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O navio de transporte anfíbio San Marco, da classe San Giorgio da Marinha italiana, e o contratorpedeiro Severromorsk, da classe Udaloy da Marinha russa, realizaram nessa semana exercícios de combate à pirataria no Golfo de Aden. Durante a operação Ocean Shield as forças de ambos os países praticaram a retomada de uma embarcação sequestrada, prisão de piratas e libertação de reféns.

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FONTE: Militaryphotos.net

Contraminagem no Porto de Misrata

Forças da OTAN realizando operações de contraminagem nas proximidades do porto de Misrata na Líbia durante a Operação Unified Protector.

FONTE: NATO TV

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Na noite de 28 a 29 de abril, uma aeronave Atlantic 2 da Marine Nationale detectou vários barcos em alta velocidade em direção ao porto de Misratah. A fragata francesa Courbet, envolvida na operação “Unified Protector” da NATO, guiada por aeronaves de patrulha marítima, interceptou as embarcações.

Suspeitando uma ameaça, sua tripulação deu ordem para que os barcos parassem e deram vários tiros de advertência.

Diversas embarcações deram meia-volta e os marinheiros franceses, ao se aproximarem da área, descobriram uma mina flutuante. Após uma investigação mais aprofundada, duas outras minas foram descobertas. Outras investigações estão sendo conduzidas.

Esta operação interrompida pela fragata Courbet foi, provavelmente, levada a efeito pelas forças do coronel Kadafi para minar o porto de Misratah e, assim, impedir a entrega de suprimentos humanitários em benefício da população civil.

FONTE: www.defense.gouv.fr / FOTO: Marine Nationale

NOTA DO EDITOR: Neste mês de maio de 2011, a Força de Minagem e Varredura da Marinha do Brasil fará 50 anos. As minas navais podem ser usadas contra e a favor de qualquer país, pois é o meio mais barato de negação do uso do mar. É importante que notícias como essa lembrem nossos tomadores de decisão que o Brasil não pode prescindir de uma Força de Minagem e Varredura moderna e eficiente, pois nosso País respira pelo mar.

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Vídeo das operações de patrulha marítima realizada pela aeronave CH-124 Sea King, da fragata canadense HMCS Charlottetown no Mediterrâneo central, como parte da missão de embargo à Líbia, denominada Operação Unified Protector.

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A Alemanha ordenou a retirada de todos os seus navios das operações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no mar Mediterrâneo após a decisão da Aliança de participar do bloqueio naval à Líbia para garantir o embargo de armas ditado pela ONU.

Um porta-voz do Ministério de Defesa alemão anunciou na madrugada desta quarta-feira que as duas fragatas e os dois navios menores da Marinha alemã que se encontram no Mediterrâneo com um total de 550 homens voltaram a ser postos sob o comando alemão.

Também foi ordenada a retirada de até 70 militares alemães que participavam até agora como técnicos especialistas a bordo de aviões de reconhecimento Awac, da Otan, para controlar o espaço aéreo no Mediterrâneo.

A Alemanha decidiu “não participar deste tipo de ações” para evitar o uso da força, assinalou o porta-voz ministerial.

O país participava até o momento de operações da Otan no Mediterrâneo como a missão antiterrorista “Ative Endeavoir”, com tripulações de técnicos militares para os Awac de reconhecimento.

Encontram-se ainda em águas do Mediterrâneo as fragatas “Hamburgo” e “Lübeck”, o navio de abastecimento e apoio “Oker” e o navio antiminas “Datteln”.

A Alemanha se absteve na votação do Conselho de Segurança das Nações Unidas que decidiu dar sinal verde às operações militares contra o atual regime líbio e anunciou que não forneceria militar algum para essa missão.

OTAN

Os países ocidentais que apoiam uma zona de exclusão aérea na Líbia para proteger civis concordaram na terça-feira em usar a Otan para conduzir o esforço militar, mas autoridades afirmaram que a aliança estava dividida e longe de concordar sobre detalhes da missão.

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, disse que detalhes sobre qual será o país a assumir a liderança da coalizão ainda estão sendo ajustados. Ela afirmou não estar preocupada com a transição.

A reunião dos países-membros da Otan, contudo, não definiu se a aliança vai assumir a liderança da operação, que atualmente é comandada pelos Estados Unidos.

A participação da Otan tem dividido seus países-membros. A Itália e o Reino Unido defendem que a aliança tem melhor capacidade de coordenar os esforços. Já França teme que a liderança da aliança atlântica pode afastar os países árabes. Há ainda os países-membros como Turquia e Alemanha, que têm objeções quanto aos ataques internacionais e se negam a participar.

“A Otan completou seus planos para ajudar a aplicar a zona de exclusão, para dar nossa contribuição, se for necessário, de forma claramente definida, ao amplo esforço internacional para proteger o povo da Líbia da violência do regime de [Muammar] Gaddafi”, disse o secretário-geral Anders Fogh Rasmussen, em comunicado, sem mais detalhes.

A Otan encerra assim a fase de planejamento, que tinha sido adiada no fim de semana passado diante do racha interno. Uma fonte da aliança, citada pela agência Efe, diz que haverá uma nova fase das discussões internas, para definir qual será o papel na aplicação da zona de exclusão –o que pode se prolongar por dias.

Os embaixadores dos países-membros voltam a se reunir nesta quarta-feira, em Bruxelas, para abordar o assunto.

FONTE: Folha.com / EFE

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No dia 24 de fevereiro, o Contra-Almirante Luiz Henrique Caroli assumiu o Comando da Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL). A cerimônia ocorreu a bordo da Fragata Turca “Yildirim”, atracada na Base Naval de Beirute.

A solenidade foi presidida pelo Comandante da UNIFIL, Major-General Alberto Asarta Cuevas, e contou com a presença do Embaixador do Brasil em Beirute, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, dos Embaixadores latino-americanos (Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela) e de países com navios na FTM (Alemanha, Turquia e Indonésia), além de Oficiais-Generais da UNIFIL, do Comandante da Marinha libanesa e de Adidos Militares de diversas nacionalidades.

Na manhã do dia 25 de fevereiro, como parte da programação de assunção do Comando da FTM, o Contra-Almirante Caroli, acompanhado dos Oficiais brasileiros do Estado-Maior da Força-Tarefa, suspendeu com os navios da Força-Tarefa Marítima para a realização do exercício FOTEX.

A UNIFIL foi criada em 1978 para monitorar a retirada das Forças israelenses do território libanês. Já a FTM surgiu em 2006 sob o mandato da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas e em atendimento à solicitação do Governo libanês. Ela tem como tarefas principais impedir a entrada ilegal nos portos do Líbano de armas e materiais afins e treinar a Marinha libanesa para que, no futuro, possa assumir o controle de suas águas jurisdicionais. Atualmente, a Força tem sob seu comando cerca de 800 militares e oito navios de cinco nacionalidades (Alemanha, Bangladesh, Grécia, Indonésia e Turquia).

A FTM é o primeiro componente naval de uma missão de paz da ONU e pela primeira vez será comandada por um país não integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

FONTE: MB

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