Argentina pode receber mais jatos Super Étendard da França
O Ministéria da Defesa da França está considerando a transferência de jatos SEM (Super Étendard Modernizados) para a Argentina.
A operação incluiria a transferência dos sofisticados aviônicos dos SEM, que começarão a sair de serviço em 2015, por causa da entrada do novo Rafale.
A transferência das aeronaves será de acordo com a disponibilidade de SEMs no momento do descomissionamento, que depende da cadência de entrega do Rafale.
SAIBA MAIS:
Esquadrão HA-1 em ação

No período de 12 a 30 de janeiro, as aeronaves AH-11A Super Lynx N-4003 e N-4009 (Linces 03 e 09), a bordo da Fragatas “Constituição” (F-42) e “Independência” (F-44), respectivamente, participaram da comissão ASPIRANTEX 2010, cuja missão foi realizar exercícios no mar abrangendo as Operações de Ataque, Anti-Submarino, de Esclarecimento e de Apoio Logístico Móvel; contribuir para a formação dos Aspirantes da Escola Naval e Alunos da EFOMM; aprimorar o adestramento dos meios da Esquadra e realizar ação de presença na área compreendida entre Rio de Janeiro-RJ e Natal-RN.
Nessa ocasião, as aeronaves foram empregadas em tarefas de Esclarecimento, OTHT, Planos de ataque coordenado Navio-Aeronave e Aeronave-Aeronave, QRPB diurno e noturno e fainas de PICK-UP / VERTREP.

No dia 29 de janeiro, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1), participou das buscas dos tripulantes do barco pesqueiro VICENTE II, que naufragou após ter sido abalroado por um navio mercante, a cerca de 40 milhas ao sul de Cabo Frio.
A aeronave AH-11A Super Lynx N-4004 (Lince 04) foi até o local do acidente e identificou 04 coletes salva-vidas do barco pesqueiro, permanecendo nas buscas dos náufragos, até a chegada da aeronave UH-14 Super Puma N-7071 (Pégasus 71), onde passaram a realizar as buscas em conjunto, sob o controle da cena de ação do Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, embarcado na Fragata Niterói que localizou os náufragos.

No dia 01 de fevereiro, o mesmo Lince 04, já embarcado na Fragata “Liberal” (F-43), realizou um exercício de “cross deck” com o navio de apoio logístico argentino ARA “Patagonia” (B-1), a 100 milhas ao sul de São Sebastião-SP.
Durante o exercício, a aeronave realizou três pousos visuais no convoo do navio, contribuindo para o adestramento e a interoperabilidade entre as Marinhas amigas.

FONTE e FOTOS: ComForAerNav
EUA autorizam mulheres a servir em submarinos nucleares
A Marinha de Guerra dos Estados Unidos autorizou mulheres a servir em submarinos, pondo fim a um dos últimos feudos exclusivamente masculinos do Exército (sic) dos Estados Unidos*, informaram nesta terça dirigentes do Pentágono.
O secretário de Defesa Robert Gates aprovou a recomendação e enviou cartas ao Congresso para transmitir aos legisladores a decisão. Os parlamentares têm, agora, 30 dias para fazer comentários sobre o projeto antes que entre em vigor.
As americanas já podiam trabalhar na frota de navios da Marinha de Guerra e voar em caças, mas os submarinos nucleares permaneciam fora de seu alcance. As mulheres constituem 15 por cento dos oficiais e efetivos da Marinha de Guerra americana.
FONTE: France Presse, via G1
FOTO (comissionamento, em maio do ano passado, do USS North Carolina – SSN 777): USN
*NOTA DO BLOG: supomos que neste trecho a intenção da matéria original, ou de sua tradução, era referir-se às Forças Armadas dos Estados Unidos, não ao Exército. Com relação à notícia, pode-se dizer que o “timing” da mesma está adequado: em poucos dias, 8 de março, será comemorado o Dia Internacional da Mulher. Parabéns antecipados do Blog do Poder Naval a todas as mulheres que frequentam esse espaço e, em especial, às que servem às Forças Armadas brasileiras, sem esquecer das que, em breve (segundo a notícia) deverão ter a honra de servir nos submarinos nucleares da Marinha dos EUA.
VEJA MAIS:
- “As mulheres estão no alvo do serviço militar obrigatório”
- Hildelene Lobato Bahia – primeira mulher a comandar um navio mercante
Navegue pela Trilogia
Como os leitores puderam notar, os botões dos outros blogs da Trilogia de Defesa que ficavam no topo da coluna principal, foram substituídos pelo banner da Q.G. Airsoft. Agora, para navegar entre os blogs, é só clicar no logotipo da Trilogia na coluna à direita: clicando sobre o carro de combate para acessar o ForTe, no navio de guerra para acessar o Poder Naval ou no caça para o Poder Aéreo.
‘Guerra das Malvinas 2′ no Fleet Command
O simulador de Guerra Naval Jane’s Fleet Command traz uma missão chamada “Nuestras Malvinas”, cujo objetivo é romper um bloqueio naval argentino nas ilhas Falklands/Malvinas, para possibilitar a chegada de uma força anfíbia britânica.
O jogador luta do lado inglês (nas telas abaixo, com as forças azuis) e tem que enfrentar ondas de aeronaves de ataque argentinas (em vermelho) armadas com mísseis antinavio Exocet.
Um detalhe interessante da missão é que o Brasil fez uma aliança com a Argentina, como descreve a tela abaixo:
Num momento em que o Brasil dá apoio à Argentina na questão das Malvinas, o Fleet Command ajuda a pensar como seria uma nova Guerra pelas Malvinas, agora que a Royal Navy não possui mais o Sea Harrier para garantir a superioridade aérea sobre a Frota.
SAIBA MAIS:
EUA declaram ser ‘neutros’ sobre soberania das Malvinas e defendem diálogo, diz jornal
RIO – O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Philip Crowley, afirmou na terça-feira que o país é “neutro” em relação à disputa entre Argentina e Reino Unido pela soberania sobre as Ilhas Malvinas, mas, ao mesmo tempo, acrescentou que o governo Barack Obama reconhece a “atual administração britânica”, segundo reportagem do jornal argentino “La Nacion”. Diante do retorno da questão das Malvinas à agenda internacional, provocado pela exploração de petróleo por uma companhia britânica no arquipélago, Crowley disse que os EUA poderão considerar a possibilidade de mediar uma solução para o conflito caso os dois países tenham interesse.
O porta-voz também aproveitou sua habitual conferência de imprensa para incentivar Argentina e Reino Unido a resolverem a questão por meio do “diálogo”. Apesar de serem membros de um acordo de defesa com os países latino-americanos (o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca), os EUA ficaram do lado britânico durante a Guerra das Malvinas, que matou 649 soldados argentinos e 255 britânicos em 1982.
- Estamos cientes do problema e de sua história. Os Estados Unidos têm uma posição neutral em relação à questão da soberania, mas reconhecem a atual administração britânica das ilhas. E, assim como fazemos em todas as áreas onde há disputas, incentivamos soluções alcançadas por meio do diálogo – respondeu Crowley quando perguntado sobre a nova crise, segundo o “La Nacion”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, também na terça-feira, que a Argentina tenha soberania sobre as Malvinas, questionando que a administração das ilhas caiba a um país localizado a 14 mil quilômetros. Em discurso na cúpula do Grupo do Rio em Playa del Carmem, no México, Lula pediu o início de um debate na Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a polêmica envolvendo a exploração de petróleo na região. No mesmo dia, o Reino Unido rejeitou nesta terça-feira as objeções argentinas à prospecção de petróleo na costa das ilhas Malvinas, alegando que tal perfuração não viola o direito internacional.
FONTE: O Globo
Atualização do NGB
O NGB foi atualizado e os navios da lista abaixo estão com algumas fotos novas. Em destaque o antigo CT Mariz e Barros (D 26) que foi o primeiro navio da MB a possuir mísseis.
- Tamandaré – C 12, Cruzador
- Araguari – A 2/D 15, Contratorpedeiro
- Bocaina – Be 8/D 22/U 32, Contratorpedeiro de Escolta/Aviso Oceânico
- Bracuí – Be 3/D 23/U 31, Contratorpedeiro de Escolta/Aviso Oceânico
- Mariz e Barros – M 1/D 26, Contratorpedeiro (1943 – 1972)
Lula critica ONU por postura sobre soberania das Malvinas
Para presidente, assento permanente no Conselho de Segurança pode favorecer Reino Unido na disputa
CANCÚN – Em um forte discurso, durante sua intervenção na reunião de cúpula dos países latino-americanos e do Caribe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a Organização das Nações Unidas e o Conselho de Segurança da ONU por não se posicionarem a favor da soberania das Ilhas Malvinas pela Argentina.
“A nossa atitude é de solidariedade à Argentina”, avisou Lula, que indagou “qual é a explicação geográfica, política e econômica da Inglaterra estar na Malvinas?”. E emendou: “qual é a explicação de as Nações Unidas nunca terem tomado esta decisão? Não é possível que a Argentina não seja dona (das Malvinas) e seja a Inglaterra a 14 mil quilômetros de distância”.
Lula questionou se a ONU age desta forma não é justamente porque a Inglaterra é membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Ele voltou a defender uma reformulação do órgão, ampliando sua representatividade.”Será por que a Inglaterra é membro permanente que a eles pode tudo e aos outros nada? É preciso que a gente comece a instigar para que o secretário das Nações Unidas reabra este debate”, afirmou.
Lula criticou ainda a reunião do clima de Copenhagen ter sido “a mais desorganizada” que ele já participou e da “pobreza de espírito” dos “governantes de países importantes” que dedicavam horas de discussões em parágrafos ou artigos do tratado. “Copenhagen não deu certo porque não tinha organização e coordenação”, acusou, cobrando ainda dos países que poluíram, responsabilidade na ajuda aos países em desenvolvimento.”Não é favor”, disse.
A disputa
A Argentina diz que a autorização para a exploração de petróleo na região viola sua soberania e impôs restrições à navegação no entorno da ilha, localizada no Atlântico Sul. A companhia britânica Desire Petroleum alega que não quer se envolver nas disputas entre a Grã-Bretanha e a Argentina. A plataforma está localizada firmemente dentro das águas britânicas”, afirma o porta-voz da companhia. Segundo ele, a Argentina está começando seu próprio programa de exploração de petróleo nas águas a oeste das ilhas.
FONTE: Estadão



























