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Durante a Operação “ASPIRANTEX”, na área marítima do litoral do Rio Grande do Sul, os Aspirantes da Escola Naval (EN), embarcados no Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Sabóia”, planejaram e conduziram o exercício de manobras táticas com os navios do Grupo-Tarefa (GT) comandado pelo Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra.

Os Aspirantes reuniram-se, sob a supervisão dos Oficiais instrutores da Escola Naval, do Estado-Maior do Comando-em-Chefe da Esquadra (ComemCh) e do NDCC “Almirante Sabóia”. Após isso, os alunos planejaram e executaram formaturas e manobras táticas com os navios do GT.

Participaram do exercício o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia”, o Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”, as Fragatas “Greenhalgh” e “Niterói”, a Corveta “Barroso”, e uma Aeronave UH-13 “Esquilo”, que realizou o evento FOTEX.

Durante a realização do evento, os Aspirantes assumiram o controle da manobra, as comunicações – através da linha Principal de Manobras Táticas e Alarmes (PMTA), por onde determina-se aos navios do GT o cumprimento das ordens de formatura – e tiveram a oportunidade de dar ordens de rumo e velocidade ao navio onde estavam. Além disso, viram e sentiram a reação dos navios executando todas as formaturas e dispositivos planejados com os subsídios e conhecimentos adquiridos nas salas de aula da Escola Naval. No Passadiço do navio, durante o evento, os Aspirantes contaram com a orientação dos Oficias Instrutores. Foi a primeira vez que esses Aspirantes tiveram a oportunidade de participar de um exercício como esse.

A Operação “ASPIRANTEX” termina dia 01 de fevereiro e os navios ainda passarão pelos portos de Montevidéu (Uruguai), Mar Del Plata (Argentina) e Itajaí, no Estado de Santa Catarina, fazendo parte do Estágio de Verão do Ciclo Escolar dos Aspirantes da Escola Naval, futuros Oficiais da Marinha do Brasil.

Fonte: MB

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No dia 14 de janeiro, os Aspirantes da Escola Naval embarcados nos navios da Operação “ASPIRANTEX”, participaram de exercícios com o Submarino “Timbira” (S-32).

Foram realizados dois tipos de atividades. Na primeira, o Submarino “Timbira” permaneceu navegando próximo à superfície (cota periscópica), cumprindo uma programação de exposição dos seus mastros a fim de familiarizar os aspirantes, as equipes de vigilância e o pessoal de serviço no passadiço, com o aspecto visual apresentado pelo submarino quando navegando nestas condições.

No segundo exercício, os Aspirantes puderam observar a realização de ataques coordenados simulados pelos navios contra o submarino mergulhado a uma maior profundidade, com o emprego de seus sonares.
Os Aspirantes demonstraram um grande interesse pelos exercícios, onde puderam observar as formas utilizadas e a dificuldade para detecção de um submarino, além das manobras realizadas pelos navios para executarem os ataques. Os navios da Esquadra, participantes da Operação “ASPIRANTEX”, atracam nas cidades de Mar Del Plata, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai, em 19 de janeiro.

FONTE: MB

Mais um dos excelentes documentários americanos da década de 1960. Para quem gosta de Skyhawk, é prato cheio!

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F-35B: depois do primeiro pouso, a primeira decolagem

Na aviação naval normalmente é assim: aeronaves chegam voando aos navios onde vão operar, após estes terem deixado o porto. Dessa forma, pode-se dizer que é depois do pouso que vem a decolagem.

E não foi diferente nesta primeira decolagem de um F-35B de um convoo de navio, o USS Wasp, onde havia pousado um dia antes. Veja acima o vídeo disponibilizado pela Lockheed Martin. Como já noticiamos aqui, os testes continuarão nos próximos dias.

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Ao centro, o Vice-Almirante Autran

 

No dia 8 de setembro, foi realizada uma saída do Submarino “Timbira” com a presença do Comandante do 2º Distrito Naval, Vice-Almirante Carlos Autran de Oliveira Amaral e convidados.

O Submarino encontrava-se atracado no Porto de Salvador após ter regressado do Peru, onde participou das comemorações dos 100 anos da Força de Submarinos daquele país.

Durante a visita, foram conduzidos adestramentos para a equipe de ataque pelo Comandante do Submarino, o Capitão-de-Fragata Thadeu Marcos Orosco Coelho Lobo.

Militares em atividade a bordo do Submarino “Timbira”

 

Quarenta e oito Oficiais-alunos da Escola Superior de Guerra da Colômbia visitaram a Escola de Guerra Naval (EGN), no Rio de Janeiro, em 5 de setembro. Chefiada pelo General-de-Brigada Luis Ignácio Baron Casas, a comitiva colombiana conheceu as instalações da EGN e assistiu a uma palestra sobre a estrutura administrativa da instituição e dos seus cursos.

FONTE: Nomar online

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Realizou-se na Esquadrilha de Submarinos, nos dias 08 e 09 de Setembro, na Base Naval de Lisboa, a Conferência Anual de Comandantes das Forças de Submarinos NATO (Submarine Commanders Conference), contando com a participação de 13 delegações de países da Aliança Atlântica e 2 delegações de países não-NATO.

Estiveram reunidos os comandos deste tipo de unidades navais, as quais têm desempenhado papéis relevantes no quadro de missões da NATO, com o objectivo de partilhar conhecimentos e experiências, numa agenda de comunicações e de apresentação de eventos aos intervenientes, permitindo, igualmente, o estreitamento de laços profissionais.

A realização desta reunião em Portugal demonstra o reconhecimento da NATO pela posição geoestratégica Portuguesa e pelo contributo da Capacidade Submarina nacional no quadro de promoção de segurança alargada da Aliança.

FONTE: Marinha Portuguesa

De 1º a 3 de agosto, a Fragata Niterói realizou a fase de mar para a conclusão do Curso Especial de Controle Aéreo Tático, Turma I – 2011, em apoio ao Centro de Adestramento Almirante Marquês de Leão, localizado em Niterói (RJ).

O curso é dividido em três fases: teórica, prática em simulador e prática a bordo. Na fase prática a bordo, os alunos, com o apoio da Fragata Niterói, realizaram diversas missões de controle tático com as aeronaves, dentre as quais destacam-se: o controle de aproximação e partida, ataques vetorados, planos aéreos, aproximações controladas, esclarecimentos e controle de helicóptero na cobertura.

Na fase final do curso, os formandos controlaram as aeronaves SH-3A Sea King, AH-11A Super Lynx, da Marinha, e P-95 da Força Aérea Brasileira, ficando habilitados a empregá-las com eficácia.

O Curso Especial de Controle Aéreo Tático teve a participação de um Oficial do Exército Brasileiro, o que reforça os laços de cooperação e o desenvolvimento da interoperabilidade entre a Marinha do Brasil e o Exército Brasileiro.

FONTE e FOTO: MB

No período de 12 a 24 de julho o UH-14 Super Puma N-7074 (Pégasus 74), do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), esteve na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), apoiando a realização dos V Jogos Mundiais Militares.

Foram efetuados lançamentos de pára-quedistas (competidores), penca e McGuire, com a equipe SAR (Busca e Salvamento) do Exército Brasileiro, e Evacuação Aeromédica (EVAM).

FONTE e FOTO: Esquadrão HU-2.

Submarinos de Brasil, Peru e Estados Unidos participaram nesta sexta-feira de exercícios militares no litoral peruano, como parte das celebrações do centenário da criação da Força de Submarinos do Peru, informou a Marinha de Guerra do país.

As unidades, acompanhadas de quatro corvetas, cinco fragatas, dois navios de desembarque e aeronaves, participaram da operação naval em frente à Ilha San Lorenzo, na costa de Lima. O submarino americano Topeka SSN-754 e o Timbira S-32, da Marinha do Brasil, foram convidados pela armada peruana para o evento, comandado pelo ministro peruano da Defesa, Jaime Thorne, e pelo almirante Víctor Pomar, que exerceu o controle operacional e tático das manobras.

A Força de Submarinos da Marinha de Guerra do Peru foi criada no dia 19 de agosto de 1911 e é considerada pioneira na América do Sul.

Nota do Editor: O submarino Timbira durante a viagem para o Peru, realizou um grande trecho de navegação, saindo de Fortaleza e chegando a Base Naval de La Guaira na Venezuela. Após esta parada o submarino atravessou o Canal do Panamá e se dirigiu até Callao no Perú. O retorno do submarino Timbira à BACS ,está programado para Setembro deste ano.

Foto: AFP, Cris Bouroncle

Fonte: Terra

 
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Segundo jornais ingleses, cinco pilotos da Royal Navy já estão tendo aulas de francês com esse objetivo

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Pilotos ‘top gun’ da Marinha Real britânica estão sendo forçados a tomar aulas de francês, de modo a voar caças Rafale a partir do navio aeródromo Charles de Gaulle, da Marinha Francesa. As informações são dos jornais ingleses Daily Mail e The Telegraph.

Os pilotos da Royal Navy deverão se comunicar em francês com suas contrapartes da Marine Nationale, tanto no ar quanto a bordo do Charles de Gaulle, em treinamentos conjuntos com o caça Rafale, enquanto aguardam pela entrega de seus novos F-35, que não deverão estar prontos antes de 2020.

Os primeiros cinco pilotos navais britânicos, de um total que deverá chegar a trinta, já estão recebendo aulas de francês no Collège Interarmées de Défense (CID), em Paris. Serão 16 semanas aprendendo a língua, antes de iniciarem um período de três anos treinando no grupo aéreo embarcado do Charles de Gaulle, de modo a ganhar experiência no Rafale, cujos melhores pilotos, ou ’top guns’, são conhecidos como  ‘les chevaliers du ciel’ - cavaleiros do céu.

Um alto oficial da Marinha Real disse: ‘Quem diria que, mais de 200 anos após a Batalha de Trafalgar, estaríamos pedindo aos franceses para treinar nossos pilotos navais de caça? Nossa relação com os franceses sempre foi um pouquinho tensa, então esse será um grande teste de cooperação. Por décadas. nossa percepção dos franceses sempre foi de que eles chegam quando a batalha já acabou. Agora  David Cameron (primeiro-ministro inglês) nos forçou a unir forças, ter aulas de francês, e comer sua comida.’

Falando em comida, ao invés dos ovos com bacon do café da manhã dos navios britânicos, os ingleses terão que se acostumar a croissants com café. Quanto à qualidade da comida, esse não deverá ser um problema: quem já embarcou em navios franceses afirma que as refeições a bordo têm qualidade muito superior às servidas nos navios britânicos, com o jantar sendo o ponto alto de cada dia.  Queijos e vinhos finos também estão no cardápio, estes últimos e o vermute substituindo a cerveja  e o gin tônica e tradicionalmente consumidos por oficiais britâncos nas folgas do serviço.

O Reino Unido já enviou pilotos para treinar com a Marinha dos EUA (U.S. Navy), mas é a primeira vez que os franceses foram solicitados para treinar pilotos navais britânicos.

Segundo o capitão Jock Alexander, a frota britânica precisará contar com um grupo experimentado de pilotos navais de caça antes que a Marinha Real receba seus dois novos navios aeródromo de grande porte, ao final desta década.

Segundo um porta voz do Ministério da Defesa do Reino Unido, ‘o relacionamento com a França tem importância estratégica, e as discussões estão em andamento para que pessoal da Marinha Real seja baseado no Charles de Gaulle, como parte do acordo bilateral entre os dois países. Isso permitirá que mantenhamos nossas habilidades e ajudará a desenvolver uma capacidade superior de ataque a partir de navios aeródromo no futuro.’

FONTES: The Telegraph e Daily Mail

FOTOS: Marinha Francesa (Marine Nationale)

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O Rebocador de Alto-Mar Triunfo e o Navio-Patrulha Grajaú, subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, participaram, até o dia 11 de maio, do Grupo de Adestramento “Caribe”, acompanhados dos Navios-Patrulha Bracuí e Guanabara.

A primeira atividade da Comissão “Caribex-2011” foi a execução de exercícios operativos com o Navio-Patrulha francês La Capricieuse que, além de contribuírem para o aumento do nível de adestramento dos meios e a interoperabilidade entre as forças, estreitam, ainda mais, os laços da Marinha do Brasil com a Marinha francesa.

Os navios fizeram visitas operativas a diversos portos da costa das Américas Latina e Central. De 14 a 16 de abril, eles estiveram no porto de Georgetown, na Guiana, onde receberam as visitas do Chefe de Estado-Maior das Forças de Defesa da Guiana, Comodoro Gary Anthony Rodwell Best, e do Comandante da Guarda Costeira, Coronel Jullian Brewster Lovell, além de 233 alunos da rede escolar da cidade.

Ainda nesse porto, dois militares da Guarda Costeira embarcaram no Rebocador de Alto-Mar Triunfo, com o propósito de participar da comissão até Paramaribo, no Suriname.

De 21 a 25 de abril, os navios atracaram no porto de San Juan, em Porto Rico. Durante a estadia na cidade, os militares dos navios brasileiros visitaram a base da Guarda Costeira dos Estados Unidos, no intuito de ampliarem os conhecimentos sobre as tarefas executadas por aquela Força, já que suas atividades se assemelham às desempenhadas pelos navios distritais da Marinha do Brasil.

Na noite de 26 de abril, quando atracaram no porto de St. John’s, os navios participantes da Comissão “Caribex-2011” se tornaram as primeiras embarcações da Marinha do Brasil a visitarem a nação caribenha de Antígua e Barbuda.

Os navios foram recebidos pelo embaixador brasileiro no País, Brian Michael Fraser Neele, que promoveu diversos eventos para a tripulação.

Em retribuição à acolhida, o Rebocador de Alto-Mar Triunfo ofereceu um almoço às autoridades militares antiguanas e o Navio-Patrulha Grajaú recebeu a visita do Primeiro-Ministro de Antígua e Barbuda, Sr. Baldwin Spencer.

A Comissão “Caribex-2011” visitou, ainda, os portos de Fort-de-France, em Martinica, e Paramaribo, no Suriname, e realizou vários exercícios operativos no mar.

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