Estados Unidos e outros oito países realizam no litoral leste americano um grande exercício anfíbio, denominado ‘Bold Alligator’ e destinado a contra-atacar uma ameaça que recorda a do Irã. Veja mais detalhes no site das Forças Terrestres, clicando aqui.
No dia 18 de janeiro, o Navio-Tanque Almirante “Gastão Motta” realizou reabastecimentos simultâneos de óleo diesel especial dos navios escoltas da Operação “ASPIRANTEX”. Os reabastecimentos foram realizados com um escolta em cada bordo do Navio-Tanque, utilizando métodos de abastecimentos distintos. Foram reabastecidas as Fragatas “Greenhalgh” e “Niterói” e a Corveta “Barroso”.
No mesmo dia, o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” e a Fragata “Greenhalgh” realizaram o exercício de transferência de carga leve, onde os navios se aproximam, navegando a uma distância de 50 metros, passam cabos e permanecem alinhados realizando a transferência da carga, que pode ser um sobressalente para o navio, algum mantimento ou até uma pessoa.
Os Aspirantes da Escola Naval embarcados nos navios da Operação tiveram a oportunidade de acompanhar essas fainas marinheiras. Tais exercícios visam, além do reabastecimento e transferência de material no mar, manter os militares das estações adestrados.

Durante a Operação “ASPIRANTEX”, na área marítima do litoral do Rio Grande do Sul, os Aspirantes da Escola Naval (EN), embarcados no Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Sabóia”, planejaram e conduziram o exercício de manobras táticas com os navios do Grupo-Tarefa (GT) comandado pelo Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra.
Os Aspirantes reuniram-se, sob a supervisão dos Oficiais instrutores da Escola Naval, do Estado-Maior do Comando-em-Chefe da Esquadra (ComemCh) e do NDCC “Almirante Sabóia”. Após isso, os alunos planejaram e executaram formaturas e manobras táticas com os navios do GT.
Participaram do exercício o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia”, o Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”, as Fragatas “Greenhalgh” e “Niterói”, a Corveta “Barroso”, e uma Aeronave UH-13 “Esquilo”, que realizou o evento FOTEX.
Durante a realização do evento, os Aspirantes assumiram o controle da manobra, as comunicações – através da linha Principal de Manobras Táticas e Alarmes (PMTA), por onde determina-se aos navios do GT o cumprimento das ordens de formatura – e tiveram a oportunidade de dar ordens de rumo e velocidade ao navio onde estavam. Além disso, viram e sentiram a reação dos navios executando todas as formaturas e dispositivos planejados com os subsídios e conhecimentos adquiridos nas salas de aula da Escola Naval. No Passadiço do navio, durante o evento, os Aspirantes contaram com a orientação dos Oficias Instrutores. Foi a primeira vez que esses Aspirantes tiveram a oportunidade de participar de um exercício como esse.
A Operação “ASPIRANTEX” termina dia 01 de fevereiro e os navios ainda passarão pelos portos de Montevidéu (Uruguai), Mar Del Plata (Argentina) e Itajaí, no Estado de Santa Catarina, fazendo parte do Estágio de Verão do Ciclo Escolar dos Aspirantes da Escola Naval, futuros Oficiais da Marinha do Brasil.

Fonte: MB
No dia 14 de janeiro, os Aspirantes da Escola Naval embarcados nos navios da Operação “ASPIRANTEX”, participaram de exercícios com o Submarino “Timbira” (S-32).
Foram realizados dois tipos de atividades. Na primeira, o Submarino “Timbira” permaneceu navegando próximo à superfície (cota periscópica), cumprindo uma programação de exposição dos seus mastros a fim de familiarizar os aspirantes, as equipes de vigilância e o pessoal de serviço no passadiço, com o aspecto visual apresentado pelo submarino quando navegando nestas condições.
No segundo exercício, os Aspirantes puderam observar a realização de ataques coordenados simulados pelos navios contra o submarino mergulhado a uma maior profundidade, com o emprego de seus sonares.
Os Aspirantes demonstraram um grande interesse pelos exercícios, onde puderam observar as formas utilizadas e a dificuldade para detecção de um submarino, além das manobras realizadas pelos navios para executarem os ataques. Os navios da Esquadra, participantes da Operação “ASPIRANTEX”, atracam nas cidades de Mar Del Plata, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai, em 19 de janeiro.
FONTE: MB

No dia 13 de janeiro, suspendeu da Base Naval de Mocanguê, no Rio de Janeiro, o Grupo Tarefa (GT) que compõe a Operação “ASPIRANTEX-12”. A primeira operação do ano da Marinha começou a ser planejada pela Esquadra em outubro de 2011, durante a “TROPICALEX” (que aconteceu do Rio de Janeiro até Natal) e prepara navios e suas equipes para o ano que começa.
A Operação acontece até o dia 1º de fevereiro deste ano, na área marítima que compreende o Rio de Janeiro e a cidade de Mar Del Plata, na Argentina. Além da prática de exercícios militares no mar para o desenvolvimento e preparação continua dos meios da Esquadra e aperfeiçoamento do Poder Naval, a “ASPIRANTEX“ conta com a participação dos aspirantes que iniciarão o terceiro e o quarto ano da Escola Naval embarcados nos meios que compõem o GT. Eles acompanham e realizam operações de ataque, antissubmarino, de esclarecimento e de apoio logístico móvel, incluindo ações de superfície, aérea, de submarinos, de guerra eletrônica, além de patrulha naval. E vivenciam, ainda, o dia-a-dia do oficial a bordo de um navio, percorrendo todos os setores a fim de conhecer como serão suas vidas a bordo dos meios navais da Marinha do Brasil.
Essa rotina possibilita ao aspirante, que iniciará o terceiro ano, a escolha do Corpo onde quer atuar (Armada, Fuzileiros Navais ou Intendentes da Marinha), e também na seleção de sua habilitação na Armada (Mecânica, Eletrônica e Sistemas). E ao aspirante que começará o quarto ano, a prática da habilitação que escolheu.

Aspirantes formados no NDCC “Alte Sabóia”
No primeiro dia da Operação, os aspirantes embarcados presenciaram a simulação de desatracação sob ameaça assimétrica, quando os navios ficam prontos para neutralizar as ações de embarcações civis que podem se aproximar com intenções hostis, como, por exemplo, ataque terrorista; operações aéreas de qualificação e requalificação de pouso a bordo – QRPB – diurno e noturno (em que são orientados sobre como o navio deve se preparar para receber uma aeronave) e de abastecimento em voo do U-14 – “Super Puma”, que decolou da Base Aérea Naval de São Pedro D’Aldeia (RJ), além de exercícios internos de postos de combate e postos de abandono (quando a tripulação precisa abandonar o navio devido a uma situação de grande risco que não pode ser combatida) e de navegação astronômica.
O GT da Operação “ASPIRANTEX” envolve cerca de 1700 militares e é formado pelos seguintes meios: Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25); Fragatas “Niterói” (F40); “Liberal” (F43) e “Greenhalgh” (F46); Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23); Corveta “Barroso” (V34); Corveta “Frontin” (V33); duas aeronaves AH-11A – “Super Lynx“; e uma aeronave UH-12/13 – “Esquilo“.
A Diretoria de Abastecimento da Marinha (DAbM), representada pelo Centro de Controle de Inventario da Marinha (CCIM), apoia a “ASPIRANTEX“ com um container, contendo diversos itens dos sobressalentes mais utilizados nas operações anteriores pelos meios da Esquadra, chamado de “Plano de Prontidão Permanente do Sistema de Abastecimento da Marinha”. No decorrer da Operação, haverá, ainda, em apoio aos exercícios, a participação do Submarino “Tamoio” (S31); Submarino “Timbira” (S32); Rebocador de Alto-Mar “Tritão” (R21), do Comando do 5º Distrito Naval; Navio Patrulha “Gurupá” (P46), do Comando do 1º Distrito Naval; uma aeronave P-95 e duas aeronaves A-1 da Força Aérea Brasileira.
Os navios da Esquadra participantes atracarão, no dia 19 de janeiro, nos seguintes portos:
- Cidade de Mar Del Plata na Argentina: Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25), Fragatas “Niterói” (F40) e “Greenhalgh”(F46);
- Cidade de Montevidéu no Uruguai: Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), Corveta “Barroso” (V34) e Submarino “Tamoio” (S31); e
- Rio Grande – RS: Fragata “Liberal” (F43) e Corveta “Frontin” (V33).
No dia 23 de janeiro a Força-Tarefa suspenderá, atracando no dia 27 de janeiro nos seguintes portos:
- Itajaí (SC): Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25), Fragata “Greenhalgh” (F46), Corveta “Barroso” (V34) e Submarino “Tamoio” (S31); e
- Paranaguá (PR): Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), Fragatas “Niterói” (F40) e “Liberal” (F43) e Corveta “Frontin” (V33).
Os navios permanecerão atracados até o dia 30 de janeiro, quando suspenderão com destino ao Rio de Janeiro, onde atracarão em 1º de fevereiro, encerrando a Operação.
FONTE: NOMAR
Entre os dias 1º e 18 de novembro de 2011, a Esquadra brasileira e o Comando do 4º Distrito Naval participarão da Operação “VIGIAR ATLANTICO 2011”, empregando meios navais e aeronavais na área marítima compreendida entre o Estado do Amapá e o Estado do Maranhão.
Essa Operação tem o propósito de realizar Patrulha Naval nas Águas Jurisdicionais Brasileiras, implementar ações de presença nessas áreas marítimas e importantes pontos de nossa Amazônia Azul, e incrementar o adestramento em ação de Interdição Marítima.
O Grupo-Tarefa 710.2, responsável pela execução da Operação, será composto pela Fragata Independência (F-44), subordinada ao Comando da Força de Superfície e sediada na Base Naval do Rio de Janeiro; e pelos Navios-Patrulha Bocaina (P-62) e Guanabara (P-48), subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte e sediados na Base Naval de Val-de-Cães.
O Grupo-Tarefa 710.2 contará, ainda, com um helicóptero Super Lynx (AH-11A), orgânico à Fragata Independência.
O Grupo-Tarefa 710.2 será comandado pelo Contra-Almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith, Comandante da 2a Divisão da Esquadra (ComDiv-2).
Durante a patrulha da Fragata Independência, em períodos pré-alocados, serão realizados, também, exercícios com os navios: Fragata Edinburgh (D-97) e Navio-Tanque Wave Ruler (A-390) pertencentes a Marinha do Reino Unido, em trânsito pela Área de Operação, visando ao incremento da interoperabilidade com aquela Marinha.
No período destinado à Operação, a Fragata Independência visitará os seguintes portos:
-Natal (RN) – 26 a 29 de Outubro;
-Belém (PA) – 01 a 07 de Novembro;
-Itaqui (MA) – 18 a 21 de Novembro; e
-Fortaleza (CE) – 23 a 27 de Novembro.
Haverá visitação pública nos dia 25 e 26 de novembro na Fragata Independência no período de 14:00h às 16:30h, com entrada pela Estação de Embarque de Passageiros do Porto do Mucuripe.
FONTE: Secom CPCE
A Esquadra realizou, no período de 17 a 21 de outubro, um exercício de Incidente de Proteção Marítima, em uma área próxima a Vitória (ES).
O propósito do evento foi adestrar um grupamento operativo e avaliar seu desempenho na tarefa de retomar uma plataforma dominada por elementos adversos.
A condução do exercício ficou a cargo do Comando da 2ª Divisão da Esquadra.
Além de Mergulhadores de Combate, participaram da ação os helicópteros UH-14 Super Puma, AH-11A Super Lynx e UH-13 Esquilo, as Fragatas Independência e Bosísio, além dos navios da Operação “TROPICALEX”, que se encontravam próximo a área do exercício. A Capitania dos Portos do Espírito Santo apoiou o evento, servindo de base para as operações das aeronaves Super Puma e Super Lynx.
O cenário criado para o exercício foi o sequestro de um navio mercante estrangeiro por um grupo terrorista, com o propósito de realizar ataques contra plataformas de petróleo na Bacia de Campos.
No início do exercício, foi simulado o acionamento do Sinal de Alerta de Proteção do Navio (SSAS), indicando um possível comprometimento da segurança em um navio mercante. Em consequência desse fato, o Comando de Operações Navais determinou o suspender para o Navio de Serviço da Esquadra (Fragata Independência) para investigar o ocorrido. O navio mercante foi representado pela Fragata Bosísio.
A Fragata Independência realizou contato com o navio “mercante” e constatou a presença de um grupo terrorista a bordo. Este grupo fez, então, diversas exigências e afirmou que, caso não fossem atendidas, a tripulação do navio “mercante” sofreria as consequências.
Tendo em vista essa ameaça e a aproximação do navio sob controle dos terroristas às plataformas de petróleo, foi decidido, então, que o navio deveria ser retomado.
A ação ocorreu na manhã do dia 21, tendo a infiltração do Grupo Especial de Retomada e Resgate dos Mergulhadores de Combate sido realizada pelo helicóptero UH-14 por meio de “Fast Rope”. O assalto foi um sucesso, o navio “mercante” foi libertado e os sequestradores presos.
O exercício foi proveitoso em diversos aspectos, além de ter sido uma oportunidade de familiarizar os meios da Esquadra com os documentos que regulam o assunto, inclusive a legislação internacional.
O Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, esteve a bordo da Fragata Independência para acompanhar e avaliar o exercício
Chegou ao porto de Santos nesta quinta-feira a Cv Frontin (V 33), que permanecerá na cidade até domingo.
O navio suspendeu na manhã desta sexta, retornando no meio da tarde, está realizando comissão de adestramento e patrulha de águas jurisdicionais.
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A Capitânia dos Portos não informou se o navio ficará aberto à visitação pública durante o final de semana.
FOTOS: Marcelo “MO” Lopes.
O Processo de Formação e Qualificação dos Aviadores (AVN), no 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), tornou-se mais desafiador a partir do momento em que passou a operar com dois modelos de aeronaves (ANV): o UH-14 e o UH-15.
No decorrer de 2011, o Esquadrão HU-2 realizou o GROUND SCHOOL da ANV UH-14 (AS 332/ 532), que iniciou em 31 de janeiro e terminou em 24 de fevereiro deste ano, formando 05 aviadores.
Logo após o GROUND SCHOOL da ANV UH-14, os pilotos foram qualificados em voos no Modelo (PQM).
Em 12 de setembro do mesmo ano, o Esquadrão HU-2 principiou o GROUND SCHOOL da ANV UH-15 com a finalidade de formar 03 aviadores, que concluíram o curso com êxito em 07 de outubro. Por tal feito, no dia 10 de outubro, os pilotos iniciaram o estágio ALFA para se qualificarem em (PQM).
Portanto, o desafio no Processo de Formação e Qualificação dos Aviadores (AVN) é permanente e o êxito dos pilotos é o que permite ao Esquadrão HU-2 ter profissionais qualificados por excelência.
No dia 12 de setembro, o Rebocador de Alto-Mar Triunfo (R 23), subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, realizou o primeiro exercício de lançamento de minas em mar aberto.
A comissão teve o propósito de verificar o funcionamento do Sistema de Lançamento de Minas (SLM), recentemente instalado, bem como avaliar o desempenho do navio quanto a sua capacidade de minagem, no tocante à precisão e procedimentos para o lançamento de um campo de minas. O SLM foi projetado pela Diretoria de Engenharia Naval e fabricado e instalado pela Base Naval de Natal.
O exercício contou com a participação de diversas Organizações Militares e foi realizado no litoral de Natal (RN), a cerca de 8 milhas da costa, em uma profundidade média de 12 metros. Para a realização da atividade, foram utilizadas seis minas do tipo SH-60, configuradas para exercício, das quais três foram lançadas.
Após mais de 13 horas de trabalho contínuo, sob condições de mar e vento pouco favoráveis, foi atingido o propósito de comissionar o SLM do Rebocador de Alto-Mar Triunfo, segundo informações do Comandante do navio, Capitão de Corveta Michael Bilac Barbosa de Oliveira.
No dia 11 de outubro, o Submarino Tapajó (S 33) realizou, com pleno êxito, dois lançamentos reais do torpedo MK 48 MOD 6AT contra alvo de superfície, em área marítima próxima ao Rio de Janeiro, empregando o sistema de combate integrado AN/BYG 501 MOD 1D.
Assim, o S Tapajó tornou-se o primeiro submarino da MB totalmente modernizado, dispondo de um sistema de armas plenamente integrado, desde os sensores até o armamento.
Esse evento, que teve por objeto a validação do sistema de combate e da sua integração com o torpedo MK 48, culmina um processo iniciado em 13 de abril de 2007, quando a Marinha decidiu-se pela aquisição do torpedo MK 48 MOD 6AT ADCAP e do sistema de combate AN/BYG 501 MOD 1D, que, a partir de agora, constituem o sistema de armas padrão dos nossos submarinos.
Entre os dias 5 e 9 de setembro, a Fragata Niterói realizou a Comissão de Apoio aos testes de aceitação no mar do novo sistema de combate do Submarino Tapajó e a Comissão “DESFILEX”, alusiva ao Dia da Independência.
Nesse período, embarcaram no navio 19 Guardas-Marinha (GM) do Corpo de Engenheiros Navais, do Quadro Complementar da Armada e do Quadro Técnico.
Ao longo da comissão, os GM tiveram a oportunidade de realizar estágio nos quatro departamentos do navio, onde vivenciaram a rotina administrativa das divisões e a manutenção planejada dos mais diversos sistemas.
Os futuros Oficiais também acompanharam, no Centro de Operações de Combate e no Passadiço, os principais exercícios e adestramentos realizados.
Ainda durante a comissão, os GM participaram, a bordo da Fragata Niterói, do Desfile Naval realizado na orla da cidade do Rio de Janeiro, como comemoração ao Dia da Independência do Brasil.
FONTE e FOTO: MB


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