Um estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) indica que os investimentos no setor de óleo e gás no país podem chegar a US$ 400 bilhões até 2020 por causa do pré-sal. A “Agenda de Competitividade da Cadeia Produtiva de Óleo e Gás Offsohore no Brasil – Propostas para um novo ciclo de desenvolvimento industrial”, elaborada em parceria com a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), estima o aporte de pelo menos US$ 100 bilhões para a construção de unidades produtoras na próxima década. Outros US$ 10 bilhões devem ser investidos na construção de petroleiros e embarcações de apoio.

A Transpetro, subsidiária da Petrobras na área de transporte, já pensa em lançar a terceira fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota, o Promef III, com a encomenda de mais vinte navios. O Promef I e II licitou a construção de 41 petroleiros e 20 comboios hidroviários com investimento de R$ 9,6 bilhões. Outros oito navios estão em fase final de licitação. As encomendas permitiram a abertura de dois novos estaleiros no país: Atlântico Sul e STX Promar.

Um terceiro, o Estaleiro Rio Tietê, está em construção em Araçatuba (SP). A Petrobras vai investir no projeto R$ 40 milhões. Lá serão construídas 80 barcaças e 20 empurradores, a um custo de R$ 432 milhões, destinados à implantação da Hidrovia do Tietê para o escoamento de 152 milhões de litros de etanol das zonas produtoras do Centro-Oeste e Sudeste.

“Com o pré-sal, o Brasil vai se tornar um dos maiores produtores mundiais de petróleo e isso significa que vamos precisar de mais navios para transportar essa produção”, diz o presidente da Transpetro, Sérgio Machado. O país tem hoje a quarta maior carteira de encomendas de petroleiros do mundo e a quinta de navios em geral. A construção de outros 39 navios já está prevista pelo programa Empresa Brasileira de Navios. As embarcações, financiadas pelo Fundo de Marinha Mercante, serão afretadas pela Petrobras para o escoamento da produção do pré-sal.

A Petrobras aguarda propostas de empresas interessadas na licitação para a transformação dos cascos de quatro navios petroleiros em plataformas de produção destinadas aos campos da cessão onerosa do pré-sal. O projeto é estimado em US$ 2 bilhões – cerca de US$ 500 milhões cada unidade. A previsão era que a Petrobras assinasse o contrato para a transformação dos cascos no primeiro semestre de 2012, mas um atraso na concorrência pode adiar a assinatura. A primeira das quatro unidades flutuantes de armazenamento e transferência, conhecidas no do setor pela sigla em inglês FPSO, está ancorado no porto do Rio.

A embarcação, que veio da Indonésia e foi renomeada como P-74, será instalada na área de Franco e terá capacidade para processar 150 mil barris de petróleo por dia. Vai ser a primeira plataforma destinada aos campos da cessão onerosa da Bacia de Santos. A cessão onerosa é um conjunto de áreas localizadas no pré-sal que foram transferidas pela União à Petrobras em troca de uma remuneração pelo direito do exercício das atividades de pesquisa e produção de petróleo e gás natural. A companhia terá o direito de explorar e produzir até 5 bilhões de barris de óleo equivalente. Os outros três navios que vão operar na área também virão da Malásia e vão receber os nomes de P-75, P-76 e P-77. A expectativa é de que as unidades sejam entregues entre 2015 e 2016.

Os reflexos da revitalização da indústria naval na geração de empregos são bastante significativos. O setor, que tinha menos de dois mil trabalhadores na virada do século, agora emprega 60 mil pessoas.

Estão em andamento nada menos de 278 empreendimentos. Uma das maiores encomendas movimenta o Pólo Naval de Rio Grande, no litoral gaúcho. É lá que estão sendo construídos os cascos de oito navios FPSO para operar no pré-sal.

FONTE: Valor Econômico

Um consórcio formado pela Odebrecht Óleo e Gás (OOG) e a francesa Technip ganhou um contrato de US$ 1 bilhão da Petrobras, válido por cinco anos, para construir e operar dois navios com equipamentos capazes de lançar e conectar dutos e linhas flexíveis entre a plataforma e os poços perfurados no fundo do mar, a uma profundidade de até 2.500 metros, o que indica que serão usadas nos campos do pré-sal da bacia de Santos. Por ficarem embaixo da água, alguns no leito submarino, essa gama de equipamentos é classificada como “subsea” no jargão do setor.

A primeira embarcação contratada pela Petrobras ao consórcio OOG-Technip está prevista para começar a operar no quarto trimestre de 2014. E a segunda entra logo depois, no primeiro trimestre de 2015. Cada uma vai carregar um guindaste capaz de suportar uma tensão de até 550 toneladas na ponta do guincho, o que será um recorde no mundo.

As embarcações, do tipo PLSV (Pipe Laying Support Vessel), serão construídas no estaleiro da Daewoo Shipbuilding and Marine Engeneering (DSME), na Coreia do Sul. Elas serão afretadas para a Petrobras inicialmente por cinco anos, mas o contrato pode ser prorrogado pelo mesmo período.

As embarcações, do tipo PLSV, serão construídas no estaleiro da Daewoo Shipbuilding and Marine, na Coreia do Sul

Jorge Luiz Mitidieri, diretor superintendente de Serviços Integrados da Odebrecht OOG, explicou que o contrato representa uma importante etapa para consolidação de uma empresa brasileira na curta lista de companhias capazes de prestar esse tipo de serviço no Brasil.

“A Odebrecht entrou no mercado de subsea em 2009 e nesses dois anos nos capacitamos. Hoje temos uma equipe com experiência e capacidade de fornecer esses serviços sozinha. Mas a associação com a Technip é estratégica porque traz grandes sinergias, experiência e permite mitigar riscos”, disse Mitidieri ao Valor.

Em 2009 a OOG começou a prestar serviços para o mercado subsea. Na época se associou à Subsea7, outra empresa internacional com experiência no setor. Na época as duas ganharam um contrato, também da Petrobras, para construção e instalação do gasoduto Sul-Norte Capixaba.

Sem contar com os dois navios lançadores que serão construídos na Coreia em consórcio, a OOG tem atualmente uma frota de embarcações para operações no mar. São sete unidades de perfuração – dos quais quatro são navios e três são plataformas semi-submersíveis -, duas plataformas flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSO) já prontas e outra em construção e que vai ser conectada aos campos Tiro e Sidon, na bacia de Santos no segundo semestre de 2012.

FONTE: Valor Econômico/Por Cláudia Schüffner | Do Rio

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ANP, Ibama e PF cobram explicação sobre vazamento, que pode ser 23 vezes maior que o divulgado

Enquanto o vazamento de petróleo de um campo operado pela empresa americana Chevron polui o litoral norte fluminense há dez dias, em terra firme, órgãos governamentais — como ANP, Ibama, Polícia Federal e Marinha — e a sociedade civil apertam o cerco em torno de um acidente que pode ser até 23 vezes maior que o estimado pela petrolífera. Oficialmente, a Chevron calcula que a mancha de óleo localizada a 120 quilômetros da costa era ontem de 65 barris na superfície, e que o total vazado ao longo dos dias teria chegado a 650 barris. O geólogo americano John Amos, da ONG SkyTruth, estima, contudo, com base em imagens captadas pela Nasa, um vazamento de 3.738 barris por dia entre 9 e 12 de novembro. Isso daria um total de, pelo menos, 15 mil barris despejados no oceano.

Devido a problemas meteorológicos, os sobrevoos de helicóptero à região do campo de Frade foram suspensos nos últimos dias. Nesta quinta-feira, a Marinha do Brasil uniu-se à ANP e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para formar um grupo de acompanhamento do vazamento. Os sobrevoos serão retomados hoje e só após a visita os três órgãos devem se pronunciar.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, acredita, no entanto, que em uma semana o derrame de óleo seja interrompido. Ao adotar um discurso para minimizar o acidente, Lobão disse que a empresa “está fazendo de tudo e que a Chevron não foi punida ainda porque há trâmites a seguir”.

Para ANP, acidente é cinco vezes maior
Em conversas com parlamentares do Partido Verde, o presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, teria calculado que o derramamento de óleo atinge 3,3 mil barris desde o dia 7 de novembro — cinco vezes maior do que afirma a Chevron. Em conversas com o deputado Sarney Filho (PV-MA) e a diretora da ANP, Magda Chambriard, Lima teria dito que houve erro da Chevron na prestação de informações à ANP. Lima informou a Sarney Filho que a Chevron deverá ser punida também por isso, além de multas pelo crime ambiental.

O delegado Fábio Scliar, da Polícia Federal (PF) e autor do inquérito aberto contra a Chevron, afirmou que vai levantar dados e informações para apurar as responsabilidades. Ele pretende ouvir funcionários diretamente ligados à operação e, num segundo momento, convocará executivos da empresa:
— Se a trinca no fundo do mar não for fechada, vai continuar vazando. O responsável por fechar essa rachadura disse à minha equipe que não tinha previsão de quando ia conseguir parar o vazamento. O acidente é uma catástrofe.

O secretário estadual de Ambiente do Rio, Carlos Minc, também estuda cobrar reparação à Chevron:
— Não estamos querendo nos sobrepor ao Ibama. Mas como o acidente ocorreu no Rio, podemos cobrar reparação aos danos ambientais e, sobretudo, as perdas para os pescadores que atuam na região.

O governador do Rio, Sérgio Cabral, ainda não se pronunciou sobre o acidente. A Petrobras, parceira da Chevron no campo, também não vai falar sobre o assunto. Assim como o Ministério do Meio Ambiente, que alega ter repassado a tarefa ao Ibama. O presidente do órgão, Curt Trennepohl, passou boa parte do dia de ontem no Rio, reunido com representantes da Chevron.

Executivos da Chevron devem ser convocados pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, deputado Giovani Cherini (PDT-RS), para uma audiência pública na próxima semana. No Senado, o presidente da Comissão de Meio Ambiente, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), também disse que tomará providências. Na segunda-feira, pretende por em votação um requerimento para convidar a empresa, a ANP, o Ministério Público e o secretário Minc.
O geólogo John Amos, da ONG SkyTruth, um dos primeiros a dimensionar o acidente da BP no Golfo do México, acredita que o vazamento da Chevron na Bacia de Campos tenha começado antes mesmo da data divulgada pela empresa (dia 9).

— Estimamos o ritmo do vazamento entre 9 e 12 de novembro em 3.738 barris por dia. Após o dia 12, a vazão pode ter aumentado ou diminuído. Não há como sabermos, porque o tempo ficou nublado — disse Amos, em entrevista ao GLOBO, por telefone.

A Chevron, em nota oficial, informou que a operação de cimentação para vedar o poço continua em andamento. Não informou, no entanto, a previsão para término dos trabalhos.
O motivo do vazamento ainda está sendo investigado. Na avaliação da ANP, a causa “parece ter sido as operações realizadas pela Chevron”. A empresa, por sua vez, alega a existência de uma falha geológica na região atingida.

FONTE: O Globo

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Fernanda Pires

A prefeitura de Santos (SP) estima investimento inicial de R$ 50 milhões nas obras das duas unidades-âncora do futuro parque tecnológico de Santos, que atenderá sobretudo a cadeia de petróleo e gás da Bacia de Santos. São elas um núcleo do Centro de Pesquisas (Cenpes) da Petrobras e a própria sede do parque tecnológico. Para o entorno dessas duas instalações serão atraídas as empresas fornecedoras da operação de exploração e produção de óleo e gás.

“De modo geral, a gente pode olhar para Macaé (RJ). A lista das empresas que já estão lá na cadeia de petróleo e gás tende a ser a mesma das que serão instaladas na Baixada Santista”, afirmou o secretário de Desenvolvimento e Assuntos Estratégicos de Santos, Márcio Lara, sem discriminar nomes.

Atualmente, estão sendo feitos os planos de marketing e atração de empresas; e de ciência, tecnologia e inovação. Ambos são necessários para que o parque receba o certificado definitivo do governo do Estado. Assim, as empresas ali instaladas poderão gozar de benefícios fiscais desde que sejam inovadoras e de base tecnológica. As contrapartidas do Estado variam da isenção de ICMS à diminuição do imposto, dependendo da vocação do parque.

“Precisamos dos planos concluídos. Com isso, a prefeitura apresenta o projeto da obra física e já é possível celebrar o convênio”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado, Paulo Alexandre Barbosa.

Segundo Lara, a previsão é entregar os planos até o fim deste ano. Somente após a aprovação dos estudos, o governo liberará os recursos para a formação do parque. Entre 2004 e 2010, o Estado diz ter liberado cerca de R$ 50 milhões na realização de obras e estudos para a implantação de parques tecnológicos. Neste ano, estão previstos mais R$ 20 milhões. E outros R$ 30 milhões para o próximo exercício, disse Barbosa.

O parque tecnológico de Santos terá perfil diferenciado e inédito dos demais paulistas. Em razão da falta de espaço na cidade, será formado por um complexo de áreas descentralizadas em três bairros (Valongo, Vila Mathias e Vila Nova). Parte dessas áreas, que somam cerca de 330 mil m2, já existe e é formada pelos laboratórios e centros de pesquisas das universidades da região, assim como pelas instalações das empresas que participam da iniciativa (Petrobras, Usiminas e Codesp, além da Prefeitura e da Associação Comercial). O braço do Cenpes e a sede do parque são as duas primeiras unidades a serem erguidas do zero.

A Hospedaria dos Imigrantes, prédio histórico localizado na Vila Mathias, também integrará o conjunto do parque tecnológico. Será a sede da Faculdade de Tecnologia (Fatec) Rubens Lara. O início das obras, que custarão R$ 25 milhões, está previsto para o primeiro semestre de 2012. Todas essas áreas ficam na parte insular da cidade. Recentemente, foi aprovada a destinação de uma outra zona, de 3 milhões de m2 para o parque tecnológico na área continental da cidade, separada da ilha pelo canal de navegação do porto.

Além do segmento de energia, o parque será caracterizado para receber atividades de porto, retroporto e logística. “Toda semana recebemos consultas de empresas querendo se instalar em Santos. Temos uma estrutura de acolhimento para que as indústrias atendam, no caso do petróleo e gás, aos editais da Petrobras na produção de bens e serviços. Outro esforço é mobilizar as empresas da região a se aperfeiçoarem para assumir essa oportunidade”, afirma Lara.

FONTE: Valor Econômico

O tráfego aéreo na Bacia de Campos

Para atender os profissionais embarcados da Bacia de Campos, a Petrobras disponibilizou 51 aeronaves para sua força de trabalho, sendo 8 de grande porte, 41 de médio e duas de pequeno porte. Os helicópteros são os mais modernos do mundo. Ainda para este ano, essa frota terá um aumento com novas aeronaves que estão em processo de contratação.

A atividade aérea da Companhia é uma das mais seguras, já ultrapassando a marca recorde de mais de 300.000 horas sem acidentes. São aproximadamente mais de 6 mil pousos e decolagens por mês na Bacia de Campos.

O aeroporto de Macaé, por exemplo, é considerado um dos maiores do País em número de pousos e decolagens, totalizando 40 mil por ano. Nos últimos 12 meses, foram transportados pela Petrobras cerca de 800 mil passageiros.

Para garantir mais qualidade e segurança, estão trabalhando 60 profissionais dedicados à área de Segurança de Voo.

Investindo na excelência operacional

A Unidade de Serviços de Logística de E&P (US-LOG) também está investindo no Programa de Excelência nas operações de transporte aéreo (Peotram), buscando elevar ainda mais os níveis de segurança operacional, por meio do uso de avançadas tecnologias e das melhores práticas mundiais.

A cada ano, são realizadas mais de 1,5 mil auditorias nas aeronaves contratadas, num esforço de supervisão jamais visto na aviação offshore. Ou seja, todos os helicópteros são submetidos a uma rigorosa vistoria de segurança a cada 15 dias. Tudo isso para que os profissionais possam viajar com qualidade e segurança.

FONTE: Petrobras

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A OSX Brasil, companhia aberta do setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore de óleo e gás natural, do Grupo EBX, comunica ter sido firmado Contrato de Engenharia, Suprimento de Materiais e Equipamentos, Construção, Instalação e Comissionamento (EPCI), relativo ao FPSO OSX-3 (Floating, Production, Storage and Offloading), com a empresa Modec, uma das líderes mundiais na gestão de projetos construtivos de equipamentos offshore de produção de óleo e gás. O contrato tem valor aproximado de US$ 800 milhões. O FPSO OSX-3 terá capacidade de produção 100.000 bopd (barris de óleo por dia) e capacidade de armazenamento de 1.300.000 bbls, sendo entregue no terceiro trimestre de 2013 para afretamento à OGX por 20 anos.

A OSX atualmente conta com uma carteira firme de pedidos da ordem de US$ 4,8 bilhões, composta por sete equipamentos para atendimento à OGX, conforme abaixo:

• FPSO OSX-1: Encontra-se em fase final de customização no estaleiro da Keppel em Cingapura, tendo sido construído no estaleiro da Samsung na Coreia. Sua entrega no Brasil está prevista para o 3° trimestre de 2011.

• FPSO OSX-2: Entrega no estaleiro prevista para o 2° trimestre de 2013. Iniciou-se em abril de 2011 a vigência do Contrato de Construção (EPCI) com a SBM Offshore, uma das líderes mundiais na gestão de projetos construtivos de equipamentos offshore de produção de óleo e gás, para a construção do FPSO OSX-2 em estaleiro de Cingapura.

• FPSO OSX-3: Entrega no estaleiro prevista para o 3° trimestre de 2013. Iniciou-se a vigência do Contrato de Construção (EPCI) com a Modec em julho de 2011, para construção do FPSO OSX-3 em estaleiro de Cingapura.

• FPSO OSX-4 & FPSO OSX-5: Entrega no estaleiro prevista respectivamente para o 2° e 4° trimestre de 2014. Encontra-se em fase de licitação o projeto de engenharia para conversão e integração de dois VLCCs gêmeos adquiridos da Vela Corporation. A integração ocorrerá no Brasil, inaugurando as atividades operacionais da Unidade de Construção Naval da OSX, já licenciada e que se encontra em fase de início de construção em São João da Barra (RJ).

• WHP 1 e WHP 2: Entrega no canteiro de obras da empresa brasileira Techint prevista respectivamente para o 1° e 2° trimestre de 2013. Atividades preparatórias iniciadas e sujeitas à conclusão de negociações para a construção das WHPs no Brasil, no canteiro de obras da Techint.

“Esses fatos são mais uma demonstração de que a OSX segue avançando, de forma consistente, no atendimento da demanda de equipamentos de produção da OGX, e na implementação da Unidade de Construção Naval do Açu, no Complexo Industrial do Superporto do Açu” destacou Luiz Eduardo Guimarães Carneiro, Diretor Presidente da OSX.

Sobre a OSXA OSX Brasil S/A é uma companhia aberta do setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, com atuação em três segmentos: construção naval, fretamento de Unidades de E&P e serviços de O&M. A OSX foi constituída para suprir a demanda da indústria brasileira por soluções integradas de serviços e equipamentos para a produção offshore de petróleo e gás natural.

Investimentos no Brasil

No Brasil o Grupo EBX investe e apoia diversas iniciativas que contribuem com a conservação de Parques Nacionais e Reservas Particulares do Patrimônio Natural. Essas unidades de conservação ambiental somam juntas, perto de 400 mil hectares. No site www.descubraebx.com.br um rico material multimídia, com fotos, vídeos e textos apresenta esses investimentos, como no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, em Pernambuco, que abriga as maiores colônias reprodutivas de aves marinhas e conta com as mais extensas áreas de recifes de corais de toda a costa brasileira.

Conheça e acompanhe também os outros investimentos e projetos do Grupo EBX:

  • www.descubraebx.com.br
  • www.eikebatista.com.br
  • www.youtube.com/grupoebx
  • www.twitter.com/eikebatista
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SÃO PAULO – O nordeste já desponta como nova caminho para os investimentos da indústria naval. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), 80% dos investimentos planejados para o setor até 2013 serão feitos na região.

Segundo o Sinaval, dos R$ 7,6 bilhões de recursos destinados ao setor naval no período, R$ 6,1 bilhões terão como destino o nordeste. Ao todo serão pelo menos 17 os novos estaleiros, nove dos quais estarão no nordeste.

“É um avanço e tanto para uma região que, até o ano passado, quando foi inaugurado o estaleiro Atlântico Sul, em Suape (PE), nunca tinha tido nenhum empreendimento voltado para a indústria naval ou petroleira”, disse o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha.

Com a demanda crescente nos estaleiros, a indústria de equipamentos para navios, ou navipeças, também se movimenta para acompanhar o mercado. Boa parte das peças utilizadas no Brasil ainda é importada, mas existe uma mudança em curso neste quadro. “No ano de 2000, o setor gerava cerca de 2 mil empregos diretos e, atualmente, estamos na casa dos 47 mil”, disse o presidente da Câmara Setorial de Equipamentos Navais e Off-shore da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Prata.

Mesmo com o aumento na mão de obra, o setor ainda precisa de reforços. “Nos locais onde os novos estaleiros serão construídos nós estamos fazendo seminários de incentivo à produção local de peças”, disse Prata.

Atualmente muitas empresas produzem equipamentos para o setor naval. De acordo com o executivo da Abimaq, estão disponíveis no mercado garrafas de ar; equipamentos de habitação, como ventiladores, exaustores, equipamentos para tratamentos de dejetos e de água; motores a diesel, geradores e alternadores; e equipamentos auxiliares (compressores, bombas e outros), entre outros. E “todos esses equipamentos podem ser produzidos com as tecnologias que já temos aqui, desde que tenham preço, qualidade e prazo”, disse Prata.

Atualmente, o setor de navipeças brasileiro é composto por 200 indústrias de máquinas, componentes, equipamentos e acessórios. “Boa parte delas já está no Brasil desde as décadas de 1970 e 1980, quando o País construía muitos navios. Depois do apagão naval da década de 1990, todas essas empresas passaram a direcionar seus produtos a outros setores, com mais investimentos, como são os mercados industrial, siderúrgico, de mineração, alimentício, agrícola, de bioenergia e petróleo”, disse o executivo.

De acordo com Prata, a falta de incentivo do governo à produção local e as facilidades de importação são os principais vilões do setor de navipeças. “Muitos fornecedores originalmente de navipeças oferecem produtos de altíssima tecnologia e qualidade: o problema não está na capacidade das dos fornecedores, nem no prazo, está no preço. Sem proteção do governo, as peças chinesas, por exemplo, saem muito mais em conta”, analisou.

Rio de Janeiro

O grande investimento no nordeste brasileiro não está deixando o polo fluminense para trás, pois o local tem também um grande plano de ampliações nos próximos anos. O total de investimentos do polo será de R$ 1 bilhão a R$ 2 bilhões, o que inclui a retomada pela Petrobras do hoje desativado Ishibrás e a possível migração do estaleiro da EBX para o Porto de Açu depois de ter licença negada em Santa Catarina.
“O Rio continua sendo o principal polo do Brasil”, aponta o presidente do Sinaval, “mas Pernambuco e Rio de Grande do Sul surgem como novos centros. O preço dos terrenos, bem mais atraente que no Rio ou em São Paulo, e o apoio do governo local são elementos que pesam.”

Transpetro

A China venceu mais uma disputa feita pela Transpetro para fornecimento de aço à construção de navios no País: desta vez foram 18,3 mil toneladas, dentro do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), que prevê a construção de 49 navios até 2014.

O presidente da companhia, Sérgio Machado, conta que participaram da concorrência 15 siderúrgicas de oito países, inclusive do Brasil, mas o preço chinês foi o mais competitivo.

FONTE: DCI, via Portos e Navios

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vinheta-clipping-navalSanta Catarina abrigará a sede de um Instituto Tecnológico Naval, a ser desenvolvido pelo grupo EBX em parceria com o Governo do Estado, através da Fundação Certi, Fapesc e secretarias de Articulação Internacional e Assuntos Estratégicos.

Trata-se do primeiro instituto do gênero no País. Vai oferecer ensino de nível superior de técnicas de construção naval avançada, com uso intensivo de tecnologia, informática e mecânica de alto nível.

O investimento inicial previsto será de R$ 15 milhões e o instituto ficará instalado no Sapiens Park, no norte da Ilha de Santa Catarina.

Ao anunciar ao governador Luiz Henrique, neste sábado (14), a disposição do grupo empresarial em investir no complexo educacional, seu presidente Eike Batista destacou que a idéia é ter, em Santa Catarina, um centro de excelência, para o setor naval, com o mesmo significado que o Instituto Tecnológico Aeronáutico (ITA) teve, e continua tendo, para o desenvolvimento da indústria aeronáutica do País.

FONTE: Portal da Ilha, via Portos e Navios

Pré-sal: contratos ainda no 1º semestre

vinheta-clipping-navalOs primeiros navios que vão transportar o óleo do pré-sal brasileiro, na Bacia de Santos, devem começar a ser licitados até o final do primeiro semestre deste ano, informou na quinta-feira o presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Ele acredita que até junho deva ser lançada a terceira etapa do Programa Nacional de Renovação da Frota (Promef), que deverá ser destinada a esta área.

“Ainda estamos estudando adaptações e o que precisa ser feito para transportar o óleo a uma distância maior da costa e ainda para nos voltarmos para a exportação”, comentou Machado, sem querer dar maiores detalhes sobre o assunto. Ele acredita que a maior parte das embarcações a serem encomendadas serão de VLCCs, hoje considerados os navios de maior porte para transporte de combustíveis.

A estratégia logística ainda está sendo traçada, mas a ideia é que a licitação envolva um pacote grande, com um número de embarcações superior a 20, como nas duas etapas anteriores. “Serão navios que vão fazer tanto a rota ligando a Bacia de Santos às novas refinarias do Nordeste, quanto levando estes produtos lá processados para o mercado exterior”, disse.

Machado destacou que 2010 será um ano de colher os frutos das duas etapas anteriores do Promef, já que seis navios serão lançados, dos quais quatro serão efetivamente entregues até o final do ano à companhia. Destes navios que passarão a compor a frota da estatal, três foram construídos pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco, e outro no Estaleiro Mauá, no Rio de Janeiro. “Hoje temos vários grupos interessados em instalar novos estaleiros no País. É uma atividade que foi fomentada e gerou resultados”, comentou.

FONTE: Jornal do Commercio

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vinheta-destaqueA Petrobras abre amanhã as inscrições para novo processo seletivo público. As inscrições estarão abertas até o dia 29 de janeiro de 2010 e poderão ser feitas através do site da Fundação Cesgranrio. O concurso é destinado ao preenchimento de 622 vagas para 56 cargos de nível médio e superior. Para nível médio, a taxa de inscrição é de R$ 27,00. Para nível superior, R$ 40,00.

Podem concorrer candidatos de nível técnico/médio para os cargos de inspetor de segurança interna júnior, técnico de administração e controle júnior, técnico de contabilidade júnior, técnico de estabilidade júnior, técnico de exploração de petróleo júnior (eletrônica, geodésia e geologia), técnico de informática júnior, técnico de inspeção de equipamentos e instalações júnior, técnico de logística de transporte júnior (controle e operação), técnico de manutenção júnior (elétrica, eletrônica, instrumentação e mecânica), técnico de operação júnior, técnico de projetos, construção e montagem júnior (edificações, elétrica, eletrônica, estruturas navais, instrumentação, máquinas navais e mecânica), técnico de segurança júnior, técnico de suprimento de bens e serviços júnior (administração, elétrica e mecânica), técnico de telecomunicações júnior e técnico químico de petróleo júnior.

Os candidatos de nível superior podem concorrer aos cargos de advogado júnior, analista ambiental júnior (biologia e oceanografia), analista de sistemas júnior (engenharia de software, infraestrutura e processos de negócio), auditor júnior, bibliotecário júnior, contador júnior, dentista júnior, enfermeiro do trabalho júnior, engenheiro civil júnior, engenheiro de equipamentos júnior (elétrica, eletrônica, inspeção, terminais e dutos), engenheiro de meio ambiente júnior, engenheiro de produção júnior, engenheiro de segurança júnior, engenheiro de telecomunicações júnior, engenheiro naval júnior, estatístico júnior, geólogo júnior, médico do trabalho júnior, nutricionista júnior, psicólogo júnior e químico de petróleo júnior.

As provas serão realizadas em 21 cidades do país. As datas das provas e das demais etapas do concurso podem ser consultadas no edital.

A remuneração mínima inicial varia de R$ 1.647,19 a R$ 5.685,07. Entre os benefícios, a Petrobras oferece previdência complementar (opcional), plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros
Os processos seletivos da Petrobras seguem a política de ingresso sistemático de novos empregados.

Até 2013, a empresa deve admitir cerca de 9 mil pessoas, com objetivo de atender às demandas do Plano de Negócios 2009-2013, que prevê investimentos de US$ 174,4 bilhões nesse período.

FONTE: Portos e Navios

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