Shortfin Barracuda - imagem DCNS

Projeto é estimado em 50 bilhões de dólares* para 12 novos submarinos do tipo ‘Shortfin Barracuda’

A DCNS divulgou nota nesta terça-feira, 26 de abril, informando que o Governo Australiano selecionou a empresa como seu parceiro internacional de preferência para o projeto de 12 futuros submarinos para a Marinha Real Australiana. Segundo a DCNS, que também divulgou a concepção artística acima do chamado “Shortfin Barracuda”, o anúncio foi feito pelas seguintes autoridades australianas: primeiro ministro Malcolm Turnbull, ministra da defesa Marise Payne, ministro da Indústria, Inovação e Ciência, Christopher Pyne e comandante da Marinha, vice-almirante Tim Barrett.

Ainda segundo a nota da DCNS, o Governo Australiano alegou que a empresa conseguiu atender melhor todos os requerimentos, incluindo “desempenho superior de sensores e características furtivas”, assim como alcance e autonomia similares aos da atual classe “Collins”. Também foram levados em consideração itens como “custo, cronograma, execução do programa, apoio ao longo do ciclo de vida e envolvimento da indústria da Austrália”.

A DCNS também informou que o projeto do futuro submarino deverá começar neste ano, dependendo de discussões sobre aspectos comerciais.

50 bilhõesEm nota também divulgada nesta terça-feira, a Marinha Australiana divulgou mais informações sobre a seleção e o programa. A nova geração de 12 submarinos deverá ser construída em Adelaide, na Austrália, e o custo do programa é estimado em 50 bilhões de dólares*, o que fará dele a maior e mais complexa aquisição australiana já feita no setor de defesa.  O objetivo é adquirir um submarino superior, no âmbito regional, que atenda aos requerimentos de segurança da Austrália como detalhados no Livro Branco de Defesa de 2016. A nota foi acompanhada da concepção artística abaixo.

Shortfin Barracuda - imagem via Marinha Australiana

O processo de avaliação foi uma competição internacional da qual participaram a DCNS francesa, a TKMS da Alemanha e o Governo do Japão, e cada competidor, segundo a nota da Marinha Australiana, submeteu propostas de alta qualidade. Nesse sentido, o Governo da Austrália aproveitou a nota para agradecer tanto a TKMS quanto o Governo do Japão por seu comprometimento com a Austrália e sua participação no processo.

Para saber mais sobre a proposta da DCNS do Shortfin Barracuda e as características projetadas deste submarino, que é uma versão de propulsão convencional da nova classe “Barracuda” de submarinos nucleares da Marinha Francesa, clique nos links da lista abaixo, que também abordam outros assuntos relacionados.

COLABORARAM: Bardini e Rafael

NOTA DO EDITOR: os anúncios de valores relacionados à Defesa, na Austrália, são feitos geralmente em dólares australianos. Na cotação de ontem (25 de abril de 2016), 50 bilhões de dólares australianos correspondiam a cerca de 38,5 bilhões de dólares dos EUA, ou quase 137 bilhões de reais.

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91 COMMENTS

  1. Interessante que na proposta francesa, os 12 submarinos custarão 38 bilhões de Euros.

    Na proposta da Alemanha; seriam 14 bilhões de Euros….

  2. CVN76, bom dia.
    .
    Na verdade, o valor divulgado de 50 bilhões de dólares australianos equivale a 38,5 bilhões de dólares, não de euros.
    .
    Em euros, dá cerca de 34,2 bilhões.
    .
    O que não invalida a comparação que você fez com a outra proposta, evidentemente.

  3. Dois comentários:

    – A algum tempo atrás um colega meu que foi Observador da ONU em Timor Leste me confidenciou que as tropas mais corruptas não eram as da Indonésia (lá tem pena de morte) mas sim os Australianos que comerciavam tudo no Mercado Negro local, de drogar a armamento militar …

    – ano passaudo um Passarinho francês me cantou que se a DCNS ganhasse este projeto o PROSUB iria ter sérios problemas, porque a DCNS não tem pessoal para apoiar dois projetos desta envergadura e eles vão priorizar o Australiano …..

    Esse comentário e preocupação me foi confirmado por uma autoridade naval. A Confirmar ….

  4. Tem que ver que a TKMS ofereceu o U-216, muito menor que o Barracuda (menos da metade do deslocamento).
    .
    Isso explica, no mínimo, uma boa parte do “sobrepreço”.

  5. Fico preocupado com o nosso programa de submarinos, mas temos que tirar o chapéu para os franceses, levaram uma senhora venda.
    Quanto aos amigos que não gostam do sub-baguete-francês, o que vão dizer agora???
    A verdade é que a DCNS botou no bolso os alemães e os japoneses.
    Cada vez mais gosto do meu Citroen DS5…

  6. Existem pontos interessantes no fato:

    Apenas após a seleção é que é assinado o contrato que oficializa tudo, e, efetivamente, concretiza o negócio;
    Qual o grande diferencial da proposta que abole uma aliança regional com o Japão?

    Ademais, parece que o barracuda com AIP ficou um bom vetor afinal, diferentemente do lixospene comprado por banânia.

  7. 34 bilhões de euros por 12 submarinos convencionais a França vai pagar 10 bilhões de euros por 6 submarinos nucleares. Achei meio caro.

  8. Tudo que o Brasil decide fazer é lixo… impressionante…
    Esse Sub é absolutamente fantástico!
    .
    PS:Mario Heredia, não gostar do DS5 que é loucura!!!

  9. Não vejo muita vantagem em malhar o lixospeni, pelo andar da carruagem, não acredito que passemos de dois construidos (se chegar a tanto).

  10. Delmo, quando o Brasil escolheu o scorpene modificado, essa versão do barracuda não existia ainda. Pelo que se anda falando nos comentários e fóruns australianos os japoneses perderam porque a proposta deles não satisfazia as exigências da Royal Australian Navy. Lembrando que os japoneses eram os favoritos do ex primeiro ministro australiano Tony Abbott, muito provavelmente mais por uma questão política do que técnica. A RAN nunca falou nada sobre quem era seu favorito e o próprio Tony Abbott soltou uma nota elogiando e se congratulando por ter começado esse projeto para dotar a RAN de uma nova e moderna força submarina, ou seja, pelo menos por enquanto a escolha da DCNS não gerou nenhuma polêmica por lá ainda.

  11. Resumindo: São mais de 3 bilhões de dólares por cada submarino!!

    Ou seja, são muito mais caros que os SSN da classe “Virginia”…..

  12. Delmo, adoro meu DS5, curto muito Paris, e pego uma moreninha francesa que é uma delícia…rsrsr.
    De submarino eu não entendo, mas de outros produtos que vem de lá, aí é outra coisa.

    Ouvi dizer que o Bosco também gosta de produtos franceses…

  13. Bem, parece que os Aussies não aprenderam a lição com Tigers e NHs 90, e como só se tem duas formas de aprendizado, sendo o primeiro com experiência e amor e o segundo com dor…..
    Caro Mario Heredia, não fique preocupado com o nosso programa de Subs, pois na sequencia da Lava jato, o fato dos Aussies terem comprado não fará diferença alguma, uma vez que iremos de nada a lugar algum com eles.
    Já em relação ao seu Citroen DS 5, tem gente que gosta de mulher, tem quem não goste, eu, por exemplo, gosto de Toyota e de mulher.

    G abraço

  14. VN76 26 de abril de 2016 at 13:47

    Resumindo: São mais de 3 bilhões de dólares por cada submarino!!

    Ou seja, são muito mais caros que os SSN da classe “Virginia”…..

    Pois é CVN 76, e agente falando mal dos Indianos que querem pagar o dobro do preço de um F 35 por um Rafale, tu vê como são as coisas, a não ser que os Aussies tenham feito algum “intercâmbio” com os Indianos na área de compras militares, sabe como é né, tudo é possível neste mundo de Deus….

    G abraço

  15. Legal, começou a comparação com carro e submarino…
    .
    Enfim, poderia ser um debate interessante, mas acredito que muitos tem de saber separar as coisas e perceber que o problema não são os franceses, eles fazem o deles. Se temos algum problema com os seus submarinos, é por pura e simples incompetência de nossa parte, seja pelas escolhas ou seja pela desonra em manter pagamentos para que as coisas saim do papel.

  16. Caro John Paul Jones , assino em baixo sobre seu comentário sobre as tropas australianas um Capitão que serviu comigo no Haiti , ele esteve no Timor Leste também e falava para gente a mesma coisa rsrs , Abraços !!!

  17. “Resumindo: São mais de 3 bilhões de dólares por cada submarino!!
    Ou seja, são muito mais caros que os SSN da classe “Virginia”…..”
    .
    Sim, dividindo o valor do contrato pelo número de submarinos da isso, mas não esqueçam de levar em conta tudo o que vem junto amarrado com isso, como por exemplo: a nacionalização do submarino e a assistência ao longo de sua vida útil, que será previsto em contrato.

  18. Bardini, se a partir de agora, aqui na trilogia, não se puder mais levar uma flauta ou até mesmo brincar, realmente a coisa vai para um outro rumo, quanto aos problemas que citastes com a DCNS, eu não desconheço eles, até porque não sou “marinheiro” e nem ex, os nossos problemas são forma como foi escolhido e tocado o processo, é isto que alguns de nós estão focando e debatendo, até porque o que se sabe sobre Scorpene até agora é pouco fundado, acredito que os Chilenos possam nos falar sob operação destes, mas até agora de fato não se soube de nada que se possa provar, mas o zum zum zum é grande, tanto de lá quanto da Malásia.
    Aproveita e toma um Omeprazol, só vai te fazer bem.

    G abraço

  19. Sim, dividindo o valor do contrato pelo número de submarinos da isso, mas não esqueçam de levar em conta tudo o que vem junto amarrado com isso, como por exemplo: a nacionalização do submarino e a assistência ao longo de sua vida útil, que será previsto em contrato.

    Falar de nacionalização sem se ter acesso aos contrato é precoce e acredito que se faça é montagem final dos subs na Austrália com componentes fornecidos pelo fabricante, até porque eles não tem expertise e nem condição industrial para tal empreitada, mas mesmo assim, um Virginia é um Virginia e um Shortfin Barracuda é um Shortfin Barracuda, são coisa distintas não é mesmo, é como um Toyota e um Citroen ……

    G abraço

  20. Juarez 26 de abril de 2016 at 14:28
    .
    “até porque eles não tem expertise e nem condição industrial para tal empreitada”
    .
    Exatamente, e adquirir estas capacidades faz parte do planejamento, haja visto que com os Collins isso não ocorreu. E isso não vai sair barato.

  21. Juarez, sou obrigado a concordar com você, pois depois que o atual governo for afastado dificilmente vai sobrar recursos para tocar o PROSUB ou qualquer outro projeto que demande aporte de recursos pesados imediatos.
    Fiz parte do governo FHC e tenho alguns bons amigos que, provavelmente, estarão no Ministério da Fazenda de um eventual governo Temer. O que tenho ouvido deles é que o PT está deixando uma bomba relógio termo-nuclear nos cofres públicos e que, deve levar pelo menos dois anos para começar a botar a casa em ordem, dito isto, imagine só o tamanho dos cortes que vem por aí.

  22. É triste saber que programas importantes no setor de defesa serão duramente atingidos, mas é a realidade que teremos de enfrentar.
    Com relação a Toyota, nada contra, já tive algumas, mas lhe digo uma coisa, experimente o DS 5 e faça um teste Drive em uma mulher francesa, garanto que vc vai adorar.

  23. Caro Mario, complementando as tuas palavras, eu te diria que não é um bomba termonuclear normal, e um Tsar bomb que o PT está deixando para o seu sucessor, e tomaria a iniciativa de dizer ainda que teu amigo está sendo muiiiiiiito otimista em falar em dois anos, acho que se conseguirem dobrar o congresso e a pelegada sindical fazendo as reforma necessárias, talvez lá por 2022 voltaremos a patamares de 2013, talvez……
    Com relação ao Prosub, todos envolvidos na possível tramóia devem ser severamente punidos, sejam eles civis, políticos e militares…
    Que Deus nos acuda.

    G abraço

  24. Bardini, eu concordo contigo, que neste valor, seguramente estão inclusos cláusulas de TOTs, porém eu me referia é se eles, Aussies teriam este volume de conhecimento capacitação industrial, tecnológica e acadêmica para tocar um coisa deste tamanho, observando os problemas que ocorreram e ainda estão ocorrendo com as F 100, que eles resolveram “nacionalizar” um pouco mais a construção do que os BPE classe Adelaide, aonde adotaram uma solução mais pragmática e apenas finaliza-los na Austrália.

    G abraço

  25. A necessidade percebida pelos australianos demandaria SSN’s, inaceitáveis politicamente.
    Eis pq o escolhido é por assim dizer um ex-SSN, tem o tamanho, o volume interno necessário, a autonomia mesmo que sob desempenho inferior, mas não é radioativo.
    E será espera-se, construído na Austrália.

  26. então, quando os corruptos australianos escolheram os F18 foi a partir de cartas marcadas? seria melhor investigar o que a Boeing levou em caixa 2…. esses americanos não sabiam nada da corrupção dos militares australianos? … que incompetência.

  27. Estou surpreso, achei que os alemães levariam o projeto, agora e aguardar o tempo e esperar que esse projeto não fique parado como a venda dos caças para a Índia.

    Será que rolou pixuleco? Eu não acredito mais algumas pessoas do site sempre associam propina nas vendas dos Franceses, esperar pra ver se o projeto avança.

  28. camargoer quem escolheu o F-18 foi o governo trabalhista cof cof…. Me lembro que na época essa escolha deu a maior confusão, a oposição que hoje esta no poder achou um absurdo pagar uma fortuna pelos f-18 sendo que a Austrália já estava no programa f-35. Naquela época o f-18 e/f não tinha sido exportado para ninguém ainda, só era utilizado pela US NAVY

  29. meu caro, JR, mas que coisa… um governo trabalhista com um exercito corrupto… gastando bilhões em caças das boeing e bilhoes em submarinos franceses… e ainda por cima uma monarquia… sao uns fanfarrões, não acha?

  30. Aliás, meu caro JR, apenas a US Navy operava o F18 SH.. é bom saber que equipamentos operados exclusivamente pela USN podem estar envolvidos em confusão.

  31. Insisto que foi uma escolha estranha ….

    Temos que aguardar mais informações, os militares Australianos não tem boa fama na Àsia, eles tiveram varias cortes marciais no Timor Leste, quanto a RAN também não tem um bom histórico de escolha de submarinos haja visto que o Collins sempre apresentou problemas.

    Mas o pior mesmo será a debandada de técnicos e engenheiros da DCNS do Brasil (PROSUB) para atender este programa.

    A conferir ….

  32. Já me acostumei. Se os franceses levam algum contrato, começa a aparecer uma penca de baboseiras nos comentários… Pouco importa que a DCNS produza submarinos a mais de 100 anos, pouco importa que ela tenha deixado os alemães e os japoneses para trás, pouco importa que várias publicações especializadas tivessem revelado que os submarinos franceses têm discrição acústica melhor que a dos japoneses. Não importa, as bobagens continuam a aparecer!

  33. Os editores do blog poderiam fazer um comparativo entre os submarinos que concorreram pelo mercado australiano. Não é fácil encontrar informações sobre o Shortfin Barracuda e o U-216.

  34. Augusto,
    .
    concordo. Agora são os australianos que são corruptos. Pobre sociedade terceiro mundista. Aprenderam com o Brasil, pois, se é para desviar, que se faça aos bilhões!
    .
    Não adianta. Nas bandas tupiniquins, para a maioria, não há méritos nos produtos franceses.
    .
    Sds.

  35. Augusto 26 de abril de 2016 at 18:14
    .
    .
    Rapaz… o que mais me deixa curioso é de onde os caras conseguem essas informações privilegiadas para AFIRMAR que um contrato é vantajoso ou não para um país… Como que sabem o que foi usado como critério de seleção ? Como que sabem o que está sendo adquirido ?
    Ahhh se as agências de espionagem internacionais soubessem a riquíssima fonte de informações privilegiadas que esse blog é…. rs

  36. Pessoal do time DCNS, vamos ter calma.

    Primeiro, o contrato tem que ser assinado;

    Segundo, esse barracuda com AIP vai ter que funcionar efetivamente (coisa que o lixospene faz com muitas ressalvas);

    Terceiro, é importante lembrar que o submarino da concorrência não era o lixospene (e sim, continuamos muito ruins de acordo com a experiência de Chile e Malasia, já que o nosso será semelhante e até defasado, pois vem sem AIP).

    Devagar com o andor e segurem o coração, pois ainda pode pintar uma decepção no caminho… 😉

  37. Camargoer, foi natural a RAAF comprar o SH, porque eles já operavam a anos o Legacy Hornet e teriam que preencher a lacuna deixada pelos F 111, nada de mais, e até porque foram pragmáticos escolheram um vetor testado em combate e plenamente operacional, recentemente compraram mais um lote de misseis ar ar top de linha ao invés de ficar gastando dinheiro a toa do contribuinte Australiano em viagens na maionese de “fabricar” meia dúzia de aviões em nome de uma suposta independência tão real quanto uma nota de R$ 3,00.

    Augusto e Alfredo Araújo, eu não li ninguém aqui desclassificar o Sub Francês, nem eu, que não gosto desta gente falei algo, apenas nós todos estranhamos a decisão, porque dada a proximidade geográfica e a tecnologia dos Japoneses com grandes diesel elétricos, a maioria aqui apostava neles, deu a DCNs, é a melhor decisão, não sei, não sou eng naval, eu não compraria, não por ser Francês, mas pelo simples fato de que o tal de Short Barracuda é um “prujeto”, uma cruza de quero quero com mulita, me refiro as especificações Aussies, bem diferentes do Barracuda nuclear Francês, mas é isto aí e por favor parem com este mimimi que fulano falou mal e não sei mais o que, vocês parecem o Jean Wyllis no congresso fazendo barraco e tendo surtos “florais”.

    G abraço

  38. Ainda sobre o assunto, vou convidar vocês para discutir de forma isenta o assunto.
    O Barracuda tem um deslocamento aproximado de 4.800 tons e é equipado com um reator nuclear que gera um potência nominal de 40.000 hps para os motores que”empurram” o Sub.
    Muito bem, o Barracuda Shortfin, como o nome sugere deverá ser um Barracuda menor, com deslocamento inferior e dimensões menores, obviamente, aí e pergunto que tipo de reengenharia será necessária para instalar neste casco motores diesel de grande potência que possam gerar força mecânica suficiente para que Sub atinja as velocidade necessárias que eu creio serem inferiores a do nuclear, e ainda os enormes alternadores que gerarão energia suficiente para prover todos os sistemas de navegação, de vida e de combate do navio, bem como recarregar suas baterias.
    Não sei se no projeto está prevista a adoção de um sistema AIP de propulsão que também demandaria todo um espaço físico para acomodar toda aquela traquitana.
    Na minha sincera e total ignorância naval eles parecem querer colocar Porto Alegre dentro de Caxias do Sul, o que vai geral uma engenharia daquelas, mas como eu disse antes, não vou desdenhar o negócio em si, só apenas me deixa curioso, pois no passado a Marinha Aussie qeiz inventar com um submarino Sueco customizado a la “Chip foose” e deu no que deu, errar é humano e natural, persistir no erro é burrice.

    G abraço

  39. claro… claro… foi natural comprar o SH… lisura total.. ou causou confusão? por favor, decidam. Já comprar os submarinos franceses foi coisa dos corruptos.. esses australianos são uns fanfarrões… aliás, a compra dos submarinos alemães por Portugal está sendo investigada por corrupção… mas dá para confiar em quem fala português? Aliás, o que sabem os portugueses sobre navegar…

  40. Também estranho a decisão australiana. Depois do fracasso da classe Collins (de projeto sueco), voltaram a escolher um submarino que ainda não existe.
    Os riscos dessa escolha não são pequenos, por isso achei que iriam com os japoneses, que há décadas vem construindo submarinos e cujo modelo ofertado entrou em operação recentemente na JSDF, sendo assim uma escolha sem riscos de desenvolvimento.
    Mas vamos ver quais são as justificativas para essa escolha.

  41. Quando o cara é limitado não tem jeito…

    Ele vai insistir que alho é c..ralho..

    O que se criticou na Austrália não foi a aquisição do SH como tipo e sim a aquisição de qualquer aparelho porque eles estão esperando o F35 e muitos achavam que valia a pena ficar remendando os Hornet antigos até o F35 chegar.

    Só que o F35 atrasou e na Austrália ao contrário do Brasil o tempo não para e as necessidades operacionais continuam.

    O que as pessoas questionam na aquisição do Sub está bem descrito ai acima por pessoas que conhecem bem mais de assuntos navais que eu.

    Entendeu Emerson/Camargo ?

  42. Mas nenhum dos três concorrentes existe, de fato. Todos os concorrentes eram adaptações de submarinos existentes.
    .
    O Shortfin Barracuda é uma adaptação do Barracuda.
    .
    O 216 é uma adaptação (crescimento brutal) do U-214.
    .
    O Soryu também teria que crescer e e aumentar bastante seu alcance (dentre outras coisas) para se adequar aos requisitos australianos.
    .
    Enfim, não vejo, a priori, nenhuma vantagem dos candidatos perdedores em relação ao vencedor para se dizer que foi uma zebra ou mesmo uma escolha fraudulenta ou irracional.

  43. Eduardosp, não, o modelo ofertado pelos japoneses para os Australianos não existe, ele seria uma adaptação da classe Soryu. Várias coisas pesaram contra os Japoneses, o fato de não terem experiência na transferência de tecnologia para outros países, o fato de até bem pouco tempo eles titubearem em fazer parcerias com estaleiros Australianos diferentemente da dcns e da tkms que desde o começo afirmaram veementemente que os submarinos seriam construidos na Austrália, o fato de no começo da concorrência eles titubearem em transferir certos tipos de tecnologia. Tenho para mim que a pá de cal na oferta japonesa foi um encontro do primeiro ministro Austrália com o Obama que negou que os EUA estivesse pressionando para a escolha do submarino japonês, dizendo que era uma decisão soberana da Austrália a escolha do submarino que achasse mais conveniente e que independentemente da escolha de qualquer um dos três submarinos a Austrália continuaria sendo uma parceira estratégica dos EUA.

  44. Dada a inviabilidade política ante os mais adequados SSN’s, esse filhote de “Barracuda” apesar de repisar mto do que deu errado na atual classe “Collins”, no papel se mostra mais próximo do desejado que os designs alemão e japonês.
    O navio japonês oferecia habitabilidade inferior até o submarino ora em serviço, já o navio alemão se parece mais c/ uma aeronave de caça, pronto a abater quaisquer navios que se apresentem aos seus periscópios.

  45. Senhores, eu penso que seria muito mais fácil sob aspecto de projeto, de logística e até de custos, de adaptar o Soryu que é já é um Sub diesel elétrico aos requisitos australianos porque ele já possui todo um trabalho arquitetônico e mecânico para comportar motores diesel, alternadores e principalmente tanques de armazenamento de combustível, AIP, enquanto que no Barracuda “pequenino” as coisas tendem a ficar complicadas na hora de passar do CAD para a realidade do bico da solda.

    G abraço

  46. Caro Jr, eu particularmente acredito que os Japoneses não titubearam em oferecer as famigeradas “TOTs”, bem como “prometer” a construção dos submarinos nos estaleiros Aussies, eles apenas foram, o que normalmente os Japoneses o são:

    Puros, transparentes e verdadeiros, e mais, eles são quase vizinhos e portanto, os Japs conhecem bem a realidade industrial e a capacidade tanto acadêmica como de pessoal técnico qualificado e devem ter dito mais ou menos o seguinte:

    Vocês não tem condições de fabricar nossos subs em seus estaleiros, deixem para nós esta tarefa e façam as integrações finais e nós os ajudaremos a criar uma infraestrutura de apoio a eles na Austrália.

    Sem contar que eles devem estar assistindo o suplício que está sendo montar os módulos dos Destroyers Hobart na Austrália, que comparado a montagem de um sub, seria a mesma coisa que montar um lego, e logo devem ter sentindo o tamanho do pepino que iam se meter.

    Os Alemães devem ter tentado dar uma de espertos, depois que levaram um toco aqui em Banárnia, pegaram uma BMW X 2, passaram um bico de solda, meteram uma chapa no meio e transformaram e uma X 5, e ainda aprenderam depois da concorrência Brasileira que o negócio e mentir, enrolar e enganar, depois se vê como é que fica, pois foram dar uma de certinhos no Brasil e levaram chumbo.

    Já a Champs Eliseé dos Subs acostumada a lidar com a escória militar do mundo, fez o serviçinho de sempre, prometeu entregar a mãe, virgem, de 62 anos com aparência de 23 gozando de boa saúde, e ainda elogiou a capacidade industrial naval Aussie e disse que nunca antis neste paif se viu algo igual”….

    Como vai terminar? Bom eu posso imaginar, vai ser o NH 90 2 elevado a potência 1000 sem cuspi e com areia…….

    Boa sorte a marinha Aussie, vão precisar……

    G abraço

  47. Acreditava que a proposta japonesa seria o Soryu, sem modificações significativas. Se a seleção desenhada pelos australianos levou à participação somente de projetos de submarinos não existentes, acho que eles vão se ferrar de novo.

    Para quem não sabe fazer uma coisa e quer aprender, é melhor começar construindo algo que já existe, alcançar alguma escala, desenvolver capacidades e somente aí partir para desenhos evolutivos e/ou projetos novos.

    Começar com um modelo que ainda está em desenvolvimento é uma boa receita para atrasos, custos crescentes, baixa performance e qualidade, tudo o que se observou na Classe Collins.

    PS. Estou considerando que os australianos estão como nós, já construíram submarinos mas perderam o conhecimento e estão querendo reaprender. Se eles ainda mantém alguma capacidade no estaleiro que construiu os Collins, a coisa fica menos grave.

  48. Os submarinos japoneses quando partem de suas bases praticamente já se encontram em
    suas áreas de patrulha…os australianos precisam navegar muito antes de chegar a elas e isso
    exige um submarino com alcance maior e melhor habitabilidade e um “Soryu” precisaria ser
    muito modificado para atender às necessidades australianas não de agora, mas, pensando na
    próxima década e além.
    .
    O projeto francês atende tais necessidades e mesmo incorpora um “pump jet” que os franceses já tem experiência, provavelmente um SSN seria ainda mais adequado para os australianos, mas,
    o projeto francês parece o mais próximo de um.
    .
    Resta saber se de fato um contrato for assinado se 12 unidades serão produzidas diante da
    atual falta de gente para tripular mesmo os 6 submarinos atuais.

  49. Roberto Bozzo, isso seria algo complicado de acreditar. Como transformar um projeto de submarino nuclear em convencional “só ” trocando o sistema de propulsão? É o espaço para os tanques de combustível? No sub nuclear não existe, terão que criar espaço para isso. Também terão que criar espaço para as baterias e possivelmente para o sistema AIP. Tudo isso acaba influindo no lastro e outras coisas, afinal um subnuc não precisa se preocupar em compensar o esvaziamento dos tanques de combustível. Ou seja, vão ter que modificar pra *acario a estrutura do submarino. Meu voto vai para o nosso colega Juarez, os Aussies estão arranjando um belo jeito de se ferrarem com gosto.

  50. 34 bilhões de € por um programa de 12 submarinos, mais aparato técnico e um modelo de Transferência de Tecnologia desenhado por um país de primeiro mundo e sério. Sim, é um país sério, embora tenha lido aqui comentários sobre a conduta dos militares deste país, o que se sabe sobre a Austrália e o que se vê quando se conhece o país, é que é um Estado bem administrado e organizado… O resto é lenda de internet.

    Fazendo um comparativo com os custos do prosuper que esteve orçado em contrato no valor de € 6.790.862.142,00 para 4 submarinos diesel/elétricos e um sub nuclear, vemos que os valores do nosso contrato são realmente bem irrisórios em comparação ao australiano, incluindo a construção da base/estaleiro naval. Se fizermos uma conta de padaria e mutiplicarmos por 3 os valores do empréstimo referente apenas à construção dos submarinos (€ 4.324.442.181,00*) temos o valor de € 12.973.326.543,00.

    *(O custo total do Prosuper contempla, também, a construção de um estaleiro e de uma base naval, no valor equivalente a até €1.868.200.000,00 custeados com recursos provenientes do Tesouro Nacional).

    Realmente, há um abismo técnico e de valores gigantesco entre os projetos negociados em cada contrato!

  51. Pessoalmente acredito que os australianos são um povo sério, trabalhador e uma das poucas (se não a única) nação do hemisfério sul que deu certo. Agora, no quesito planejamento e transferência de tecnologia eles deixam muito a desejar. Basta ver o que virou o projeto dos submarinos classe Collins, as fragatas Hobart, os helicópteros NH-90 e Tiger. Nesse aspecto eles são quase tão ruim como uma certa nação puthenfia sul americana.

  52. “Juarez em 26/04/2016 às 21:37”
    “Lemes em 28/04/2016 às 11:40”

    .
    Juarez e Lemes, boa tarde.
    .
    Acho que vocês estão subestimando o espaço e peso que tem uma planta nuclear / turboelétrica de propulsão de submarinos quando comparada a uma planta convencional, diesel-elétrica.
    .
    O reator nuclear e todo o seu sistema fechado de aquecimento de líquido para transferência do calor ocupa um grande espaço e peso, incluindo as devidas proteções de isolamento, sistemas de controle etc. E ainda tem o espaço e o peso ocupados por todo o circuito de vapor externo ao reator, suas redes, seus condensadores, sistemas de controle, de segurança etc. E tem a turbina a vapor que gira em alta velocidade, acoplada ao gerador elétrico (que pode também necessitar de algum tipo de engrenagem redutora – lembrando que nos sistemas mais modernos é assim, nos mais antigos a turbina acionava o(s) eixo(s) conectada a engrenagens redutoras ainda mais complexas, pesadas e ruidosas), e tem que somar também as baterias de emergência para o caso de necessidade de desconectar a planta nuclear, e não são poucas essas baterias, mesmo num submarino nuclear. E isso tudo irá alimentar o motor elétrico (esse também estará no convencional, evidentemente).
    .
    Em comum com a planta nuclear descrita acima, a planta diesel-elétrica terá um ou mais geradores (conforme a quantidade e disposição espacial / conexão dos motores diesel) e o motor elétrico – além de uma quantidade maior de baterias. E, de diferente, os motores diesel e o combustível.
    .
    Motores diesel, combustível e baterias ocupam um grande espaço e peso num submarino convencional, mas todo esse sistema descrito acima da planta nuclear costuma ocupar ainda mais – e , por isso mesmo, normalmente os submarinos nucleares são maiores (se não no comprimento, pelo menos na boca, impactando bastante no deslocamento) que os convencionais de uma mesma geração, pois a planta nuclear de um não caberia no espaço ocupado pela planta convencional do outro.
    .
    Pelo exposto, não creio que faltará espaço no Barracuda para instalação da planta diesel-elétrica e das baterias, pelo contrário. Posso estar errado e ter perdido alguma coisa no bonde da história dos desenvolvimentos dos submarinos, mas acho que o mais difícil na alteração, isso sim, será acertar todo o delicado equilíbrio de pesos e disposição dos itens dentro do casco com a mudança da propulsão, por serem de natureza muito distinta e com itens que se distribuem no interior do submarino de modo muito diverso.

  53. Nunão, até concordo com você em relação ao sistema de propulsão, mas e quanto ao armazenamento de combustível? Para um submarino que deverá ter um alcance tão grande quanto este, a quantidade de combustível não deverá ser pouca coisa, sem contar o sistema AIP que demandará uma grande quantidade de hidrogênio. Não estou dizendo que não poderá ser feito, se esta sendo ofertado pela DCNS é porque eles acham que conseguem. Mas não é apenas trocar o reator pelo sistema de propulsão convencional e sair navegando como alguns parecem achar. A coisa vai ser bem mais complicada, e acredito que os Aussies vão penar bastante com este submarino, sem contar o que vão gastar fora do orçamento.

  54. Vplemes, eu não escrevi que seria simples, pelo contrário, é só reler o que escrevi.
    .
    Apenas procurei destacar que não é pequeno o espaço requerido por toda a planta nuclear, e é só comparar dimensões típicas de submarinos convencionais e nucleares de ataque para perceber o quanto a propulsão destes últimos é responsável pelas suas dimensões maiores.

  55. Como o Nunão bem colocou normalmente submarinos de propulsão nucleares são bem maiores que os de propulsão convencional exceções sendo alguns da US Navy dos anos 50 e os atuais
    franceses classe “Rubis” deslocando menos de 3000 toneladas submersos.
    .
    Desde que SSNs “tão pequenos” não são considerados tão eficientes os franceses estão construindo seus “Barracudas” com o dobro do deslocamento então o projeto francês de um
    submarino de propulsão convencional com quase o mesmo deslocamento de seus futuros SSNs
    terá espaço mais do que suficiente para atender ou mesmo exceder às especificações australianas.
    .
    Também é importante pensar no futuro, pois se os atuais submarinos de propulsão nuclear chineses são “barulhentos” e poucos, a tendência é que isso mudará na próxima década quando
    então os “Collins” começarão a ser retirados de serviço e os substitutos terão que lidar com uma
    realidade bem diferente da atual.

  56. Se subs franceses são tão ruins como dizem muitos, será que os australianos foram enganados e vão pagar 30 bi por submarinos ruins?

  57. Muitos dizem que são ruins, mas, muitos também dizem que são bons, a verdade é que ninguém
    está imune a problemas nem mesmo a US Navy com seus submarinos classe Virgínia que o diga
    o USS Minnesota comissionado em setembro de 2013 que está levando um banho de estaleiro
    depois de problemas encontrados na manutenção pós comissionamento e os dois últimos também deverão sofrer atrasos em suas respectivas manutenções.
    .
    Muitos dos problemas dos “Collins” por exemplo poderiam ter sido evitados ou amenizados como problemas de solda nas duas primeiras unidades, maior disponibilidade de mão de obra especializada e mesmo falta de tripulantes ainda mais quando se quer ousar seja no projeto ou na construção doméstica.

  58. Senhores. Mas o valor do negócio é bem elevado. No alto de minha pouca experiência, nunca ouvi falar de venda externa tão vultosa. Vai guindar a França a um outro patamar como fornecedor militar internacional…

  59. Até aqui chamam os submarinos (franceses) de JACA !?

    É muita gente ______________. É muito preciosismo de alguns __________ acharem que isso foi escolhido somente por negociatas, ou mesmo sem embasamento técnico algum.
    Nenhum governo do mundo, investe 50 bilhões em equipamentos ruins ou péssimos.
    Claro, com exceção do país das 8 novelas (24 horas por dia), do carnaval (bancado com dinheiro publico), e do futebol ( que gera milhões em evasão de divisas e demais crimes). tudo é possível por aqui.

    Mas penso que somente quando estivermos vivendo em um país que tem educação, saúde e segurança descente, podemos sim falar mal dos australianos, franceses, alemães , russos etc.
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. EXPRESSE SEUS ARGUMENTOS SEM ATACAR OS DEMAIS COMENTARISTAS. ESTE ESPAÇO É PARA DISCUTIR OPINIÕES, NÃO PARA ROTULAR OU ATACAR OS DEMAIS.
    PRIMEIRO AVISO.

  60. Nunão, eu pensei nisto também, mas ele é menor do que o Barracuda nuclear, então é menos espaço para acomodar a propulsão convencional diesel elétrica, seus geradores alternadores, baterias e mais toda a tralha do AIP.
    Vai dar certo? Só Deus sabe….

    G abraço

  61. Prezados,

    Esta conversão não será facil, mas é possível. Ainda mais com o valor do contrato.

    Abraços

  62. “Juarez
    Nunão, eu pensei nisto também, mas ele é menor do que o Barracuda nuclear, então é menos espaço para acomodar a propulsão convencional diesel elétrica, seus geradores alternadores, baterias e mais toda a tralha do AIP.
    Vai dar certo? Só Deus sabe….
    G abraço”

    .
    Juarez, acho que a lógica aplicada a essa diferença de tamanho é inversa: se todo o conjunto motores diesel / baterias /combustível / AIP não coubesse num projeto Barracuda de porte menor, bastaria manter o mesmo porte do Barracuda nuclear – seria até mais fácil. Se estão reduzindo o tamanho para transformar em submarino convencional, é porque não precisa ser do mesmo porte do Barracuda nuclear, e a redução do porte serve também para maximizar o desempenho frente às limitações de potência / autonomia de um submarino convencional.
    .
    Ao menos é o meu palpite.

  63. O Barracuda convencional é menor que o Barracuda nuclear, mas ainda assim ele é maior que um U-216 ou Shoryu… Acho que não vai ser por questão de tamanho que os Franceses vão deixar de entregar o projeto.

  64. Juarez, o espaço para tanques de combustível está incluído na comparação que fiz entre uma propulsão e outra, peço que leia novamente meus comentários.
    .
    Insisto no que já escrevi mais acima: na minha opinião, vocês estão subestimando o espaço e peso que ocupa uma planta nuclear-elétrica completa, comparados ao espaço e peso da planta diesel-elétrica. E é justamente essa necessidade de peso e espaço superior dos nucleares que faz com que sejam, na sua imensa maioria, de porte muito maior que os convencionais.

  65. Concordo plenamente com o Nunão. Não é coincidência que os Sub nucleares sempre foram bem maiores que os convencionais… Uma planta nuclear-elétrica completa exige espaços enormes, muito maiores que os de uma planta diesel-elétrica, incluindo os tanques de combustível!

  66. Sim eu entendi Liw, só que ele é menor do que um Barracuda padrão e ainda tem que ter espaço para tralha do AIP.
    Vamos ver como vai ficar.

    G abraço

  67. OFF TOPIC…, mas nem tanto!!!!
    .
    Submarino hindu inicia provas de mar.
    .
    ” ‘Kalvari’, the first of the Scorpene class submarines being built at Mazagon Dock Shipbuilders Ltd Mumbai (MDL), went to sea for the first time today. The submarine sailed out at about 1000 hrs under her own propulsion for the first sea trial, off the Mumbai coast and during the sortie.”
    .
    (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/173491/first-indian_built-scorpene-ssk-begins-sea-trials.html)

  68. Prezado amigo Juarez,

    como o Nunao falou acima, a planta nuclear ocupa considerável volume interno em um submarino de propulsão nuclear.

    O submarino oferecido a Austrália é cerca de 10% menor que o Barracuda.

    Além disso, a tripulação do SSK será a metade do Barracuda. Terão bastante espaço para instalar os motores células AIP, os conjuntos de baterias e combustível.

    Na maior parte do tempo, os SSK se movimentam utilizando suas baterias e, nos submarinos com AIP, estas células. Os motores diesel servem para dar recarga nas baterias.

    Com os motores diesel ligados, o submarino precisa se deslocar na superfície, ou próximo dela, quando utiliza o Snorkel.

    Com a nova geração de baterias, o número de “recargas” será muito menor e com a nova geração de sistemas AIP, sua autonomia será bastante ampliada.

    Não conheço a proposta francesa, mas certamente ela deve ter vindo acompanhada de especificações técnicas e de garantias, o que levou os engenheiros e técnicos da Marinha Australiana a avalizarem a compra, após sua análise.

    Grande abraço

  69. Submarinos e caças estão ficando muito caro. Pais como Brasil tem que manter seus meios muito bem.Não sou muito fá de comprar de oportunidades mas é algo a pensar,ou entrar no desenvolvimento conjunto com Paises sério e alternativa

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