonho é fragatas de um zinhão de toneladas, Nae com um zilhão de aeronaves embarcadas, navios anfíbios para desembarcar um zilhão de tropas, trocentos carros de combate, trocentos helicópteros, navios tanques novos, apoio logístico novo, mas uma casa se começa por baixo. o recomeço (recomeço sim) seria, 50 Macaé-mod, 12 NaPaOc baseados nas Tamandaré, 8 Tamanduás, rsrs, para se ter uma capacidade mesmo que mínima de combate, 8 subs. Só então, a partir daí, montar-se-ia uma verdadeira esquadra.

  32. ´/adson, considere o Oceano Atlantico e observe uma Inhaúma atracada com uma embarcação passando ao lado

    Ok as Tamanduas serão um titiquinho maiores, mas … não, vamos desperdiçar dinheiro eu um navio a ser subutilizado

  33. MO
    Com todo o respeito.
    Mas para patrulhamento de nossas aguas e fiscalização em alto mar, são ótimas, da e sobra.
    Para que gastar um absurdo em marinha de guerra se não temos o básico.
    Quando tiver um mínimo de embarcações de patrulhamento.
    Ae pensa em covertas e fragatas.
    Num TO em que um inimigo se aproxima de nossas águas e da de cara com um navio de nossa esquadra.
    Considerando um ataque supresa. É melhor que destrua uma patrulha, que está servirá de alerta a marinha de guerra.
    Do que destruir o mais importante navio da esquadra.
    No meu ver ter navios de menor porte facilita as atividades de fiscalização, é possível ter em maior números aumentando nossa presença em várias partes do território marinho.
    E em contra partida protege a marinha de guerra servindo de alerta.
    E a marinha de Guerra “quando tivermos uma” fica focada no que tem que realmente fazer.
    Treinar, participar de colaborações internacional e dissuadir possíveis inimigos.
    O Visby, é um mero exemplo pois diz que o mesmo custa metade do preço da futura corveta do Brasil.
    Na minha opinião, menos armada, mesnos recursos sim, mas para fiscalização e atividades descritas está ótima.
    Um abraço
    SÓ UMA OPINIÃO

  34. Ozawa, você mencionou “baixo poder de articulação de ideias”. Isso está generalizado pelo país. Vejo gerações mais jovens, que interajo no trabalho. Absoluta falta de educação, cortesia, de capacidade analítica ou de articulação de ideias, como mencionou.

    Daqui há 15 anos, um texto como o que você, Bardini, Ivan, Bosco e outros aqui escrevem, renderá um prêmio literário. O país está ficando cada dia mais burro. As gerações que estão assumindo não tem preparo intelectual algum. Estamos condenados. Não tenho esperança

  35. Antonio…
    .
    usar o KC-130 que caiu nos EUA com apenas 16 militares a bordo para fazer comparações com
    má gestão de gastos e/ou ineficiência me parece errado…pelo que foi publicado o KC-130 estava transportando uma grande quantidade de munições e não apenas alguns poucos passageiros, portanto, aproveitou-se o transporte da carga para incluir alguns passageiros também !
    .
    abs

  36. Antônio
    Acho que não ocorre mais tanto desperdício na FAB (a não ser no GTE que pega um 145 para transportar 1 ministro), visto que a disponibilidade dos C-130 está tão abalada devido aos cortes que não há como esbanjar. Quando o C-130 é demasiadamente grande para a demanda, ainda temos os Casa, os C-99 (60 pax), os Brasílias (30 pax), os Bandeirantes (10 pax), os Caravan (8 pax) e os L-35 (5 pax). A preocupação também é relativa ao trecho de retorno que deve ser suprido por carga ou pessoal. Mesmo assim, por urgência na missão ou por incompatibilidade de planejamento alguns trechos não são econômicos, nesses momentos os esquadrões procuram dispor de alunos para garantir o treinamento das equipagens. Em resumo muito é levado em consideração na hora de elencar um meio para uma determinada ação logística.

  37. 1500 meu caro ….. 1500 ….. ai começou a fod…………
    Bosco 14 de julho de 2017 at 11:47

  38. Está perto ? Tá longe …. tá longe …. tá perto …. será ? Nunca seremos nada, precisa desenhar ?
    Juarez 14 de julho de 2017 at 13:07

  39. o bloco ocidental ( Europa e EUA ) tem basicamente 4 potencias, EUA, Inglaterra, Franca e Alemanha, no outro lado vc tem China, Rússia e Índia, fora Paquistão, Ira, e a Turquia que esta a cada dia mais próxima da Organização de Shangai, nesse ritmo que a China lança navios o mundo já esta com seu centro de poder na Ásia…

  40. Caro Renan,
    .
    Observe onde os suecos usam a classe ‘Visby’… Golfo de Bótnia… Quando muito, vão ao Báltico… Foi projetada para navegar ali…
    .
    Uma ‘Visby’, no Atlântico, seria muito “otimisticamente” um navio para negar um ponto perto da costa e dar combate ali. Mas aí vem a pergunta: dar combate a quem, se os inimigos em potencial poderiam operar a mais de 1500 MN mar adentro…? Talvez, e digo “talvez” mesmo, ela pudesse ir até umas 500 MN da costa, dar um ‘role’ de uns 7 dias, e voltar… E olhe lá…
    .
    Enfim, entendendo-se que uma ‘Visby’ dificilmente teria oportunidade de dar combate ao que quer que seja por aqui, e considerando-se que são excessivamente armadas para a atividade de patrulha, então é desperdício de dinheiro…! Muito melhor torrar o pouco que se tem em algo que sirva.
    .
    O que o País está realmente precisando nesse seguimento de patrulha, para ao menos cumprir com seus compromissos internacionais, é de verdadeiros NaPaOc ( navio de patrulha oceânica ), com umas 2000 toneladas pelo menos, e de navios de patrulha costeira dentro das 600 toneladas ( nem as ‘Macaé’ eu considero ideais ). Ou seja, reforçar meios distritais. E pra você ter uma ideia, só uma ‘Visby’ custaria hoje o equivalente a uns três NaPaOc da classe L’Adroit…
    .
    Sendo justo, até se poderia argumentar que um derivado da classe ‘Visby’ poderia ser um NaPaCos, mas aí já são outros quinhentos ( já que tal navio não existe… ). Tira as turbinas LM2500 e bota só motores a diesel, deixa só o radar de navegação, só o canhão 57mm a frente e põe duas 0.50 de cada lado. Fechou… Seria um NaPaCos de luxo…
    .
    Quanto a ‘Tamandaré’, pra mim ela é um meio termo entre uma ‘Flóreal’ e uma ‘La Fayette’. Uma corveta com porte de uma fragata leve, que poderá fazer as vezes de um NaPaOc ( e penso que fará a maior parte do tempo )… Pessoalmente, acho-a interessante e acredito que vai quebrar um ou outro gralho. Mas está longe de ser o ideal…
    .

    .
    Em qualquer situação, ninguém vai se aproximar de águas territoriais para atacar o que quer que seja enquanto houver oposição aérea. Quanto mais próximo da costa, maiores serão as possibilidades para a aviação em terra atuar. E se estivermos em uma situação em que a aviação for repelida, então estaremos lidando com um inimigo plenamente superior ( provavelmente alguma super potência ). E aí, não seria um punhado de ‘Visby’ ou vaso similar que resolveria a questão.

  41. “Também podemos dizer que os Chineses seguem a mesma metodologia de fabricação que aplica nos seu carros”.

    Quem tem pretensões de projetar poder pelo globo,não será estúpido de fazer uma maquina de guerra para que ela seja afundada ao primeiro exocet,Harpoon ou tomahawk…

  42. Belissima explanação BOSCO. Tenho 34 anos e já não acredito mais na solução democrática do Brasil.

    Para mim, pessoalmente, o que salvará a MB, e como também o Brasil, é o mesmo caminho, o unico que vejo como salvação, é a GUERRA CIVIL TOTAL, uma guerra aberta e declarda com a fragmentação e destruição total da nossa nação, com nossas cidades em chamas e milhares de mortos. O caos total sem ter para onde ou quem recorrer. Vejo que é o unico caminho.

    Pois apenas após esse país esquecido por Deus, tendo sido separado o joio do trigo, terá uma nova chance de recomeçar, com um sentimento realmente nacional e construção de uma identidade única como país. E para aqueles que acham besteira que eu digo, basta lembrar na história recente da China e USA para ver onde eles estão hoje.

    A solução para nossas FFAA’s é a mesma que de todo restante do Brasil. Destruição total e um renascimento. Fora isso, boa sorte a todos nós.

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