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vinheta-clipping-navalO navio-patrulha oceânico “APA”, adquirido pela Marinha do Brasil, atracará no porto de Rio Grande no próximo dia 7. O rio-grandino será o primeiro porto brasileiro a receber a embarcação, que está chegando ao Brasil. O “APA” partiu da Base Naval de Portsmouth, no Reino Unido, em 11 de março, e fez escala em diversos países, entre os quais Portugal, Espanha, Mauritânia, Senegal, Gana, Angola e Namíbia. Durante a travessia pelo Atlântico, pode interagir com as Marinhas dos países africanos visitados, realizando exercícios conjuntos, como treinamento antipirataria. Ele ficará em Rio Grande até o dia 13 deste mês. Depois, seguirá para Itajaí (SC). Em 24 de maio, chegará em seu porto sede, no Rio de Janeiro (RJ). No porto rio-grandino, no dia 12 deste mês, estará aberto à visitação pública, das 14h às 18h. A entrada é gratuita.

O “APA” é o segundo do lote de três navios adquiridos pela Marinha brasileira, como parte do Programa de Obtenção de Meios, sendo incorporado à Força no dia 30 de novembro do ano passado, quando recebeu o nome de “APA”. Seu nome é uma referência ao importante rio da região do Pantanal, que delimita a fronteira entre o Brasil e o Paraguai, cuja bacia hidrográfica tem cerca de 12 mil quilômetros quadrados em território brasileiro. De acordo com o Comando do 5º Distrito Naval, o principal destaque dos navios-patrulhas oceânicos é sua autonomia de navegação. Eles podem ficar até 35 dias sem reabastecimento.

A embarcação, adquirida da empresa inglesa BAE Systems, poderá ser utilizada em diversas tarefas, como operações de Patrulha Naval, assistência humanitária, busca e salvamento, fiscalização, repressão às atividades ilícitas e prevenção contra a poluição hídrica, mas principalmente no patrulhamento da chamada “Amazônia Azul”, ou seja, nas águas oceânicas contíguas ao território nacional. O navio-patrulha “APA” irá operar na Amazônia Azul, primordialmente, na região das bacias petrolíferas dos estados de Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. Trata-se de um navio de 90,5 metros de comprimento, velocidade máxima de 25 nós (46 km/h), capacidade para ter embarcados 51 militares e para transporte de seis contêineres de 15 toneladas. Em termos de armamento, conta com um canhão de 30mm e duas metralhadoras de 25mm.

FONTE: Jornal Agora

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vinheta-clipping-navalEngenheiros da Universidade de Virginia Tech, nos EUA, estão desenvolvendo um robô água-viva que poderá ajudar a monitorar o meio ambiente marinho e mapear os solos dos oceanos. O protótipo é parte de um projeto de US$ 5 milhões da Marinha Americana.

O robô tenta imitar a movimentação e a morfologia das águas-vivas, mas também o baixo consumo de energia e a adaptação à variação de correntes e diferentes condições ambientais. Criado com base na espécie de água-viva chamada Cyanea capillata, seu nome, “Cyro”, é uma mistura de Cyanea e da primeira sílaba de “robô”.

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Com oito patas e uma cobertura de silicone para camuflagem, a medusa robótica possui medidas que impressionam: pesa cerca de 77 quilos e mede mais de dois metros de diâmetro. Ainda em fase de laboratório, o protótipo precisa de aperfeiçoamentos antes de ser lançado ao mar, segundo os cientistas.

A expectativa é que o robô água-viva seja capaz de resistir durante semanas, e até meses, nos oceanos para melhor coleta de dados. Além do monitoramento ambiental, no futuro, as missões do Cyro poderão incluir patrulhamento marítimo e limpeza de vazamentos de petróleo.

FONTE: EXAME

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A Marinha portuguesa assumiu no sábado (06), pela segunda vez, o comando da força naval da EUNAVFOR que combate a pirataria na região do Chifre da África. Em cerimônia realizada no Djibuti, na região do Golfo de Aden, contra-almirante Jorge Palma assumiu o controle das operações. A fragata portuguesa “Álvares Cabral” passa a ser o navio-almirante que irá liderar a força europeia até 06 de agosto. O comando anterior da EUNAVFOR e da operação “Atalanta”, como é designada a missão europeia de combate à pirataria, era do contra-almirante Pedro Garcia de Paredes, da Armada espanhola.

Em operação desde 2008, a fora-tarefa da União Europeia é responsável por patrulhar uma área que vai desde o sul do Mar Vermelho até parte do Oceano Índico, passando pelo Golfo de Aden, no litoral leste da África. Entre as missões da força naval, estão assegurar a distribuição de alimentos e recursos do World Food Programme (WFP) e da missão da União Africana na Somália (AMISOM), evitar a ação de piratas contra navios mercantes e de ajuda humanitária, e proteger as rotas marítimas comerciais da região.

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FONTE: Naval Today e DN Portugal (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de originais em português e inglês)

O último dos contratorpedeiros tipo 42 da Marinha Real britânica deve voltar em breve de seu último desdobramento. O HMS Edinburgh passou os últimos seis meses patrulhando o oceano Atlântico, e será descomissionado em junho – acumulando quase 800 mil milhas navegadas.

O Edinburgh é o último dos tipo 42 ainda em serviço. O modelo será substituído pela nova geração de contratorpedeiros tipo 45.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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vinheta-clipping-navalO navio-patrulha Apa, que esta semana partiu do porto de Portsmouth no Reino Unido com destino ao Brasil, participará de missão em cinco países africanos. A presença da embarcação nas águas do Atlântico Sul que banham o litoral ocidental da África integra o conjunto de iniciativas da defesa brasileira para estreitar a cooperação com as nações daquele continente.

Já incorporado à Marinha do Brasil, o Apa será utilizado principalmente no patrulhamento da chamada Amazônia Azul, ou seja, nas águas oceânicas contíguas ao território nacional. Os espaços marítimos brasileiros podem chegar a 4,5 milhões de quilômetros quadrados, uma área que corresponde, em tamanho, à Amazônia terrestre. Daí a expressão “Amazônia Azul”.

O Apa tem previsão de chegada ao Rio de Janeiro em maio deste ano. O primeiro país da África onde ele aportará será a Mauritânia. No final do ano passado, o ministro da Defesa do país, Ahmedou Ould Mohamed Radh, realizou visita oficial ao Brasil e reuniu-se com Amorim. Na ocasião, os dois ministros mencionaram a possibilidade de realização de exercício conjunto entre as duas marinhas.

Depois da Mauritânia, o navio irá para Dacar (Senegal), Tema (Gana), Luanda (Angola) e Walvis Bay (Namíbia). A visita a este último país foi definida em fevereiro deste ano, durante viagem oficial da comitiva brasileira chefiada por Amorim à Windhoek, capital da Namíbia. Na época, os governos dos dois países manifestaram, em comunicado conjunto, a intenção de fortalecer as relações em defesa.

Parte da cooperação brasileira na Namíbia se dá por meio de missão com cerca de 40 militares da Marinha do Brasil, sediados no porto de Walvis Bay, por onde o novo navio da Força Naval irá passar. Também estão previstas escalas na Espanha e em Portugal.

O Apa é o segundo do lote de três embarcações adquiridas pela Marinha do Brasil da empresa inglesa BAE Systems. O navio-oceânico foi incorporado à Força no dia 30 de novembro do ano passado, quando recebeu o nome de Apa, uma referência direta ao rio do Pantanal. O próximo, Araguari, está previsto para ser incorporado ainda em 2013. O primeiro a chegar ao Brasil foi o Amazonas, incorporado à Marinha no ano passado.

De acordo com a Força Naval, a principal característica desses novos navios-patrulha é a flexibilidade. As embarcações, informa a Marinha, podem ser utilizadas em diversas tarefas, tais como operações de patrulha naval, assistência humanitária, busca e salvamento, fiscalização, repressão às atividades ilícitas e prevenção contra a poluição hídrica.

Especificações do Apa

Peso: 1.800 toneladas;
Comprimento total: 90,5 metros;
Deslocamento carregado: 2.170 toneladas;
Velocidade máxima: 25 nós (equivalente a 46 km/h);
Autonomia: 35 dias;
Capacidade de tropa embarcada: 51 militares;
Capacidade de transporte de carga: seis contêineres de 15 toneladas;
Armamento: um canhão de 30mm e duas metralhadoras de 25mm;
Tripulação: 11 oficiais, 21 suboficiais e sargentos e 48 cabos e marinheiros.

FONTE: Ministério da Defesa

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vinheta-destaquePortsmouth, Reino Unido: O APA, a mais nova adição à frota da Marinha do Brasil partiu do Reino Unido nesta manhã, rumo à sua nova base no Rio de Janeiro. Sua missão principal será a de reforçar a segurança marítima do País.

O APA é o segundo dos três Navios de Patrulha Oceânica da Classe Amazonas, fornecidos pela BAE Systems à Marinha do Brasil. Seu irmão, o AMAZONAS, completou a travessia no ano passado, enquanto que o último, o ARAGUARI, está programado para ser entregue em meados deste ano.

Os funcionários da BAE Systems e a equipe de apoio da Marinha do Brasil, que trabalharam em conjunto na entrega da embarcação, reuniram-se nas docas da Base Naval de Portsmouth, para ver o navio levantar âncora. Na sua jornada de mais de 10 mil milhas, estão programadas paradas diplomáticas, ao longo da costa ocidental da Europa e África, antes da travessia do Atlântico Sul, rumo à sua nova base, na qual deverá chegar em maio.

De acordo com Nigel Stewart, diretor comercial da BAE Systems Maritime, “é com grande orgulho que vemos a partida do APA e o início de sua importante missão de prover segurança, executar buscas e resgates e dar apoio humanitário. Trata-se de um navio altamente capacitado e versátil, que desempenhou extremamente bem, no treinamento feito com a Marinha do Brasil, o que é um grande crédito para todos aqueles envolvidos em seu projeto, construção e processo de entrega. A tripulação do APA partiu, mas a nossa parceria com a Marinha do Brasil continua se afirmando, à medida que aguardamos a oportunidade de dar as boas-vindas à tripulação do ARAGUARI”.

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Na semana passada, os 81 integrantes da tripulação do APA completaram o treinamento da organização especializada Flag Officer Sea, na costa do Reino Unido, com o suporte da Marinha Real do Reino Unido e da BAE Systems. O programa de treinamento incluiu simulações de operações para as quais o navio foi projetado, o que inclui busca e resgate, ajuda humanitária e operações de abordagem para lidar com violações marítimas, como contrabando e pirataria.

“Receber um novo navio é um grande desafio, que envolve muitas pessoas que trabalharam em parceria. Acredito que todos nós – BAE Systems, Marinha do Brasil, VTFlagship e FOST – trabalhamos muito bem juntos. O navio e sua tripulação foram testados no treinamento de alta intensidade e estamos muito confiantes de que possuímos a capacidade para cumprir as missões que nos serão atribuídas, o que nos enche de um grande orgulho”, disse o comandante do APA o Capitão de Fragata, Marcelo Considera.

O contrato entre a BAE Systems e a Marinha do Brasil, avaliado em £133 milhões, prevê o fornecimento de três Navios de Patrulha Oceânica, os respectivos serviços de suporte e ainda inclui uma licença para a construção de novos navios da mesma classe, no País, contribuindo para o programa brasileiro de reequipamento naval e o fortalecimento de sua capacidade marítima industrial.

Os navios da classe Amazonas, com 90 metros de comprimento, se baseiam no projeto da Marinha Real de Navios de Patrulha Oceânica da Classe River e são a solução ideal para conferir segurança marítima, nas águas territoriais do Brasil, incluindo proteção às suas plataformas de gás e petróleo.

Os navios são equipados com um canhão de 30 mm e duas metralhadoras de 25 mm, além de dois botes infláveis rígidos e um convés para pouso e decolagem de helicóptero. Na popa do navio, há acomodações adicionais para 50 pessoas, prevendo sua utilização para o transporte de tropas ou passageiros, no caso de uma evacuação, por exemplo.

O APA e o ARAGUARI foram construídos pela BAE Systems em Scotstoun, mas finalizado em Portsmouth, e o AMAZONAS em Portsmouth.

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Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global que atua nos segmentos de segurança, defesa, e aeroespacial com aproximadamente 94.000 funcionários em todo o mundo. A companhia fornece uma linha completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como soluções avançadas em eletrônica, segurança, tecnologia da informação e serviços de suporte a clientes. Em 2011, a BAE Systems alcançou vendas no valor de £19.2 bilhões, cerca de US$ 30.7 bilhões.

No Brasil, a BAE Systems está presente desde os anos 70, por meio de sua predecessora a VT Shipbuilding. Atualmente, a empresa mantém um escritório em Brasília (DF), que dá suporte às Forças Armadas, no que diz respeito a equipamentos como canhões navais, radares, veículos blindados, controles de voo para aeronaves, entre outros; e que busca estabelecer parcerias mutuamente benéficas, por meio da transferência de tecnologia, com os setores de segurança e defesa brasileiros.

Siga a BAE Systems no Twitter e fique por dentro das novidades da empresa:
https://twitter.com/#!/BAESystemsBR

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No dia 25 de janeiro, por volta das 23h30, a tripulação do Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Apa” auxiliou dois militares da Marinha Britânica, que sofreram um grave acidente de carro, na Base Naval de Portsmouth, no Reino Unido.

O acidente ocorreu próximo ao local de atracação do navio. Imediatamente, militares do NPaOc “Apa” – entre eles o médico e o enfermeiro de bordo – se dirigiram ao local e prestaram o apoio inicial aos acidentados, sob chuva e temperatura de -1°C. A ação dos militares foi fundamental para manter as vítimas estáveis e prevenir a ocorrência de incêndio.

Após a chegada das equipes de resgate da Base Naval, o médico e o enfermeiro permaneceram auxiliando no resgate até a remoção das vítimas do local.

Em reconhecimento ao apoio prestado, o Comandante da Base Naval de Portsmouth enviou uma carta de agradecimento ao NPaOc “Apa”. Seguindo a mesma linha, o Comandante do navio onde servem os militares acidentados foi a bordo do “Apa” para agradecer. Ele ressaltou que a ação rápida e eficaz da Marinha do Brasil foi determinante no resgate dos militares.

Fonte: NoMar Online

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Imagens do NPa ‘Gurupi‘ demandando o cais da Mortona em Santos-SP ao redor das 8h de domingo, 24/02, em comissão de adestramento e patrulha marítima.

Cerca de duas horas depois suspendia o NPa ‘Macaé‘ (P 70), conforme post publicado semana passada

Para ver mais imagens e o post sobre o  NPa Macaé:

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/02/2013

 

Os três navios da classe Amazonas já estão com suas paginas abertas no NGB – Navios de Guerra Brasileiros.

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  • Amazonas (P 120) – Comandante CC Giovani Corrêa
  • Apa (P 121) – Comandante CC Carlos Marcelo Fernandes Considera
  • Araguaia (P 122) – Encarregado do Grupo de Recebimento/Comandante CC Robledo de Lemos Costa e Sá (previsto para ser incorporado à Armada ainda no primeiro semestre de 2013).

Boa Estação e Boa Patrulha!

FOTO: Maritime Photographic

 

O video divulgado pela Marinha dos Estados Unidos mostra o sistema de mísseis de curto alcance Griffin, fabricado pela Raytheon, em testes a bordo do navio de patrulha costeira USS ‘Monsson‘ (PC-4).

 


FONTE: Militaryphotos.net

 

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O comandante da Marinha iraniana, contra-almirante Habibollah Sayyari comunicou ontem (16) que o país enviará navios de guerra para a região do Mar Mediterrâneo.

Segundo a emissora Press TV, Sayyari teria declarado que “a 24ª Frota de navios de guerra patrulhará o norte do Oceano Índico, os golfos de Aden e Bab-al-Mandeb, o Mar Vermelho, o Canal de Suez e o Mar Mediterrâneo durante três meses. As patrulhas devem chegar até mesmo aos países do Sudeste Asiático”.

Ao tratar dos exercícos Velayat 91, realizados recentemente pela Marinha, o contra-almirante declarou que as manobras demonstraram a capacidade naval do Irã, e a habilidade para combater quaisquer ameaças aos interesses nacionais. O Velayat 91 começou na última sexta-feira (11) e durou seis dias. As manobras abrangeram uma área vasta, incluíndo o Estreito de Ormuz, o Mar de Omã, o norte do Oceano Índico e os golfos de Aden e Bab-al-Mandeb.

FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Poder Naval)

 

nmleaSegundo a revista inglesa Bloomberg Businessweek, especializada em economia, entre março e abril deste ano uma “Marinha privada”, fundada por ex-fuzileiros, capitães aposentados e soldados britânicos, deverá proteger seu primeiro grupo de petroleiros navios de carga na região do Oceano Índico

O projeto – batizado de Typhoon – é formado por empresários liderados por Simon Murray, presidente da exportadora Glencore International, e recrutará cerca de 240 combatentes e marinheiros para sua força particular. Trata-se da primeira empreitada do gênero no Reino Unido nos últimos 200 anos. A iniciativa pioneira se deve à insatisfação diante da incapacidade das diversas agências governamentais e das Marinhas para garantir a segurança efetiva das rotas comerciais contra a ação de piratas em uma região oceânica relativamente pequena. O principal entrave dessas isntituições são os recursos limitados.

A ‘’Marinha privada” terá um navio capitânia, navios de patrulha armados de alta velocidade, e soldados também armados, com o objetivo de dissuadir os piratas de atacar as embarcações, e não de travar combate. Os navios terão bandeira britânica, o que lhes permitirá trazer suas armas até águas litorâneas e portos, e não apenas em mares internacionais. Empresas mercantes do Reino Unido devem financiar a força particular – procedimento semelhante à contratação de serviços segurança para navios comerciais russos, chineses e indianos que transitam na região do Índico.

Apesar da forte presença internacional em áreas de risco, a pirataria ainda é um problema grave para militares e empresas de comércio marítimo.

FONTE: The Maritime Executive (Tradução e adaptação do Poder Naval)

 

Navio-Patrulha Oceânico

RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

O navio para patrulha oceânica Amazonas chegou em 2012 e está em operação no Rio de Janeiro. O Apa já está a caminho. O Araguari também deverá chegar em 2013.

Além de serem os mais novos e modernos da Marinha, os três navios, batizados com a sigla NPaOc (Navio-Patrulha Oceânico), representam uma importante mudança de doutrina naval no país.

A guerra convencional, contra uma outra marinha hostil, continua sendo o principal foco da força naval brasileira, parte importante da dissuasão pregada pela Estratégia Nacional de Defesa.

Mas os novos navios sinalizam uma nova ênfase em guerra “assimétrica” –contra inimigos com menos poder de ataque– e defesa da lei e da ordem no mar.

Cada vez mais em todo o planeta é preciso que as marinhas lidem com problemas como narcotráfico, pirataria e contrabando. Algo semelhante ao que o Exército faz nos morros e favelas do Rio.

Ou seja, são tarefas típicas de uma guarda costeira, uma instituição rival cuja criação sempre foi bloqueada pela Marinha, apesar de existir em países como os EUA. Mas os novos navios –e outros de menor porte adquiridos antes– mostram que a Marinha está assumindo essas tarefas.

Os NPaOc são conhecidos no resto do mundo como OPV (offshore patrol vessel), navio de patrulha da costa.

São projetados para ter grande autonomia de mar, ficando mais de um mês em operação e eventualmente transportando fuzileiros navais para ações como abordagem de navios suspeitos.

Apesar do porte relativamente grande –mais de 2.000 toneladas completamente carregados–, possuem armamento leve. Não há mísseis nem torpedos. O canhão principal tem calibre 30 mm, contra 114 mm de fragatas e corvetas da Marinha.

O fato é que a Marinha descobriu que o país tem novas instalações para serem defendidas, como as plataformas de petróleo ao largo da costa.

Os três NPaOc foram uma “compra de oportunidade”, como se costuma dizer no mercado internacional de armamentos. Tinham sido originariamente encomendados por Trinidad e Tobago, que desistiu da compra.

Os navios já estavam em construção. A Marinha optou pela compra, pois a fabricante, Bae Systems, fez um preço mais barato para não ter prejuízo. E incluiu a possibilidade de navios iguais serem construídos no Brasil.

Segundo comunicado da empresa, o contrato com a Marinha para fornecer os três navios de patrulha oceânica foi firmado em janeiro de 2012 por 133 milhões de libras (cerca de R$ 440 milhões).

FONTE: Folha de São Paulo

NOTA DO PODER NAVAL: Leia matéria completa sobre o NPaOc Amazonas na revista Forças de Defesa número 6.

No dia 05/12, o NPaOc Amazonas iniciará sua primeira comissão em favor do apoio logístico do POIT – Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade. Com previsão de duração de 2 semanas, nessa comissão o Amazonas irá demonstrar suas capacidade superlativa no transporte de víveres por meio de seus seis pontos de instalação de contêineres (inclusive refrigerados), de seu guindaste para a movimentação de carga, de suas 2 RHIB para o desembarque de pessoal no movimento navio-terra e de seu convoo para a realização de VERTREP.

O uso do NPaOc veem a ser muito benéfico, pois realizará a custo menor que um NDCC, uma Fragata ou Corveta a mesma comissão e ainda realizará sua principal missão que é a Patrulha Naval.

FONTE: 1º DN

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O Vietnã vai realizar patrulhas marítimas para proteger sua atividade pesqueira no mar do Sul da China, depois que uma empresa estatal acusou barcos chineses de sabotagem, e a Índia declarou-se pronta para mobilizar embarcações que salvaguardem seus interesses nas águas disputadas.

As patrulhas civis vietnamitas, amparadas pela polícia marítima e por uma força de fronteira, começarão a monitorar a região a partir do dia 25 de janeiro, com o objetivo de impedir barcos estrangeiros de violarem leis de pesca nas águas territoriais vietnamitas, segundo o governo local e a imprensa estatal.

Essas operações são um sinal da crescente tensão no mar do Sul da China, onde reivindicações territoriais antepõem Pequim a dois países aliados dos EUA –Vietnã e Filipinas–, enquanto Brunei, Taiwan e Malásia também pleiteiam parte dessa zona marítima rica em minérios.

O decreto que institui as patrulhas do Vietnã foi assinado em 29 de novembro, um dia depois de a imprensa chinesa anunciar novas regras autorizando a polícia da província de Hainan (sul) a abordarem e apreenderem embarcações no mar do Sul da China. A nova regra entra em vigor em 1o de janeiro, tendo como alvo qualquer barco que “entrar ilegalmente” nas águas reivindicadas pela China.

“Isso vai causar fricção”, disse Carl Thayer, especialista em segurança do Sudeste Asiático, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália. “Se (a China) começar a afirmar esses direitos e não for contestada ao longo do tempo, isso se torna habitual, se torna uma prática.”

O anúncio das patrulhas vietnamitas, publicado no jornal local Dan Viet, ocorre um dia depois de a estatal petrolífera Petrovietnam acusar barcos chineses de sabotarem uma operação de prospecção, ao cortarem um cabo sísmico que estava sendo rebocado por um barco vietnamita.

A Índia também declarou a intenção de exercer uma presença no mar do Sul da China, a fim de proteger seus interesses petrolíferos na região — o que é uma nova fonte de tensão numa área cada vez mais propensa a conflitos.

O comandante da Marinha indiana, almirante D.K. Joshi, disse na segunda-feira que, embora a Índia não tenha reivindicações territoriais no mar do Sul da China, ela irá agir se for necessário para proteger seus interesses marítimos e econômicos.

A Índia já teve atritos diplomáticos com a China por causa da prospecção de gás e petróleo em um bloco controlado pelos indianos na costa do Vietnã.

FONTE: Reuters via O Estado de S. Paulo

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A Rússia manterá as atividades de combate à pirataria na região da Somália. Segundo o enviado das Nações Unidas, Vassili Churkin, a força-tarefa mantida pelo páis permanecerá no Golfo de Aden.

O Conselho de Segurança da ONU se reuniu ontem (19), e a pirataria foi um dos assuntos abordados. “A Rússia aprova a prorrogação de quaisquer medidas necessárias para coibir a a atividade de piratas na costa da Somália, e mesmo em suas águas territoriais”, afirmou Churkin durante o debate. “Nós planejamos manter a presença da nossa Marinha no Golfo de Aden, bem como atuar junto aos outros países e organizações regionais”, completou.

A Marinha russa se juntou à missão internacional de combate à pirtaria em 2008. Desde então, navios de guerra do país escoltaram com sucesso centenas de embarcações mercantes ao longo de regiões de risco. Os grupos, geralmente liderados por contratorpedeiros da classe Udaloy, operam em regime de revezamento.

Recentemente, a Rússia pediu permissão à França para enviar duas aeronaves de reconhecimento Ilyushin II-38 para a base francesa no Djibouti, a fim de auxiliar as missões anti-pirataria no Golfo de Aden. O país também propôs à ONU a criação de um corpo jurídico internacional para julgar piratas capturados durante as opeações na costa da Somália.

De acordo com os relatórios mais recentes das Nações Unidas, já ocorreram 291 ataques e sequestros por parte de piratas nos últimos 10 meses, e 293 pessoas ainda são matidas reféns.

FONTE: Naval Today (Tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

FOTO: Huffington Post

 
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