Página 1 de 7612345...102030...Última »

O destroier USS Paul F. Foster (DD 964) foi descomissionado no dia 27 de março de 2003, mas ainda continua trabalhando, desta vez pelo Naval Surface Warfare Center de Port Hueneme, como Self Defense Test Ship (SDTS).

O navio, agora como EDD 964, é operado por controle remoto em missões de testes de mísseis antiaéreos e outros sistemas defensivos para a Marinha dos EUA.

Clique na imagem para ampliar.

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

A Marinha vietnamita contou com embarcações de construção russa no passado

 

A Marinha do Vietnã recebeu seu primeiro navio de guerra fabricado localmente, equipado com sistemas de artilharia e de mísseis, informou a imprensa local. A empresa de construção naval Hong Ha começou a construir o modelo em 2009 e testou o navio no ano passado.

O projeto teria sido comprado de uma empresa estrangeira. Um alto funcionário da marinha disse que o navio vai patrulhar as águas territoriais do país, em meio a crescentes tensões no Mar da China Meridional.
Existem tensões em curso entre Vietnã e China sobre disputas marítimas territoriais.

No ano passado, ocorreu um confronto entre um navio de pesquisa de de óleo e gás vietnamita e barcos de patrulha chinesa, o que provocou manifestações anti-China em Hanói.
O novo navio tem 54m de comprimento e tem um alcance operacional de mais de 2.000 milhas náuticas.

O Vietnã disse que pretende construir mais navios de guerra no futuro. No momento, a maioria dos seus navios vêm da Rússia e da antiga União Soviética.

FONTE: BBC

Tagged with:
 

Na segunda-feira, 9 de janeiro de 2012, a fragata F-105 “Cristóbal Colón” (Cristóvão Colombo), em construção para a Marinha Espanhola no Estaleiro Fene-Ferrol da Navantia, realizou a manobra de saída da doca n º 2 do estaleiro, após um período de docagem para o condicionamento do casco para as provas de mar dos sistemas da plataforma, que estão agendadas para março de 2012.

Da mesma forma, e durante todo este mês, ocorrerá a integração completa de testes funcionais de subsistemas do sistema de combate, cujas provas de mar terão lugar no mês de maio. A construção da fragata está agora em fase final de conclusão e teste de armas, com a entrega final esperada pela Armada Espanhola em julho deste ano.

Apesar da fragata F-105 ser uma continuação das quatro irmãs da série F-100, o novo navio incorpora soluções de design e aplicações de tecnologia no século atual. O resultado é um novo projeto, comparado aos navios mais avançados do mundo, capaz de enfrentar os desafios mais exigentes às ameaças presentes e futuras, especialmente os pontos a seguir:

  • Desempenho multifunção excelente em todos os estados de mar.
  • Escolta oceânica de grande capacidade.
  • Otimizado para funcionar como navio de comando e controle em um ambiente de conflito, capaz de operar integrado com uma frota aliada e fornecer cobertura para forças expedicionárias.
  • Pronto para operar em áreas costeiras e em alto mar de forma flexível, de acordo com as exigências de cada situação de conflito.
  • Elevada capacidade antiaérea.

Também são dignas de nota as seguintes melhorias para o F-100 série:

  • Sistema Aegis da Lockheed Martin em torno do Radar SPY-1D (V).
  • Integração do Sistemas Aegis a novos sensores e armas através de uma nova versão nacional de sistemas de CDS desenvolvido pela Navantia Faba.
  • Sistema de Controle de Nova Plataforma Integrada desenvolvido pela Navantia Faba.
  • Atualização do Sistema de Rede de Distribuição de Dados de Navegação.
  • Motores propulsores Navantia / Caterpillar Bravo 16V.
  • Novo sistema para “abastecimento no mar”.
  • Propulsor retrátil propulsor para manobras e emergências.

Vale ressaltar que a excelência da fragata F-105 tem encontrado o seu melhor respaldo na eleição da Navantia, pela exigente Marinha Australiana,  como projetista dos seus destróieres AWD, atualmente em construção, cujo projeto se baseia na F- 105.

Fragata F-105  ”Cristóbal Colón”

Principais Características:

  • Comprimento: 133,20 m.
  • Deslocamento de carga total: 6.041 t.
  • Calado com carga total: 5,00 m.
  • Velocidade máxima: 28,5 nós
  • Velocidade de cruzeiro: 18 nós
  • Alcance em velocidade de cruzeiro: 4.500 milhas
  • Tripulação: 234 pessoas

Destaques da construção:

  • Número de compartimentos …………………….. 573
  • Toneladas de aço de casco ………………… 2.450 t.
  • Metros de cabos ……………………………….. 315.000 m.
  • Metros de tubulações ………………………………. 37.000 m.
Tagged with:
 

O terceiro navio de comando e projeção de força da Marinha Francesa BPC Dixmude, da classe “Mistral”, foi entregue à agência francesa de compras de defesa (DGA) três meses antes do cronograma inicial do contrato.

A DGA teve a entrega formal do navio em 3 de janeiro de 2012. Este sucesso é o resultado de extraordinária cooperação entre as indústrias parceiras DCNS e STX France. A concepção, construção e testes do navio foram realizados em estreita parceria com a DGA e equipes da Marinha Francesa.

Gérard Longuet, o ministro francês da Defesa e Assuntos dos Veteranos, elogiou esta conquista depois du uma vista ao BPC Dixmude em Toulon, no sábado, dia 14 de janeiro de 2012.

A DGA encomendou o BPC Dixmude em abril de 2009, no âmbito do pacote do governo francês de estímulo econômico. A entrega à DGA foi marcada para o final do primeiro trimestre de 2012 e a entrada em serviço ativo na Marinha francesa no final do ano. No entanto, a DGA foi capaz de aceitar a entrega formal do navio em 3 de janeiro de 2012, três meses antes do prazo do contrato.

O BPC Dixmude, terceiro navio de comando e projeção de força (BPC) da Marinha Francesa, se beneficiou das lições aprendidas durante a construção dos dois primeiros navios da classe “Mistral” e uma cooperação eficaz entre o construtor naval STX France e a DCNS, que tem a responsabilidade pelo sistema de combate e apoio logística.

A STX France coordenou as operações industriais e construiu o sistema de plataforma e de propulsão, bem como a instalação de equipamentos de bordo. Depois de testes no mar bem sucedidos, o BPC Dixmude voltou a Toulon em julho de 2011. A DCNS, em seguida, integrou e testou o sistema de combate, incluindo sistemas de comunicação, navegação e capacidades de gerenciamento de combate.

Entre abril de 2009, quando o primeiro aço foi cortado, e julho de 2011, quando a plataforma foi entregue, a STX France ultrapassou consistentemente o cronograma de produção. A DCNS também foi capaz de validar o sistema de combate com apenas três testes no mar, em vez dos seis programados no âmbito do contrato.

O compromisso e a disponibilidade dos participantes da DGA e equipes da Marinha e o pronto apoio naval e aéreo garantiu que os ensaios fossem bem sucedidos.

O fato da tripulação do BPC Dixmude da Marinha ter sido capaz de trabalhar a bordo e familiarizar-se com o novo navio a partir de de junho 2011 contribuiu ainda mais para o sucesso dos ensaios.

Em 2012, o BPC Dixmude será utilizado como navio de treinamento para a missão Jeanne d’Arc da Marinha Francesa . Nesta capacidade, ele vai hospedar um novo grupo de cadetes para a instrução e exercícios no mar, bem como um destacamento de pessoal do Exército Francês.

Os dois primeiros navios da classe “Mistral”, BPC Mistral e BPC Tonnerre, foram co-projetados pela DCNS e STX France e entregues à Marinha Francesa em 2006 e 2007, respectivamente.

O caça naval chinês J-15 (fotos), cópia do Su-33 russo, realizou passagens em baixa altitude sobre o primeiro porta-aviões chinês, no Mar Amarelo, em 11 de dezembro de 2011.

O J-15 também já teria realizado decolagens de rampas “ski-jump” em instalações terrestres, o que mostraria o estágio avançado da aeronave, que não deverá demorar muito para pousar pela primeira vez no porta-aviões chinês.

Tagged with:
 

Mais contratos de ESSM para consórcio da OTAN e para o Japão

-

Raytheon divulgou contratos no total de 212,8 milhões de dólares para o míssil superfície-ar de emprego naval ESSM

 -

Nesta semana, a Raytheon informou que recebeu dois contratos, no valor total de 212,8 milhões de dólares, para a produção do ESSM – Evolved Seasparrow Missile, com uma opção de 33 milhões para trabalhos adicionais.

O primeiro contrato é para o NSPO (NATO Seasparrow Project Office – escritório de projetos do Seasparrow da OTAN) da Marinha dos EUA (USN), que refere-se à produção do EESM ao longo do ano fiscal de 2014, contendo uma opção para mais produção. O acordo também provê a marinhas que fazem parte do consórcio NSPO com diversas peças de reposição, contêineres e equipamentos de teste.

Já o segundo contrato, com dois anos de duração, é uma venda direta para a japonesa Mitsubishi Electric Corporation (MELCO), englobando componentes e maquinário necessário para a fabricação e entrega do ESSM para o Ministério da Defesa do Japão. A produção sob licença será feita nas instalações da MELCO no Japão.

Segundo Ed Roesly, diretor do programa do ESSM na Raytheon Missile Systems, “a Raytheon, juntamente com nossos 18 parceiros industriais internacionais, colocamos esse sistema de classe mundial em destaque na autodefesa de navios. Continuaremos a fazer melhoramentos no míssil para vencer as ameaças.”

O ESSM tem guiagem semi-ativa e provê defesa de navios tanto contra ameaças de alta velocidade, como mísseis antinavio manobrando em altas cargas G , quanto contra ameaças de superfície e aéreas de baixa velocidade. O consórcio ESSM inclui Alemanha, Austrália, Canadá, Dinamarca, Espanha, Grécia, Holanda, Noruega e Turquia, além dos Estados Unidos. O Japão e os Emirados Árabes Unidos também são clientes, segundo a empresa.

O míssil é controlado pela cauda e utiliza aprimoramentos em seu sistema de guiagem para aproveitar as vantagens de um melhoramentos na sensibilidade de sua cabeça de busca, na propulsão e na precisão. Assim, o ESSM pode chegar ao ponto de interceptação com mais velocidade final e agilidade para se contrapor à ameaça. O míssil faz a ponte entre os sistemas de defesa próximos (CWIS) e de defesa de área, com reduzido tempo para alcançar o alvo e capacidade multimissão.

As quantidades de mísseis a serem produzidas no contrato não foram divulgadas no informe, e ainda não foram divulgados, também, os números produzidos no ano passado. Mas em abril de 2011 a empresa divulgou os números da produção de 2010: foram 366 mísseis, mais do que dobrando a produção de 2009 (ano em que foi produzido o milésimo míssil do tipo). À época, o ESSM já acumulava mais de 200 disparos, incorporando também mais de quatro décadas de desenvolvimentos tecnológicos e de projeto.

FONTE / FOTOS: Raytheon

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Não é só a versão B do F-35 que enfrenta sérios problemas de projeto. O F-35C, versão naval CTOL (Conventional Take-off and Landing), em oito pousos de teste em Lakehurst, não conseguiu enganchar nenhuma vez o cabo de retenção.

De acordo com o “Quick Look Review” sobre o programa Joint Strike Fighter publicado recentemente, a geometria do F-35C apresenta uma distância muito curta entre o gancho e o trem de pouso principal quando baixado, que não levou em conta o posicionamento dos cabos e tem um amortecedor ineficaz que não leva em consideração as irregularidades do convés de voo.

Segundo o “Quick Look Review”, o gancho terá que ser redesenhado e isso demandará mais atrasos e custos adicionais ao problemático programa do F-35. Ver mais problemas do F-35 aqui.

Compare na foto abaixo a distância do gancho no Super Hornet em relação ao trem de pouso principal e seu posicionamento.

Tagged with:
 

O estadista britânico Winston Churchill disse uma vez que na guerra a verdade é tão importante, que ela normalmente vem escoltada por muitas mentiras.

O Irã parece que aprendeu bem a lição e volta e meia lança na mídia imagens de “novos” mísseis e armamentos que muitas vezes são velhas armas adquiridas há decadas, mas que são apresentadas com nova roupagem e novos nomes.

Tente descobrir qual é o verdadeiro míssil que nesta semana foi apresentado com o nome de Mehrab e que teria longo alcance e capacidade de escapar de detecção de radares.

Tagged with:
 

A mais recente avaliação dos segredos militares da China e a rápida modernização dos seus submarinos, tem boas e más notícias para a Marinha dos EUA. Por um lado, cerca de 60 submarinos da frota da Marinha do Exército de Libertação Popular (PLAN) estão gastando mais e mais tempo nas patrulhas de combate  -  sinalizando o aumento da competência naval da China e a crescente seriedade em influenciar o oeste do Oceano Pacífico.

Por outro lado, a agitação da atividade submarina dá às forças norte-americanas mais oportunidades de acompanhar e examinar os submarinos chineses. Analistas dos EUA descobriram uma fresta de esperança no encontro com as nuvens da tempestade estratégica. Submarinos chineses são muito mais barulhentos do que o esperado. O som que se ouve é o do equilíbrio de poder do Pacífico em favor de Washington.

Em 2007, submarinos a diesel da China e um punhado de submarinos de propulsão nuclear conseguiram apenas algumas poucas patrulhas  por ano, combinados. Dois anos antes disso, nenhum dos submarinos de Pequim saiu para patrulha. Durante anos, a maioria dos submarinos da PLAN permaneceu amarrada em bases navais, afastada por problemas mecânicos e falta de equipes devidamente treinadas.

Enquanto os submarinos da PLAN estavam ociosos, os aviões de espionagem da Marinha dos EUA, navios de vigilância e submarinos tiveram poucas oportunidades para avaliar as capacidades submarinas da China – e, mais importante, quanto ruído os chineses geram submersos e em movimento, ao mesmo tempo. Marinhas podem usar sonares passivos para rastrear submarinos pelos sons que eles fazem. Quanto mais alto o ruído de um navio, mais fácil de detectar. E destruir.

Com pouca informação para prosseguir, oficiais da inteligência americana tinham de adivinhar. Em casos como este, “adivinha-se conservadoramente”, disse um respeitado analista naval ao Danger Room, sob a condição de anonimato. As estimativas conservadoras colocaram o submarinos mais recentes da PLAN cerca de uma década atrás do “estado-da-arte” dos submarinos russos – e, potencialmente, 20 anos atrás a tecnologia submarina dos EUA.

Agora os submarinos chineses estão patrulhando com mais freqüência. ”Nos últimos dois anos, os chineses começaram a desdobrar submarinos diesel com mais frequência em lugares como o Mar das Filipinas”, revela o analista. Mais e melhores dados estão fluindo das forças dos EUA. Com esses dados, a Marinha realizou uma nova avaliação dos submarinos da PLAN. O analista não identificado participou de uma apresentação secreta com base na avaliação.

A maior surpresa da avaliação: deixando de lado uma dúzia de submarinos russos da PLAN importados, os novos submarinos chineses podem ser detectadas na conhecida ”primeira zona de convergência”, um anel de cerca de 25 milhas a partir de um submarino onde as ondas sonoras viajam juntas.

Durante a Guerra Fria, a Marinha dos EUA organizava seus submarinos em linhas onde cada navio ficava 25 milhas distante da próxima, formando uma espécie de rede para apanhar submarinos soviéticos. Com a introdução da mais recente geração de submarinos sileciosos russos a diesel na década de 1990, os americanos achavam que a detecção na zona de convergência não era mais possível. Mas a Marinha acaba de descobrir que os submarinos de fabricação chinesa são ainda mais barulhentos que os submarinos russos de 20 anos de idade. ”Aparentemente, os submarinos americanos estão fazendo detecções na primeira zona de convergência e rastreando-os”, relata o analista.

Assumindo que os chineses vão manter os projetos dos submarinos atuais, os submarinos americanos devem ser capazes de derrotar rapidamente os submarinos chineses em qualquer guerra futura potencial – ajudando a abrir caminho para que os porta-aviões dos EUA possam atacar alvos terrestres chineses. Combinado com uma desaceleração na produção de submarinos chineses, e a recente duplicação da produção de submarinos nos EUA, a revelação de ruído pode levar a um recálculo radical do equilíbrio de poder do Pacífico.

A Marinha dos EUA tinha uma vantagem tecnológica confortável sobre a PLAN antes mesmo da atividade chinesa aumentada alimentar a inteligência. Agora essa vantagem ficou ainda ainda maior. E mais ruidosa.

FONTE: Wired, Danger Room/ TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: Poder Naval

COMO FUNCIONA O SONAR?

Tagged with:
 

A companhia de construção naval da Coreia do Sul Daewoo Shipbuilding assinou o maior contrato na história do país para fornecer três submarinos à Indonésia. O valor da transação é de 1,12 bilhão de dólares, informou o escritório de programas de compras militares.

O fornecimento a Jacarta de submarinos diesel com um deslocamento de 1400 toneladas cada um está prevista para o primeiro semestre de 2018. Os submarinos têm 61,3 metros de comprimento e uma tripulação de 40 pessoas. Eles terão oito tubos de torpedo, bem como outras armas, incluindo mísseis.

Página 1 de 7612345...102030...Última »